Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

No fundo o wokismo não passa de um valioso aliado - e lacaio - dos capitalistas.A verdadeira esquerda é a esquerda anticapitalista. Aquela que tem como alvo os 2/3 do rendimento e da riqueza nacional sugados pelos 10% de cima, fazendo o “favor” de deixar 1/3 para os 90% de baixo.
O wokismo só serve para confundir e impedir a mobilização dos 90% de baixo, que ainda não perceberam que há mais gays e lesbicas em proporção na burguesia exploradora que no proletariado e classe média assalariada.

O wokismo é capitalista? O que é que andaste a fumar e estava estragado? O fornecedor desta vez enganou-te no que te vendeu, só pode.


Se disseres que os influencer são uma ferramenta dos capitalistas, de acordo. Agora, woke e capitalismo não há pontos em comum!
 
O wokismo é capitalista? O que é que andaste a fumar e estava estragado? O fornecedor desta vez enganou-te no que te vendeu, só pode.


Se disseres que os influencer são uma ferramenta dos capitalistas, de acordo. Agora, woke e capitalismo não há pontos em comum!

O DoktorHans não está propriamente errado, aliás foi uma das respostas da corporate america a movimentos como occupy ws.
Nada em comum, zerinho mesmo, agora vamos fechar os olhos, fazer muita força e ignorar o papel das blackrock da vida na promoção de dei e outros lixos.
 
O DoktorHans não está propriamente errado, aliás foi uma das respostas da corporate america a movimentos como occupy ws.
Nada em comum, zerinho mesmo, agora vamos fechar os olhos, fazer muita força e ignorar o papel das blackrock da vida na promoção de dei e outros lixos.



foi ao contrário - a dêmencia woke dos democratas no poder obrigou as maiores empresas a terem políticas DEI que ano após ano tornavam-se cada vez mais extremas e ridículas.

felizmente com a mudança de administração norte-americana, as empresas estão agora a fazer o caminho inverso e a voltar à normalidade, o que mostra que o problema não eram as emrpesas, mas as pressões do poder político.
 
foi ao contrário - a dêmencia woke dos democratas no poder obrigou as maiores empresas a terem políticas DEI que ano após ano tornavam-se cada vez mais extremas e ridículas.

felizmente com a mudança de administração norte-americana, as empresas estão agora a fazer o caminho inverso e a voltar à normalidade, o que mostra que o problema não eram as emrpesas, mas as pressões do poder político.

Exacto, as políticas de inclusão não nasceram do capitalismo!
 
e atenção que eu não sou nada contra as políticas de inclusão nos termos em que estavam há uns anos onde se continuava a respeitar as pessoas, mas sobretudo imperava o bom-senso.

agora a espiral woke democrata atingiu níveis de loucura inimagináveis - desde quotas LGBT em empresas, acções de formação, festas, desfiles LGBT nos locais de trabalho, homens em desportos femininos, homens em prisões femininas, crianças a fazerem tratamentos hormonais de mudança de sexo, adolescentes a serem completamente mutilados por razões ideológicas, 80 géneros diferentes em formulários, mulheres passaram a ser chamadas de pessoas grávidas (!!!), casas de banho mistas, mudar os currículos escolares para incluir ideologia de género....., enfim toda uma histeria colectiva que ultrapassou em muito os limites do razoável.
 
Paga tuga!



O Camões - Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa, I.P. contratou os serviços da empresa do antigo ministro do PS Paulo Pedroso para um serviço de 60 dias que vai custar 46.221,24 euros, acrescentado ao valor do IVA – o valor total a pagar pelo instituto público supera os 54 mil euros.
 
credo

4.318.028 trabalhadores dependentes em Portugal

dos quais 2.513.838 correspondem a remunerações base (a 30 dias) com valores até mil euros brutos

https://poligrafo.sapo.pt/fact-chec...APO_HP&utm_medium=app&utm_campaign=destaques​

Se falarmos de Remuneração base ... deve ser verdade esses valores
agora se falarmos de Remuneração liquidda mensal é quase o dobro, como foi colocado umas paginas atras
pois muita gente recebe suplemnetos, complementos, comissoes, ajudas de custo, horas extra, etc
 
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..
 
Como o discurso da direita dividiu o país:


Pós-25 de Abril (1974–1985): reação ao Estado social emergente

  • Contexto: Revolução de 1974, nacionalizações, criação do SNS e da escola pública universal.
  • Narrativas emergentes:
    • “O Estado está capturado pelos comunistas.”
    • “O PREC destruiu a economia.”
    • “As nacionalizações afastam o investimento e o mérito.”
    • “O funcionalismo público é ineficiente.”
  • Objetivo político: desacreditar o projeto Estado social revolucionário e restaurar a primazia do setor privado.
  • Efeito social: divisão entre “revolucionários” e “moderados”; início da desconfiança em relação ao Estado social.
Anos 1986–1995: adesão à CEE e hegemonia liberal
  • Contexto: Portugal entra na Comunidade Económica Europeia; governa Cavaco Silva.
  • Narrativas centrais:
    • “Modernizar é privatizar.”
    • “O Estado é mau gestor.”
    • “O mérito substitui o compadrio.”
    • “O empresário é o novo herói nacional.”
  • Efeito: difusão da cultura do “empreendedorismo” e da competição individual.
  • Divisão criada: entre “modernos europeus” e “retrógrados dependentes do Estado.”
  • Resultado: legitimação ideológica das privatizações e da redução do Estado social.
Anos 1996–2008: consolidação do consenso neoliberal
  • Contexto: governos de António Guterres e Durão Barroso; Portugal no euro.
  • Narrativas:
    • “Temos de ser competitivos no mercado global.”
    • “O Estado social é insustentável.”
    • “Há demasiados funcionários públicos.”
    • “Os sindicatos bloqueiam o progresso.”
    • “Cada um tem de investir na sua empregabilidade.”
  • Efeito: internalização da lógica meritocrática (diferente do mérito individual) e empresarial; enfraquecimento da consciência de classe.
  • Divisão: entre trabalhadores “adaptáveis” e “acomodados”; reforço da ideia de “pobres culpados da própria situação.”
Crise financeira e austeridade (2009–2015)
  • Contexto: crise global de 2008; resgate da troika; governo de Passos Coelho.
  • Narrativas dominantes:
    • “Vivemos acima das nossas possibilidades.”
    • “É preciso apertar o cinto.”
    • “O Estado está falido.”
    • “Subsídios e pensões são privilégios.”
    • “Os jovens têm de emigrar, é o mercado global.”
  • Efeitos:
    • Culpa transferida dos bancos e elites para o cidadão comum.
    • Divisão entre “quem trabalha no privado” e “quem está no público”.
    • Demonização do sindicalismo, dos apoios sociais e Estado social.
  • Consequência: erosão do contrato social e enfraquecimento da solidariedade inter-geracional.
Pós-austeridade e guerra cultural (2016–2020)
  • Contexto: governação PS com apoio à esquerda; crescimento do discurso digital de direita.
  • Novas narrativas:
    • “A ideologia de género ameaça as famílias.”
    • “Os professores e funcionários públicos são privilegiados.”
    • “Os imigrantes recebem mais do Estado do que os portugueses.”
    • “O politicamente correto está a destruir a liberdade.”
  • Efeito: deslocação do debate económico para o moral e identitário.
  • Divisão: entre “povo comum” e “elites culturais de esquerda.”
2020–2025: populismo digital e ressentimento social
  • Contexto: pandemia, inflação, crise da habitação e crescimento da extrema-direita.
  • Narrativas principais:
    • “A esquerda vive de subsídios.”
    • “Os impostos são roubo.”
    • “Portugal está invadido por imigrantes.”
    • “As minorias recebem privilégios que o povo trabalhador não tem.”
    • “O globalismo e Bruxelas mandam em nós.”
    • “A liberdade está em risco por causa do politicamente correto.”
  • Efeitos:
    • Fragmentação dos setores populares entre nacionalismo, anti-imigração e anti-Estado.
    • Transferência da raiva social da elite económica para alvos mais frágeis (imigrantes, beneficiários sociais, funcionários públicos e trabalhadores).
    • Radicalização do discurso político e polarização mediática.
 
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