Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Eu cada vez mais critico tudo e todos. Patrão ou colega. À conta disto, já arranjei uns dissabores com outros da minha categoria. Se é para dizer mal de chefias e patronato, não há problema. Agora se apontares que o teu colega, da mesma categoria, fez algo errado ou procedem mal... [:D]

Mas depois são os mesmos que se fartam de falar na empresa, que a empresa isto, que a empresa aquilo. Esquecem-se é que eles também são "a" empresa de que eles tanto falam, quer gostem ou não de lá trabalhar. :sh)
 
DeCeIi, alguns de nós já andam por cá (forum e vida longa) há alguns anos, e a lenga-lenga é sempre a mesma.

Este tópico já vem desde 2010 ou 2011, e sempre com os mesmos broncos e arruaceiros a criticar empresários ou outros criadores de valor, nem que seja um jogador de futebol

Patrões e empregados são portugueses filhos do mesmo mindset, da mesma cultura, e o problema é que há demasiado portugueses e ddemasiada cultura portuguesa nas empresas e organizações, sejam politicas, académicas ou empresariais.

Basta ver pelo forum e redes sociais como há neste país tanto sábio brilhante e esclarecido, mas que nunca criou ou arriscou um Euro na criação sequer do seu posto de trabalho.

Imagina, se estas brilhantes mentes o tivessem feito, seriamos um Luxemburgo, ou uma Irlanda, ou uma Suíça 😋

Que oportunidade perdida!



o FAHO tem destas coisas: inexplicavelmente, durante 1 ou 2 anos a conta da Peste teve alguém muito mais mentalmente são, mas agora que a Peste voltou, voltou também o circo habitual.

só não percebi ainda se são 2 pessoas diferentes ou é mesmo um transtorno grave de bipolaridade [:D]
 
o FAHO tem destas coisas: inexplicavelmente, durante 1 ou 2 anos a conta da Peste teve alguém muito mais mentalmente são, mas agora que a Peste voltou, voltou também o circo habitual.

só não percebi ainda se são 2 pessoas diferentes ou é mesmo um transtorno grave de bipolaridade [:D]

Eu aposto nisto [;)]

Ja o tinha topado há uns tempos, pelo que vai para o lugar onde estão as contas todas que já teve. IL [:)]
 
O FAHO há semelhança deste país é capaz de estar cheio de patrões broncos com menos qualificações que os seus assalariados.
https://www.jornaldenegocios.pt/eco...portugal-sao-mais-qualificados-do-que-patroes
Perfeitamente normal...

Às vezes esquecem-se que os patrões menos qualificados são aqueles que arriscaram, investiram a sua poupança, trabalham 60-70h por semana, muitas vezes colocam a vida profissional à frente da vida pessoal. Esse tipo de coisas não se ensina na universidade.
 
O FAHO há semelhança deste país é capaz de estar cheio de patrões broncos com menos qualificações que os seus assalariados.
https://www.jornaldenegocios.pt/eco...portugal-sao-mais-qualificados-do-que-patroes

Essa é uma questão relevante, mas não é bala de prata para resolver os problemas.

Porque a questão da formação académica dos empresários (ou dos trabalhadores) demora décadas a resolver e há empresários que, mesmo com cursos superiores, demonstram logo, onde e como obtiveram os cursos.

Portugal só se irá desenvolver se as pessoas se organizarem, empresários (os que não são psicopatas) que entendem que distribuição da riqueza é benéfico para eles e para o país e trabalhadores, porque só quando as pessoas se organizam é possível mudar as leis e influenciar governos.
 
Perfeitamente normal...

Às vezes esquecem-se que os patrões menos qualificados são aqueles que arriscaram, investiram a sua poupança, trabalham 60-70h por semana, muitas vezes colocam a vida profissional à frente da vida pessoal. Esse tipo de coisas não se ensina na universidade.

Isso não é verdade, ninguém faz poupanças a ganhar mal, como acontece em Portugal. Investiram com o apoio dos pais que já eram ricos.

Depois, ainda que se possa aceitar que alguns empresários que começaram nas décadas de 60 e 70, possam não ter conhecimentos adequados para ser empresário, nas novas gerações, os que nasceram de 1960 em diante, isso já não é aceitável e podemos ver o resultado disso todos os dias, com os baixos salários, os casos de corrupção, o viver na dependência dos contactos no governo e autarquias.
 
A velha e bolorenta matilha volta sempre ao mesmo monte! [:p]

Daqui a 50 anos vão ser os filhos e os netos, afinal já la vão duas geracões depois da Revolução, e o mindset passa de pais para filhos

Isto tambem é obra dos patrões [:)]

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entrevista completa: https://www.tsf.pt/6852015970/acho-...mentada-durante-o-horario-de-trabalho-da-mae/


Por que é que quer restringir o direito ao horário reduzido na amamentação aos dois primeiros anos de vida do bebé?


Eu também sou mãe e o direito à amamentação não é retirado às mães, O regime é o mesmo e mantém-se também o regime da aleitação para os pais. Não mexemos nada aí. Mas acho difícil de conceber que, depois dos dois anos, uma criança tenha que ser alimentada ao peito durante o horário de trabalho. Isso quer dizer que se calhar não come mais nada, o que é estranho. Ela deve comer sopa, deve comer outras coisas. Eu volto a dizer que o exercício adequado de um direito não deve confundir-se com o exercício abusivo desse mesmo direito. E, infelizmente, também temos conhecimento de muitas práticas em que, de facto, as crianças parece que continuam a ser amamentadas para dar à trabalhadora um horário reduzido, que é duas horas por dia que o empregador paga, até andarem na escola primária. Houve aqui a definição de uma baliza que me parece lógica, que é de dois anos.
 
Isso não é verdade, ninguém faz poupanças a ganhar mal, como acontece em Portugal. Investiram com o apoio dos pais que já eram ricos.

Depois, ainda que se possa aceitar que alguns empresários que começaram nas décadas de 60 e 70, possam não ter conhecimentos adequados para ser empresário, nas novas gerações, os que nasceram de 1960 em diante, isso já não é aceitável e podemos ver o resultado disso todos os dias, com os baixos salários, os casos de corrupção, o viver na dependência dos contactos no governo e autarquias.
O que não falta por aí são exemplos contrários.

Só no meu círculo de amigos conheço uns 10 casos assim. Claro que nenhum tem uma multinacional mas pelo menos 3 têm vários empregados e já faturam 2-3 milhões por ano.

Não vou dizer que estás errado, mas também não estás certo.
 
https://www.tsf.pt/6852015970/acho-...mentada-durante-o-horario-de-trabalho-da-mae/


Ao propor horários flexíveis com horas noturnas, em feriados e fins de semana, não está a tirar direitos aos pais que têm filhos menores de 12 anos, nomeadamente às famílias monoparentais?


Olhe, estamos aqui a equilibrar o sistema porque o uso de um direito não se deve confundir com o abuso desse direito. Se um trabalhador se candidata a uma função que tem implícita uma distribuição das horas de trabalho que, de vez em quando, ele tem que estar no domingo ou à noite, porque a empresa funciona assim, não pode depois, a coberto de outro direito, por importante que ele seja, alterar um elemento essencial do seu contrato unilateralmente. Ultimamente, o trabalhador diz “agora tenho um filho e quero trabalhar apenas de segunda à sexta-feira das nove às cinco, porque ao domingo e ao sábado eu tenho o meu filho em casa”. É isto que está a acontecer. Ele está a transformar o seu horário por turnos num horário rígido e ultrapassam-se os limites. Portanto, este trabalhador, de vez em quando, terá que ir lá ao domingo, porque esse é o modelo de trabalho na sua empresa.

Uma família monoparental que não tem alternativa não passa a ser obrigada pelo patrão a trabalhar ao domingo?

Não. Repare, ele não vai obrigar, porque o período normal de trabalho é definido no contrato. Se a função do trabalhador, na qual ele acordou no contrato, implicar necessariamente que de vez em quando ele vai trabalhar ao domingo, ou que ele vai sempre trabalhar ao domingo, por onde é que passará a adaptabilidade? Por exemplo, por diminuir o número de domingos que ele vai. Repare, os outros trabalhadores todos que não têm aquela criança dizem, “então eu agora trabalho todos os domingos, e este senhor aqui nunca trabalha”?
 
Há uma onda imensa de malta contra o fim da dispensa de 2h para amamentar depois dos 2 anos de idade da criança.

Há médicos de família, já li eu, que escrevem declarações assim: Declaro que a Srª Mãe refere que amamenta.... Nem os médicos acreditam que algumas mães amamentem uma criança com 2/3/4/5 anos...
Era muito simples, prova de aleitamento real feita por médico. Maior parte das mães não chegava sequer aos 12 meses.

Tudo o resto é demagogia, se amamenta tudo bem, se não amamenta não pode sair 2h mais cedo só porque sim.
 
Há uma onda imensa de malta contra o fim da dispensa de 2h para amamentar depois dos 2 anos de idade da criança.

Há médicos de família, já li eu, que escrevem declarações assim: Declaro que a Srª Mãe refere que amamenta.... Nem os médicos acreditam que algumas mães amamentem uma criança com 2/3/4/5 anos...
Era muito simples, prova de aleitamento real feita por médico. Maior parte das mães não chegava sequer aos 12 meses.

Tudo o resto é demagogia, se amamenta tudo bem, se não amamenta não pode sair 2h mais cedo só porque sim.

A maioria tem a certeza que não amamentam, mas não estão para se chatear e escrevem isso.
Na realidade isso acaba por ser mais um beneficio que propriamente para a amamentação em concreto, por isso valia dar as 2 horas a toda a gente até aos 2 anos e a partir daí acabava. Dava mais tempo à mãe para os filhos nestes primeiros tempos.
O que a ministra ou secretária disse toda a gente sabe que é verdade, números concretos não vão existir porque não se fazem testes para o comprovar.
Em todo o caso nem sei se é uma guerra que valha a pena o governo comprar, há muita demagogia à volta do assunto.
 
A maioria tem a certeza que não amamentam, mas não estão para se chatear e escrevem isso.
Na realidade isso acaba por ser mais um beneficio que propriamente para a amamentação em concreto, por isso valia dar as 2 horas a toda a gente até aos 2 anos e a partir daí acabava. Dava mais tempo à mãe para os filhos nestes primeiros tempos.
O que a ministra ou secretária disse toda a gente sabe que é verdade, números concretos não vão existir porque não se fazem testes para o comprovar.
Em todo o caso nem sei se é uma guerra que valha a pena o governo comprar, há muita demagogia à volta do assunto.

Esta guerra está perdida antes de começar. Quem viu como o povo estava a reagir a isto foi o demagogo do ventura, que já veio dizer que não deixa passar [:D], o PSD vai baixar a bolinha.

Essa coisa de a mãe passar mais tempo com o filho é altamente questionável! A maioria das pessoas, depois da criança estar na creche usa esse tempo para tudo, menos para estar com a criança.
 
jfangio a partir de certa idade dos miudos, nao sei se 1 ano, o medico para passar atestado tem que ver a criança a mamar, deu ontem na CNN um debate sobre isso, com uma enfermeira a explicar isto. Deram tambem outras explicaçoes interessantes. Estava lá uma jornalista, uma advogada e uma enfermeira precisamente.
 
jfangio a partir de certa idade dos miudos, nao sei se 1 ano, o medico para passar atestado tem que ver a criança a mamar, deu ontem na CNN um debate sobre isso, com uma enfermeira a explicar isto. Deram tambem outras explicaçoes interessantes. Estava lá uma jornalista, uma advogada e uma enfermeira precisamente.

Isso não acontece no mundo real.
 
jfangio a partir de certa idade dos miudos, nao sei se 1 ano, o medico para passar atestado tem que ver a criança a mamar, deu ontem na CNN um debate sobre isso, com uma enfermeira a explicar isto. Deram tambem outras explicaçoes interessantes. Estava lá uma jornalista, uma advogada e uma enfermeira precisamente.



os médicos não querem chatices nem problemas, a função deles é a saúde das pessoas, mas continuam a ser puxados para questões administrativas e laborais, como amamentações e baixas médicas, só porque os governos não são capazes de produzir legislação laboral em condições.
 
jfangio a partir de certa idade dos miudos, nao sei se 1 ano, o medico para passar atestado tem que ver a criança a mamar, deu ontem na CNN um debate sobre isso, com uma enfermeira a explicar isto. Deram tambem outras explicaçoes interessantes. Estava lá uma jornalista, uma advogada e uma enfermeira precisamente.

Não, não tem. Pode estar na lei, mas diria que mais de 90% dos médicos não o fazem. Mais, muitas das declarações são pedidas na secretaria por "decreto". Vais à secretaria e dizes que queres a declaração de amamentação, isto para simplificar o processo e não estares a ocupar o médico com uma consulta, e diria que bem.
 
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