[Política] guerra na palestina

A negação de factos é uma doença dos tempos modernos que nem a IA consegue combater... Vejam.

A IA Grok ontem foi suspensa porque confirmou que Israel está a cometer um genocídio. Já na semana passada tinha sido alvo do mesmo tipo de acusação. Uma IA antissemita, gritaram muitas vozes. Problema de suposto enviesamento das fontes.

Foram feitos ajustes manuais nos algoritmos e uma semana depois: mesma conversa. O raio da IA continua a insistir no genocídio.:sh)

Musk falou em "manipulação", coitado tem que responder aos acionistas...[:D]

Ontem levou mais um acerto e alterou para crimes de guerra. A ver durante quanto tempo.

Seja como for: genocídio ou crimes de guerra é cada vez mais difícil defender as atrocidades cometidas pelo regime sionista.
 
Seja como for: genocídio ou crimes de guerra é cada vez mais difícil defender as atrocidades cometidas pelo regime sionista.

Genocídio não me parece, mas crimes de guerra não há qualquer dúvida que ambas as partes os têm cometido de forma aberta.

Eles estão numa fase em que vale tudo.
 
A negação de factos é uma doença dos tempos modernos que nem a IA consegue combater... Vejam.


Ou noutra perspectiva....

A farsa anti-sionista é tão escandalosa, que os apóstolos da moral (a começar por Guterres que se recusou inicialmente a ver) se recusam a ver os vídeos do massacre de 7 de outubro. Imagens reais. Corpos queimados, bebés com a garganta cortada, mulheres violadas.

Os "ativistas humanitários" tapam os olhos,tapam os ouvidos, dizem que não querem "alimentar o ódio". Na realidade, sabem perfeitamente que confrontar a realidade comprometeria a ficção em que se afundam. E sem ficção, não há likes, nem votos.... :sh)




PS: A IA não combate coisissima nenhuma, a informação da IA é apenas um conjunto de inputs condensados (uns bons, outros nem por issso) que andam dispersos por essa internet e que pode conter muito disparate junto com boa informação.
 
Genocídio não me parece, mas crimes de guerra não há qualquer dúvida que ambas as partes os têm cometido de forma aberta.

Eles estão numa fase em que vale tudo.

Curioso como tenho reparado que enquanto o "pastis" ou lá o que quer que ele já tenha sido, se radicaliza a cada post, tu tornas-te mais moderado....

[:D]
 
Bom dia![:p]

Bem vindo ao novo Mundo

Assim realmente parecem experts....de IA.

So falta o conhecimento. Se nao sabem debater um assunto de forma seria como o user EU gostaria, mais vale aprender primeiro.

Eu uso IA q.b. para umas quantas coisas mas nao para debate de opinioes fundamentadas e muito menos em tempo real.

Se achas assim tao interessante bota IA vs IA e vais ver cada 1 a debater em tempo real, fica mais interessante.
 
É historicamente incorreto afirmar que Karl Marx ou Leon Trotsky eram “judaicos” no sentido de professarem a religião judaica ou de que suas ideias fossem inspiradas por tal fé. Embora ambos tenham nascido em famílias de origem judaica, a relação que mantiveram com essa herança foi meramente cultural e distante — e, no caso de Marx, praticamente inexistente.

O pai de Karl Marx converteu-se ao luteranismo antes do nascimento do filho, por razões profissionais e sociais, e Marx cresceu num ambiente intelectual europeu marcado pelo racionalismo e pela filosofia alemã. O próprio Marx foi crítico declarado de todas as religiões, incluindo a judaica, tratando-as como construções ideológicas que sustentam sistemas de opressão.

Leon Trotsky, por sua vez, nasceu numa família camponesa judaica no Império Russo, mas nunca foi religioso. Desde cedo envolveu-se em movimentos revolucionários marxistas e defendeu um internacionalismo que rejeitava nacionalismos ou identidades religiosas como base política. A sua vida e obra foram inteiramente moldadas pelo compromisso com a revolução socialista e não por qualquer tradição religiosa.

Assim, classificar Marx e Trotsky como “judaicos” não é apenas impreciso: é uma distorção que ignora o contexto das suas trajetórias e ideias. A sua obra e atuação pertencem ao campo do pensamento político e social secular, e não à esfera religiosa ou étnica.

Não sei exactamente se o Marx era mesmo judeu, mas se era foi praticamente o único sério e justo. Sei que nunca pôs os pés na Palestina, não ia à sinagoga e até dizia da religião as piores coisas já ouvidas.
O outro justo seria o Jota Cristo, mas esse os próprios judeus dizem que nunca existiu e que é uma personagem de ficção. De maneira que fico naquela.
Uma coisa é certa, não era aquele ruivo branquinho com barbicha bem aparada das estátuas das igrejas.
 
Curioso como tenho reparado que enquanto o "pastis" ou lá o que quer que ele já tenha sido, se radicaliza a cada post, tu tornas-te mais moderado....

Eu nunca disse que era genocídio, e acho que sempre fui moderado, se é que se pode ser moderado a discutir este conflito tão extremo. Mas mesmo não sendo genocídio, sou de opinião que Israel está a cometer crimes de guerra e atrocidades indignas de um estado democrático.

O problema de não se ter uma opinião polarizada é que os extremos veem-nos sempre de forma enviesada. Já estou habituado.
 
fala-se aqui de genocídio como se fosse sinónimo de eliminação de alvos militares, ou mesmo como se fosse sinónimo de danos colaterais civis numa guerra.

lembrem-se que no final da ww2, os USA detonaram 2 bombas nucleares no Japão que causaram à volta de 170 mil mortos. Mas nunca ninguém sequer pensou em classificar tal acto como genocídio, porque o objectivo (ao contrário dos nazis em relação aos judeus) nunca foi o extermínio do Povo japonês, mas acelerar o fim do conflito.

porque genocídio é a tentativa de destruição e eliminação deliberada de um Povo. Quem acha que o que Israel faz é genocídio perde de imediato qualquer credibilidade - com o poderio militar que Israel tem, 2 anos de conflito, numa zona de densidade populacional altíssima.... quando se olha para os números de baixas (lamentáveis, obviamente) percebe-se que não há qualquer objectivo em exterminar o povo palestiniano.

não perceber ou admitir isto, é completa desonestidade intelectual.
 
Última edição:
Yep, ainda ha dias no Observador falavam do mesmo.

Nao obstante de Gaza ser uma tragédia inqualificável, a verdade é que também há outras pelo mundo e algumas ainda piores, mas por alguma razao, dessas ng quer saber [:blush:]

Ele referiu e bem: Sudao e Moçambique.

EDIT de resto ja se sabe o que o Hamas é. Caso contrario n teria havido 7 de outubro, refens mantidos que nem animais, outros ja mortos, etc.
 
As bombas atómicas foram claramente crimes de guerra. Se tivessem sido lançadas pelos nazis ou pelos japoneses, a interpretação histórica seria bem diferente.
 
O problema de não se ter uma opinião polarizada é que os extremos veem-nos sempre de forma enviesada.


O problema não é de ter ou não ter opiniões polarizadas.

As palavras são representações e estão vinculadas a essas representações. Ou se sabem usar ou não se sabem.

A menos que se pretenda utilizá-las de forma maldosa, como diz o Jimbo aí acima, que é o que acontece quando se utiliza termos como genocidio, e holocausto para descrever o pós 07 de outubro....
 
As bombas atómicas foram claramente crimes de guerra


Eis um bom exemplo do que acabei de escrever.

​​​​​​Nem pela Convenção de Genebra (1948) nem os tribunais militares internacionais, como os de Nuremberg e Tóquio, os Estados Unidos não foram condenados por crimes de guerra em relação aos bombardeamentos atômicos de Hiroshima e Nagasaki.

Pelo contrário, a Alemanha nazista, foi condenada em Nuremberg pelos crimes da Segunda Guerra Mundial, recentemente países como a Bósnia-Herzegovina, Sudão, Sérvia, e Siria, foram julgados por crimes cometidos durante as guerras
 
Última edição:
Igual ao que é para toda a gente.
Se não sabes, podes consultar a Wikipedia.

O sionismo (em hebraico: ציונות Tsiyonut) é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel) por meio da colonização do território até então com a população majoritariamente palestina.


É isto que é para ti? És contra a existencia de Israel?
 
Já foi tentado, Israel controlou a faixa de gaza até 2005, durante esse tempo instalou-se e construiu-se todas as infraestruturas críticas que permitem a vida moderna, água, electricidade, esgotos, escolas e hospitais.

A maioria das habitações modernas da região foram também construídos durante esta época.

O resultado foi a guerra das pedras e ataques aos locais das obras e trabalhadores da construção durante décadas, com o exército a ter de auxiliar a polícia para manter a ordem pública.

E depois deixou de controlar Gaza, fizeram-se eleições, o Hamas foi eleito, matou os opositores, nunca mais houve eleições, e em 20 anos planeou e executou um ataque terrorista barbaro em Israel, fazendo centenas de reféns, que levou a uma guerra com milhares de mortos e uma catastrofe humanitaria.

Se calhar, é preciso escolher o mal menor.
 
Aquela região só terá sossego quando Israel aceitar a solução dos dois Estados.

Israel aceitou essa solução desde o seu primeiro dia de existencia (é aliás a solução sob a qual Israel foi fundado).

Os arabes é que tentaram vezes sem conta destruir Israel, e só decadas depois é que acharam que criar um estado palestiniano seria uma boa forma de criar uma narrativa mais favoravel para eles.
 
Israel aceitou essa solução desde o seu primeiro dia de existencia (é aliás a solução sob a qual Israel foi fundado).

Os arabes é que tentaram vezes sem conta destruir Israel, e só decadas depois é que acharam que criar um estado palestiniano seria uma boa forma de criar uma narrativa mais favoravel para eles.

Quando é que Israel aceitou a existência da Palestina como país independente?
 
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