carloscolin
Well-known member
Ainda o vão chamar de racista por dizer isso.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Posso estar enganado, mas ouvi uma notícia na rádio que era por causa da natalidade, enquanto a Turquia anda a promover natalidade, esses andam a promover o oposto. Esse é o motivo.
mas se declarar o ordenado mínimo não tem despesas com água, limpeza, software de faturaçao, dias de férias e todas as coisas referidas ?
" IVA, IRS, Segurança Social, consumíveis, seguros, contabilidade, água, limpeza, manutenção, equipamentos e sua substituição, comissões dos pagamentos eletrónicos, software de gestão/agendamento, publicidade e marketing, telecomunicações, lavandaria, produtos usados no serviço, tratamento de resíduos, segurança contra incêndios, pequenas reparações e ainda o investimento inicial na montagem, adaptação do espaço, períodos sem clientes, férias, feriados, faltas e cancelamentos, baixas por doença."
os custos nao são os mesmos ?
porque razão declara/paga os 15€/hora para uns clientes e depois recebe por fora outros 50% da sua faturação ?
Sorry, mas confesso que já me perdi 1 pouco nesta argumentação e no problema inicial que referi !
8 clientes por dia x 50€ = 400€/dia
5 dias x 400€ = 2.000€
4 semanas x 2.000€ = 8.000€
se for um espaço partilhado com outro colega de profissão = 16.000€
"só" pagam renda e electricidade ....
Isso cheira a comunismo.É fazivel. Tem de ser pensado e dividido em consumo essencial e acima do essencial. É o sistema mais justo e que menos falha.
É utópico, mas imaginando que era possível pôr, por exemplo, um barbeiro a passar faturas de absolutamente tudo o que faz ou vende na barbearia, é como dizia atrás, pagaríamos um corte de cabelo a 50€.Não é utópico aumentar a fiscalização, que convenhamos, é quase inexistente.
na 6ª feira fui ao barbeiro.É utópico, mas imaginando que era possível pôr, por exemplo, um barbeiro a passar faturas de absolutamente tudo o que faz ou vende na barbearia, é como dizia atrás, pagaríamos um corte de cabelo a 50€.
É utópico, mas imaginando que era possível pôr, por exemplo, um barbeiro a passar faturas de absolutamente tudo o que faz ou vende na barbearia, é como dizia atrás, pagaríamos um corte de cabelo a 50€.
Impensável. É simplesmente utópico pensar-se que por magia as pessoas iriam passar a cortar o cabelo em casa! (passavam a cortar em casa, mas na casa do barbeiro, escondidos).concordo que a economia portuguesa está totalmente alicerçada em economia paralela em que os serviços só existem porque são entregues sem impostos.
mas a solução nunca é continuar a ignorar o elefante no meio da sala e não taxar, porque isto é apenas actividade económica que compete ilegal e injustamente por recursos financeiros.
têm de ser taxados como todos os outros negócios sim, e os preços vão subir, e a procura vai descer, e muitos vão fechar e muitas pessoas vão começar a cortar o cabelo em casa, a limpar eles próprios a casa, a comer mais em casa, etc etc etc
mas assim a economia reestrutura-se em torno de um modelo mais saudável e justo.
A meter o dedo na ferida:
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Presidente do hospital Amadora-Sintra: "Há pessoas que chegam ao aeroporto e vêm para aqui"
A responsável de um dos hospitais mais pressionados explica que 40% dos utentes são estrangeiros e admite que o turismo de saúde "é um problema". Sandra Cavaca tem um plano para atacar o inverno.observador.pt
"Em grande parte, essa pressão sobre o hospital resulta da procura das urgências por parte de uma população que não tem médico de família atribuído (cerca de 200 mil pessoas) e que vê nos serviços de urgência uma porta de entrada para o acesso a cuidados de saúde. “A pressão é grande e a imigração tem um papel importante”, aponta Sandra Cavaca, que recorre a uma imagem ilustrativa do dia a dia naqueles serviços: “No hospital, comunica-se muito através do Google Tradutor.”"
É muito " simples ".A meter o dedo na ferida:
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Presidente do hospital Amadora-Sintra: "Há pessoas que chegam ao aeroporto e vêm para aqui"
A responsável de um dos hospitais mais pressionados explica que 40% dos utentes são estrangeiros e admite que o turismo de saúde "é um problema". Sandra Cavaca tem um plano para atacar o inverno.observador.pt
"Em grande parte, essa pressão sobre o hospital resulta da procura das urgências por parte de uma população que não tem médico de família atribuído (cerca de 200 mil pessoas) e que vê nos serviços de urgência uma porta de entrada para o acesso a cuidados de saúde. “A pressão é grande e a imigração tem um papel importante”, aponta Sandra Cavaca, que recorre a uma imagem ilustrativa do dia a dia naqueles serviços: “No hospital, comunica-se muito através do Google Tradutor.”"
É muito " simples ".
O Amadora Sintra foi projectado para servir 300 mil pessoas. E isto em plenos anos 90 com a linha de sintra a crescer...
Pela década de 2010 o ASintra já servia 600 mil pessoas, lembro-me bem desses dados. Portanto já estava tecnicamente esgotado aliás em alturas de gripe aquilo entupia com frequência.
Entretanto, hospital VFX, ou BAngelo, podem ter aliviado algo ali? talvez.
Mas com o boom da imigração, esperava-se o quê? Ainda pra mais com alguns hospitais que ficaram sem PPP, a gestão piorou, como o BAngelo em 2022.
Como resultado, nem Bangelo nem FFonseca nem VFX nem nada nos vale, se temos mais 1.5M de pessoas em 5 ou 10 anos como aconteceu !! E boa parte desta malta na AML.
Metam mais 2 ou 3 hospitais e continua a não chegar e já nem falo se não houver profissionais para trabalhar.
Enquanto não se tratar do problema de fundo de reduzir o numero de residentes e informar melhor as pessoas para ligar para SNS 24 ( neste caso, afecta as urgencias "apenas" ) , nada feito.
Mas isto é o país que é, em que outro exemplo, em vez de reparar a rede de água que em diversos municipios perdem 30%, não, abrem-se novos furos.
Como diz o SSPinto, em vez de se tapar os furos do balde, mete-se outro balde igualmente furado.
é até rebentar por completo, depois somos forçados a medidas "drásticas".o problema não é só o boom da imigração (embora isso seja obviamente um problema), é também familiares e amigos do boom da imigração que vêm de propósito para o SNS porque lhes disseram que aqui é o paraíso comunista.

lool boa sorte... eu tenho mas não é muito util, ainda para mais tendo em conta que tens que esperar mais de 3 meses por uma consulta LOLNa admissão, ao ser pedido o número do SNS, não tendo, deveria ser solicitada uma caução.
Eu que desconto há 33 anos, agora que estou a entrar na altura em que preciso de médico de família, não tenho, apesar das tentativas de me agregar à minha esposa e filha.
É daquelas coisas que dependem da zona do país. Pessoalmente não tenho tido filmes dos que referes.lool boa sorte... eu tenho mas não é muito util, ainda para mais tendo em conta que tens que esperar mais de 3 meses por uma consulta LOL
pessoalmente não tenho grandes problemas felizmente, até dei 0€ custo na maior parte dos anos, mas com o meu filho agora é privado logo a não ser que seja urgência de noite. não há muito a fazer, o atendimento nos centros de saúde é horrivel, se fores à urgencia nem te atendem, e para marcar para a urgencia entao... para nao falar de quando te mandam para o sitio errado ou quando estas horas à espera de ser atendido...
e o objetivo é mesmo esse, é que vas ao privado
O problema só não é resolvido porque não há interesse de quem manda ou porque o problema não é grave no geral para o SNS como o tentam pintar.Na admissão, ao ser pedido o número do SNS, não tendo, deveria ser solicitada uma caução.
Eu que desconto há 33 anos, agora que estou a entrar na altura em que preciso de médico de família, não tenho, apesar das tentativas de me agregar à minha esposa e filha.
Eu o que me preocupa mais do que o acesso ao SNS, que é cada vez mais difícil, é a qualidade do atendimento. Está péssimo.É daquelas coisas que dependem da zona do país. Pessoalmente não tenho tido filmes dos que referes.