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Então com 9664 páginas já alguém apresentou soluções? O que é necessario para sair da dita crise económica?
Se o tópico não estiver politizado, talvez se possa chegar a uma conclusão.
Eu deixo a minha sugestão, aeroporto, caminhos de ferro e porto.
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O que interessa mesmo é se a gait* funciona para cima, para a esquerda, para a frente ou para trás... :sh)
Na minha opinião a construção de grandes infraestruturas, apesar do potencial impacto positivo, não será suficiente para tirar Portugal da crise económica e das suas causas estruturais.
E podem até agravar o problema com a possibilidade do aumento da dívida pública, má gestão, corrupção e sobrecustos que são tão comuns aos tugas.
Por outro lado, medidas como, o aumento de salários para níveis europeus, criação de empregos de qualidade, fortalecimento do Estado Social e tributação aos 1% mais ricos, respondem a problemas sistémicos de desigualdade, porque promovem o aumento do consumo interno, reduzem a perda de talentos para outros países e são medidas essenciais para um crescimento sustentável.
O caminho mais sólido passa por combinar investimento estratégico (apoios as PME, por exemplo), com reformas estruturais e políticas redistributivas, promovendo ao mesmo tempo mais justiça social, aumentando a produtividade e alavancando a inovação.
Soluções até há, agora é preciso que sejam implementadas e aí é que está o busílis...
Isso não existe, é teatro.jfangio a partir de certa idade dos miudos, nao sei se 1 ano, o medico para passar atestado tem que ver a criança a mamar, deu ontem na CNN um debate sobre isso, com uma enfermeira a explicar isto. Deram tambem outras explicaçoes interessantes. Estava lá uma jornalista, uma advogada e uma enfermeira precisamente.
Há quem faça isso diariamente e é excelente no que faz.60 horas são uma aberração. Ninguém é produtivo a trabalhar 12 horas por dia.
Há quem faça isso diariamente e é excelente no que faz.
respeito a opinião e não sou contra.
Actividade economica primeiro, salarios depois.
Com o mundo mais próximo, movimentação mais barata em maior velocidade é inevitável, não acredito em atalhos.
acredito mais na infraestrutura pois o resto não vai mudar jamais só acompanha , olhe Portugal antes das autoestradas e olhem hoje, diziam que não ia servir de nada...
Investimento primeiro dinheiro depois.
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O que interessa mesmo é se a gait* funciona para cima, para a esquerda, para a frente ou para trás... :sh)
Se calhar faltou a parte mais importante, que isto se refere à 2ªfase onde vai muito menos gente e vão por norma os que chumbaram e tentam uma 2ªoportunidade para melhorar a nota da 1ªfase. (são 2% ou 3% do total de alunos ou algo por aí)
Há quem faça isso diariamente e é excelente no que faz.
Ou como os demagogos da Inciativa Liberal que vieram criticar o executivo centro esquerda social democrata, Ó Mariana Leitão sua populista, []
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O que interessa mesmo é se a gait* funciona para cima, para a esquerda, para a frente ou para trás... :sh)
Eu até concedo que se faça o investimento estratégico que referes como "actividade económica", principalmente na ferrovia e porto de água profundas, principalmente na interligação dos dois.
Afinal são investimentos que promovem retorno a curto/médio prazo, mas ainda não me esqueci das falcatruas e de como correram as obras dos estádios, por exemplo. Neste momento não temos uma justiça nem uma fiscalização pública que permita evitar os erros do passado, nem me parece que este governo seja capaz ou inteligente para o fazer.
Mas se queres acelerar o crescimento económico em poucos anos é inevitável e incontornável, a atualização dos vencimentos para valores Europeus, o que nos tornaria competitivos e poderia até inverter a fuga de cérebros, com uma pequena diferenciação ligeiramente acima da média europeia.
Por outro lado, o fortalecimento do Estado Social e a tributação aos 1%, iria permitir melhorar a capacidade produtiva da população, criar melhor qualidade de vida para as crianças e idosos e reduzir substancialmente a desigualdade, diminuir a dívida privada das famílias e do Estado, aumentando a taxa de poupança do país (com políticas estruturadas para incentivar o aforro) e simultaneamente, o consumo interno, uma grande alavanca ao crescimento das empresas nacionais
Basicamente estarias a criar um mecanismo auto-alimentado de sustentabilidade e sustentável, de atrair os melhores que vivem lá fora (nacionais e estrangeiros), tornar o país numa plataforma comercial entre a Europa e o Atlântico/Índico e com um elevado potencial para nos tornar a também a Califórnia da Europa.
Entendo perfeitamente o teu ponto de vista e até concordo contigo, só não acredito que este governo tenha a argúcia e a independência para fazer o que é necessário. Vamos entrar numa versão mais soft de austeridade.
Há quem faça isso diariamente e é excelente no que faz.