Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

O chega incómoda muita gente o escrutínio que tem pela comunicação social é doentio , impressionante a força que tem o bloco de esquerda nestes jornalecos e também o mal dizer dos funcionários públicos sobre o chega será medo das reformas ou de terem que produzir mais ?
 
Com a categoria séria da massa empresarial tuga....que todos sabos que é quem patrocina e controla a governação.
é só englobar a viagem de festa de anos da filha mais nova já que cobram tantos impostos.....

https://expresso.pt/economia/impost...s-despesas-pessoais-para-as-empresas-4d8f010e

Um dos problemas dos impostos serem altos é que toda a gente faz a sua gestão fiscal o melhor que pode, muitas das vezes no limiar da legalidade outras mesmo para além.
 
Prova que a subida desenfreada dos precos comecou muito antes desta onde de imigracao!

A relacao com os "ricos" tem a ver com o preco a que os imoveis tem sido vendidos nos ultimos anos. Parece obvio nao?

Não. É aenas uma questão de oferta e procura em conjunto com outros fatores. A subida começou quando a oferta deixou de corresponder à procura. A subida desenfreada começou com o esgotar do mercado de arrendamento em que no ultimo ano o valor médio do arrendamento subiu 80%. E todos sabemos quem contribui fortemente para a subida de preços no mercado de arrendamento.
Sem mercado de arrendamento, mais são empurrados para a compra. A influência dos "ricos" é uma migalha.
 
A questão dos ricos não se coloca nos que entram para viver cá, esses não precisam viver cá para comprar imobiliário... Mas os 1.6M de imigrantes e os que ainda faltam entrar são parte da única solução a sério que existe para este problema.

Cada vez mais a tua "solução final" se assemelha à solução final do adolfo. Passa pela substituição de toda a população nativa por migrantes baratos do 3º mundo, de modo a "reforçar a competitividade e a resiliência" dos capitalistas portugueses, que não estão para pagar 870 euros X 14 a um tuga caríssimo.
 
Cada vez mais a tua "solução final" se assemelha à solução final do adolfo. Passa pela substituição de toda a população nativa por migrantes baratos do 3º mundo, de modo a "reforçar a competitividade e a resiliência" dos capitalistas portugueses, que não estão para pagar 870 euros X 14 a um tuga caríssimo.

ahhh, pensei que a solução do adolfo era matar todas pessoas que não eram da raça pura ariana, incluindo imigrantes.
 
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Portugal é um dos países europeus com salários mais baixos onde a progressão salarial é penalizada de forma mais agressiva pela carga fiscal. Segundo dados da OCDE para 2024, entre os países europeus com salário médio abaixo dos 25 mil € anuais (em paridade de poder de compra, a preços de Portugal), Portugal é o segundo que mais agrava fiscalmente a transição do salário médio para o dobro — com um aumento de 7,4 pontos percentuais na carga fiscal total (IRS + contribuições sociais do trabalhador e empregador).

Para um trabalhador com salário médio (1.572€ mensais), a carga fiscal total (IRS + TSU do trabalhador e empregador) é de 39,4%. Para quem recebe o dobro, a carga fiscal sobe para 46,8%.

Neste “campeonato”, apenas a Grécia penaliza mais a progressão salarial (+7,9 pontos percentuais entre o salário médio e o seu dobro), sendo que na Eslováquia, Chéquia, Letónia, Estónia e Hungria este diferencial não ultrapassa os 3 pontos percentuais.

É verdade que existem vários países com salários médios mais elevados que penalizam mais do que Portugal as progressões salariais, no entanto, não se devem misturar as duas realidades. É muito diferente, e tem um impacto muito distinto na vida dos trabalhadores, taxar significativamente mais a partir do salário médio quando esse salário médio já é bastante elevado, ou quando o salário médio é baixo (caso português).

Mas, também há exemplos de países com salários médios bastante elevados onde a penalização fiscal, ao passar do salário médio para o seu dobro, fica bastante abaixo de Portugal, como são os casos da Alemanha e da Áustria (diferencial de 0,8 e 1,6 pontos percentuais, respetivamente, entre a taxação do salário médio e do dobro do salário médio).

Se queres dar folga aos capitalistas, deixando-os preencher como querem a declaração de rendimentos mais uma flat tax a parar nos 26% pra aquilo que eles "generosamente" resolverem declarar, mais "carros de empresa" a abater, mais IRC abaixo dos 20% e o diabo a 4, tens de saquear a dobrar os trabalhadores.
Não há milagres e o dinheiro não estica.
 
São 1.6 milhões de imigrantes mas menos de 400 mil desconta para a segurança social ?
E os outros 1.4 milhões estão de férias? :(

Na prostituição, tráfego, trabalho forçado, a economia paralela está ao rubro :sh), mesmo ontem vi um paralelo entre esta situação que descreves com um filme (muito aclamado pela critica internacional á época), que descrevia a economia informal criminosa em bairros pobres de favela.
 
Passa pela substituição de toda a população nativa por migrantes baratos do 3º mundo, de modo a "reforçar a competitividade e a resiliência" dos capitalistas portugueses, que não estão para pagar 870 euros X 14 a um tuga caríssimo.

O P.Frazão explicou isso mesmo num determinado programa de televisão cabo, a desvalorização brutal do preço do trabalho pela inundação de força de trabalho disposta a receber qualquer renumeração.

E a resposta eleitoral foi visível em concelhos onde o sector agrícola, é peça fundamental da economia local, mas o receptores velhacos de carne humana estrão muito ciosos do seu negócio, [:vm)]
 
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