LinoMarques
Well-known member
Mandado de captura, não mandato... [
]
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Estás num dilema.
Eu faço-te a mesma pergunta que uma comentadora fez ao painel de um programa de TV e que o jornalista não permitiu resposta. (apesar de toda a gente saber a resposta que vinha dali)
Como é que se respondia ao massacre de 7/10 e como é que se fazia para acabar com o HAMAS?
E estamos nisto...
Glorificação de terroristas...
Que podiam ter sido perfeitamente evitados se tivessem entregue os refens...
Estamos a viver um novo PREC...
É a ditadura dos dementes e das minorias... A Polónia é que tem razão, hoje em dia são a voz da logica e da normalidade na Europa radicalizada á esquerda.Tentado por minorias e agentes estrangeiros.
Como é que se respondia ao massacre de 7/10 e como é que se fazia para acabar com o HAMAS?
Resumindo... a Flotilha ia para ajudar mas apenas foi estorvar, qual o resultado prático disto na guerra ou na "suposta' fome de Gaza?
ZERO... Basicamente condiz com a esquerda já que é tudo um bando de zeros, inúteis e escroques de vária ordem que nunca serviram para arrumar sequer o seu quarto quando mais "arrumarem" o mundo.
Curiosamente toda a gente consegue imaginar a história de vida do bom esquedolho e estabelecer paralelos com inúteis que foi conhecendo ao longo da vida, gente que não estende a mão aos próprios pais mas que na "vida publica" são uns exemplos de virtude... they say.
A questão parte de uma permissa errada de que a erradicação do hamas vai acabar com este tipo de actividade na região. Não vai porque não é possível.
Os movimentos de resistência armada são naturais em populações que vivem em sistemas opressivos. Não percebo bem porque existem dúvidas em relação isso.
Mas o objectivo de Israel não é apenas acabar com Hamas e isso ficou bem claro em declarações ao logo destes dois anos. Na realidade, Israel quer acabar com qualquer possibilidade de vir a existir uma Palestina independente e viável do ponto de vista economico e político. Foi verbalizado várias vezes por políticos israelitas.
A resposta é à tua questão: mobilização de força internacional (multinacional) de ordem e paz teria sido a melhor opção. Na altura chegou a ser uma hipótese.
A carta branca dada a Israel (que culminou no genocídio) não o acabou com o Hamas, matou milhares de inocentes e criou um sentimento de ódio muito maior contra judeus e Israel.
Não foi a melhor opção.
E estamos nisto...
Glorificação de terroristas...
Com ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas. Israel já demonstrou que o consegue fazer, aliás, até dentro do Irão.
Era possível atacar o hamas sem matar milhares e milhares de civis, matar crianças, destruir hospitais, matar médicos, matar enfermeiros, matar jornalistas, arrasar bairros inteiros.
O que Israel está a fazer é a matar e destruir indiscriminadamente, num ato de raiva e vingança contra todos os Palestinianos. Podemos discordar sobre se fazer isto é legítimo ou não, mas que o está a fazer é óbvio e inegável.
"Declaradamente genocida"Como é que uma pessoa só, consegue ter tanto ódio por quem foi de barco, mediterrâneo afora, alertar e ajudar um povo vítima de um cerco, de fome e morte imposta por um força que os ocupa e é declaradamente genocida..
Passas aqui a vida, feita de ódio, tu não és nada, de nada. És ódio. Procura ajuda.
Resumindo... a Flotilha ia para ajudar mas apenas foi estorvar, qual o resultado prático disto na guerra ou na "suposta' fome de Gaza?
ZERO... Basicamente condiz com a esquerda já que é tudo um bando de zeros, inúteis e escroques de vária ordem que nunca serviram para arrumar sequer o seu quarto quando mais "arrumarem" o mundo.
Curiosamente toda a gente consegue imaginar a história de vida do bom esquedolho e estabelecer paralelos com inúteis que foi conhecendo ao longo da vida, gente que não estende a mão aos próprios pais mas que na "vida publica" são uns exemplos de virtude... they say.
Com ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas. Israel já demonstrou que o consegue fazer, aliás, até dentro do Irão.
Era possível atacar o hamas sem matar milhares e milhares de civis, matar crianças, destruir hospitais, matar médicos, matar enfermeiros, matar jornalistas, arrasar bairros inteiros.
O que Israel está a fazer é a matar e destruir indiscriminadamente, num ato de raiva e vingança contra todos os Palestinianos. Podemos discordar sobre se fazer isto é legítimo ou não, mas que o está a fazer é óbvio e inegável.
Essa frase parece reconfortante e aparentemente libertadora moralmente mas tem um problema de base.
Implica complacência com penas de morte arbitrárias infligidas a civis. Coisa que que é duplamente inaceitável em termos de direitos humanos. Não tem qualquer enquadramento legal e por isso mesmo é que Israel está a ser acusada de crime de guerra de genocídio.
O mundo está organizado com regras e leis. Claro que nem todos são obrigados a cumprir essas leis mas eu não aceito que morram 100 civis para matar um terrorista. É um sentimento pessoal.
O que se vê nesta fase cada vez mais de forma expressa é a validação do "direito" da existência do HAMAS e por inerência a validação do massacre como uma forma de luta legítima.
Na extrema esquerda existe essa leitura como sabes. Basta olhar para esses cartazes partilhados.
Tal como na opinião pública de países Islâmicos em que o Hamas tem apoios reais.
O que eu proponho não é aceitar essa visão extremista. É apenas colocar essa visão das coisas à margem do debate. Não tem de ser o tema central. Há pessoa que apoiam os massacre? Sim, tal como há pessoa que são complacentes com o genocídio posterior. A constatação não resolve nada e acaba por impedir e limitar o processo de paz.
A paz e resolução do conflito só alcança com o foco na solução, com tradoffs (físicos e intangíveis) e, sobretudo, com integração de todas as partes envolvidas.
Olha, um pouco o que fez Trump. Bem ou mal teve uma atitude correcta na generalidade da proposta que fez na semana passada.
Um pequeno detalhe que vai ser "esquecido" na maioria das análises ao 7 de Outubro de 2023: quantas pessoas teriam morrido se Israel não tivesse sistemas anti-aéreos para interceptar todos os rockets e outros dispositivos que foram lançados contra Israel?
Isso para não falar em ataques posteriores feitos pelo Irão e os seus proxys ...
Um pequeno detalhe que vai ser "esquecido" na maioria das análises ao 7 de Outubro de 2023: quantas pessoas teriam morrido se Israel não tivesse sistemas anti-aéreos para interceptar todos os rockets e outros dispositivos que foram lançados contra Israel?
Isso para não falar em ataques posteriores feitos pelo Irão e os seus proxys ...