Tópico do SLB - SLB x GVFC 13/09 18H BTV

Por 90 minutos e mais alguns fomos o clube com mais adeptos da península ibérica...[:cool:][:D]
Já tudo foi dito.

Só passou em claro isto:
https://www.youtube.com/watch?v=gZjA8Xa-MvY

Segundo 0:14...
Eu estou sempre a bater no ceguinho mas o nosso guarda redes precisa de ser outro. Era um frango do caraças! O rapaz deve precisar de umas lentes de contacto, pois não sei qual é a desculpa para este lance. Não se nota evolução quase nenhuma desde a sua chegada. Tem menos borbulhas, mas continua a ser um mono na baliza!
 
Por 90 minutos e mais alguns fomos o clube com mais adeptos da península ibérica...[:cool:][:D]
Já tudo foi dito.

Só passou em claro isto:
https://www.youtube.com/watch?v=gZjA8Xa-MvY

Segundo 0:14...
Eu estou sempre a bater no ceguinho mas o nosso guarda redes precisa de ser outro. Era um frango do caraças! O rapaz deve precisar de umas lentes de contacto, pois não sei qual é a desculpa para este lance. Não se nota evolução quase nenhuma desde a sua chegada. Tem menos borbulhas, mas continua a ser um mono na baliza!

Claramente concordo contigo. Não que tenha qualquer tipo de arrependimento por o Grego ter saído, porque também não gostava dele, mas o Trubin, não sendo um donwgrade, não é, claramente, grande upgrade, pelo que está na hora de vir outro que seja, ou que se aposte no Soares que eu acho que é melhor que o ucrâniano.
 
O Trubin é jovem e acho que pode evoluir muito ainda. E já nem o acho assim tão mau como pintam.

Por vezes aborda mal os lances e deve trabalhar a sua capacidade de concentração.

Todos dão casas, ainda recentemente dois dos maiores, fizeram bosta da grossa ao mais alto nível. Neuer e Donnarumma.

Penso que este deve ficar, tentar evolui-lo com algum trabalho especifico, para não ser um Svillar que agora é o melhor da liga Italiana.
 
Escolher um jogo em que safou um penalty (que provavelmente valeu a vitória) para o criticar é de génio. Deve ser a tal exigência benfiquista :sh) Na prática, é só inconveniência e falta de noção.

Dito isto, claro que o Trubin não é brilhante, mas sinceramente sempre que tivemos GR melhores do que ele, saíram logo. Portanto... A não ser que o Ederson queira vir fazer uma perninha aos 32 anos.. Tirando isso é difícil.

E sim, o Vlacho foi alvo dos mesmos génios da exigência.
 
Ser presidente do Glorioso mais bem sucedido da história foi motivo suficiente para ser alvo de perseguição. Novidades... Quem esteve por trás disto decerto está satisfeito com o rumo atual das coisas.
 
Escolher um jogo em que safou um penalty (que provavelmente valeu a vitória) para o criticar é de génio. Deve ser a tal exigência benfiquista :sh) Na prática, é só inconveniência e falta de noção.

Dito isto, claro que o Trubin não é brilhante, mas sinceramente sempre que tivemos GR melhores do que ele, saíram logo. Portanto... A não ser que o Ederson queira vir fazer uma perninha aos 32 anos.. Tirando isso é difícil.

E sim, o Vlacho foi alvo dos mesmos génios da exigência.


Não, o Vlachodimos apesar de não ser um Ederson, era bem, mas bem melhor que o Trubin em tudo. A ideia de o mandar embora foi do Schmidt, num jogo contra o Boavista. Quem passou carta branca ao Schmidt é que deveria "levar no focinho".
O Trubin safou um penalti? Ou o penálti foi mal marcado?
Este ano foi demais, foram frangos atrás de frangos e não dá, sobretudo, nenhuma segurança à defesa.
Falta de noção é de quem vê alguma evolução desde a sua chegada. Só se safa o tamanho. Lento a sair, lento a "cair", erros de visão...simpatizo com ele, mas não é guarda-redes para o Benfica. Vamos acreditar que ainda pode evoluir. Oxalá que sim.
 
Como adepto de futebol, e polémicas à parte (deixo isso para as minhas "brincadeiras" com amigos), tenho, desde algum tempo a esta parte, um sentimento estranho em relação a estas "novas regras" e à usurpação daquilo que deve ser o VAR. E passo a explicar.

1. Claro e óbvio. Ora, isto significa que não pode haver espaço para a interpretação. Infelizmente é o que mais acontece. Ou o lance é um erro grosseiro e analisado em poucos segundos como algo, lá está, claro e óbvio, ou então compromete o protocolo do VAR. E se compromete, não deve ser escrutinado pelo mesmo. Como é que se compreende que o VAR assinale lances que estão minutos a ser analisados para se tomar uma decisão? Como se percebe que o VAR assinale lances que depois o árbitro reverte? Onde está o claro e óbvio nestas situações?

2. Contactos. Anda-se a procurar pequenos contactos dentro de área que, na maioria das vezes, não têm qualquer impacto na disputa de bola, e consideram-se faltosos. Contactos esses que acontecem inúmeras vezes no meio campo e não se assinalam (e bem, diga-se). Antigamente era ao contrário, assinalava-se "tudo" no meio campo e muito pouco na área. O futebol é feito de contactos, há que ver se esses contactos têm uma relação causa-efeito. O que acontece, e tem acontecido muito, é que por causa destes lances serem constantemente assinalados, temos jogadores que ao mínimo toque dentro de área viram actores, teatralizando o lance e levando à marcação de grandes penalidades. Se não fossem assinalados de forma tão leviana, certamente que estes comportamentos diminuíam drasticamente.

3. Mãos na bola. Eu ainda fico surpreendido quando agora todas as mãos na bola são penaltis. Um jogador tem que ter os braços encostados ao corpo para não ser penalti. Como é que se chegou a este ponto? Há um centro para a área, o defensor tem o braço para baixo ligeiramente aberto, a bola vai direitinha à mão/braço, não existe qualquer movimento do braço nesse sentido e...penalti. Um jogador disputa uma bola nas alturas, perde o lance, o adversário cabeceia a bola, que até nem vai na direção da baliza, bate-lhe no braço sem sequer ter feito nada para tal acontecer e...penalti. Isto faz sentido? Deixou de haver espaço para a intencionalidade e bom senso.

4. Fora de jogo. Se existe mão humana na colocação de pontos num qualquer programa, então tem que haver uma margem, seja ela de 10/15/20 cms, mas tem que haver. Se for algo a nível tecnológico, aí compreende-se que não haja qualquer margem.

Tudo isto devia ser revisto rapidamente sob pena de se tornar o futebol dos penaltis dos micro-contactos e das bolas nas mãos, dos fora-de-jogo de 2 cms, e da adulteração do claro e óbvio do VAR.
 
Como adepto de futebol, e polémicas à parte (deixo isso para as minhas "brincadeiras" com amigos), tenho, desde algum tempo a esta parte, um sentimento estranho em relação a estas "novas regras" e à usurpação daquilo que deve ser o VAR. E passo a explicar.

1. Claro e óbvio. Ora, isto significa que não pode haver espaço para a interpretação. Infelizmente é o que mais acontece. Ou o lance é um erro grosseiro e analisado em poucos segundos como algo, lá está, claro e óbvio, ou então compromete o protocolo do VAR. E se compromete, não deve ser escrutinado pelo mesmo. Como é que se compreende que o VAR assinale lances que estão minutos a ser analisados para se tomar uma decisão? Como se percebe que o VAR assinale lances que depois o árbitro reverte? Onde está o claro e óbvio nestas situações?

2. Contactos. Anda-se a procurar pequenos contactos dentro de área que, na maioria das vezes, não têm qualquer impacto na disputa de bola, e consideram-se faltosos. Contactos esses que acontecem inúmeras vezes no meio campo e não se assinalam (e bem, diga-se). Antigamente era ao contrário, assinalava-se "tudo" no meio campo e muito pouco na área. O futebol é feito de contactos, há que ver se esses contactos têm uma relação causa-efeito. O que acontece, e tem acontecido muito, é que por causa destes lances serem constantemente assinalados, temos jogadores que ao mínimo toque dentro de área viram actores, teatralizando o lance e levando à marcação de grandes penalidades. Se não fossem assinalados de forma tão leviana, certamente que estes comportamentos diminuíam drasticamente.

3. Mãos na bola. Eu ainda fico surpreendido quando agora todas as mãos na bola são penaltis. Um jogador tem que ter os braços encostados ao corpo para não ser penalti. Como é que se chegou a este ponto? Há um centro para a área, o defensor tem o braço para baixo ligeiramente aberto, a bola vai direitinha à mão/braço, não existe qualquer movimento do braço nesse sentido e...penalti. Um jogador disputa uma bola nas alturas, perde o lance, o adversário cabeceia a bola, que até nem vai na direção da baliza, bate-lhe no braço sem sequer ter feito nada para tal acontecer e...penalti. Isto faz sentido? Deixou de haver espaço para a intencionalidade e bom senso.

4. Fora de jogo. Se existe mão humana na colocação de pontos num qualquer programa, então tem que haver uma margem, seja ela de 10/15/20 cms, mas tem que haver. Se for algo a nível tecnológico, aí compreende-se que não haja qualquer margem.

Tudo isto devia ser revisto rapidamente sob pena de se tornar o futebol dos penaltis dos micro-contactos e das bolas nas mãos, dos fora-de-jogo de 2 cms, e da adulteração do claro e óbvio do VAR.

Pois. Está completamente subvertido, o protocolo é ignorado mediante as cores clubísticas. No fundo o VAR é corrupto/tendencioso como eram antes os árbitros de campo. A diferença é que este assume contornos mais escandalosos porque tem recurso a imagens, fica mais evidente o favorecimento.

Caricato é quando o clube mais favorecido tem o desplante de vir falar de arbitragens, como aconteceu por exemplo este fim de semana. Mas isso sempre foi assim na verdade.
 
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