PSoares
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Em investimento,ou dinheiro botado fora?Mais 300 milhões para os tripulantes daTAP....
Viva a abrilada, tão generosa! apr![]()
Desculpa perguntar,mas estou fora do contexto.
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A malta da esquerdalha são uns fofos e defensores da Paz...
Uma ideia muito generalizada por cá é que todos os contratos de arrendamento na Suiça, ou na Bélgica, ou na Holanda ou na Alemanha incluem os consumiveis, e não é verdade. Em muitos casos acresce 25 a 30% à renda fixa
O ChatGpt prega umas rasteiras à malta []
Basta ver o que fazem aos cartazes do CHEGA. Esquerdalhas sempre foram adeptos de ditaduras disfarçados de democratas.

O grito de desespero de um Socialista que usa os dois neurónios.
Imigração: o dilema fatal do PS
O PS colocou-se, quanto ao tema da imigração e neste final de processo legislativo, como a “rainha da sucata”, como se alguém lhe devesse dinheiro, como se, com o atual quadro parlamentar, alguém precisasse do seu apoio para alguma coisa. Em período eleitoral autárquico tinha obrigação de encerrar o assunto, mas não o fez!
Quem anda na rua esbarra com uma consideração cada vez mais forte – o PS trata melhor os que vêm de fora do que os cá estão e são portugueses. É este raciocínio, que atravessa uma parte imensa da sociedade desde o médico ao agricultor, que está a criar um dano profundo, provavelmente irreversível, na base eleitoral socialista.
Esta semana regressou ao Parlamento o diploma que promove reformas na lei de estrangeiros. Expurgada das inconstitucionalidades, só restava ao PS aprová-la, ampliar a derrota imposta pelo Tribunal Constitucional ao Governo e não deixar margem para que AD e Chega ficassem sozinhos neste tema. Mas não, com os argumentos de que Montenegro fez isto porque estamos em eleições (como se os governos socialistas fizessem diferente) e que trabalha com base em perceções (como se não fossem estas uma base implicante de todas as políticas em qualquer governo como Maquiavel ou Marx bem indicaram), aliou-se, mais uma vez, aos restos das outras esquerdas demonstrando uma ausência absoluta de autonomia estratégica.
Tal decorre do facto de termos no Parlamento um conjunto de deputados, importantes na bancada, que vivem fora da realidade, que não são capazes de ouvir os nossos concidadãos. E também não querem saber o que se passa nos países onde a família social democrata é poder. Os chefes dos governos inglês e dinamarquês fizeram aprovar leis de estrangeiros mais fechadas do que as nossas, os sociais democratas alemães fizeram o mesmo, ainda antes de saírem do poder, obrigados pela sociedade.
O PS colocou-se, quanto ao tema da imigração e neste final de processo legislativo, como a “rainha da sucata”, como se alguém lhe devesse dinheiro, como se, com o atual quadro parlamentar, alguém precisasse do seu apoio para alguma coisa. Em período eleitoral autárquico tinha obrigação de encerrar o assunto, mas não o fez!
Há duas perguntas que interessa endereçar a todos os que fazem a política diária no PS: Para quem trabalham? Não é vossa obrigação primeira, trabalhar com o povo que temos e, para ele, concretizarem as mudanças políticas, sociais e económicas, sempre lentas, que importam?
Mário Soares, o maior político português do século XX, conhecia muito bem o nosso povo. São dele duas frases muito relevantes para o tempo que vivemos: “Podemos mudar quase tudo, menos de povo.” ou: “A primeira responsabilidade de um governo é com o seu próprio povo.”.
A forma como o Liberalismo se relacionou com o povo português durante o século XIX, chegando ao seu ponto máximo na “guerra” dos cemitérios, e a forma como a I República se deu com a religião e com a realidade rural do país, levando ao ódio larvar na década de 1920, deram a Soares os alertas para o caminho certo que importava seguir logo após a criação da ASP.
Foi, aliás, este entendimento de “quem somos” que permitiu a normal aceitação democrática do retorno da direita ao poder em 1979, quatro anos depois do 25 de abril e três após o 25 de novembro, estando esta ainda marcada profundamente pelo regime salazarista. Tratava-se do respeito pela democracia, a sua própria sobrevivência.
Para Soares, a interpretação do sentir do povo sempre foi a base de onde importava partir para se concretizarem as políticas de progresso.
A questão da imigração é, nos dias de hoje, para além da corrupção que também ataca o PS de forma avassalante sem se ouvir um pio de qualquer dirigente, um dos mais relevantes problemas presentes no debate com os portugueses. Sim, há as questões da saúde, da habitação, da educação e da segurança, mas nestas também se atravessa a imigração.
Os governos do PS, implicados pela política desequilibrada do Bloco de Esquerda, ajudaram a criar um caldo de cultura que é um dos motivos do crescimento da execrável direita radical e populista em Portugal. A falta de leitura do que estava a acontecer por essa Europa fora, a entrada sem limites e sem qualquer controle policial de centenas de milhar de pessoas vindas de muitos lados, a extinção do SEF e a falta de cuidado na criação da AIMA, que se revelaram num problema grave em variadíssimas áreas, tudo isto foi feito à custa da ideia leviana de que, por este retângulo no fim da Europa, poderíamos seguir contra a corrente.
Sabe-se que a esquerda radical se posiciona, nos dias de hoje, como espaço de instrumentalização dos imigrantes. Não é nada de Direitos Humanos, até porque não exigem a estes que os respeitem quando já vivem nos países da Europa. É, antes de mais, a melhor forma de instabilizarem o tal “mundo ocidental capitalista”, de fazerem balbúrdia neste Velho Continente que é o que resta no cosmos das democracias liberais.
A existência dessa esquerda perigosa não é o assunto principal dos socialistas democráticos, mas que ela se insira, como uma maça podre, nos diversos partidos socialistas, sociais democráticos e trabalhistas, isso já é muito preocupante. Em, Portugal, o bloquismo entrou de forma larvar dentro do PS, continua hoje no seu Grupo Parlamentar a criar dano e pode levar a que os socialistas deixem de contar para o que quer que seja. Pedro Nuno Santos, honra lhe seja feita, percebeu tudo muito bem.
Muitos socialistas passaram a ter como alfa e ómega da sua ação, lutar contra o fascismo. Numa democracia dos tempos hodiernos, este tipo de comportamento é típico dos “jovens cheios de causas para mudar o mundo, mas que fogem da obrigação de arrumar o quarto”, como dizia Pondé. A única forma de lutar contra os novos fascismos é fazer políticas concretas para o povo, antecipar soluções para os problemas que temos, agir em vez de reagir, assumir que a realidade é mais prosaica do que o “proselitismo pasionário”. Meter à machadada, na cabeça dos portugueses, ideias e políticas que eles não querem, é coisa de revolucionários e não de socialistas democráticos.
Claro que este tipo de comportamento proativo obriga a estudo, debate, trabalho, humildade, mundo, tudo coisas que rareiam no atual quadro dirigente do PS.
Mas qual deveria ser a matriz do PS para este relevantíssimo problema? Nada como utilizar as palavras de uma das figuras mais relevantes da esquerda interna do PS, Jorge Sampaio.
Das muitas intervenções que fez sobre a matéria, sempre com humanismo, empatia e compaixão, importa reter o que disse no dia 10 de junho de 2002: “Devemos manter as portas abertas da nossa comunidade, com moderação e dentro das regras legais que regulam a aquisição de nacionalidade e, portanto, dos direitos políticos próprios da cidadania. Mas também devemos exigir uma demonstração real da vontade de integração desses imigrantes na comunidade nacional. A contrapartida da nossa abertura é a rejeição firme dos isolacionismos religiosos e culturais, não podemos dar direitos políticos a minorias que recusam os nossos valores e não acatam as nossas leis. Queremos receber dignamente, isso sim, os cidadãos livres que escolheram partilhar o nosso destino coletivo e respeitar a nossa ordem jurídica.”
Assim, tendo sempre o respeito primordial pela Constituição da República Portuguesa e pelos Direitos Humanos, não deve sobrar nenhuma dúvida sobre o caminho a seguir pelo PS: 1) Portugal só deve permitir a estada permanente aos que, não sendo portugueses, possam ter aqui uma vida digna e com o acesso às condições básicas de sobrevivência e de crescimento pessoal, combatendo o tráfico de seres humanos e os esquemas de imigração ilegal; 2) a imigração deve ser regulada e legal na chamada, na entrada e na permanência no nosso território; 3) quem não entrar legalmente deve ser obrigado a sair, num prazo curto e depois de esgotadas as intervenções das entidades públicas, do nosso território; 4) a presença em Portugal deve obrigar ao respeito dos nossos valores e das nossas formas de vida; 5) não deve ser permitida a segregação e “localização” destas comunidades de modo a que as façam invisíveis; 6) aos que chegam deve ser determinado, em tempo curto, o obrigatório conhecimento da língua e dos valores constitucionais; 7) aos que estão cá e têm condições de rendimento e de integração deve ser dado o direito de reagrupamento familiar; 8) os que, tendo vindo para trabalhar e decidam não o fazer nem contribuir para a sociedade que os acolhe, devem regressar ao seu país de origem; 9) aos que não respeitam a nossa ordem jurídica deve ser imposta a medida de retorno; 10) aos que maltratarem mulheres e crianças deve ser imposta a expulsão do nosso território. Nada disto é ceder à direita, muito menos aceitar qualquer ideia dos neossalazaristas.
E quanto à nacionalidade, o país não pode continuar a aceitar que cidadãos de outros Estados, que nem sequer conhecem Portugal ou falem português, mesmo que descendentes de bisavós portugueses, tenham acesso a este direito constitucional através do jus sanguinis, implicando num negócio insuportável de passaportes. Sem negar o jus soli, não pode Portugal consagrar-se num Estado em que o facilitismo é a marca, em que o “ser português” é uma banalidade. Almeida Santos, um mestre, afirmou em 1975: “Mário Soares e Vasco Gonçalves pediram-me uma lei generosa e eu respondi: Não faço. Só tem nacionalidade portuguesa quem, pelo menos, é bisneto de português pelo seu nascimento. Se não, o país vai ao fundo.”.
Centenas de milhar de socialistas, que seguem os ensinamentos de Soares, a visão de Sampaio ou o entendimento de Almeida Santos, não conseguem compreender como foi possível, ao PS, ter cedido em espargata, perante a necessidade de um apoio da extrema esquerda ao governo da “geringonça”, numa matéria tão relevante como é a imigração. A atual direção do PS tem de decidir se opta por meia dúzia de protagonistas vocais e destemperados que, enquanto deputados ou comentadores, marcam a agenda do PS; se opta pelas ideias deslocadas e sem adequação à realidade atual do dogmático Observatório para a Emigração, grande impulsionador da “manifestação de interesse”; se opta por fazer descer o PS a um piqueno gabinete de estudos ou se o quer garantir como um partido popular e com futuro.
É esta clarificação que se exige, sob pena de termos na atual estrutura diretiva do PS a trupe de coveiros do que foi o mais relevante movimento político do último meio século português.
Por fim, não se dizer a Isabel Moreira que se proteja e proteja o PS, é uma falha imensa. Ter uns poucos milhares de likes nas redes sociais, a maior parte deles de gente que não é do PS e até odeia o PS, é muito menos importante do que as centenas de milhar de dislikes ou unlikes do povo comum que tem mais que fazer do que passar o dia entre Facebook, o X ou Instagram. Se esta deputada continuar no caminho que tem trilhado, mais não restará do que seguir o exemplo de Carmelinda Pereira na década de 1970. E Carmelinda era muito mais relevante interna e externamente. O PS não pode ser o espaço onde os seus deputados resolvem individualmente os problemas de classe, de família ou de vida pessoal, tem de ser obrigatoriamente o termómetro do povo, o partido mais português de Portugal.
Slavoj Žižek, intelectual que nenhum dos excitados do PS deixará de considerar da verdadeira esquerda, afirma: “Direi agora algo que fará alguns esquerdistas proclamar-me neofascista. Se simplesmente abrirmos as nossas fronteiras, teremos vencedores à direita nas eleições. Temos de mudar.”
Uma ideia muito generalizada por cá é que todos os contratos de arrendamento na Suiça, ou na Bélgica, ou na Holanda ou na Alemanha incluem os consumiveis, e não é verdade. Em muitos casos acresce 25 a 30% à renda fixa
O ChatGpt prega umas rasteiras à malta []