[Pol?tica] guerra na palestina

Tu não tens ideia do que esses tipos são capazes de fazer , os israelitas têm tido demasiada paciência...

Estive a ouvir hoje um podcast acerca de um novo relatório acerca dessas atrocidades, são uns animais!

O relatório é este:
https://cc4e0711-9401-400e-ae14-65a...d/aab121_4ee92a27756c45848ad430f6292406af.pdf

Para poupar trabalho, pedi ao chatgpt para fazer um resumo:

Que relatório é

O relatório chama-se “Silenced No More: Sexual Terror Unveiled — The Untold Atrocities of October 7 and Against Hostages in Captivity”. Foi publicado pela Civil Commission on October 7th Crimes by Hamas Against Women and Children, uma organização civil israelita sem fins lucrativos. O próprio relatório descreve a comissão como uma entidade independente e não governamental criada para documentar crimes de guerra e violência sexual e de género cometidos no ataque de 7 de outubro e no cativeiro de reféns.

Tese central

A conclusão principal é que a violência sexual e de género não teria sido acidental nem episódica. A comissão afirma que foi sistemática, disseminada e integrada no ataque de 7 de outubro, bem como em fases posteriores: rapto, transporte dos reféns e cativeiro em Gaza.

O relatório argumenta que estes atos foram usados como uma tática de terror, destinada não só a ferir as vítimas diretas, mas também a humilhar, intimidar e traumatizar famílias, comunidades e a sociedade israelita em geral.

Base documental

Segundo o relatório, a investigação durou cerca de dois anos e analisou um grande arquivo próprio. A comissão diz ter revisto mais de 10.000 fotografias e segmentos de vídeo, correspondentes a mais de 1.800 horas de análise visual, além de mais de 430 entrevistas, testemunhos e reuniões com sobreviventes, testemunhas, reféns libertados, especialistas e familiares.

O relatório diz ainda que os materiais foram organizados por tempo e localização, cruzados com dados de geolocalização, testemunhos, entrevistas, registos oficiais, visitas a locais e consultas com especialistas. A comissão afirma ter seguido práticas centradas nos sobreviventes e informadas por trauma.

Locais e fases analisadas

O relatório não se limita a um local específico. Analisa alegações e evidências relacionadas com:

comunidades residenciais e kibbutzim;
o festival Nova e áreas adjacentes;
estradas, abrigos e zonas de fuga;
bases militares;
locais de identificação de corpos;
rapto, transporte e cativeiro de reféns em Gaza.
Principais padrões identificados

A comissão diz ter identificado 13 padrões recorrentes de violência sexual e de género. Entre eles estão: violação e violação coletiva; tortura sexual; mutilação; nudez forçada; corpos expostos ou humilhados; abusos pós-morte; execuções ligadas a violência sexual; restrição física de vítimas; rapto de mães e crianças; violência perante familiares; filmagem e disseminação digital; ameaças de casamento forçado; e violência sexual contra homens e rapazes.

O relatório usa também a expressão “kinocidal sexual violence” para descrever violência sexual dirigida a destruir ou explorar laços familiares — por exemplo, abusos cometidos diante de familiares ou, segundo o relatório, casos em que vínculos familiares foram instrumentalizados para maximizar sofrimento psicológico.

Dimensão digital

Um ponto importante do relatório é a ideia de que a gravação e circulação de imagens fez parte da própria violência. A comissão afirma que agressores filmaram, transmitiram ou distribuíram imagens de humilhação, abuso, rapto, morte e profanação de corpos, por vezes através de redes sociais ou contas digitais das próprias vítimas. O relatório interpreta isto como uma forma de guerra psicológica e amplificação do terror.

Conclusões jurídicas

A comissão conclui que os atos documentados podem constituir crimes de guerra, crimes contra a humanidade, atos genocidas, tortura, perseguição, escravidão sexual e violência sexual ligada ao terrorismo. Também sustenta que há base para responsabilizar não só autores diretos, mas também pessoas que tenham planeado, ordenado, ajudado, facilitado ou contribuído para os crimes.

Importante: o próprio relatório reconhece que a designação do seu arquivo como “War Crimes Archive” não equivale a uma decisão judicial. Ou seja, é uma qualificação documental e jurídica proposta pela comissão, não uma condenação por tribunal.

Recomendações

O relatório pede investigações e processos criminais especializados em violência sexual e de género, tanto em Israel como noutras jurisdições quando aplicável. Recomenda também cooperação internacional, partilha de provas, sanções contra responsáveis e apoiantes materiais, apoio psicossocial e jurídico às vítimas, reparações, combate à negação ou minimização dos crimes e responsabilização pela circulação digital de conteúdos abusivos.

Para Israel em particular, recomenda uma unidade de acusação especializada, juízes ou painéis com competência específica em crimes sexuais e de género, formação especializada para magistrados e investigadores, e procedimentos para evitar retraumatização de sobreviventes e testemunhas.

Como ler criticamente

A leitura prudente é: o relatório é um grande dossiê civil de acusação e documentação, com pretensão de servir de base para investigações e processos. Não é uma sentença judicial nem uma investigação da ONU ou do TPI. A Associated Press, ao noticiar o relatório, descreveu-o como produzido por uma nonprofit israelita e observou que não verificou independentemente todas as suas conclusões, embora também recorde que a ONU e o TPI já tinham apontado suspeitas ou fundamentos relativos a crimes sexuais ligados ao Hamas em 7 de outubro.

Em suma: o relatório procura demonstrar que a violência sexual no 7 de outubro e no cativeiro foi padronizada, repetida, multissituada e usada como instrumento de terror, e propõe transformar esse arquivo documental em base para responsabilização criminal.​
 
pobres israelitas que têm de viver há 70 anos ao lado deste terror.

o relatório mostra claramente o que já se sabia: selvagens que ainda vivem na Idade Média.
 
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é curioso como na Europa Ocidental há este desalinhamento brutal entre a opinião popular que apoia claramente o regime democrático israelita, e as elites woke que defendem as flotilhas e o terrorismo.

registo com bastante satisfação esta aprovação popular que Israel recebe dos cidadãos europeus ocidentais - nem tudo está perdido.
 
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é curioso como na Europa Ocidental há este desalinhamento brutal entre a opinião popular que apoia claramente o regime democrático israelita, e as elites woke que defendem as flotilhas e o terrorismo.

registo com bastante satisfação esta aprovação popular que Israel recebe dos cidadãos europeus ocidentais - nem tudo está perdido.

E o destaque que os media sabujos dão aos dementes wokes! Completamente desproporcional. E ainda querem ser sustentados pelo tugão, estes escribas incompetentes! PQP!
 
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é curioso como na Europa Ocidental há este desalinhamento brutal entre a opinião popular que apoia claramente o regime democrático israelita, e as elites woke que defendem as flotilhas e o terrorismo.

registo com bastante satisfação esta aprovação popular que Israel recebe dos cidadãos europeus ocidentais - nem tudo está perdido.

Não sei como funcionam as votações no concurso musical, em abono da verdade as sondagens dizem o oposto mesmo no maior aliado que são os EUA:
https://jewishvirtuallibrary.org/international-opinion-toward-israel
https://www.pewresearch.org/wp-cont...25/06/SR_25.06.03_views-of-israel_topline.pdf
https://news.gallup.com/poll/702440/israelis-no-longer-ahead-americans-middle-east-sympathies.aspx
https://www.pewresearch.org/short-r...rise-among-americans-especially-young-people/
 
Nem sequer se sabe quem votou, até pode ter sido uma campanha orquestrada.

Mas cada um acredita naquilo que quer acreditar. Nada de novo.



se fosse orquestrada, seria em todos os países, não apenas numa parte deles.
 
Não me parecia lógico que o mapa tivesse vários países a votar em si mesmos, esse mapa pelos vistos é falso

https://poligrafo.sapo.pt/fact-chec...ido-de-voto-dos-paises-na-final-da-eurovisao/
A imagem acumula vários erros grosseiros, desde países apresentados com o voto em si mesmos (Exemplos: Bulgária, Finlândia, Malta, Albânia, Roménia, Suíça e Ucrânia), o que contraria as regras da Eurovisão, até representações geográficas incorretas, como acontece com a Alemanha, a Estónia e a Eslovénia.

Israel conquistou os 12 pontos — pontuação máxima — de seis países: Portugal, França, Alemanha, Suíça, Finlândia e Azerbaijão. No entanto, esta imagem também indica erradamente que a Bélgica, Países Baixos, Reino Unido e Chipre também atribuíram esta pontuação ao país.

Além disso, o mapa mostra um boicote maior do que aquele que, de facto, se verificou e “esconde” a força da Bulgária — país vencedor desta edição do concurso — no voto do público, que mal surge representada na imagem.

Pedro dos Santos Frazão partilhou esta imagem numa publicação divulgada a 17 de maio, em reação aos resultados do concurso
 
filedata/fetch?id=14711744&d=1780156735
Por isso é que ninguém os quer...​

Mais uma razão para terem o seu próprio país.

Vocês sem saber só dão razão para a Palestina ser um país.

Aliás, o que acabaste de dizer os nazis também diziam curiosamente sobre os judeus.[:D]

A ironia disto é deliciosa.

Mas de quem defende genocidas, não admira quem nem se aperceba das barbaridades que diz.

Não me parecia lógico que o mapa tivesse vários países a votar em si mesmos, esse mapa pelos vistos é falso

https://poligrafo.sapo.pt/fact-chec...ido-de-voto-dos-paises-na-final-da-eurovisao/

Estás a dizer que o visegrad é um órgão de propaganda de Israel/Ucrânia?[:D]

[:cool:]

tens razão - claramente adoraram a música [:D]


Israel em apenas um ano quintiplicou o seu orçamento para a propaganda:

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Mais uma razão para terem o seu próprio país.

Vocês sem saber só dão razão para a Palestina ser um país.​

O que eu mais queria é que o estado palestiniano fosse um país.

O estado palestiniano não pode ser um país enquanto reinvidicar a aniquilação de Israel.

De notar que nem os arabes queriam o estado palestiniano, daí rejeitarem a partição da Palestina.

Os arabes queriam repartir o territorio palestiniano pelos varios paises arabes à volta, sem existir Israel.

Eles criaram o estado palestiniano quando perceberam que seria uma narrativa util para usar contra Israel, apenas isso.


O estado palestiniano ser um país implicaria finalmente reconhecer a existencia de Israel, e parar de fazer ataques como o de 7 de outubro.

Portanto, como podes achar que não quero isso?
 
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O que eu mais queria é que o estado palestiniano fosse um país.

O estado palestiniano não pode ser um país enquanto reinvidicar a aniquilação de Israel.

De notar que nem os arabes queriam o estado palestiniano, daí rejeitarem a partição da Palestina.

Os arabes queriam repartir o territorio palestiniano pelos varios paises arabes à volta, sem existir Israel.

Eles criaram o estado palestiniano quando perceberam que seria uma narrativa util para usar contra Israel, apenas isso.


O estado palestiniano ser um país implicaria finalmente reconhecer a existencia de Israel, e parar de fazer ataques como o de 7 de outubro.

Portanto, como podes achar que não quero isso?

A Autoridade Palestiniana não defende a aniquilação de Israel (o hamas é outra coisa). Portanto o que tu dizes parte de um pressuposto errado.

De qualquer das formas, Israel nunca permitirá que a Palestina seja um país, pelo contrário, o objectivo de Israel é continuar a invadir os países e territórios vizinhos, sejam o Líbano, Gaza, a Cisjordânia, a Síria ou a Jordânia. Eles só vão parar quando alguém os parar à força ou então quando conseguirem o seu grande objectivo que é a criação do "grande Israel".

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A Autoridade Palestiniana não defende a aniquilação de Israel (o hamas é outra coisa). Portanto o que tu dizes parte de um pressuposto errado.

De qualquer das formas, Israel nunca permitirá que a Palestina seja um país, pelo contrário, o objectivo de Israel é continuar a invadir os países e territórios vizinhos, sejam o Líbano, Gaza, a Cisjordânia, a Síria ou a Jordânia. Eles só vão parar quando alguém os parar à força ou então quando conseguirem o seu grande objectivo que é a criação do "grande Israel".

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Não sei onde fuscar isso.

O Egipto e Jordania têm relações normalizadas com Israel.

A estrategia de Israel é sempre a mesma: após o conflito aceita devolver o territorio que ficou a controlar em troca de reconhecimento e relações normalizadas.

Se a autoridade palestiniana não consegue chegar a acordo com Israel, é porque isso não é o seu verdadeiro objetivo.

O proprio estado palestiniano só existe para confrontar Israel.
 
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