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Torná-lo eficaz e eficiente, tem como consequência directa menor alocacão de recursos.
Regra de ouro de qualquer boa gestão
A ideia de que tornar o Estado mais eficaz e eficiente leva automaticamente a uma menor alocação de recursos parte de uma visão incompleta desses conceitos.
Eficiência significa fazer mais com menos, mas dentro de certos limites racionais e com objetivos definidos. Não é o mesmo que cortar recursos a qualquer custo. Um serviço pode ser eficiente e continuar a exigir um nível elevado de investimento, dependendo da complexidade e da missão que cumpre, como acontece num Estado.
Já a eficácia é sobre atingir os objetivos traçados. Um Estado eficaz não é aquele que simplesmente gasta menos, mas o que consegue entregar educação de qualidade, saúde pública robusta, segurança, justiça, etc.
Ou seja, cortar recursos indiscriminadamente pode, na verdade, comprometer a eficácia, como podemos ver nos hospitais, escolas e segurança pública.
Portanto, é possível (e desejável) tornar o Estado mais eficiente, mas isso não significa automaticamente encolher o seu papel ou reduzir serviços.
Nos Estados a eficiência requer mais investimento inicial, melhor capacitação e até mais estrutura e valorização do mérito individual, em vez de oferecer lugares aos afilhados e conhecimentos.
Gestão pública não é só contabilidade, é acima de tudo, visão de longo prazo e compromisso com resultados sociais.
Regra de ouro de qualquer boa gestão:
1°- perceber de gestão [

].