Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]



Parece uma adivinha. Não é. É apenas uma pergunta que o Ministério da Educação continua sem responder.

Existe uma plataforma suficientemente importante para digitalizar, gerir, classificar os exames nacionais, alterar o calendário escolar, condicionar as candidaturas ao ensino superior e obrigar milhares de famílias a reorganizar férias e trabalho. Mas, aparentemente, não é suficientemente importante para que o Ministério da Educação revele quem a desenvolveu. Deve ser a primeira plataforma informática protegida pelo segredo da confissão.

É uma forma particularmente criativa de entender a transparência. Os alunos vão poder, um dia destes, consultar gratuitamente as cópias das suas provas. Excelente. Já o país continua sem poder consultar uma informação bastante mais simples: quem está por trás da plataforma que lançou o sistema educativo neste caos. É provavelmente a única empresa do país capaz de provocar um problema nacional sem correr o risco de alguém lhe saber o nome.

Também não se pode dizer que tenha sido uma surpresa. Em 2025, durante o projecto-piloto realizado no exame de Filosofia, a plataforma já tinha dado problemas. Houve alertas. Houve críticas. Houve professores a defender que talvez fosse prudente testar melhor o sistema antes de o entregar à classificação dos exames nacionais. O Ministério ouviu tudo isso com a serenidade de quem ouve o alarme de incêndio e conclui que o edifício está apenas demasiado quente. Avançou na mesma.

O resultado conhece-se. Mais de 350 mil exames por classificar, uma plataforma que colapsa logo no primeiro dia, classificadores convocados para disciplinas que nunca leccionaram, professores aposentados tratados como se continuassem no activo, uma professora reformada e entretanto falecida convocada para corrigir exames e docentes a apresentarem Escusas de Responsabilidade porque deixaram de confiar na fiabilidade do próprio processo.

Quando finalmente surgiu uma explicação oficial, ela coube em duas palavras: "dificuldades técnicas". É uma expressão extraordinária. Na Administração Pública portuguesa serve para tudo. Tanto explica uma impressora sem papel como um sistema nacional que deixa centenas de milhares de exames por classificar. É o equivalente burocrático do "foi o vento". Acontece qualquer coisa. A culpa é de uma entidade invisível que aparece apenas para impedir perguntas incómodas.

Foi então que Fernando Alexandre resolveu explicar que os pais tinham sido imprudentes por marcarem férias. É uma contribuição notável para a teoria da Administração Pública. O Estado publica um calendário. As famílias organizam a vida em função dele. O calendário falha. A culpa passa a ser das famílias por terem acreditado no calendário. É uma ideia com enorme potencial. Se for aplicada a outros sectores, metade dos problemas da governação desaparecem por magia.

Daqui a pouco, um atraso de um comboio será culpa de quem apareceu à hora indicada na estação. Uma consulta adiada deixará de ser responsabilidade do hospital e passará a ser excesso de confiança do doente. Um passaporte que demora meses deixará de ser um atraso do Estado. Será imprudência de quem acreditou no prazo indicado.

A professora já falecida ocupou as manchetes porque era impossível competir com uma história daquelas. Mas quase desviou a atenção do essencial. O problema nunca foi apenas uma convocatória absurda. O problema é um sistema que já tinha dado sinais de fragilidade, foi generalizado na mesma, colapsou quando passou à escala nacional e continua envolto num mistério quase literário: ninguém sabe quem fez a plataforma.

No fundo, Fernando Alexandre tem razão numa coisa. Houve, de facto, imprudência. Mas talvez não tenha sido a dos pais. Porque confiar na informação publicada pelo Estado nunca deveria ser um acto de coragem. E quando um governo conclui que o erro dos cidadãos foi acreditarem naquilo que ele próprio publicou, talvez esteja a fazer uma confissão muito mais séria do que todas as "dificuldades técnicas" juntas.

Entretanto, a plataforma continua sem nome, a empresa continua sem rosto, a responsabilidade continua sem dono e a culpa já encontrou destinatário. Não foi o software. Não foi quem o desenvolveu. Não foi quem decidiu avançar apesar dos avisos. Foram as famílias que tiveram a ousadia de acreditar no Ministério da Educação. Convenhamos, há imprudências difíceis de perdoar.

 

Estás surpreendido com o que diz um ex-ministro do António Costa?

Não sei se tens estado atento, mas por exemplo o Miguel Morgado tem levantado um ponto que me parece importante e que muitas vezes passa ao lado deste debate.

É verdade que Portugal registou crescimento económico nos últimos anos, mas dizer que convergiu com os países mais ricos da Europa, apesar do aumento da população é, no mínimo, discutível.

Com a recente revisão da população pelo INE, percebeu-se que Portugal tinha mais residentes do que se estimava e isso significa que o PIB per capita é inferior ao que se pensava e que a convergência com a média europeia foi bastante menos expressiva do que a narrativa dos xuxas fazia crer... uma coisa é o PIB total crescer, é cada português ficar relativamente mais rico.. é esse indicador que mede a verdadeira convergência e não me parece que estejamos mais ricos [s)]
 
Estás surpreendido com o que diz um ex-ministro do António Costa?

Não sei se tens estado atento, mas por exemplo o Miguel Morgado tem levantado um ponto que me parece importante e que muitas vezes passa ao lado deste debate.

É verdade que Portugal registou crescimento económico nos últimos anos, mas dizer que convergiu com os países mais ricos da Europa, apesar do aumento da população é, no mínimo, discutível.

Com a recente revisão da população pelo INE, percebeu-se que Portugal tinha mais residentes do que se estimava e isso significa que o PIB per capita é inferior ao que se pensava e que a convergência com a média europeia foi bastante menos expressiva do que a narrativa dos xuxas fazia crer... uma coisa é o PIB total crescer, é cada português ficar relativamente mais rico.. é esse indicador que mede a verdadeira convergência e não me parece que estejamos mais ricos [s)]

O Miguel Morgado também não é exemplo para nada, é extremamente parcial a favor do PSD e por vezes até do Chega e anti-PS até ao tutano.

Conheces uma análise a esses dados vindo de um economista imparcial? Isso é que seria interessante.
 
O Miguel Morgado também não é exemplo para nada, é extremamente parcial a favor do PSD e por vezes até do Chega e anti-PS até ao tutano.

Conheces uma análise a esses dados vindo de um economista imparcial? Isso é que seria interessante.

Interessante era rebateres os argumentos indicados, não ficar a cismar em quem os proferiu.

Dizer que os portugueses estão melhor com esta invasão descontrolada de imigrantes e, depois, não suportar isso com números, não me parece muito útil.
 
Interessante era rebateres os argumentos indicados, não ficar a cismar em quem os proferiu.

Dizer que os portugueses estão melhor com esta invasão descontrolada de imigrantes e, depois, não suportar isso com números, não me parece muito útil.

Eu não sou economista, não vou rebater o que quer que seja. O Miguel Morgado não é imparcial, isso é factual. Eu sou honesto e gosto de ler pessoas honestas, não avençados sejam do PS sejam do PSD. O que infelizmente é cada vez mais díficil.(pessoas honestas na política)[s)]
 


Parece uma adivinha. Não é. É apenas uma pergunta que o Ministério da Educação continua sem responder.

Existe uma plataforma suficientemente importante para digitalizar, gerir, classificar os exames nacionais, alterar o calendário escolar, condicionar as candidaturas ao ensino superior e obrigar milhares de famílias a reorganizar férias e trabalho. Mas, aparentemente, não é suficientemente importante para que o Ministério da Educação revele quem a desenvolveu. Deve ser a primeira plataforma informática protegida pelo segredo da confissão.

É uma forma particularmente criativa de entender a transparência. Os alunos vão poder, um dia destes, consultar gratuitamente as cópias das suas provas. Excelente. Já o país continua sem poder consultar uma informação bastante mais simples: quem está por trás da plataforma que lançou o sistema educativo neste caos. É provavelmente a única empresa do país capaz de provocar um problema nacional sem correr o risco de alguém lhe saber o nome.

Também não se pode dizer que tenha sido uma surpresa. Em 2025, durante o projecto-piloto realizado no exame de Filosofia, a plataforma já tinha dado problemas. Houve alertas. Houve críticas. Houve professores a defender que talvez fosse prudente testar melhor o sistema antes de o entregar à classificação dos exames nacionais. O Ministério ouviu tudo isso com a serenidade de quem ouve o alarme de incêndio e conclui que o edifício está apenas demasiado quente. Avançou na mesma.

O resultado conhece-se. Mais de 350 mil exames por classificar, uma plataforma que colapsa logo no primeiro dia, classificadores convocados para disciplinas que nunca leccionaram, professores aposentados tratados como se continuassem no activo, uma professora reformada e entretanto falecida convocada para corrigir exames e docentes a apresentarem Escusas de Responsabilidade porque deixaram de confiar na fiabilidade do próprio processo.

Quando finalmente surgiu uma explicação oficial, ela coube em duas palavras: "dificuldades técnicas". É uma expressão extraordinária. Na Administração Pública portuguesa serve para tudo. Tanto explica uma impressora sem papel como um sistema nacional que deixa centenas de milhares de exames por classificar. É o equivalente burocrático do "foi o vento". Acontece qualquer coisa. A culpa é de uma entidade invisível que aparece apenas para impedir perguntas incómodas.

Foi então que Fernando Alexandre resolveu explicar que os pais tinham sido imprudentes por marcarem férias. É uma contribuição notável para a teoria da Administração Pública. O Estado publica um calendário. As famílias organizam a vida em função dele. O calendário falha. A culpa passa a ser das famílias por terem acreditado no calendário. É uma ideia com enorme potencial. Se for aplicada a outros sectores, metade dos problemas da governação desaparecem por magia.

Daqui a pouco, um atraso de um comboio será culpa de quem apareceu à hora indicada na estação. Uma consulta adiada deixará de ser responsabilidade do hospital e passará a ser excesso de confiança do doente. Um passaporte que demora meses deixará de ser um atraso do Estado. Será imprudência de quem acreditou no prazo indicado.

A professora já falecida ocupou as manchetes porque era impossível competir com uma história daquelas. Mas quase desviou a atenção do essencial. O problema nunca foi apenas uma convocatória absurda. O problema é um sistema que já tinha dado sinais de fragilidade, foi generalizado na mesma, colapsou quando passou à escala nacional e continua envolto num mistério quase literário: ninguém sabe quem fez a plataforma.

No fundo, Fernando Alexandre tem razão numa coisa. Houve, de facto, imprudência. Mas talvez não tenha sido a dos pais. Porque confiar na informação publicada pelo Estado nunca deveria ser um acto de coragem. E quando um governo conclui que o erro dos cidadãos foi acreditarem naquilo que ele próprio publicou, talvez esteja a fazer uma confissão muito mais séria do que todas as "dificuldades técnicas" juntas.

Entretanto, a plataforma continua sem nome, a empresa continua sem rosto, a responsabilidade continua sem dono e a culpa já encontrou destinatário. Não foi o software. Não foi quem o desenvolveu. Não foi quem decidiu avançar apesar dos avisos. Foram as famílias que tiveram a ousadia de acreditar no Ministério da Educação. Convenhamos, há imprudências difíceis de perdoar.


Será uma empresa com sede num parque de campismo?
 
Não.

Mas imagino seguro a demarcar-se disso.

Se de facto acontece ou não.....

Não te iludas. Tó Zero é um produto pêésse genuino Toda a sua vida foi construida a partir do partido. Até a wife é filha de um colega de partido Se tiver oportunidade dá uma golpada à Jorge Sampaio.
 
Não espalhem notícias com 4 anos e meio sff.....com as datas ocultas....

Aqui fica o link da noticia, Janeiro 2022.

https://expresso.pt/eleicoes/legisl...sede-em-evora-por-falta-de-pagamento-da-renda

Sim.

Porque em quatro anos completos (um deles era ano bissexto e conta mais) o perfil e a qualidade dos políticos do chega ou dos políticos em geral vá, conseguiu elevar-se tanto na escala, que um destes dia até correm o risco de ser confundidos na rua com alguém da nobreza, talvez um rei, um marquês.

Quatro anos completos fazem muita diferença...


Grave mesmo era ser um daqueles reformados com uma pensão de reforma principesca, daquelas de quatrocentos e um euro e oitos cêntimos, deixar de pagar a renda. Ainda morria com tanta qualidade de vida que este governo oferece e depois? Quem é que pagava a conta ao dono do palacete? Querem obrigar o proprietário a dedicar-se ao turismo rural? Ao preço a que está uma nepalesa para lavar a roupa de cama e toalhas, quase 200€ todos os meses.

Malditos comunistas só ficam contentes quando todos forem pobres.

Aqui na Alemanha também se dizia isso, "se os ricos pagarem impostos vão sair do país e vai ser a miséria", foi assim que elegerem o partido nazi e ficaram todos ricos.



"History repeats itself, but in such cunning disguise that we never detect the resemblance until the damage is done." – Sydney J. Harris.
 


Parece uma adivinha. Não é. É apenas uma pergunta que o Ministério da Educação continua sem responder.

Existe uma plataforma suficientemente importante para digitalizar, gerir, classificar os exames nacionais, alterar o calendário escolar, condicionar as candidaturas ao ensino superior e obrigar milhares de famílias a reorganizar férias e trabalho. Mas, aparentemente, não é suficientemente importante para que o Ministério da Educação revele quem a desenvolveu. Deve ser a primeira plataforma informática protegida pelo segredo da confissão.

É uma forma particularmente criativa de entender a transparência. Os alunos vão poder, um dia destes, consultar gratuitamente as cópias das suas provas. Excelente. Já o país continua sem poder consultar uma informação bastante mais simples: quem está por trás da plataforma que lançou o sistema educativo neste caos. É provavelmente a única empresa do país capaz de provocar um problema nacional sem correr o risco de alguém lhe saber o nome.

Também não se pode dizer que tenha sido uma surpresa. Em 2025, durante o projecto-piloto realizado no exame de Filosofia, a plataforma já tinha dado problemas. Houve alertas. Houve críticas. Houve professores a defender que talvez fosse prudente testar melhor o sistema antes de o entregar à classificação dos exames nacionais. O Ministério ouviu tudo isso com a serenidade de quem ouve o alarme de incêndio e conclui que o edifício está apenas demasiado quente. Avançou na mesma.

O resultado conhece-se. Mais de 350 mil exames por classificar, uma plataforma que colapsa logo no primeiro dia, classificadores convocados para disciplinas que nunca leccionaram, professores aposentados tratados como se continuassem no activo, uma professora reformada e entretanto falecida convocada para corrigir exames e docentes a apresentarem Escusas de Responsabilidade porque deixaram de confiar na fiabilidade do próprio processo.

Quando finalmente surgiu uma explicação oficial, ela coube em duas palavras: "dificuldades técnicas". É uma expressão extraordinária. Na Administração Pública portuguesa serve para tudo. Tanto explica uma impressora sem papel como um sistema nacional que deixa centenas de milhares de exames por classificar. É o equivalente burocrático do "foi o vento". Acontece qualquer coisa. A culpa é de uma entidade invisível que aparece apenas para impedir perguntas incómodas.

Foi então que Fernando Alexandre resolveu explicar que os pais tinham sido imprudentes por marcarem férias. É uma contribuição notável para a teoria da Administração Pública. O Estado publica um calendário. As famílias organizam a vida em função dele. O calendário falha. A culpa passa a ser das famílias por terem acreditado no calendário. É uma ideia com enorme potencial. Se for aplicada a outros sectores, metade dos problemas da governação desaparecem por magia.

Daqui a pouco, um atraso de um comboio será culpa de quem apareceu à hora indicada na estação. Uma consulta adiada deixará de ser responsabilidade do hospital e passará a ser excesso de confiança do doente. Um passaporte que demora meses deixará de ser um atraso do Estado. Será imprudência de quem acreditou no prazo indicado.

A professora já falecida ocupou as manchetes porque era impossível competir com uma história daquelas. Mas quase desviou a atenção do essencial. O problema nunca foi apenas uma convocatória absurda. O problema é um sistema que já tinha dado sinais de fragilidade, foi generalizado na mesma, colapsou quando passou à escala nacional e continua envolto num mistério quase literário: ninguém sabe quem fez a plataforma.

No fundo, Fernando Alexandre tem razão numa coisa. Houve, de facto, imprudência. Mas talvez não tenha sido a dos pais. Porque confiar na informação publicada pelo Estado nunca deveria ser um acto de coragem. E quando um governo conclui que o erro dos cidadãos foi acreditarem naquilo que ele próprio publicou, talvez esteja a fazer uma confissão muito mais séria do que todas as "dificuldades técnicas" juntas.

Entretanto, a plataforma continua sem nome, a empresa continua sem rosto, a responsabilidade continua sem dono e a culpa já encontrou destinatário. Não foi o software. Não foi quem o desenvolveu. Não foi quem decidiu avançar apesar dos avisos. Foram as famílias que tiveram a ousadia de acreditar no Ministério da Educação. Convenhamos, há imprudências difíceis de perdoar.


Em Portugal é assim, um rapaz de boas famílias, que habita na zona com mais tias por metro quadrado, descobre uma coisa chamada llama ai e pensa logo que, como descende de uma longa linhagem de empreendedores, vai fazer uma proposta ao tio e por uns milhares de euros a coisa entra no sistema educativo.

Coloca-se aquilo nos multifunções das escolas e com dois assistentes operacionais a alimentar papel e quatro professores a tirar fotocópias, em dois dias aquilo ficava tudo pronto.

Mas não funciona. Não faz mal, o puto vai fazer surf para uma ilha no outro lado do mundo com algum do capital recem adquirido, não se fala no assunto até rebentar, entretanto há mundial e ninguém pensa nisso (já nos outros dias é o que é, com futebol então). Se rebentar, fica-se a saber que não se sabe nada porque os sócios têm direito à privacidade e se for preciso vai até ao supremo.

Entretanto reduz-se o número de professores, assistentes operacionais e fecha-se algumas escolas porque o modelo atual não funciona e gasta-se demasiado dinheiro para manter a funcionar (onde é que eu já vi isto?) e faz-se uma ppp's como se fizeram nas autoestradas e na construção, que funcionam muito bem.
 
Não te iludas. Tó Zero é um produto pêésse genuino Toda a sua vida foi construida a partir do partido. Até a wife é filha de um colega de partido Se tiver oportunidade dá uma golpada à Jorge Sampaio.

Espero mesmo que não tenhas razão [:D]

O futuro o dirá.
 
Gostei de ouvir ontem o Fani Alex a justificar a questão dos problemas nos exames.
E até lhe disseram que podiam sair as notas a dia 14 e ele é que apontou para 17 já para evitar outro 31.
As vantagens neste novo sistema são brutais inclusive os alunos passam a ter possibilidade de ver o exame corrigido, e para os profs, ficam com muito mais flexibilidade.

Só falta o pormaior de que isto deveria ter sido testado.....

Mais vale ir a pé do que ter que empurrar um carro avariado.
 
Não te iludas. Tó Zero é um produto pêésse genuino Toda a sua vida foi construida a partir do partido. Até a wife é filha de um colega de partido Se tiver oportunidade dá uma golpada à Jorge Sampaio.

Basta ver a forma como ele discursou quando ganhou as eleições.

Aquilo é completamente artificial, são muitos anos de treino.

Espero mesmo que não tenhas razão [:D]

O futuro o dirá.

Acho eternecedor.

Achas mesmo que o sistema deixa pessoas honestas chegarem a um cargo como presidente da republica, primeiro ministro, etc?
 
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Sim.

Porque em quatro anos completos (um deles era ano bissexto e conta mais) o perfil e a qualidade dos políticos do chega ou dos políticos em geral vá, conseguiu elevar-se tanto na escala, que um destes dia até correm o risco de ser confundidos na rua com alguém da nobreza, talvez um rei, um marquês.

Quatro anos completos fazem muita diferença...


Grave mesmo era ser um daqueles reformados com uma pensão de reforma principesca, daquelas de quatrocentos e um euro e oitos cêntimos, deixar de pagar a renda. Ainda morria com tanta qualidade de vida que este governo oferece e depois? Quem é que pagava a conta ao dono do palacete? Querem obrigar o proprietário a dedicar-se ao turismo rural? Ao preço a que está uma nepalesa para lavar a roupa de cama e toalhas, quase 200€ todos os meses.

Malditos comunistas só ficam contentes quando todos forem pobres.

Aqui na Alemanha também se dizia isso, "se os ricos pagarem impostos vão sair do país e vai ser a miséria", foi assim que elegerem o partido nazi e ficaram todos ricos.



"History repeats itself, but in such cunning disguise that we never detect the resemblance until the damage is done." – Sydney J. Harris.

Só te esqueces do pormenor que as duas guerras fizeram (ainda mais) pela Alemanha: a alavanca industrial que veio a permitir que se estabelecesse como a maior potência industrial e económica da Europa. [:p]

Coisa pouca para quem saiu derrotado ou humilhado.
 
Basta ver a forma como ele discursou quando ganhou as eleições.

Aquilo é completamente artificial, são muitos anos de treino.



Acho eternecedor.

Achas mesmo que o sistema deixa pessoas honestas chegarem a um cargo como presidente da republica, primeiro ministro, etc?

Se PPC não é honesto então muito mal estamos.

Ainda há esperança em.2 ou 3 socialistas e sociais democratas que não estejam consumidos pelo sistema.

Dizer que são todos iguais é sempre tentador.
 
Se PPC não é honesto então muito mal estamos.

Refiro-me ao Seguro.

https://sol.iol.pt/politica/noticia...ente-seguro/20260628/6a40def10cf27cac6fcf66aa

Omissões e milhões nos rendimentos do Presidente Seguro. Em dezembro tinha 188 mil euros e de repente passou para 1,2 milhões

Belém justifica: o chefe do Estado acrescentou à declaração de rendimentos tudo o que está em nome da mulher. Mas não o fez quando era candidato. E na altura também não disse que tinha recebido milhares de Bruxelas.

Descobre-se que em março de 2023 recebeu quase 150 mil euros em dinheiros públicos, sobretudo subsídios da União Europeia, para «atividade agrícola» e «atividade turística e desenvolvimento do território».

A dias da tomada de posse, o agora Presidente da República cedeu as quotas em ambas as sociedades a António Maldonado Seguro e a Maria Margarida Seguro, os seus dois filhos.

O gajo sabe andar nisto.
 
quem nunca acordou a meio da noite e lembrou-se repentinamente que afinal tinha UM MILHÃO DE EUROS na conta da mulher que se tinha esquecido de declarar?

pode acontecer a qualquer um.
 
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