Dilema semi-existencial automóvel como alguns que por aqui passam

Desculpem novamente a falta de citações.

Eu não encaro o renting como uma dívida no sentido habitual do termo. É mesmo um aluguer, mas ainda não consegui que alguém viesse cá dar feedback. Para mim pode fazer sentido uma solução destas em vez de arcar com a desvalorização.

Em relação a orçamento, 25k seria para substituir o Countryman e não para acrescentar outro carro. E sim, parece que a solução mais óbvia é mesmo ficar quieto e trocar este carro daqui a uns tempos.
Muito deste tipo de dilema também tem a ver com gostar de carros e gostar de experimentar, mas a carteira não estica… Ter 2 carros em princípio significa menos despesa do que ter 3, mas para mim poderia fazer sentido, como fui tentando descrever. Se não acrescentar um eléctrico segmento B agora, poderei acrescentar na troca do Countryman - ou seja, trocar por 2, um mais pequeno eléctrico e um familiar realmente grande, 7 lugares, ainda que diesel ou otto mais tradicional.

Só para terminar, por acaso ao vivo ainda só vi a versão Mitsubishi, o Grandis, que não tem versão híbrida no nosso mercado. O Symbioz é praticamente igual, claro, mas tem mais opções de motorização. Só me interessaria o híbrido 1.8 (antes era 1.6).
Tenho noção que não passa de um Captur esticado, portanto mais segmento B do que C, mas tem espaço comparável ao Austral, com largura inferior, e isso é mais prático. Por outro lado, o 1.2 híbrido da Renault, que equipa esses segmentos superiores, deu muita asneira e não sei se já terá endireitado…
 
Trocar o Countryman por um C5 Aircross plug in (geração anterior, pós restyling, 2023-24) é um “crime lesa pátria”? Prós e contras deste modelo?
Não interessa para o caso o eventual dinheiro envolvido na troca.
 
Trocar o Countryman por um C5 Aircross plug in (geração anterior, pós restyling, 2023-24) é um “crime lesa pátria”? Prós e contras deste modelo?
Não interessa para o caso o eventual dinheiro envolvido na troca.
Estaríamos a falar de algo tipo isto:
Parece-me que, bem medido, conseguiria carregar no sítio onde carrego o Twingo, ou posteriormente colocar uma tomada/carregador onde estaciono agora o Countryman.
Interessa-me, além do bom preço, o facto de ter 3 lugares individuais atrás e a mala ficar no mínimo com a dimensão da que tenho no Countryman, ficando bem maior na configuração mais apertada dos bancos traseiros (mesmo neste plug-in).
A pergunta para 1M€ é, sentiria muita diferença para o ADN Mini-BMW?
Este pós-restyling parece-me bem melhor conseguido do que a versão inicial em termos de interiores, mas a dinâmica…
 
:)
Nunca estive num nem noutro, no entanto o C5, nomeadamente o Aircross, parece-me um carro com uma estrutura bastante interessante.
Acresce que será um modlo mais recente do que o teu Countryman, pelo que vais certamente encontrar um carro mais evoluido do que o teu.
Digo eu, que nunca estive num, nem noutro ...

Mas a minha pergunta continua a ser, vale mesmo a pena? Se o Mini está novo ... Mas tu lá saberás o que te dá mais gozo.
 
Cada um sabe de si, mas Trocava sem pensar 2 vezes, ganharia em espaço, conforto, equipamento (por ser mais recente) (depende da versão) e motor, mas isto sou eu que nesta altura valorizo muito o conforto.

Cumps
 
Aqui a questão vai muito pela actualização e pela vontade de ter soluções mais “eficientes” do que o motor diesel. Uso aspas porque este bloco B47 gasta pouco e anda muito bem, mas quanto mais tempo passar, mais “ostracizado” vai ser.
Entre acrescentar um eléctrico para o dia a dia ou mudar o carro principal, esta última parece ser a mais razoável (mesmo eu continuando com dúvidas).

O outro lado da moeda:
Os produtos Stellantis, apesar de muito vendidos, não primam por boa fama em termos de fiabilidade. Como se portam estes blocos plug-in? Experiências na primeira pessoa? Condução? Consumos? Funcionamento do sistema híbrido?
 
Vou dar a minha opinião.
Eu não trocava.
Já tive vários Citroen e Peugeot e gosto destas marcas. Contudo estes últimos 15 anos foram bastante maus para. PSA, agora Stellantis. Perdi a confiança.

Por outro lado, já tens um EV. Tenta maximizar a utilização deste.
É o que faço cá em casa. Temos o Twingo, o I3 é o Cooper SD.
Entre os meus filhos e eu, a prioridade é sempre um dos EVs. O SD só fez 34.000 kms em 31 meses. Maioritariamente em viagens maiores.
Nessa utilização o consumo é excelente.

Para híbridos só se fosse um Toyota/Lexus.
 
Tenho um amigo tem um DS7 360 cv, deve ter pouco mais de 40 mil km e até ver tem se portado bem, neste momento em casa tenho um diesel, gasolina e eléctrico, o meu próximo carro será eléctrico, a combustão vai ficar no passdo o futuro é electrizante.

Cumps
 
Obrigado pelos vossos comentários.
De forma genérica, e apesar de eu não estar a conseguir alterar o título do tópico, estão 2 questões principais em aberto:
1. Como é o renting para particulares? Experiências na primeira pessoa?
2. Como se portam os plug-in Stellantis? São melhores que os congéneres Puretech ou nem por isso?

Como referi, estou limitado por questões de tamanho/acessos na garagem; não me vale a pena comprar um eléctrico ou plug-in que não consiga estacionar e carregar.
Mesmo para carregar algo do tamanho do Countryman ou “ligeiramente” maior, terei que fazer alterações para as quais ainda não tenho sequer ideia de valores, embora me pareçam viáveis.
Não sou muito fã dos plug-in, como já disse, mas o C5 Aircross, para dar o exemplo deste, parece-me ser um compromisso minimamente razoável.
Se falarmos em eléctricos, consideraria, assim de repente, Scénic, ID4, Countryman ou EQB, mas ainda estão acima dos valores que considero possíveis/plausíveis.
Dentro destes, os melhores valores encontram-se no ID4, mas também já li várias opiniões negativas. E não sei se estamos preparados para a electrificação total.

O Twingo é muito porreiro, mas tem uma utilização muito específica, só servindo minimamente para o meu dia a dia quando me desloco (em parte do trajecto) de transportes e não para o trajecto completo. E ao fazer isso, fica a minha esposa sem ele… Utilizando o Countryman em percursos anti-FAP.
 
fui ver o ID4 e estou a pensar pedir proposta "formal".

O básico (para mim chega) fica em torno de 34.000eur
Eu refiro-me a usados. Provavelmente importados, tal como o Twingo.
Parece-me, mas é só impressão não científica, que há mais plug-ins nacionais (ex-frota certamente) do que eléctricos no mercado, pelo menos nos segmentos que me interessam.
 
podes editar o tópico clicando logo acima do primeiro post, no lado direito. aparece lá qualquer coisa escrita e tu clicas e deixa editar.

ID.4 e ID.5 usados só a partir de 2023, quando o infotainment começou a revelar-se mais fiável, embora nunca isento de problemas, como a famosa questão do ecrã preto. o problema é que são engraçadinhos por fora, mas muito básicos por dentro. os Q4 é a mesma coisa, por exemplo.
 
Se a maior viagem que esse carro fizer durante o ano não ultrapassar a autonomia da viatura em questão escolheria um EV, por exemplo, a maior viagem que faz são a volta de 300 km, uma Scenic faz isso na boa só com uma carga, preferia comprar a Scenic do que um PHEV mas isto sou eu, cada um sabe de si.
Em casa ainda existem carros a diesel e gasolina mas o próximo será eléctrico.

Cumps
 
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