É engraçado saber mas não faz diferença nenhuma.
A ideia que resulta da frase está correta independentemente do autor.
Não há novas ideias nem novas propostas ou novas abordagens.
Perante uma alteração significativa do contexto geopolítico internacional ( não preciso de detalhar) repetimos a mesma receita.
Constato apenas. É leitura dos factos.
Propões colocar todos os ucranianos num pelotão de fuzilamento e deixar que a Rússia repovoe a Ucrânia com russos de outras zonas? Está quase a fazer 100 anos que isso aconteceu. Plano Ucrânia 2030, assinado Vladimir Putin. Festejar o centenário do Holodomor mudando a forma mas tendo o mesmo objectivo: russificar a Ucrânia.
Ou propões que deixem de ajudar a Ucrânia às mijinhas para agonizar tanto Ucrânia como a Rússia e passem a meter a carne toda no assador e tornar aquilo intransponível para a Rússia?
Do lado Ucraniano só pode haver resistência com o que tiverem ou rendição e Holodomor v2.
Do lado russo, basta largarem o osso e voltar para casa.
De forma tranquila só um pode acabar a guerra e esse alguém é a Rússia, saindo pelo seu pé de um país soberano que invadiu e destruiu.
Até ver, quem o pode fazer não o quer fazer, basta ver as condições macabras que exige sobre a vítima para a abandonar, à lá Versailhes apesar de ter "perdido" a guerra.... a impor uma humilhação/subjugação: perda de território e soberania e ainda limitar economica, politica e militarmente o país que invadiu.... quando não o conquistou. Ao menos os aliados ganharam a guerra contra a Alemanha para imporem Versailhes e em 30 anos estavam todos embrulhados novamente na WW2
Isto é o ridículo de quem aceita o "tratado de paz do Putin": não conseguimos aquilo em 3 dias como queríamos mas queremos que tenha o mesmo desfecho que é transformar a Ucrânia numa Bielorrússia vassala e ficar com o seu melhor bocado que é onde estão a terras raras, a industria pesada e outros recursos minerais, além de privatizar o Mar de Azov e tudo o que ele contém.
Sendo um bocado bruto, é quase como uma vitima de violação ter que aceitar que é normal e que tem que passar de vítima a prostituta, posse do violador proxeneta, porque assim deixa de haver violação mas um mero negócio de prostituição. O problema é que a Ucrânia não é a primeira mulher desse proxeneta e não faltam outras mulheres nas redondezas que serão as próximas a ser "recrutadas" para o bordel da mesma forma. As mulheres bálticas que se protejam.