ASOT
Well-known member
Olá a todos.
Tenho um Fiesta 1.1 de 2019 que até ver não tem dado problemas, com 110 mil KMS.
No entanto, o meu pai já não conduz por motivos de saúde, bem como a carta de condução não foi renovada.
Acontece que há decisão lá por casa para despachar o carro. Se não for para venda, será para abate, visto que tem 23 anos.
O carro em questão é um Renault Megane 2 Break de 2003, 1.5 DCI com 80 CV e tem 190 mil KMS.
Fez sempre as revisões na marca desde novo, mesmo que nos últimos tempos o tratamento em si da oficina não tenha sido grande coisa.
É de garagem e tem sido estimado, mais que o meu que passa o tempo na rua.
Só que tem tido algumas chatices.
Tiveram que afinar a caixa há uns anos atrás, porque não arranjavam embraiagem nova para aquele carro. Desde aí até agora, a caixa está um pouco folgada.
Tem andado com a luz de motor ligada. Segundo a oficina tem a ver com uma válvula, penso que a EGR. Tendo em conta onde vai, pedem mais do que o carro vale para reparar.
E mesmo quando o meu pai ainda conduzia, ultimamente só fazia trajectos curtos.
O cartão maos livres por vezes não funciona. Pede para meter o cartão na ranhura.
Precisa de uma chapeleira em bom estado e um motor do limpa para-brisas traseiro novo. Bem como um rádio novo, que o original já não funciona.
Apesar de tudo, o motor responde bem, não perde força, bem como o carro curva bem.
Tendo em conta o estado geral do carro e sendo do meu pai, tenho pena do carro ter que ir para abate.
Pensei por breves instantes comprar o carro aos meus pais e dar uma solução ao Fiesta.
Mas tenho receio de estar a cometer um barrete a longo prazo, desde falta de peças aos problemas electrónicos que possam surgir mais para além dos que tem com a chave.
Vale a pena ou mais vale fechar o capítulo?
Abraços a todos e obrigado pela atenção.
Tenho um Fiesta 1.1 de 2019 que até ver não tem dado problemas, com 110 mil KMS.
No entanto, o meu pai já não conduz por motivos de saúde, bem como a carta de condução não foi renovada.
Acontece que há decisão lá por casa para despachar o carro. Se não for para venda, será para abate, visto que tem 23 anos.
O carro em questão é um Renault Megane 2 Break de 2003, 1.5 DCI com 80 CV e tem 190 mil KMS.
Fez sempre as revisões na marca desde novo, mesmo que nos últimos tempos o tratamento em si da oficina não tenha sido grande coisa.
É de garagem e tem sido estimado, mais que o meu que passa o tempo na rua.
Só que tem tido algumas chatices.
Tiveram que afinar a caixa há uns anos atrás, porque não arranjavam embraiagem nova para aquele carro. Desde aí até agora, a caixa está um pouco folgada.
Tem andado com a luz de motor ligada. Segundo a oficina tem a ver com uma válvula, penso que a EGR. Tendo em conta onde vai, pedem mais do que o carro vale para reparar.
E mesmo quando o meu pai ainda conduzia, ultimamente só fazia trajectos curtos.
O cartão maos livres por vezes não funciona. Pede para meter o cartão na ranhura.
Precisa de uma chapeleira em bom estado e um motor do limpa para-brisas traseiro novo. Bem como um rádio novo, que o original já não funciona.
Apesar de tudo, o motor responde bem, não perde força, bem como o carro curva bem.
Tendo em conta o estado geral do carro e sendo do meu pai, tenho pena do carro ter que ir para abate.
Pensei por breves instantes comprar o carro aos meus pais e dar uma solução ao Fiesta.
Mas tenho receio de estar a cometer um barrete a longo prazo, desde falta de peças aos problemas electrónicos que possam surgir mais para além dos que tem com a chave.
Vale a pena ou mais vale fechar o capítulo?
Abraços a todos e obrigado pela atenção.
