Mas o que é certo e um facto é que a Alemanha é a potência que é. Como lá chegou, são outros 500, que tu usas como argumento do jeito que melhor sirva o teu intuito.
A escravatura nem sempre é sinal de alavancagem, veja-se o exemplo de Portugal.
Pelos menos era de um bom ano?
Quanto à velha ladainha de que os ricos nãp pagam impostos... Se há Leis que o permitem, onde é que está o crime? Se a sociedade, Estados e governos as fazem e permitem tal coisa, quem és tu para apontar o dedo?
Isto é um desperdício, mas aqui vai, havia um jurista no tempo dos Romanos que usou a seguinte frase:
Non omne quod licet honestum est.
Mas não te esqueças de uma coisa, pagar serviços para nãp pagar impostos, também fica caro (apesar de compensar largamente). E não é qualquer pobretanas que consegue aceder a tal. [

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Basicamente o que estás a dizer é, o que é público é de todos, pago com os impostos de todos. E que o que é privado é só de alguns e só alguns podem aceder.
Eu acho alguma graça esse teu interesse de que "não haja qualquer pobretanas com acesso a serviços" que devia ter só por pagar impostos.
Em Portugal 78% das famílias estão em risco de pobreza extrema se tiverem um problema de saúde grave, porque pagam impostos para ter um serviço nacional de saúde, que está a ser desmantelado e vendido aos privados. Isso deve deixar-te feliz, por não teres de cruzar-te num hospital com um pobretanas.
Mas há uma estatística que me surpreende ainda mais, na mediana, cada agregado familiar português tem cerca de 22 mil euros parados numa conta bancária. No caso de uma perda súbita de rendimentos essa reserva de emergência bancária, dará para pagar as contas durante 1 ano e meio, a 2 anos, dependendo do tamanho e localização do agregado familiar.
Agora, questão retórica, quantos dos frequentadores deste fórum tem 22 mil euros no banco numa reserva de emergência?
Quantos tem o dobro disso? Que dará para quatro anos de despesas familiares?
Conseguem perceber a diferença entre o que é um rico e um tuga com uns trocos no banco?
Conheço gente que tem mais de 500 mil euros no banco, em reserva de emergência e defende que o ricos devem pagar impostos na mesma percentagem que um agregado familiar, porque afinal são os ricos que mais usufruem dos impostos pagos pela sociedade.
Mas em Portugal é diferente.
Ou seja, alguém em Portugal, que poderá ter 22 mil euros no banco, acha que é rico e é contra a ideia de os ricos pagarem impostos. Sempre que penso nisto, lembro-me da frase de Einstein sobre o limite do universo e a estupidez humana