Tópico dos carros eléctricos

A questão é que está claramente indicado que é o preço sem IVA. As pessoas podem multiplicar esse valor por 0.25 e ter o preço final.

Multiplicar por 1.23, diria eu. Again, essa não é a questão. Já o disse 2 vezes, o preço não está acessível a todos e isso não está explicito naquele print. Tu sabes isso (presumo), eu sei isso, e até se calhar a maioria frequente aqui do tasco sabe disso. Mas há quem não saiba e convém informar, penso eu de que.
 
Esse é daqueles que vou ver. Acho que a versão de 55kw/h vai andar pelos 29k. LFP, bom design, acertado pelos engenheiros stelantis. Um caso a seguir.
 
Multiplicar por 1.23, diria eu. Again, essa não é a questão. Já o disse 2 vezes, o preço não está acessível a todos e isso não está explicito naquele print. Tu sabes isso (presumo), eu sei isso, e até se calhar a maioria frequente aqui do tasco sabe disso. Mas há quem não saiba e convém informar, penso eu de que.

Eu pensava que era obrigatório apresentar preços com IVA na venda a retalho e consumidor final, mas parece que como eles só vendem a empresas parece que podem colocar preços sem IVA.

Mas faz sentido, clientes particulares não devem comprar eletricos a estes preços
 
Vinha aqui partilhar este artigo. Tem informação interessante num ponto:



Viva,
o preço das baterias fora da China está completamente exagerado nesse artigo.

já não fazia muito sentido, fazendo umas contas, com base num artigo da Reuters de há um ano atrás, e que já tinha colocado neste tópico.
https://www.reuters.com/markets/com...-record-low-september-says-report-2024-10-30/

Porém agora temos um artigo extremamente completo sobre o mercado EV da S&P Global que coloca os custos das baterias fora da China nos ~80$/KWh, conforme a imagem.

https://www.spglobal.com/automotive...n-rates-how-us-and-other-markets-compare-2025

No entanto, a diferença de custo nas baterias é uma das vantagens comparativas das OEMs Chineses (~50 vs ~80)
 

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Eu pensava que era obrigatório apresentar preços com IVA na venda a retalho e consumidor final, mas parece que como eles só vendem a empresas parece que podem colocar preços sem IVA.

Mas faz sentido, clientes particulares não devem comprar eletricos a estes preços

Desisto de explicar outra vez o que estou a dizer desde ontem, que, já agora, nada tem a ver com o que referes neste post.
 
A questão é que está claramente indicado que é o preço sem IVA. As pessoas podem multiplicar esse valor por 0.25 e ter o preço final.

Entretanto, SUV de segmento C con preço de arromba. O Leapmotor B10 tem uma versão com 67kWh de bateria por 31285€!
E uma versão com 56.2kWh a começar abaixo dos 30.000€.
Excelente preço.

Pelos preços, o B10 e o B5 têm tudo para ser um sucesso de vendas na Europa. Contando também com a força da stellantis em frotas…
 
Esse é daqueles que vou ver. Acho que a versão de 55kw/h vai andar pelos 29k. LFP, bom design, acertado pelos engenheiros stelantis. Um caso a seguir.


Enquanto a VW anda há 3 anos a dizer que vai lançar um Polo (id2) a 25000€ estes lançam um “Tiguan” a 30000€.
(E do lado Europeu, até já existe um Renault 5 com muito mais personalidade a 25000€…)​
 
Consegues dar a volta a essas contas com packs com muitas celulas mais pequenas, como os da Tesla, engraçado que a Tesla prefere ficar nos 400V para os carros do dia a dia.
Eu por enquanto ainda não vejo qualquer vantagem nos 800V para o dia a dia, mas há pessoal acha que é a ultima coca cola do deserto, então carros que apenas suportam essa tensão de carga em DC...:sh)

A partir de certo valor, ou seja, EVs mais high end acho que os 800V fazem a diferença.

Se os Porsches a pilhas se ficassem pelos 400V em vez de 18m no 10-80% (DC 320kW) no atual Taycan com bateria grande ias ter algo como 30m (o que faz o atual Model S de bateria de 100 kWh).

Acho que faz a diferença para quem quer fazer viagens e não gosta de perder muito tempo em paragens.

Agora se metesses um Model 3 com 800V os ganhos iam ser modestos, isso concordo sim.
 
Enquanto a VW anda há 3 anos a dizer que vai lançar um Polo (id2) a 25000€ estes lançam um “Tiguan” a 30000€.
(E do lado Europeu, até já existe um Renault 5 com muito mais personalidade a 25000€…)​

Ainda estão a tentar sabotar os objectivos da UE de electrificação dos veículos.

The forces that do not like electric vehicles (BEVs) are becoming bolder. The ACEA (European Automobile Manufacturers’ Association) started by asking to tax the Chinese competition extra to compensate for their government subsidies, a normal request to create a level playing field. In theory, there is nothing wrong with this request. In practice, it also nullified the advantage of more R&D put in Chinese BEVs and the economies of scale they have from a large home market. Protecting the local industry is second nature for the EU, so this request was honored royally without much discussion.

After succeeding in making the Chinese BEVs less competitive, the association asked to give two years respite to meet the EU’s 2025 requirements for average new vehicle CO2 emissions for carmakers. That is the European CAFE regulation they knew about for more than a decade. The regulation was not really a surprise for the carmakers, and most were well prepared to meet it. The wish of the association was granted and now they have three years to reach the easiest CO2 emissions limit as an average over those years. This is not good for the sales of BEVs in the EU, and the EU should have asked for a counter concession. Preferably, instead of five-year periods with large increases by the end of those 5 years, they would switch to yearly periods with increases of 1/5 as much each year, forcing a steady increase in BEV sales. At the moment, we have these five-year walls, with a plethora of new models coming out around the time of the new, much stronger CO2 requirements coming into force. It was a missed opportunity to get the car industry seriously working on the transition to electric driving.

Last week, Transport & Environment reported that the association thought they could stop the world from turning — or more specifically, keep the internal combustion engine from powering nearly half of all cars sold in Europe after 2035. That’s when the EU intends to force a 100% fully electric mandate on the car industry. This attempt is destructive in more than one way, besides being utterly stupid and irresponsible regarding the climate problems we face.

The European car industry is severely behind China in developing technology for fully electric cars and the supply chain to support them. Not going full force into this problem will only enlarge it, making the European industry even less competitive. They are losing their once dominant position in the Chinese market. Without new BEVs that are much better and cheaper to produce, they will completely lose it. Their home market is now protected by a tariff wall, but that is temporarily. It will crumble because of local production in Europe and a growing production cost difference between high-volume Chinese production and the small levels of European production.

Not preparing their factories and workforce to fully switch to producing electric cars will hamper them when the market demands a quicker shift to BEVs. Without production capacity, you are in a very weak competitive position. The Chinese and Koreans will steamroll over the domestic carmakers. Even Ford and GM might be able to re-enter the EU market.

In the next few years, before 2030, battery prices will drop by about 70% — at least, according to knowledgeable institutions like CATL, Volkswagen Group, and the IEA. While every article or paper looks to use different reference configurations, most commonly it is about the total cost of the battery. That is the combined cost of the cells, assembly into modules, assembly into packs, and the needed supporting systems for battery management and temperature management. Currently, a 60 kWh battery is on average about $150/kWh (€130/kWh), which will drop to about $60/kWh (€50/kWh) before 2030. For smaller or bigger batteries, the costs of the cells scale linearly. But the costs of assembly scale less, and the costs of the BMS and TMS scale hardly at all. This means that smaller batteries will have a higher price per kWh, and larger batteries will be relatively cheaper. This makes it possible for even the smallest A-class cars to have a capable battery, while D-class vehicles and above often will have a “who cares” size battery (well over 100 kWh IMHO).

When the procurement costs of a 60 kWh battery, complete with auxiliary systems, goes from $9,000 down to $3,600, the retail price of the finished product can be lower by about the same price difference. What this will do to demand for BEVs we can only guess, but even right now the bigger models with bigger batteries are around parity and will drop to well below parity. The midsize and small car segments will become more capable for prices below or around parity with their ICE competitors. Combine that with BEVs getting to be known as better driving machines with lower cost of ownership and the growing awareness of the influence of ICE vehicles on the climate, and the attractiveness of buying an ICE vehicle will plummet later in this decade. Several European markets will follow the example of Norway and cross 90% BEV sales market share before the end of 2030.

The many environmental, low-emission, and zero-emission zones that are being created in most cities will cause early retirement, decommissioning, and scrapping of the ICE fleet. It will not be very supportive for a prolonged business as usual of selling ICE vehicles.

In 2022, Stellantis left ACEA because of a difference of opinion on future policy, followed by Volvo Cars, which explained its departure more clearly by saying it was because of the opposition against the transition to fully electric transport. I think this gave the luddite voices even more influence, with the current lobbying goals as a result.

What I write here is with the market of 2030 in mind. What motivates the European Automobile Manufacturers’ Association to lobby for a weakening of pressure on the European car industry to transition as fast as possible to become competitive in the global market again is not for me to guess or understand. If some European carmakers are lured by the association’s lax regulations, to not prepare for the future, it will diminish or even kill them. Their demise will make it harder for the survivors to compete in the global market with a smaller local eco-system.

My hope is as usual that the invisible hand will save the car industry from overly foolish policies.

Os dinossauros reaccionários que se sentam nos conselhos de Administração desses construtores vão condenar a indústria automóvel europeia á extinção com este lobbying.
 
Desisto de explicar outra vez o que estou a dizer desde ontem, que, já agora, nada tem a ver com o que referes neste post.

Eu compreendi o teu ponto de vista e sei o que eles (é geral nos carros eléctricos) estão a tentar fazer e o publico alvo que estão a tentar atingir

No entanto não concordo com esta nova "moda" de nos carros eléctricos fazerem as campanhas publicitárias e anunciar os preços dos carros eléctricos sem IVA para não parecerem tão maus.

Mas percebo quem eles tentar "apanhar" são as empresas e não particulares, no entanto sendo ao consumidor final e como vendem ao retalho e não exclusivo a empresas não deveria ser possível fazer sem ser com o valor com IVA
 
Enquanto a VW anda há 3 anos a dizer que vai lançar um Polo (id2) a 25000€ estes lançam um “Tiguan” a 30000€.
(E do lado Europeu, até já existe um Renault 5 com muito mais personalidade a 25000€…)​
Tenho ideia que o "Polo" sempre teve uma data de saída(ano) e ainda não escorregou, logo estão dentro da meta deles.
 
Ainda estão a tentar sabotar os objectivos da UE de electrificação dos veículos.



Os dinossauros reaccionários que se sentam nos conselhos de Administração desses construtores vão condenar a indústria automóvel europeia á extinção com este lobbying.
É o que dá quando tiram um CEO que está a tentar salvar a marca(VW) e depois lhe dão um pontapé no traseiro e o actual tenta desfazer quase tudo o que o outro fez de bom, basta ver a bosta que vão fazer com a nomenclatura dos nodelos
 
É completamente esquizofrénico. É que têm produtos promissores e querem bloquear isto? Já têm tarifas, já adiaram o cálculo das emissões para contar o período de 2025-2027, agora querem sabotar ainda mais porquê?
De novo, os chineses também fazem motores a combustão.
 
No meu sentido faz porque os combustíveis fósseis são fortemente subsidiados e não pagam os custos ambientais e de saúde pública que causam. Enquanto assim for os benefícios fiscais a EVs devem continuar.
 
No meu sentido faz porque os combustíveis fósseis são fortemente subsidiados e não pagam os custos ambientais e de saúde pública que causam. Enquanto assim for os benefícios fiscais a EVs devem continuar.

Compreendo. Acabar com os incentivos não poderia desfavorecer a descarbonização das frotas. Tal teria de acontecer sem se ceder às lágrimas de crocodilo das OEMs que querem continuar a vender “fumarentos” com maior margem e seu respetivo pós-venda, o que obrigaria a mudar o enfoque das marcas.

nos EUA, o efeito do fim dos apoios foi ajustes em baixa nos preços em vários EVs

poderia também haver uma solução de compromisso baixando o limite preço dos veículos alvo dos incentivos,
não faz sentido à data de hoje ser ajudado a comprar Porsches e PHEVs de segmento E.
 
Na verdade não há ainda um bom produto a 25k. O R5 de 25k, não tem carga rápida e está limitado a 130km/h e 40 kw/h NMC. Os primos Panda e C3 são efetivamente um mau produto com consumos ridículos, tecnologia ultrapassada, bugs e a Stelantis tem até demasiado medo de os atirar contra a parede do ENCAP porque sabe que vão ter zero estrelas ou no máximo 1. O Inster é mais caro e é uma carroça estreitinha por muito que tenha boa imprensa, sobra o Dolphin Surf como um bom all rounder mas sem ser nada do outro mundo (4 lugares, bagageira pouco prática...).

Por isso o mercado ainda está à espera daquele hit de 25k que seja mesmo uma proposta completa. No segmento C por 30 mil começam a aparecer propostas (este Leapmotor, o MGS5...) mas ainda falta muito para o mercado estar na maturidade.
 
Sim.. estão desde 2023 a dizer que sairá em 2025
https://www.volkswagen.pt/noticias/...volkswagen-que-custara-menos-de-25.000-euros2

Ainda vai a tempo, se não escorregar para 2026.
A concorrência é que não andou a dormir. Já não faltam escolhas melhores por volta desse preço.
A versão de produção será apresentada este ano, mas a comercialização julgo que sempre esteve planeada para 2026, tal como o ID.Cross. É que para ambos(e irmãos) teve de ser construída uma fábrica nova de baterias ao lado da de produção dos veículos já existente.
 
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