Será que a degradação de uma bateria é assim tão relevante para o ciclo médio de vida de um produto?
Em Portugal a média de idade de um carro esta(va) nos 13 anos.
Será que qualquer bateria, independentemente da tecnologia (LFP ou NMC), não dura esse tempo com saúde?
Em suma, salvo quem quiser comprar carros usados com muitos anos (+15), não será uma preocupação algo estéril? Salvo carros que tenham servido para transporte de passageiros e possam ter passado todo o seu tempo de vida em cargas rápidas por exemplo.
Parece-me ser daqueles casos típicos em que mais rapidamente fica o produto enquanto conjunto obsoleto, do que propriamente a bateria se degrada consideravelmente.
É como algumas televisões de antigamente, super fiáveis e que todos nós as arranjávamos porque “compensava”… Mas o tempo não deixou de passar por ela, com toda a degradação tecnológica que isso implica no conjunto.
Estéril não é.
Tal como dizes, actualmente a idade média é quase 14 anos. Daqui a uns anos será de 15 anos.
Portanto o padrão será carros elétricos a circular com 15 anos.
Ponham-se nos pés de quem vai comprar um carro com 12-13 anos ou com 8-10 anos se quiserem.
Convém que os usados tenham baterias com um mínimo de capacidade pós degradação senão continuam a procurar a diesel ou gasolina.[
E realisticamente ainda não tens dados suficientes para chegar a essa conclusão.
Existem modelos elétricos que foram uma desgraça, outros vão ficando.
