Tópico do crime

MAGAAAAAAAAAA!!!!
A escumalha dos gangs mata mais do que isso... POR DIA.

Mas nunca ouves notícias sobre isso, é a manipulação da comunicação social mainstream, os maiores mentirosos e a maior fonte de fake news e manipulação nos nossos dias. Depois choram quando as pessoas se revoltam e votam nos "fascistas".

Cambada de atrasados mentais.
 
Vejam o repórter brasileiro que falou agora na SIC N a partir de SP (começou ás 16.30 aproximadamente)...

Não que seja novidade, mas é sempre interessante de ouvir.
 
O que é que isso tem a ver com Maga? Malucos sempre existiram, independentemente dos ciclos políticos.

O não ter ferramentas para lidar com eles é que é um problema, muitas vezes são tratados como coitadinhos e é-se condescendente.

Muitos desses malucos são-no devido às drogas que são uma epidemia nos EUA e cujos traficantes os democratas protegem. O combate ao tráfico de droga tem sido um sucesso com o Donald Trump mas é um problema muito grave que destrói pessoas e famílias e ignorado pelos democratas que são os maiores inimigos da Classe Média nos EUA.

Btw, no país do @LinoMarques:


Praticamente todas as semanas há casos destes por lá. Também é culpa dos "fascistas". Enfim. Tristeza.
 
O artigo não abre. Mas esse é um tuga dos verdadeiros old-school que o Chega tanto gosta, só pérolas e falta de noção, como o Vítor Matos dos vinhos Pias.
 
Muitos desses malucos são-no devido às drogas que são uma epidemia nos EUA e cujos traficantes os democratas protegem. O combate ao tráfico de droga tem sido um sucesso com o Donald Trump mas é um problema muito grave que destrói pessoas e famílias e ignorado pelos democratas que são os maiores inimigos da Classe Média nos EUA.

Btw, no país do @LinoMarques:


Praticamente todas as semanas há casos destes por lá. Também é culpa dos "fascistas". Enfim. Tristeza.

Porque é que és um mentiroso absolutamente compulsivo e doentio?? Ma tu alguma vez disseste alguma verdade na vida?

Factos em relação à imigração e deportações:

Para compreender os números oficiais de deportações do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS), é essencial distinguir dois conceitos em que as estatísticas se baseiam:

  1. Deportações Formais (Removals): É o processo legal com uma ordem oficial de expulsão. Deixa cadastro e acarreta penalizações criminais caso a pessoa tente voltar a entrar no país.
  2. Retornos e Expulsões (Returns / Título 42): Pessoas intercetadas (geralmente na fronteira) que são devolvidas de forma imediata ou que aceitam sair voluntariamente, não gerando um registo formal de deportação.
Abaixo encontra-se a tabela com os dados aproximados dos últimos cinco presidentes (Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama, Donald Trump e Joe Biden):

PresidenteMandato(s)Deportações Formais (Removals)Retornos / Expulsões
Bill Clinton1993 - 2001~ 900.000~ 11,4 milhões
George W. Bush2001 - 20092.021.965~ 8,3 milhões
Barack Obama2009 - 20172.749.706~ 2,2 milhões
Donald Trump2017 - 2021 e 2025 - Presente1.387.837~ 2,4 milhões
Joe Biden2021 - 2025545.252~ 3,8 milhões
Notas importantes para contexto:

  • Barack Obama mantém o recorde do maior número de deportações formais, com quase 2,75 milhões. Durante os seus mandatos, a política focou-se em transferir a pressão da fronteira para o interior do país, visando principalmente pessoas com cadastro criminal.
  • Bill Clinton e George W. Bush registaram números astronómicos na coluna dos "Retornos". Até 2010, a política padrão consistia em devolver imediatamente os migrantes na fronteira (na altura, predominantemente homens solteiros vindos do México) sem abrir um processo legal de deportação formal.
  • Joe Biden registou o número mais baixo de deportações formais, mas executou milhões de retornos fronteiriços e expulsões sanitárias rápidas sob a regra do "Título 42",.
  • Donald Trump tem os seus dados divididos: o valor das deportações formais inclui os 935.346 casos do seu primeiro mandato e os cerca de 452.491 casos registados no seu atual segundo mandato (desde janeiro de 2025 até março de 2026).

Drogas:

Bill Clinton: O mais agressivo em termos de encarceramento e leis internas​

Se a agressividade for medida pelo número de pessoas presas, pela severidade das penas aplicadas e pela transformação do sistema judicial, Bill Clinton foi o mais agressivo na prática.

  • A Lei do Crime de 1994 (Crime Bill): Criou incentivos financeiros massivos para os estados construírem mais prisões e manterem os reclusos detidos por mais tempo, além de financiar mais 100.000 polícias nas ruas.
  • Penas Mínimas Obrigatórias e "Three Strikes": Consolidou penas mínimas federais muito duras e a regra dos "três delitos", que condenava a prisão perpétua quem cometesse um terceiro crime grave (muitas vezes relacionado com posse ou tráfico de estupefacientes).
  • Impacto real: Durante a sua administração, a população prisional dos EUA atingiu recordes históricos. O foco incidiu diretamente no policiamento urbano e na punição severa dentro das fronteiras dos EUA.


Bill Clinton (1993 - 2001)

  • A abordagem: Clinton adotou uma postura de "mão pesada" contra o crime e as drogas.
  • Ações principais: Apoiou e assinou legislações extremamente punitivas, como a Lei do Crime de 1994 (Crime Bill). Estas políticas financiaram a expansão das prisões, aumentaram o número de polícias nas ruas e consolidaram as penas mínimas obrigatórias. Isto resultou num aumento massivo do encarceramento por crimes relacionados com drogas.
George W. Bush (2001 - 2009)

  • A abordagem: Manteve a infraestrutura da "Guerra às Drogas" herdada das décadas de 1980 e 1990.
  • Ações principais: Continuou a focar-se na proibição e na aplicação da lei. No entanto, durante o seu mandato, o apoio público às políticas estritamente punitivas começou a diminuir, à medida que se tornava claro que estas não estavam a conseguir travar o consumo nem o tráfico, e que estavam a sobrelotar as prisões.
Barack Obama (2009 - 2017)

  • A abordagem: Foi o primeiro a promover uma mudança significativa, passando a tratar a questão das drogas menos como um problema de segurança nacional e mais como uma questão de saúde pública.
  • Ações principais: A sua administração deixou de usar oficialmente o termo "Guerra às Drogas" em 2009. Assinou a Lei de Sentenciamento Justo (Fair Sentencing Act) em 2010, que reduziu a enorme disparidade nas penas de prisão entre o tráfico de crack e o de cocaína em pó. Procurou perdoar sentenças de muitos reclusos condenados a penas longas por crimes não violentos relacionados com drogas.
Donald Trump (2017 - 2021 e 2025 - Presente)

  • A abordagem: Representou um regresso a uma postura altamente securitária, fundindo o combate ao tráfico de droga com a segurança das fronteiras e a imigração.
  • Ações principais: Classificou o tráfico de droga como uma ameaça existencial e de segurança nacional, defendendo penas severas para traficantes, chegando a sugerir a pena de morte. A sua estratégia incluiu a militarização das operações antidroga, tanto a nível interno como na política externa (especialmente na América Latina), apostando quase exclusivamente no corte da oferta de drogas (como o fentanil) através das forças de segurança.
Joe Biden (2021 - 2025)

  • A abordagem: Afastou-se quase por completo da "Guerra às Drogas" tradicional, focando-se na redução de danos.
  • Ações principais: A sua Estratégia Nacional de Controlo de Drogas (2022) foi a primeira na história a dar prioridade explícita à redução de danos. A estratégia da sua administração baseou-se em financiar o tratamento de dependências, distribuir medicamentos que revertem overdoses (como a naloxona) e tratar o consumo como uma doença que alimenta a procura, em vez de investir primordialmente no encarceramento.
 
Porque é que és um mentiroso absolutamente compulsivo e doentio?? Ma tu alguma vez disseste alguma verdade na vida?

Factos em relação à imigração e deportações:

Para compreender os números oficiais de deportações do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS), é essencial distinguir dois conceitos em que as estatísticas se baseiam:

  1. Deportações Formais (Removals): É o processo legal com uma ordem oficial de expulsão. Deixa cadastro e acarreta penalizações criminais caso a pessoa tente voltar a entrar no país.
  2. Retornos e Expulsões (Returns / Título 42): Pessoas intercetadas (geralmente na fronteira) que são devolvidas de forma imediata ou que aceitam sair voluntariamente, não gerando um registo formal de deportação.
Abaixo encontra-se a tabela com os dados aproximados dos últimos cinco presidentes (Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama, Donald Trump e Joe Biden):

PresidenteMandato(s)Deportações Formais (Removals)Retornos / Expulsões
Bill Clinton1993 - 2001~ 900.000~ 11,4 milhões
George W. Bush2001 - 20092.021.965~ 8,3 milhões
Barack Obama2009 - 20172.749.706~ 2,2 milhões
Donald Trump2017 - 2021 e 2025 - Presente1.387.837~ 2,4 milhões
Joe Biden2021 - 2025545.252~ 3,8 milhões
Notas importantes para contexto:

  • Barack Obama mantém o recorde do maior número de deportações formais, com quase 2,75 milhões. Durante os seus mandatos, a política focou-se em transferir a pressão da fronteira para o interior do país, visando principalmente pessoas com cadastro criminal.
  • Bill Clinton e George W. Bush registaram números astronómicos na coluna dos "Retornos". Até 2010, a política padrão consistia em devolver imediatamente os migrantes na fronteira (na altura, predominantemente homens solteiros vindos do México) sem abrir um processo legal de deportação formal.
  • Joe Biden registou o número mais baixo de deportações formais, mas executou milhões de retornos fronteiriços e expulsões sanitárias rápidas sob a regra do "Título 42",.
  • Donald Trump tem os seus dados divididos: o valor das deportações formais inclui os 935.346 casos do seu primeiro mandato e os cerca de 452.491 casos registados no seu atual segundo mandato (desde janeiro de 2025 até março de 2026).

Drogas:

Bill Clinton: O mais agressivo em termos de encarceramento e leis internas​

Se a agressividade for medida pelo número de pessoas presas, pela severidade das penas aplicadas e pela transformação do sistema judicial, Bill Clinton foi o mais agressivo na prática.

  • A Lei do Crime de 1994 (Crime Bill): Criou incentivos financeiros massivos para os estados construírem mais prisões e manterem os reclusos detidos por mais tempo, além de financiar mais 100.000 polícias nas ruas.
  • Penas Mínimas Obrigatórias e "Three Strikes": Consolidou penas mínimas federais muito duras e a regra dos "três delitos", que condenava a prisão perpétua quem cometesse um terceiro crime grave (muitas vezes relacionado com posse ou tráfico de estupefacientes).
  • Impacto real: Durante a sua administração, a população prisional dos EUA atingiu recordes históricos. O foco incidiu diretamente no policiamento urbano e na punição severa dentro das fronteiras dos EUA.


Bill Clinton (1993 - 2001)

  • A abordagem: Clinton adotou uma postura de "mão pesada" contra o crime e as drogas.
  • Ações principais: Apoiou e assinou legislações extremamente punitivas, como a Lei do Crime de 1994 (Crime Bill). Estas políticas financiaram a expansão das prisões, aumentaram o número de polícias nas ruas e consolidaram as penas mínimas obrigatórias. Isto resultou num aumento massivo do encarceramento por crimes relacionados com drogas.
George W. Bush (2001 - 2009)

  • A abordagem: Manteve a infraestrutura da "Guerra às Drogas" herdada das décadas de 1980 e 1990.
  • Ações principais: Continuou a focar-se na proibição e na aplicação da lei. No entanto, durante o seu mandato, o apoio público às políticas estritamente punitivas começou a diminuir, à medida que se tornava claro que estas não estavam a conseguir travar o consumo nem o tráfico, e que estavam a sobrelotar as prisões.
Barack Obama (2009 - 2017)

  • A abordagem: Foi o primeiro a promover uma mudança significativa, passando a tratar a questão das drogas menos como um problema de segurança nacional e mais como uma questão de saúde pública.
  • Ações principais: A sua administração deixou de usar oficialmente o termo "Guerra às Drogas" em 2009. Assinou a Lei de Sentenciamento Justo (Fair Sentencing Act) em 2010, que reduziu a enorme disparidade nas penas de prisão entre o tráfico de crack e o de cocaína em pó. Procurou perdoar sentenças de muitos reclusos condenados a penas longas por crimes não violentos relacionados com drogas.
Donald Trump (2017 - 2021 e 2025 - Presente)

  • A abordagem: Representou um regresso a uma postura altamente securitária, fundindo o combate ao tráfico de droga com a segurança das fronteiras e a imigração.
  • Ações principais: Classificou o tráfico de droga como uma ameaça existencial e de segurança nacional, defendendo penas severas para traficantes, chegando a sugerir a pena de morte. A sua estratégia incluiu a militarização das operações antidroga, tanto a nível interno como na política externa (especialmente na América Latina), apostando quase exclusivamente no corte da oferta de drogas (como o fentanil) através das forças de segurança.
Joe Biden (2021 - 2025)

  • A abordagem: Afastou-se quase por completo da "Guerra às Drogas" tradicional, focando-se na redução de danos.
  • Ações principais: A sua Estratégia Nacional de Controlo de Drogas (2022) foi a primeira na história a dar prioridade explícita à redução de danos. A estratégia da sua administração baseou-se em financiar o tratamento de dependências, distribuir medicamentos que revertem overdoses (como a naloxona) e tratar o consumo como uma doença que alimenta a procura, em vez de investir primordialmente no encarceramento.
Tu tens uma obsessão comigo, tens de tratar esse teu problema.

Vieram aqui falar do MAGA num assunto zero relacionado com política.

Quem diz mentiras és tu. Com o Donald Trump a imigração ilegal tem sido a mais baixa dos EUA desde que há registos. A taxa de homicídios também atingiu mínimos históricos tal como as mortes por overdose também com uma redução histórica.

Os polítcos de esquerda, não apenas nos EUA como em todo o Mundo, são muito mais tolerantes com criminosos violentos e com traficantes de droga do que os políticos de direita.

As cidades mais violentas dos EUA são todas governadas pelos democratas. Todas.

E isto, meu caro, por muito que insultes não podes mudar. É a realidade.

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O Donald Trump é um político como qualquer outro, faz coisas bem e coisas mal, diz coisas certas e coisas erradas, em relação à imigração ilegal, combate ao tráfico de droga e combate à criminalidade violenta o Donald Trump tem feito um trabalho muito melhor do que os democratas.

A esquerda promove o crime violento e a imigração ilegal em todo o Mundo.
 
Não tem nada a ver com isso.
O Lino já explicou, mas não vale a pena porque muita gente não consegue perceber posts com aquele conteúdo.

Olha, no metro, eu ando com a carteira no bolso da frente bem fechado.
Por mim andava com ela no bolso traseiro.

Se for a uma zona mais manhosa, nem o relógio de 100 euros levo.

Tal como antigamente se tirava o rádio do carro.

Nada disto dá razão aos criminosos, mas é o que é e cada um protege-se da forma que achar melhor.
Tal e qual as moças de mini saia...
Elas ate gostavam de andar á vontade em todas as ruas e locais, mas manda a prudencia que não o façam pois se não estão a por-se a jeito.
 

Em causa estão os crimes de homicídio qualificado na forma tentada, condução perigosa, resistência e coação sobre funcionário, desobediência qualificada, condução sem habilitação legal e falsificação de documentos.
 
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