Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

O INE não sabe os números. A AIMA não sabe os números. O presidente da republica não sabe os números.
Isso é incompetência, falta de profissionalismo, falta de rigor. É burrice mesmo.
Então ainda não sabem que se têm duvidas é para virem aqui ao forum que 1 ou 2 users fornecem-lhe todos os dados que precisam? Que burros, fodxxxx [:)][:)]

2 imagens sem identificação [:D]







Tantos FP's carregados de licenciaturas, eruditos e poliglotas, especialistas na lingua dos bifes, e o estado está caótico! [:p]
 
Pra isso tens de pedir esclarecimentos a Antonio Costa e os seus governos ao longo de 8 anos .

Eu nao votei neles, juro [:p]

A populaçao em PT de resto precisa de aumentar, sim, alguém terá de pagar as pensoes e impostos e tudo mais, tens de ter gente em idade activa, de preferencia o mais qualificados possivel e claro num numero logico e nao inundado.

Achas que esse sistema que dizes funciona? importas agora milhões para pagar reformas agora, e daqui a 30 anos quem é que paga? importas mais?
 
Um dos primeiros processos da tão desejada "reforma do Estado" seria começar por aqui. Funcionários e serviços

Rever necessidades, redundancias, funções, responsabilidades, definição de objectivos, acabar com a progressão por idade, repor as 40 horas semanais, e inverter o papel desta gente.
Ao serviço dos portugueses em vez de se servirem dos portugueses [:blush:]

Reset ao mindset comuno-socialista do "utente".

Tocar na vaca sagrada? Sem ser o PPC não tou a ver ninguém no panorama político atual com tintins para o fazer! Vai esperando.........mas sentado! [:p]
 
Achas que esse sistema que dizes funciona? importas agora milhões para pagar reformas agora, e daqui a 30 anos quem é que paga? importas mais?

Quem é que falou em importar milhões? Tem que se importar CASO seja necessário, e como referi, o país tem de ter cada vez mais postos de trabalho qualificados ou especializados, como queiram chamar, já que nao é só os canudos que fazem falta mas sim todo o conjunto de profissoes de valor acrescentado.

Tem de ser um equilibrio constante, nem gente a mais nem a menos, mas se cada vez nascerem menos nativos tens de compensar com alguem em idade activa.
 
Tocar na vaca sagrada? Sem ser o PPC não tou a ver ninguém no panorama político atual com tintins para o fazer! Vai esperando.........mas sentado! [:p]

Só se um dia for com a IL.

O Montenegro fala muito desse tipo de coisas, de reformas, de criar economia forte, mas depois tem sido basicamente medidas eleitoralistas.

Ajudava se tb n tivessem sido anos seguidos em que as profissoes agora valorizadas, tivessem sido deixadas pa terceiro plano, mas de qq forma nao chega.

É bom valorizar as pessoas mas falta ter uma gestao optimizada dos recursos. E nem é só o governo, é o país em geral, parece nao gostar nada disso.

Vide freguesias.
 
Quando se fala em reduzir o peso do Estado, convém esclarecer, estamos a falar do quê, ao certo?

Se fizermos uma escala de utilização do pib para o funcionamento do Estado, temos a Rússia Soviética que utilizava 100% do pib para manter o Estado, onde nada funcionava e no outro extremo os caçadores-recoletores sem Estado.

OIP.jpg


Portanto no extremo mínimo, temos os caçadores-recoletores (0% do PIB), pelos anos de 1800 em diante tínhamos o exemplo do Estado que usava entre 10% a 20% do pib para se manter, não forneciam serviços, mas a esperança média de vida era os 47 anos, ou Estados falhados como a Somália ou o Haiti, que usam 20% a 30% do PIB, mas sem serviços públicos dignos desse nome. Foi esse o modelo defendido por Milton Friedman.

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Se subimos para os EUA ou Suíça, que rondam entre 32% e 47% do PIB, embora com algumas diferenças que permitem, por exemplo, que a esperança média de vida continue a subir na Suíça e esteja a descer nos EUA.

homelessman-nos-estados-unidos-foto.jpg


Já as democracias desenvolvidas da Europa, Noruega, Suécia e Finlândia, usam cerca de 50% do PIB. São estáveis, com serviços públicos robustos, crescimento sustentado e qualidade de vida.
Portugal em 2024 estava nos 42,8% do PIB, abaixo da média europeia.

Portanto, antes de dizermos "o Estado é grande", convém perguntar: queremos cortar até onde? Ao nível do Haiti? De 1800? Ou preferimos um modelo nórdico, com serviços públicos decentes e sociedades mais equilibradas?

Pessoalmente, prefiro um modelo de democracia avançada, onde o Estado garante qualidade de vida e funciona.

 
Quando se fala em reduzir o peso do Estado, convém esclarecer, estamos a falar do quê, ao certo?

Se fizermos uma escala de utilização do pib para o funcionamento do Estado, temos a Rússia Soviética que utilizava 100% do pib para manter o Estado, onde nada funcionava e no outro extremo os caçadores-recoletores sem Estado.

OIP.jpg


Portanto no extremo mínimo, temos os caçadores-recoletores (0% do PIB), pelos anos de 1800 em diante tínhamos o exemplo do Estado que usava entre 10% a 20% do pib para se manter, não forneciam serviços, mas a esperança média de vida era os 47 anos, ou Estados falhados como a Somália ou o Haiti, que usam 20% a 30% do PIB, mas sem serviços públicos dignos desse nome. Foi esse o modelo defendido por Milton Friedman.

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Se subimos para os EUA ou Suíça, que rondam entre 32% e 47% do PIB, embora com algumas diferenças que permitem, por exemplo, que a esperança média de vida continue a subir na Suíça e esteja a descer nos EUA.

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Já as democracias desenvolvidas da Europa, Noruega, Suécia e Finlândia, usam cerca de 50% do PIB. São estáveis, com serviços públicos robustos, crescimento sustentado e qualidade de vida.
Portugal em 2024 estava nos 42,8% do PIB, abaixo da média europeia.

Portanto, antes de dizermos "o Estado é grande", convém perguntar: queremos cortar até onde? Ao nível do Haiti? De 1800? Ou preferimos um modelo nórdico, com serviços públicos decentes e sociedades mais equilibradas?

Pessoalmente, prefiro um modelo de democracia avançada, onde o Estado garante qualidade de vida e funciona.


Quanto os vencimentos acima de 2600 ou 2700, contibuem com mais de 50% ( somando tudo) para um estado que nao cumpre as suas funções, diria que temos estado a mais.
 
TMI
Too much information... :confused:

Torná-lo eficaz e eficiente, tem como consequência directa menor alocacão de recursos.

Regra de ouro de qualquer boa gestão
 
Quanto os vencimentos acima de 2600 ou 2700, contibuem com mais de 50% ( somando tudo) para um estado que nao cumpre as suas funções, diria que temos estado a mais.

São coisas diferentes.

Os que contribuem, fazem-no porque vivemos em sociedade.

Mas creio que estás a falar do Governo, que é refém de outros interesses, contrários à vida em sociedade.
 
TMI
Too much information... :confused:

Demasiada informação e ficas confuso?

:confused:


Torná-lo eficaz e eficiente, tem como consequência directa menor alocacão de recursos.

Regra de ouro de qualquer boa gestão

A ideia de que tornar o Estado mais eficaz e eficiente leva automaticamente a uma menor alocação de recursos parte de uma visão incompleta desses conceitos.

Eficiência significa fazer mais com menos, mas dentro de certos limites racionais e com objetivos definidos. Não é o mesmo que cortar recursos a qualquer custo. Um serviço pode ser eficiente e continuar a exigir um nível elevado de investimento, dependendo da complexidade e da missão que cumpre, como acontece num Estado.


Já a eficácia é sobre atingir os objetivos traçados. Um Estado eficaz não é aquele que simplesmente gasta menos, mas o que consegue entregar educação de qualidade, saúde pública robusta, segurança, justiça, etc.


Ou seja, cortar recursos indiscriminadamente pode, na verdade, comprometer a eficácia, como podemos ver nos hospitais, escolas e segurança pública.


Portanto, é possível (e desejável) tornar o Estado mais eficiente, mas isso não significa automaticamente encolher o seu papel ou reduzir serviços.

Nos Estados a eficiência requer mais investimento inicial, melhor capacitação e até mais estrutura e valorização do mérito individual, em vez de oferecer lugares aos afilhados e conhecimentos.

Gestão pública não é só contabilidade, é acima de tudo, visão de longo prazo e compromisso com resultados sociais.

Regra de ouro de qualquer boa gestão:

1°- perceber de gestão [;)].
 
São coisas diferentes.

Os que contribuem, fazem-no porque vivemos em sociedade.

Mas creio que estás a falar do Governo, que é refém de outros interesses, contrários à vida em sociedade.

Está tudo interligado.
Mais fps, mais despesa. Mais depesa, maior OE.
Não tendo portugal empresas grandes, as pessoas sao chamadas a "contribuir" mais.

Em termos de fps, temos falta numas areas e a mais noutras. Existem legioes deles que nada produzem. Avaliacoes à sério, realocar os que estao nas areas erradas e despedir o resto. Com o dinheiro que se poupava, aumentar os salários publicos que sao extremamente baixos.

A nossa sociedade aceitou que emprego na fp é para sempre e intocável. Os pessimos fps ( e existem varios), são autenticos parasitas da sociedade. Nao produzem, sobrecarregam os colegas e ainda desmotivam os outros.
Vamos quase com 800mil fps num universo de pouco mais de 5 milhoes de pessoas a trabalhar.

Adicionamos as intituicoes, as fundacoes, as empresas publicas, as autarquias locais, os desvios e ainda o normal e regular funcionamento do estado e facilmente se entende a carga de impostos e a falência das funcoes essênciais que o estado deveria assegurar.
 
Última edição:
Os estado nunca vai ser eficaz


Privatizações com regulamentação, Caminhos de ferro, aeroporto e portos, precisamos de isso e tem que ser feito custe o que custar
 
A Inês da bicheza perdeu definitivamente a vergonha. Resolveu abandonar o disfarce e assumir-se de vez como esquerdalhuda radical. Em breve com o lenço da palestina!
Espero que se traduza em mais decréscimo de voto futuro!

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Está tudo interligado.
Mais fps, mais despesa. Mais depesa, maior OE.
Não tendo portugal empresas grandes, as pessoas sao chamadas a "contribuir" mais.

Em termos de fps, temos falta numas areas e a mais noutras. Existem legioes deles que nada produzem. Avaliacoes à sério, realocar os que estao nas areas erradas e despedir o resto. Com o dinheiro que se poupava, aumentar os salários publicos que sao extremamente baixos.

A nossa sociedade aceitou que emprego na fp é para sempre e intocável. Os pessimos fps ( e existem varios), são autenticos parasitas da sociedade. Nao produzem, sobrecarregam os colegas e ainda desmotivam os outros.
Vamos quase com 800mil fps num universo de pouco mais de 5 milhoes de pessoas a trabalhar.

Adicionamos as intituicoes, as fundacoes, as empresas publicas, as autarquias locais, os desvios e ainda o normal e regular funcionamento do estado e facilmente se entende a carga de impostos e a falência das funcoes essênciais que o estado deveria assegurar.

As taxas de retenção do IRS entraram neste chat [:D][8b]
 
...

Já as democracias desenvolvidas da Europa, Noruega, Suécia e Finlândia, usam cerca de 50% do PIB. São estáveis, com serviços públicos robustos, crescimento sustentado e qualidade de vida.
Portugal em 2024 estava nos 42,8% do PIB, abaixo da média europeia.

...


A arte de comparar o incomparável para enganar papalvos.

Essas economias tem um pib muito mas muito superior ao nosso, só a Suécia é mais do dobro. Quando o estado fica com 50% significa que o que fica na Economia é mais do que Portugal gera antes de impostos. [:D]
 
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