[Política] guerra na palestina

Estás num dilema.

Eu faço-te a mesma pergunta que uma comentadora fez ao painel de um programa de TV e que o jornalista não permitiu resposta. (apesar de toda a gente saber a resposta que vinha dali)

Como é que se respondia ao massacre de 7/10 e como é que se fazia para acabar com o HAMAS?

A questão parte de uma permissa errada de que a erradicação do hamas vai acabar com este tipo de actividade na região. Não vai porque não é possível.

Os movimentos de resistência armada são naturais em populações que vivem em sistemas opressivos. Não percebo bem porque existem dúvidas em relação isso.

Mas o objectivo de Israel não é apenas acabar com Hamas e isso ficou bem claro em declarações ao logo destes dois anos. Na realidade, Israel quer acabar com qualquer possibilidade de vir a existir uma Palestina independente e viável do ponto de vista economico e político. Foi verbalizado várias vezes por políticos israelitas.

A resposta é à tua questão: mobilização de força internacional (multinacional) de ordem e paz teria sido a melhor opção. Na altura chegou a ser uma hipótese.

A carta branca dada a Israel (que culminou no genocídio) não o acabou com o Hamas, matou milhares de inocentes e criou um sentimento de ódio muito maior contra judeus e Israel.

Não foi a melhor opção.
 
Que podiam ter sido perfeitamente evitados se tivessem entregue os refens...

Essa frase parece reconfortante e aparentemente libertadora moralmente mas tem um problema de base.

Implica complacência com penas de morte arbitrárias infligidas a civis. Coisa que que é duplamente inaceitável em termos de direitos humanos. Não tem qualquer enquadramento legal e por isso mesmo é que Israel está a ser acusada de crime de guerra de genocídio.

O mundo está organizado com regras e leis. Claro que nem todos são obrigados a cumprir essas leis mas eu não aceito que morram 100 civis para matar um terrorista. É um sentimento pessoal.
 
Como é que se respondia ao massacre de 7/10 e como é que se fazia para acabar com o HAMAS?

Com ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas. Israel já demonstrou que o consegue fazer, aliás, até dentro do Irão.

Era possível atacar o hamas sem matar milhares e milhares de civis, matar crianças, destruir hospitais, matar médicos, matar enfermeiros, matar jornalistas, arrasar bairros inteiros.

O que Israel está a fazer é a matar e destruir indiscriminadamente, num ato de raiva e vingança contra todos os Palestinianos. Podemos discordar sobre se fazer isto é legítimo ou não, mas que o está a fazer é óbvio e inegável.
 
Resumindo... a Flotilha ia para ajudar mas apenas foi estorvar, qual o resultado prático disto na guerra ou na "suposta' fome de Gaza?
ZERO... Basicamente condiz com a esquerda já que é tudo um bando de zeros, inúteis e escroques de vária ordem que nunca serviram para arrumar sequer o seu quarto quando mais "arrumarem" o mundo.
Curiosamente toda a gente consegue imaginar a história de vida do bom esquedolho e estabelecer paralelos com inúteis que foi conhecendo ao longo da vida, gente que não estende a mão aos próprios pais mas que na "vida publica" são uns exemplos de virtude... they say.

Como é que uma pessoa só, consegue ter tanto ódio por quem foi de barco, mediterrâneo afora, alertar e ajudar um povo vítima de um cerco, de fome e morte imposta por um força que os ocupa e é declaradamente genocida..
Passas aqui a vida, feita de ódio, tu não és nada, de nada. És ódio. Procura ajuda.
 
A questão parte de uma permissa errada de que a erradicação do hamas vai acabar com este tipo de actividade na região. Não vai porque não é possível.

Os movimentos de resistência armada são naturais em populações que vivem em sistemas opressivos. Não percebo bem porque existem dúvidas em relação isso.

Mas o objectivo de Israel não é apenas acabar com Hamas e isso ficou bem claro em declarações ao logo destes dois anos. Na realidade, Israel quer acabar com qualquer possibilidade de vir a existir uma Palestina independente e viável do ponto de vista economico e político. Foi verbalizado várias vezes por políticos israelitas.

A resposta é à tua questão: mobilização de força internacional (multinacional) de ordem e paz teria sido a melhor opção. Na altura chegou a ser uma hipótese.

A carta branca dada a Israel (que culminou no genocídio) não o acabou com o Hamas, matou milhares de inocentes e criou um sentimento de ódio muito maior contra judeus e Israel.

Não foi a melhor opção.

Deixa-me descortinar o teu post. Não vale a pena acabar com o HAMAS porque ele nunca vai acabar, portanto o melhor não é destrui-lo mas inclui-lo num governo da palestina livre. É exatamente a resposta que vinha do tal painel. Falta só lembrar que o Hamas não reconhece o estado de israel...

A força de paz nunca foi nem poderia ser opção viável após o massacre. Só seria possível nesta fase de rescaldo e mesmo assim...
Após o massacre uma força de paz na palestina só se fosse para proteger os terroristas do hamas que detinham as pessoas sequestradas! Porque eles nunca na vida iriam desarmar e entregar os reféns só porque estava lá a ONU, a menos que a ONU estivesse lá para fazer valer as vontades do Hamas. Isso é utopia.

A única coisa que eu concordo do teu post é que o hamas nunca vai acabar, agora, jamais após um grupo terrorista passar em live no facebook vídeos a torturar e matar pessoas, pode ser validado e incluído seja no que for, terá de ser para sempre combatido.

Eu pessoalmente, reconheço o genocídio, mas não consigo vislumbrar outra forma de combater o HAMAS e o que eles fizeram, nem nunca vi uma proposta, fosse de quem fosse, que pudesse ser capaz de ao mesmo tempo que protege as pessoas da palestina (que não são do hamas) eliminasse o grupo terrorista Hamas.

O que se vê nesta fase cada vez mais de forma expressa é a validação do "direito" da existência do HAMAS e por inerência a validação do massacre como uma forma de luta legítima. Que nada mais nada menos é, a validação da resposta de Israel...
 
Um pequeno detalhe que vai ser "esquecido" na maioria das análises ao 7 de Outubro de 2023: quantas pessoas teriam morrido se Israel não tivesse sistemas anti-aéreos para interceptar todos os rockets e outros dispositivos que foram lançados contra Israel?

Isso para não falar em ataques posteriores feitos pelo Irão e os seus proxys ...
 
Com ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas. Israel já demonstrou que o consegue fazer, aliás, até dentro do Irão.

Era possível atacar o hamas sem matar milhares e milhares de civis, matar crianças, destruir hospitais, matar médicos, matar enfermeiros, matar jornalistas, arrasar bairros inteiros.

O que Israel está a fazer é a matar e destruir indiscriminadamente, num ato de raiva e vingança contra todos os Palestinianos. Podemos discordar sobre se fazer isto é legítimo ou não, mas que o está a fazer é óbvio e inegável.

Óbvio que há uma destruição indiscriminada e propositada, se alguém não o admite é apenas hipócrita. Mas, porque os ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas já acontecem há décadas e não resultou. Resultou no que o mundo viu no massacre do hamas.

O massacre do hamas muda tudo, e legitima nas minha opinião o que vem depois. E o que vem depois não é só Israel a responder, o hamas não desarmou, atacou e matou.
 
Como é que uma pessoa só, consegue ter tanto ódio por quem foi de barco, mediterrâneo afora, alertar e ajudar um povo vítima de um cerco, de fome e morte imposta por um força que os ocupa e é declaradamente genocida..
Passas aqui a vida, feita de ódio, tu não és nada, de nada. És ódio. Procura ajuda.
"Declaradamente genocida"
2.7%...
Tu é que és declaradamente apoiante de terroristas.
Eu é que sou isto e aquilo mas o doente mental que tem de andar de clone em clone és tu... isso é que te devia preocupar e levar a procurar ajuda.
 
Resumindo... a Flotilha ia para ajudar mas apenas foi estorvar, qual o resultado prático disto na guerra ou na "suposta' fome de Gaza?
ZERO... Basicamente condiz com a esquerda já que é tudo um bando de zeros, inúteis e escroques de vária ordem que nunca serviram para arrumar sequer o seu quarto quando mais "arrumarem" o mundo.
Curiosamente toda a gente consegue imaginar a história de vida do bom esquedolho e estabelecer paralelos com inúteis que foi conhecendo ao longo da vida, gente que não estende a mão aos próprios pais mas que na "vida publica" são uns exemplos de virtude... they say.

Serviu apenas para promoção pessoal. Por cá o tiro vai sair pela culatra. O BE vai ser erradicado do parlamento nas próximas eleições.
 
Com ataques cirúrgicos aos terroristas do hamas. Israel já demonstrou que o consegue fazer, aliás, até dentro do Irão.

Era possível atacar o hamas sem matar milhares e milhares de civis, matar crianças, destruir hospitais, matar médicos, matar enfermeiros, matar jornalistas, arrasar bairros inteiros.

O que Israel está a fazer é a matar e destruir indiscriminadamente, num ato de raiva e vingança contra todos os Palestinianos. Podemos discordar sobre se fazer isto é legítimo ou não, mas que o está a fazer é óbvio e inegável.

Eles sabem isso perfeitamente, o que se passa neste tópico é diferente, é uma meia dúzia, ou nem isso, que justifica um genocidio e crimes de guerra execráveis a todo o custo, com justificações estéreis, porque as reais são tabu, ou plo menos ficam nas entrelinhas.
Há umas páginas atrás alguém escreveu que aquilo (Gaza) devia ser tudo limpo de uma vez por todas ( daquela gente, entenda-se) depois editou, enquanto o acusavam de incitar ao ódio.. [;)]
 
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Essa frase parece reconfortante e aparentemente libertadora moralmente mas tem um problema de base.

Implica complacência com penas de morte arbitrárias infligidas a civis. Coisa que que é duplamente inaceitável em termos de direitos humanos. Não tem qualquer enquadramento legal e por isso mesmo é que Israel está a ser acusada de crime de guerra de genocídio.

O mundo está organizado com regras e leis. Claro que nem todos são obrigados a cumprir essas leis mas eu não aceito que morram 100 civis para matar um terrorista. É um sentimento pessoal.

Olha por acaso ando farto de procurar esses dados mas não encontro em lado nenhum. É que parece que os 65 mil mortos é tudo civis e que Israel ainda não matou nenhum terrorista. Se conseguires colocar aqui o número efetivo de civis mortos pela IDF eu agradeço.
 
O que se vê nesta fase cada vez mais de forma expressa é a validação do "direito" da existência do HAMAS e por inerência a validação do massacre como uma forma de luta legítima.

Na extrema esquerda existe essa leitura como sabes. Basta olhar para esses cartazes partilhados.
Tal como na opinião pública de países Islâmicos em que o Hamas tem apoios reais.

O que eu proponho não é aceitar essa visão extremista. É apenas colocar essa visão das coisas à margem do debate. Não tem de ser o tema central. Há pessoa que apoiam os massacre? Sim, tal como há pessoa que são complacentes com o genocídio posterior. A constatação não resolve nada e acaba por impedir e limitar o processo de paz.

A paz e resolução do conflito só alcança com o foco na solução, com tradoffs (físicos e intangíveis) e, sobretudo, com integração de todas as partes envolvidas.

Olha, um pouco o que fez Trump. Bem ou mal teve uma atitude correcta focada numa solução possível na generalidade da proposta que fez na semana passada.
 
Na extrema esquerda existe essa leitura como sabes. Basta olhar para esses cartazes partilhados.
Tal como na opinião pública de países Islâmicos em que o Hamas tem apoios reais.

O que eu proponho não é aceitar essa visão extremista. É apenas colocar essa visão das coisas à margem do debate. Não tem de ser o tema central. Há pessoa que apoiam os massacre? Sim, tal como há pessoa que são complacentes com o genocídio posterior. A constatação não resolve nada e acaba por impedir e limitar o processo de paz.

A paz e resolução do conflito só alcança com o foco na solução, com tradoffs (físicos e intangíveis) e, sobretudo, com integração de todas as partes envolvidas.

Olha, um pouco o que fez Trump. Bem ou mal teve uma atitude correcta na generalidade da proposta que fez na semana passada.

Não sejas Ingenuamente crédulo que uma proposta como a do Trump no seguimento do massacre alguma vez pudesse sequer ser levada em conta pelo hamas! Entregar armas e reféns! Eles riam-se de quem lhes propusesse isso.

Se esta proposta for levada em conta, negociada e discutida, é só porque o hamas foi "detonado" e começa a não ter saída. E mesmo assim, como eu concordei contigo, a aceitação desta proposta não invalida e ninguém ficaria admirado, que houvessem mais à frente novos ataques do hamas.

Tu podes olhar como entenderes, deixar de fora as definições que quiseres. Mas não consegues, como ainda não vi ninguém conseguir, sem recurso à utopia, arranjar solução para isto tudo que não fosse o recurso à força. Ou isso, ou concordar que o hamas é legítimo e faça parte de um governo da palestina. Porque não há meio termo nesta disputa, querem ambos "coisas" opostas.
 
Um pequeno detalhe que vai ser "esquecido" na maioria das análises ao 7 de Outubro de 2023: quantas pessoas teriam morrido se Israel não tivesse sistemas anti-aéreos para interceptar todos os rockets e outros dispositivos que foram lançados contra Israel?

Isso para não falar em ataques posteriores feitos pelo Irão e os seus proxys ...

Os jordanos, são um país árabe aliado que coopera com Israel, nessa contenção de mísseis lançados contra território israelita.
 
Um pequeno detalhe que vai ser "esquecido" na maioria das análises ao 7 de Outubro de 2023: quantas pessoas teriam morrido se Israel não tivesse sistemas anti-aéreos para interceptar todos os rockets e outros dispositivos que foram lançados contra Israel?

Isso para não falar em ataques posteriores feitos pelo Irão e os seus proxys ...


O pequeno detalhe é a ocupação de quase 8 decadas de territorio palestiniano. Israel não é nem mais nem menos que territorio palestiniano ocupado.

Nem é preciso ir aos detalhes e perceber a forma macabra, doentia e criminosa da ocupação. Aprenderam com os melhores.., verdade seja dita.

É perceberes que te entram em casa, ficam-te com parte dela, essa parte vai-se expandindo, dão-te a oportunidade de ficares só com um quarto , e qualquer reação da tua parte é "terrorismo".

Isto não é dar razão ao Hamas, defendo a proteção de vida inocente em qualquer lado, são só as forças criminosas de ocupação que merecem a furia da resistencia de Gaza.
Por outro lado, os inocentes bombardeados em Gaza estao nas suas terras, as vitimas inocentes civis dos ataques nojentos do Hamas estavam em terras palestinianas ocupadas.

Agora vir aqui escrever que o que o Hamas fez foi execravel ( que foi ) , por se tratarem de vidas inocentes, e depois defender o uso da fome contra Gaza, defender a destruição de toda a infraestrutura que sustenta vida no territorio?
Isto já vai dar ao que escrevi no post anterior..


E ai volto a insistir, não só aprenderam com os melhores, como memorizaram perfeitamente o espirito....
 
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