Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Este Alexandre?? Ora diz 1 coisa que ele tenha feito bem?
Chegou a acordo com profs, implementou a avaliação dos exames via digital, aumentando transparência pois os alunos recebem no telemovel o exame corrigido, na segunda fase foi um não assunto, a colocação dos profs referida pelo JN1984, e tem piloto para unir o primeiro e segundo ciclo.
Nem tudo correu bem, é certo, mas corrigiu-se e siga, que as lições sejam aprendidas.

8 anos de PS no governo desbarataram completamente o ensino, um facilitismo incrível....
 
Este Alexandre?? Ora diz 1 coisa que ele tenha feito bem?
Diga uma...já pareces o outro.
Mas toma lá meia duzia:

  1. Ataque mais pragmático à falta de professores, com medidas para aumentar a oferta e preencher horários.

• Reforma do sistema de colocação de professores, procurando tornar mais rápida a substituição de docentes durante o ano lectivo.

• Maior foco nas aprendizagens efectivas e mensuráveis, nomeadamente leitura e escrita nos primeiros anos.

• Diagnóstico precoce da fluência de leitura no 2.º ano, para detectar dificuldades antes de se transformarem em atrasos difíceis de recuperar.

• Reforço das bibliotecas escolares no 1.º ciclo.

• Restrição dos smartphones nas escolas, primeiro nos ciclos mais baixos e agora também no 3.º ciclo.

• Reforma da acção social no ensino superior, procurando aproximar as bolsas dos custos reais de estudar, incluindo alojamento, alimentação e transportes.

• Tentativa de aproximar investigação científica, inovação e empresas, através da nova Agência para a Investigação e Inovação.

Ou seja, e de uma forma geral, uma abordagem bastante pragmática e baseada em indicadores: identificar problemas concretos, medir resultados e alterar mecanismos quando não funcionam.

Um tipo de excelência, que mexe em muitos interesses, daí ser tão atacado.

Ou tens saudades deste ?

1789473282056.png
 
Chegou a acordo com profs, implementou a avaliação dos exames via digital, aumentando transparência pois os alunos recebem no telemovel o exame corrigido, na segunda fase foi um não assunto, a colocação dos profs referida pelo JN1984, e tem piloto para unir o primeiro e segundo ciclo.
Nem tudo correu bem, é certo, mas corrigiu-se e siga, que as lições sejam aprendidas.

8 anos de PS no governo desbarataram completamente o ensino, um facilitismo incrível....
Tudo o que estás a dizer foi precisamente tudo o que ele fez mal. Inclusive ter atirado dinheiro para cima dos profs do quadro.
E fez mais algumas coisas mal, e esteve envolvido em escândalos estapafúrdios, alunos sem profs em números record no ano passado, as celebres declarações sobre alunos pobres nas residências universitárias, aquilo de estar disponível para meter malta no curso e medicina que tinha reprovado no exame e agora a mais recente, alunos sem turma no ensino obrigatório ou colocados a 60km de casa, com uma declaração de desculpas/resolução do problema que devia dar direito a despedimento imediato - “O que a evidência científica diz é que até aos 30 alunos, não há evidências de que seja mau para a qualidade do ensino”.

O que aconteceu com a digitalização das provas nacionais é do mais grave que existiu até hoje, há muita gente prejudicada e muita gente beneficiada, arbitrariamente, muita gente com o futuro em risco, o que resultou inclusive a processos em tribunal contra o Ministério da educação. Foi mesmo muito grave.
 
Diga uma...já pareces o outro.
Mas toma lá meia duzia:

  1. Ataque mais pragmático à falta de professores, com medidas para aumentar a oferta e preencher horários.

• Reforma do sistema de colocação de professores, procurando tornar mais rápida a substituição de docentes durante o ano lectivo.

• Maior foco nas aprendizagens efectivas e mensuráveis, nomeadamente leitura e escrita nos primeiros anos.

• Diagnóstico precoce da fluência de leitura no 2.º ano, para detectar dificuldades antes de se transformarem em atrasos difíceis de recuperar.

• Reforço das bibliotecas escolares no 1.º ciclo.

• Restrição dos smartphones nas escolas, primeiro nos ciclos mais baixos e agora também no 3.º ciclo.

• Reforma da acção social no ensino superior, procurando aproximar as bolsas dos custos reais de estudar, incluindo alojamento, alimentação e transportes.

• Tentativa de aproximar investigação científica, inovação e empresas, através da nova Agência para a Investigação e Inovação.

Ou seja, e de uma forma geral, uma abordagem bastante pragmática e baseada em indicadores: identificar problemas concretos, medir resultados e alterar mecanismos quando não funcionam.

Um tipo de excelência, que mexe em muitos interesses, daí ser tão atacado.

Ou tens saudades deste ?

Ver anexo 14729439

Saudades zero do PS ou do PSD.
A essa lista feita pela IA deixo a IA responder:

Diga uma… já pareces o outro. 😄 Mas essa “meia dúzia” merece ser desmontada, porque estás a apresentar anúncios, reorganizações e medidas em curso como se fossem resultados comprovados.

A falta de professores continua a ser um problema. A nova reforma da colocação só terá efeitos estruturais a partir de 2027/28 e o próprio Ministério teve problemas com os dados usados para anunciar a redução de 90% dos alunos sem aulas. Portanto, não é propriamente um caso de “problema resolvido”.

O diagnóstico da leitura é positivo, mas diagnosticar não é melhorar. As próprias avaliações continuam a revelar fragilidades importantes. Criar bibliotecas pode ser útil, mas também não demonstra, por si só, qualquer melhoria das aprendizagens.

A proibição dos smartphones é uma medida concreta, mas está longe de ser uma reforma estrutural do ensino — muitas escolas já tinham restrições antes da intervenção do Governo.

A reforma da ação social do superior e a aproximação entre ciência e empresas são, sobretudo, políticas ainda em implementação. Portanto, neste momento podemos discutir intenções e desenho das medidas, mas não apresentar resultados que ainda não existem.

E há uma enorme ironia em falar de uma governação “baseada em indicadores” e esquecer o episódio dos exames digitais de 2026, com erros, problemas de classificação e milhares de pedidos de reapreciação. Uma das grandes bandeiras de modernização acabou por expor precisamente fragilidades na execução.

E também convém não esquecer que foi este ministro que negociou a recuperação dos 6 anos, 6 meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores, com um impacto financeiro muito significativo. Portanto, essa narrativa de um grande reformador que chegou para enfrentar interesses instalados também precisa de alguma contextualização.

No fundo, a questão é muito simples: medida tomada não é o mesmo que reforma concluída, e reforma concluída não é o mesmo que reforma bem-sucedida.

Se queres falar de excelência e de uma política baseada em indicadores, então mostra os resultados: melhoraram as aprendizagens? Diminuiu efetivamente o tempo sem professores? Caiu o abandono? Aumentou a empregabilidade? Melhorou a qualidade do ensino? Aumentou a transferência de ciência para as empresas?

É isso que permite avaliar um ministro. Não é a quantidade de anúncios, grupos de trabalho, novas agências e alterações administrativas que consegue apresentar.

Portanto, dizer que Fernando Alexandre “está a mexer em muitos interesses e por isso é tão atacado” é uma excelente narrativa política. Mas ainda não é uma demonstração de que as reformas tenham funcionado.
 
O ministro da educação e a ministra da saúde, são do pior que há. Este governo como um todo, estão ao mesmo nível.
Até Passos Coelho o consegue ver.
 
Tudo o que estás a dizer foi precisamente tudo o que ele fez mal. Inclusive ter atirado dinheiro para cima dos profs do quadro.
E fez mais algumas coisas mal, e esteve envolvido em escândalos estapafúrdios, alunos sem profs em números record no ano passado, as celebres declarações sobre alunos pobres nas residências universitárias, aquilo de estar disponível para meter malta no curso e medicina que tinha reprovado no exame e agora a mais recente, alunos sem turma no ensino obrigatório ou colocados a 60km de casa, com uma declaração de desculpas/resolução do problema que devia dar direito a despedimento imediato - “O que a evidência científica diz é que até aos 30 alunos, não há evidências de que seja mau para a qualidade do ensino”.

O que aconteceu com a digitalização das provas nacionais é do mais grave que existiu até hoje, há muita gente prejudicada e muita gente beneficiada, arbitrariamente, muita gente com o futuro em risco, o que resultou inclusive a processos em tribunal contra o Ministério da educação. Foi mesmo muito grave.
Só foi uma pena na segunda fase não ter corrido mal......o alarido caiu por terra.

E mesmo na primeira, azar do caraças, nem havia ( felizmente ) incêndios para dar....o hantavirus "morreu" na primavera e pronto, tinha que se noticiar alguma coisa constantemente....

Futuro em risco? outro user também referiu famílias " destruídas " opah menos sff....

As declarações sobre os alunos pobres foi mal interpretada. Uma frase não bonita, é certo, mas quando interessa, extrapola-se tudo.

E o que o ministro diz é que não quer esticar para 30 alunos, que POR ACASO há muitas turmas acima dos 20 anlunos, já há 20 anos e até mais, eu tinha aulas com 2 turmas juntas, uma bela alarvidade, o ensino mal tratado durante décadas mas agora é o Alex o culpado, certíssimo.
 
Saudades zero do PS ou do PSD.
A essa lista feita pela IA deixo a IA responder:

Diga uma… já pareces o outro. 😄 Mas essa “meia dúzia” merece ser desmontada, porque estás a apresentar anúncios, reorganizações e medidas em curso como se fossem resultados comprovados.

A falta de professores continua a ser um problema. A nova reforma da colocação só terá efeitos estruturais a partir de 2027/28 e o próprio Ministério teve problemas com os dados usados para anunciar a redução de 90% dos alunos sem aulas. Portanto, não é propriamente um caso de “problema resolvido”.

O diagnóstico da leitura é positivo, mas diagnosticar não é melhorar. As próprias avaliações continuam a revelar fragilidades importantes. Criar bibliotecas pode ser útil, mas também não demonstra, por si só, qualquer melhoria das aprendizagens.

A proibição dos smartphones é uma medida concreta, mas está longe de ser uma reforma estrutural do ensino — muitas escolas já tinham restrições antes da intervenção do Governo.

A reforma da ação social do superior e a aproximação entre ciência e empresas são, sobretudo, políticas ainda em implementação. Portanto, neste momento podemos discutir intenções e desenho das medidas, mas não apresentar resultados que ainda não existem.

E há uma enorme ironia em falar de uma governação “baseada em indicadores” e esquecer o episódio dos exames digitais de 2026, com erros, problemas de classificação e milhares de pedidos de reapreciação. Uma das grandes bandeiras de modernização acabou por expor precisamente fragilidades na execução.

E também convém não esquecer que foi este ministro que negociou a recuperação dos 6 anos, 6 meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores, com um impacto financeiro muito significativo. Portanto, essa narrativa de um grande reformador que chegou para enfrentar interesses instalados também precisa de alguma contextualização.

No fundo, a questão é muito simples: medida tomada não é o mesmo que reforma concluída, e reforma concluída não é o mesmo que reforma bem-sucedida.

Se queres falar de excelência e de uma política baseada em indicadores, então mostra os resultados: melhoraram as aprendizagens? Diminuiu efetivamente o tempo sem professores? Caiu o abandono? Aumentou a empregabilidade? Melhorou a qualidade do ensino? Aumentou a transferência de ciência para as empresas?

É isso que permite avaliar um ministro. Não é a quantidade de anúncios, grupos de trabalho, novas agências e alterações administrativas que consegue apresentar.

Portanto, dizer que Fernando Alexandre “está a mexer em muitos interesses e por isso é tão atacado” é uma excelente narrativa política. Mas ainda não é uma demonstração de que as reformas tenham funcionado.
muita parra, pouca uva.
 
IA, IA everywhere.

not-everything-needs-ai-v0-pcjzdnu7s80g1.jpeg
 
Acho que o JN1984 botou a IA pa sumarizar de forma mais facil as acções feitas.
Nao tem nd de mal.
As que eu enumerei não foram por IA mas daí não estarem tão bonitinhas.

Mas a validade é a mesma.
 
Só foi uma pena na segunda fase não ter corrido mal......o alarido caiu por terra.

E mesmo na primeira, azar do caraças, nem havia ( felizmente ) incêndios para dar....o hantavirus "morreu" na primavera e pronto, tinha que se noticiar alguma coisa constantemente....

Futuro em risco? outro user também referiu famílias " destruídas " opah menos sff....

As declarações sobre os alunos pobres foi mal interpretada. Uma frase não bonita, é certo, mas quando interessa, extrapola-se tudo.

E o que o ministro diz é que não quer esticar para 30 alunos, que POR ACASO há muitas turmas acima dos 20 anlunos, já há 20 anos e até mais, eu tinha aulas com 2 turmas juntas, uma bela alarvidade, o ensino mal tratado durante décadas mas agora é o Alex o culpado, certíssimo.
O alarido!
Menos sff!!
Deve ter sido por isso que até ao tribunal a coisa chegou. E o ministério público abriu um inquérito, não foi por pouco com certeza.

Sobre a culpa, ninguém disse que a culpa do estado do ensino é deste ministro, apenas que ele tem feito um mau trabalho. Se é este o standard que esperam de um ministro da educação...
 
Acho que o JN1984 botou a IA pa sumarizar de forma mais facil as acções feitas.
Nao tem nd de mal.
As que eu enumerei não foram por IA mas daí não estarem tão bonitinhas.

Mas a validade é a mesma.
Então, a resposta da IA à IA também não tem nada de mal e contradiz tudo o que lá estava escrito.

Depois no mundo real, a escola pública está pelas horas da morte.
 
O alarido!
Menos sff!!
Deve ter sido por isso que até ao tribunal a coisa chegou. E o ministério público abriu um inquérito, não foi por pouco com certeza.

Sobre a culpa, ninguém disse que a culpa do estado do ensino é deste ministro, apenas que ele tem feito um mau trabalho. Se é este o standard que esperam de um ministro da educação...
Se implementa reformas como é que queres que seja forçosamente um mau ministro?


Neste país, reformar é difícil, e reformar sem incomodar interesses, ainda mais....

Olha se na altura o Sócrates e outros seguintes pensassem desta forma de não mexer para não incomodar, nunca teríamos tido avaliação dos profs...

E chegou a tribunal e então? Que se resolva! não é por isso que um ministério funciona mal ou bem, casos isolados, resoluções específicas..
 
Oh JIIIIIIMBOO !! anda cá ver isto !!

Entre as propostas estão:

- reforço dos serviços de saúde públicos;
-Serviço Nacional de Emprego que garanta trabalho remunerado e socialmente útil a todas as pessoas involuntariamente desempregadas;
-defesa da propriedade pública e comunitária de setores estratégicos da economia;
-criação de uma rede pública de equipamentos culturais em todo o território;
-defesa da regionalização como aprofundamento da democracia;
-explorar alianças com países da UE dispostos a votar contra as iniciativas de natureza federalizante da Comissão Europeia;
-corte de relações diplomáticas com o Estado de Israel;
 
Se implementa reformas como é que queres que seja forçosamente um mau ministro?


Neste país, reformar é difícil, e reformar sem incomodar interesses, ainda mais....

Olha se na altura o Sócrates e outros seguintes pensassem desta forma de não mexer para não incomodar, nunca teríamos tido avaliação dos profs...

E chegou a tribunal e então? Que se resolva! não é por isso que um ministério funciona mal ou bem, casos isolados, resoluções específicas..
Digitalizar os exames nacionais, ok. Qual foi o interesse instalado que fez com que falhasse tudo?
 
Digitalizar os exames nacionais, ok. Qual foi o interesse instalado que fez com que falhasse tudo?
Qualquer alteração de procedimentos pode levantar alarido.
Se reparare, tiveste alguns profs entrevistados a dizer que correu bem ( excepto folhas de continuação ) e que havia quem fosse contra a mudança. E é alguém lá do meio, não um anónimo como eu.

Depois tiveste outras ladainhas como 1 prof a dizer que conseguia corrigir exames extra em férias porque o parque de campismo tinha tomadas eléctricas.....
Raridade, parque de campismo em séc XXI, nunca visto.

Ou queriam o sistema antigo em que os profs tinham de levar exames pa casa?
 
Qualquer alteração de procedimentos pode levantar alarido.
Se reparare, tiveste alguns profs entrevistados a dizer que correu bem ( excepto folhas de continuação ) e que havia quem fosse contra a mudança. E é alguém lá do meio, não um anónimo como eu.

Depois tiveste outras ladainhas como 1 prof a dizer que conseguia corrigir exames extra em férias porque o parque de campismo tinha tomadas eléctricas.....
Raridade, parque de campismo em séc XXI, nunca visto.

Ou queriam o sistema antigo em que os profs tinham de levar exames pa casa?
Esquece os profs, o problema esteve a montante. O problema com provas que foram mal classificadas (mal parametriado), provas que só foram classificadas em parte, provas que desapareceram completamente, atrasos significativos, adiamento da 2ª fase, milhares e milhares de provas afetadas onde foram pedidos reapreciação, notas que subiram para o dobro, notas que desceram, provas que tiveram 9.5 mesmo alunos que tinham nota para reprovar...
O próprio ministro reconheceu o falhanço total que isto foi.
E isto não teve nada a ver com interesses instalados, isto foi criado pelo próprio ministério quando colocou em funcionamento uma solução paga pelo próprio governo e que não estava devidamente funcional.
 
Ah @EscapeLivre pelivre e ainda falta explicar, provavelmente nunca será explicado, como é que uma empresa pequena e markting sem experiência em software, com ligações ao PSD, ganhou esse contrato para fazer uma plataforma desta envergadura.
 
Voltar
Superior