Invasão Russa - Aviso post #35351

Após as "eleições" ruzzas de 20 de Setembro, haverá uma nova mobilização (geral ou parcial) com uma nova leva de carne picada para a frente! Provavelmente desta vez, o sabor a "gado" moscovita e da capital imperial fará parte do menu de forma mais abrangente (que remédio).

É um sacrifício que o anão do bunker está completamente disposto a fazer.
 
Conhecendo o pudin, (minha opinião) talvez não recorra a uma mobilização geral - o choque político, económico e social seria brutal - mas algo como afirmas; mais uma mobilização "parcial". Quando confrontado com escolhas difíceis, ele tenta agradar a gregos e troianos.

O problema, para os orcs, é que isso não resolve absolutamente nada nas linhas da frente. Aliás, mesmo que fossem despejados hoje 200.000 orcs (mal equipados, zero de motivação e com uma semana de treino militar) nas linhas da frente pouco efeito teriam.
 
Os soviéticos já passaram por diversas crises e alguns, mais espertos ou melhor informados..., trocaram rublos por mobiliário, tapetes persas, jóias, relógios de alto valor, investimentos imobiliários, etc. etc. em países tão próximos como a Finlândia ou Alemanha, já em 1997 ainda antes da crise de 1998.

Neste momento o maior problema são dois!

Diesel não se utiliza muito... é mais para exportar. Mas o litro da gasolina já está a 75 rublos, um escândalo! Porque um Cayenne gasta facilmente 15-18 lit/100 km portanto isso fica a uns ... 12-13 euros por cada 100 km! É um escândalo!

O 2º problema é que nem todos os hotéis em Abu Dhabi são suficientemente bons e um gajo tem que cancelar na 1ª noite e viajar novamente para outro destino! Turquia está muito visto! Portanto vão novamente para o Egipto.

Maçada do caraças...
 
"MOSCOVO, 20 de agosto.

Vinte mercenários brasileiros que combatiam ao lado da Ucrânia foram eliminados na zona da operação militar especial, informou à TASS um oficial das forças de segurança russas.

"Foram identificados mais mercenários estrangeiros mortos na zona da operação militar especial. Trata-se de 20 cidadãos brasileiros que foram eliminados em vários setores da frente de batalha", afirmou.

Segundo o responsável, depois de serem recrutados através das redes sociais, chegaram à Colômbia, onde assinaram contratos com o exército ucraniano."


Em breve o Macron virá chorar, talvez!, por 6 mercenários do seu país que "desapareceram" em combate.

Os mercenários estrangeiros são mortos, sem apelo nem agravo! Os gloriosos combatentes ucranianos estão a cumprir a sua missão e são aprisionados para posterior troca por igual número de soldados russos, como fizeram há poucos dias com os 103 de cada lado.

Quem não fizer parte desta "operação militar especial" será tratado condignamente com uma bala. Ou mais...
 
Tu deves ter um problema com datas e calendários! É até ao final do ano da graça do Senhor de 2026.

Mete lá aí no teu calendário do Google para ver se não te esqueces!
Era para ser em 3 dias, depois até ao final de 2022, depois 2023....

Quando não se percebe népia e só se lê os comunicados dos comissários.
 
Não há, na minha ótica, guerras boas e esta é bastante má e continua sem fim à vista, sendo mais uma guerra de desgaste de ambas as partes.

A Ucrânia já teria capitulado há muito tempo não fora a ajuda Ocidental e a Rússia ainda resiste porque tem imensos recursos e um regime ditatorial capaz de tudo....

Moral da história: vão perder os dois lados, mas o maior perdedor será aquele que, na fase final, tiver que ceder mais e tiver maiores dificuldades para se reerguer!

Do meu lado espero que seja a Rússia e que esta, numa fase de desespero, não use armas nucleares!
 
Hoje realiza-se em Kiev uma reunião de líderes europeus para assinalar o aniversário da independência da Ucrânia. Está previsto o reforço do financiamento por parte da coligação da boa vontade.

Ao mesmo tempo, há uma pressão interna para realização de eleições na Ucrânia mas como dizia, há instantes, um comentador do Observador, o contexto de hipotética campanha é desfavorável Zelensky porque isso obrigaria a justificar controversas decisões que tomou.
Além de que, segundo a opinião do comentador, o Zelensky deverá ser, de pleno direito, o reconstrutor da Ucrânia.
 
Mas como é que se pode realizar eleições em tempo de guerra? Onde e em que circunstâncias votam os soldados que estão na frente de combate?

E todos os ucranianos que tiveram que abandonar o país?
 
Mas como é que se pode realizar eleições em tempo de guerra? Onde e em que circunstâncias votam os soldados que estão na frente de combate?

E todos os ucranianos que tiveram que abandonar o país?

Isso pode-se perguntar ao candidato desafiador que fez um comunicado esta semana que passou. O mesmo que no ano passado dizia que não podia haver eleições em tempo de guerra...
Mudou de opinião.

Eu também acho que é complicado apesar de não ser impossível.
 
Eu também acho que é complicado apesar de não ser impossível.
Em julho, a Federação Russa matou 437 civis e estão contabilizados 2.610 feridos em território Ucraniano.
Foram mortas 17 crianças e 166 ficaram feridas durante o mês passado.

Eleições para quê? Para o Putin matar uns milhares concentrados nas mesas de voto?
 
Em julho, a Federação Russa matou 437 civis e estão contabilizados 2.610 feridos em território Ucraniano.
Foram mortas 17 crianças e 166 ficaram feridas durante o mês passado.

Eleições para quê? Para o Putin matar uns milhares concentrados nas mesas de voto?

Perguntar ao Fedorov, antigo ministro da defesa da Ucrânia que foi várias vezes referido como aquele que liderou a estratégia de produção e lançamento de drones ucranianos.

Foi ele que pediu eleições.🤷

Eu não estou lá para avaliar. Os que lá estão é que sabem.
 
Eu não estou lá para avaliar. Os que lá estão é que sabem.
A minha resposta, foi direta à tua opinião de "apesar de não ser impossível".
Tu consideras que não é impossível ocorrerem eleições com o atual cenário de guerra e matança da população.
Eu acho impossível fazerem eleições em segurança e livres. A não ser que se façam eleições "à la carte da Federação Russa" :rolleyes:
 
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Quatro centros logísticos no sul da Rússia foram atacados, enquanto Kiev alarga a ofensiva contra redes de abastecimento que alega apoiar o exército russo.​


O gigante russo do comércio eletrónico Ozon informou que quatro dos seus centros logísticos no sul da Rússia foram alvo de drones ucranianos esta segunda-feira, numa altura em que Kiev amplia uma campanha destinada a perturbar as redes de abastecimento comerciais de Moscovo.


Destroços de drones atingiram também blocos de apartamentos e provocaram incêndios em armazéns.

Segundo a empresa, um incêndio deflagrou num centro da Ozon em Makhachkala, capital da região russa do Daguestão, após um ataque de drone por volta das 05:00, hora local.

De acordo com a Ozon, várias pessoas ficaram feridas, mas não correm perigo de vida, e a instalação suspendeu entretanto a atividade.

Foi igualmente registado um grande incêndio num centro logístico da Ozon em Enem, na região de Krasnodar, embora o pessoal tenha sido evacuado e não haja registo de vítimas.

Armazéns em Adygeysk e Nevinnomyssk foram também evacuados devido à ameaça de ataques com drones, mas não sofreram danos.

Duas crianças morreram e nove pessoas ficaram feridas, entre as quais sete crianças, quando destroços de drones atingiram um centro privado de cuidados infantis em Krasnodar durante os ataques noturnos, informou o governador regional, Veniamin Kondratyev.

Os incidentes mais recentes elevam para seis o número de instalações da Ozon visadas desde sábado, quando a Ucrânia anunciou que passava a concentrar-se no segundo maior mercado digital da Rússia, após semanas de ataques contra a rival Wildberries.

“Depois de as unidades ucranianas atingirem os 15 maiores centros logísticos da Wildberries, chegou agora a vez da Ozon”, afirmou o ministério da Defesa ucraniano.

Kiev afirma que os armazéns operados pelos retalhistas armazenam bens de dupla utilização e fazem parte das redes de abastecimento que apoiam as forças armadas russas.

Instalações da Ozon nas regiões de Samara e Orenburg foram atacadas durante o fim de semana - ver imagem de capa -, obrigando a retirar centenas de trabalhadores e perturbando as operações.

Os últimos ataques tiveram também impacto nos investidores, com as ações da Ozon a caírem até 12% na Bolsa de Moscovo esta segunda-feira.

A Rússia condenou os ataques da Ucrânia contra aquilo que descreve como infraestruturas civis.

Os ataques ocorrem dois dias depois de a Rússia ter lançado um importante ataque diurno com drones contra a cidade de Kryvyi Rih, terra natal do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy.

Fonte - Ucrânia ataca com drones gigante russo do comércio online Ozon
 
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