Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

Se um FP tivesse que mexer o rabo para ganhar o seu sustento, podes crer que as coisas melhoravam.

Mas o problema não é do FP, tenho de reconhecer. O problema é deste povo, que quando está instável trabalha que nem um danado, mas quando se sente seguro aprecia imenso o trabalho dos outros. [;)]

Mas continuamos sempre à volta do mesmo problema. Não há Governo que consiga fazer reformas profundas na FP. Por este andar e segundo as contas do Pé Leve, lá para 3057 devem ter reformulado tudo isso. A partir daí é que vai ser bom...

Sinceramente, não há paciência. [:blush:]

Desculpa lá, mas estás tremendamente enganado! A maior parte dos FP que conheço trabalham como "danados" para ganhar o deles ao final do mês. E pior, não são recompensados por serem bons!! :sh) Podes ter a certeza disso! O problema são pessoas que não conseguem ver que não podem por tudo no mesmo saco! Provavelmente nem sabem do que falam na prática...pois a teoria é muito bonita! [8b]

Mais uma vez digo que a privatização não é a salvação. Poderá até, em certos casos ser a desgraça! Trabalho num hospital EPE e sou testemunha da quilo que estou a dizer! Cada vez à mais cunhas, cada vez essas cunhas ganham mais, cada vez se vê mais desigualdades! Esta é que é a vardede...

Depois quando essas administrações recebem milhões do governo em vez de se aplicar devidamente o dinheiro, na melhoria das condições de trabalho e por consequência a melhoria do serviço prestado, sabem o que se faz?
Carros de serviço.
Cartões de crédito.
Seguros.
Envelopes da melhor qualidade, com relevos e tudo...sim porque os outros já não serviam!!


Poupem-me!! Se soubessem do que falam ao menos!!

Gostava que vivessem isto no dia-a-dia, como eu! Não sou funcionário público, sou apenas um contratado que nem sequer aspira a sê-lo porque quer seguir carreira na sua area de formaçâo...mas também tenho que ser justo com quem trabalha na FP, com as suas dificuldades diárias, com a falta de motivação provocada pelas sucessivas ameaças...mesmo assim a maior parte trabalha e trabalha bem! O problema é que muita gente, tamanha é a "raiva" contra os FP´s, devido a esta mentalidade que apenas ganham e não trabalham, vai aos organismos públicos e acham que é tudo igual, se demoram 5 minutos começam a mandar bocas "à e tal porque é FP, é só conversar e beber café, á e tal"!! [8b] [8b] [8b]

Abraço
 
O que desejavam é ter a segurança da FP, mais as regalias sociais da FP e os (potenciais) bons ordenados da Privada.

Se querem ter mais dinheiro, dêm o salto.

O que é que vos impede?

Agora, façam-me um favor. Não nivelem isto tudo ao nível das vossas ambições.

Vocês é que estão prisioneiros na armadilha que criaram. [:cool:]


Qual salto ? Qual armadilha ? Quais ambiçoes ?

Eu já dei o salto da privada para a publica à 11 anos!
Ainda não me arrependi ....[;)]
 
Originalmente Colocado por Pé Leve
Com a mais forte aliança de sempre entre executivo e empresários a recuperação económica do país é certa a curto prazo...
Se um FP tivesse que mexer o rabo para ganhar o seu sustento, podes crer que as coisas melhoravam.

Mas o problema não é do FP, tenho de reconhecer. O problema é deste povo, que quando está instável trabalha que nem um danado, mas quando se sente seguro aprecia imenso o trabalho dos outros. [;)]

Mas continuamos sempre à volta do mesmo problema. Não há Governo que consiga fazer reformas profundas na FP. Por este andar e segundo as contas do Pé Leve, lá para 3057 devem ter reformulado tudo isso. A partir daí é que vai ser bom...

Sinceramente, não há paciência. [:blush:]
Pá, ó Carlos, isso nem parece teu...

A expressão "lenta e gradualmente" diz-te alguma coisa?... Pois é, como já disse milhentas vezes, o problema não são as reformas, é a forma das reformas! Já aqui usei a "imagem" do maratonista a quem, com a meta à vista, obrigar a correr mais dez quilómetros, para explicar porque razão o que está a ser feito não está a ser bem feito!

Aplicação gradual, aos que vão entrando, subscrevendo as novas regras, e continuação do honrar dos contratos celebrados antes, no espírito da boa fé contratual, muito antes destas ideias mirabolantemente revolucionárias, que reinventam a roda...[8b]

Com esta treta toda, deixa que te diga, estão criadas, em muitos serviços (...), condições ímpar para que o pessoal comece a fazer bastante menos, cumprindo escrupulosamente os objectivos e não extravasando os horários, como hoje acontece! Sabes quem perde?...
 
Desculpa lá, mas estás tremendamente enganado! A maior parte dos FP que conheço trabalham como "danados" para ganhar o deles ao final do mês. E pior, não são recompensados por serem bons!! :sh) Podes ter a certeza disso! O problema são pessoas que não conseguem ver que não podem por tudo no mesmo saco! Provavelmente nem sabem do que falam na prática...pois a teoria é muito bonita! [8b]

Mais uma vez digo que a privatização não é a salvação. Poderá até, em certos casos ser a desgraça! Trabalho num hospital EPE e sou testemunha da quilo que estou a dizer! Cada vez à mais cunhas, cada vez essas cunhas ganham mais, cada vez se vê mais desigualdades! Esta é que é a vardede...

Depois quando essas administrações recebem milhões do governo em vez de se aplicar devidamente o dinheiro, na melhoria das condições de trabalho e por consequência a melhoria do serviço prestado, sabem o que se faz?
Carros de serviço.
Cartões de crédito.
Seguros.
Envelopes da melhor qualidade, com relevos e tudo...sim porque os outros já não serviam!!


Poupem-me!! Se soubessem do que falam ao menos!!

Gostava que vivessem isto no dia-a-dia, como eu! Não sou funcionário público, sou apenas um contratado que nem sequer aspira a sê-lo porque quer seguir carreira na sua area de formaçâo...mas também tenho que ser justo com quem trabalha na FP, com as suas dificuldades diárias, com a falta de motivação provocada pelas sucessivas ameaças...mesmo assim a maior parte trabalha e trabalha bem! O problema é que muita gente, tamanha é a "raiva" contra os FP´s, devido a esta mentalidade que apenas ganham e não trabalham, vai aos organismos públicos e acham que é tudo igual, se demoram 5 minutos começam a mandar bocas "à e tal porque é FP, é só conversar e beber café, á e tal"!! [8b] [8b] [8b]

Abraço
Exactamente! O pessoal não sabe do que fala e, depois, deixa sair incongrências!...
 
Exactamente! O pessoal não sabe do que fala e, depois, deixa sair incongrências!...

Totalmente de acordo e ha função publica e função publica, poque não começam pelas Câmaras onde a maior parte está a ganhá-lo encostado, pois não são da côr politica, e em cada mandato cada vez são mais, até embaraçam..... onde um processo de uma licença passa por dezenas de mãos e é preciso sem pre cunha para avançar....
Só uma curiosidade, há pouco tempo houve um concurso interno para fp para as finanças, o entusiasmo foi muito, até fizeram aulas de preparação para o teste, pois nas finanças ganha-se mais uns tostões, as vagas eram 600....o pessoal ao ver e pressentir que nas finanças há objectivos e testes, então para se encher as ditas 600 chamaram quase até ao 2700... isso só para lembrar que à função pública que os passam a coçar e outros a bulir...
 
Desculpa lá, mas estás tremendamente enganado! A maior parte dos FP que conheço trabalham como "danados" para ganhar o deles ao final do mês. E pior, não são recompensados por serem bons!! :sh) Podes ter a certeza disso! O problema são pessoas que não conseguem ver que não podem por tudo no mesmo saco! Provavelmente nem sabem do que falam na prática...pois a teoria é muito bonita! [8b]

Mais uma vez digo que a privatização não é a salvação. Poderá até, em certos casos ser a desgraça! Trabalho num hospital EPE e sou testemunha da quilo que estou a dizer! Cada vez à mais cunhas, cada vez essas cunhas ganham mais, cada vez se vê mais desigualdades! Esta é que é a vardede...

Depois quando essas administrações recebem milhões do governo em vez de se aplicar devidamente o dinheiro, na melhoria das condições de trabalho e por consequência a melhoria do serviço prestado, sabem o que se faz?
Carros de serviço.
Cartões de crédito.
Seguros.
Envelopes da melhor qualidade, com relevos e tudo...sim porque os outros já não serviam!!


Poupem-me!! Se soubessem do que falam ao menos!!

Gostava que vivessem isto no dia-a-dia, como eu! Não sou funcionário público, sou apenas um contratado que nem sequer aspira a sê-lo porque quer seguir carreira na sua area de formaçâo...mas também tenho que ser justo com quem trabalha na FP, com as suas dificuldades diárias, com a falta de motivação provocada pelas sucessivas ameaças...mesmo assim a maior parte trabalha e trabalha bem! O problema é que muita gente, tamanha é a "raiva" contra os FP´s, devido a esta mentalidade que apenas ganham e não trabalham, vai aos organismos públicos e acham que é tudo igual, se demoram 5 minutos começam a mandar bocas "à e tal porque é FP, é só conversar e beber café, á e tal"!! [8b] [8b] [8b]

Abraço

De acordo conheço boys, que a unica coisa que souberam fazer na vida foi subir escadas para colar cartazes da sua côr politica, hoje bons carros à conta dos hospitais, enfim já são gente e ADMINISTRADORES.... será que é isto que o Socras quer fazer a toda a função pública...
 
Não sei se já aqui foi referido, mas no entanto fica aqui a informação.

"Os funcionários públicos com vínculo por nomeação poderão ver o seu regime actual de férias alterado (leia-se reduzido) e o horário semanal de trabalho alargado.

Tudo porque o Governo quer que as regras a que estão sujeitos estes trabalhadores convirjam com as dos colegas que têm contrato individual de trabalho (CIT), avança o «Jornal de Notícias».

Estas mudanças terão de ser negociadas com os sindicatos e «vertidas» para a legislação, mas constam da nova proposta para o sistema de vínculos, carreira e remunerações.
Um documento que foi mal recebido pelos sindicatos e que promete abrir uma nova frente de guerra. A convocação de greves está já a ser equacionada.

Do universo total de funcionários públicos superior a 700 mil pessoas, 81% estão vinculados por nomeação. Os restantes têm contrato (individual de trabalho ou de provimento) ou estão em regime de avença ou tarefa.
Depois de alguma especulação sobre o futuro dos que têm o chamado vínculo vitalício (os referidos 81%), o ministro Teixeira dos Santos veio clarificar que estes manterão o actual regime em matéria de cessação do vínculo, de mobilidade especial e de protecção social.

Nas «restantes matérias», passarão a ser abrangidos pelo futuro Contrato de Trabalho da Administração Pública (CTAP), um vínculo semelhante ao contrato individual de trabalho que segue as regras do sector privado."

Em http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=782757&div_id=1730
 
O que é triste, mesmo miseravel, é que haja gente que se contenta com o simples facto de os outros ficarem com menos. Ou seja, não se preocupam, nem sequer anseiam melhorar a sua condição, basta-lhes que os outros piorem.

É por isto, que este governo é tão popular. Não porque as condições de vida melhorem...nada disso! É popular porque supostamente é justo: faz com que todos fiquem IGUALMENTE mal... É de esquerda, é a esquerda moderna e progressista.

A inveja destroi o invejado mas consome o invejoso.
 
Não sei se já aqui foi referido, mas no entanto fica aqui a informação.

"Os funcionários públicos com vínculo por nomeação poderão ver o seu regime actual de férias alterado (leia-se reduzido) e o horário semanal de trabalho alargado.

Tudo porque o Governo quer que as regras a que estão sujeitos estes trabalhadores convirjam com as dos colegas que têm contrato individual de trabalho (CIT), avança o «Jornal de Notícias».

Estas mudanças terão de ser negociadas com os sindicatos e «vertidas» para a legislação, mas constam da nova proposta para o sistema de vínculos, carreira e remunerações.
Um documento que foi mal recebido pelos sindicatos e que promete abrir uma nova frente de guerra. A convocação de greves está já a ser equacionada.

Do universo total de funcionários públicos superior a 700 mil pessoas, 81% estão vinculados por nomeação. Os restantes têm contrato (individual de trabalho ou de provimento) ou estão em regime de avença ou tarefa.
Depois de alguma especulação sobre o futuro dos que têm o chamado vínculo vitalício (os referidos 81%), o ministro Teixeira dos Santos veio clarificar que estes manterão o actual regime em matéria de cessação do vínculo, de mobilidade especial e de protecção social.

Nas «restantes matérias», passarão a ser abrangidos pelo futuro Contrato de Trabalho da Administração Pública (CTAP), um vínculo semelhante ao contrato individual de trabalho que segue as regras do sector privado."

Em http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=782757&div_id=1730
Pois é, ouvi falar disso logo de manhã...

Se não estamos a andar para trás no tempo não sei...

Bem, mas estamos a caminho da fórmula chinesa de sucesso, salários miseráveis, uma semana de férias e chibata no pêlo...
 
O que é triste, mesmo miseravel, é que haja gente que se contenta com o simples facto de os outros ficarem com menos. Ou seja, não se preocupam, nem sequer anseiam melhorar a sua condição, basta-lhes que os outros piorem.

É por isto, que este governo é tão popular. Não porque as condições de vida melhorem...nada disso! É popular porque supostamente é justo: faz com que todos fiquem IGUALMENTE mal... É de esquerda, é a esquerda moderna e progressista.

A inveja destroi o invejado mas consome o invejoso.
Bem, acho que disseste tudo!...[;)]

É por causa disto que nunca seremos nada como povo...

A propósito, deixa-me juntar um mail que recebi hoje, elucidativo do que somos culturalmente:

>>"O colega do lado" por Maria João Lopo de Carvalho - texto publicado
>>no Expresso
>>
>>
>>Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o
>>marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas
>>gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de
>>levar com eles em cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito
>>horas por dia. Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e
>>feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo
>>(metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas);
>>e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de
>>mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada. É com
>>eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos
>>ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que
>>avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os
>>nossos amigos ou
>> pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que
>>revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e
>>como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o
>>rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos
>>vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos
>>sabem como e porquê. "Ai, você hoje está linda...", "Acha dr.?", "Não
>>acho, tenho a certeza, brilha como a lua"). O ambiente de trabalho é
>>assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata
>>quem é fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão.
>>Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico -
>>desafie-se o poder! Mas como perder ninguém quer, ligamos a competição
>>à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em
>>circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja forte demais e
>>excitante demais para a conseguirmos abafar. (...) Há sempre um gajo
>>porreiro em que nos escudamos e que, de facto, não nos quer tramar às
>>primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para direita, ora
>>amanteiga para a esquerda - é o gajo que quando a coisa corre bem foi
>>ele próprio que a fez (é "muita bom"), quando corre mal, fomos nós,
>>pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente
>>não acreditámos no seu teatro. Adoro a tribo dos manteigueiros
>>frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar
>>paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas,
>>que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os
>>seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a
>>quem com tanta alma chamam "menor", baralhando sem pudor humilhação
>>com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser
>>degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos
>>triunfais na "porra" do dossiê. Nós os portugueses adoramos reunir.
>>Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta
>>reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de
>>chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar
>>o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar
>>o colega do lado aqui vai disto. Agressividade quanto baste é a
>>metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem
>>a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
>>Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar
>>alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o
>>seu esplendor.
>>É com "vasos" destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos,
>>nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar
>>o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas
>>na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os
>>anos. É tudo uma questão de "ambiente" no trabalho!
>>
>>in Expresso de 09/11/2002
 
O que é triste, mesmo miseravel, é que haja gente que se contenta com o simples facto de os outros ficarem com menos. Ou seja, não se preocupam, nem sequer anseiam melhorar a sua condição, basta-lhes que os outros piorem.

É por isto, que este governo é tão popular. Não porque as condições de vida melhorem...nada disso! É popular porque supostamente é justo: faz com que todos fiquem IGUALMENTE mal... É de esquerda, é a esquerda moderna e progressista.

A inveja destroi o invejado mas consome o invejoso.

Desta vez concordo com o texto acima escrito Manuel Jasmim[;)]
 
Não sei se já aqui foi referido, mas no entanto fica aqui a informação.

"Os funcionários públicos com vínculo por nomeação poderão ver o seu regime actual de férias alterado (leia-se reduzido) e o horário semanal de trabalho alargado.

Tudo porque o Governo quer que as regras a que estão sujeitos estes trabalhadores convirjam com as dos colegas que têm contrato individual de trabalho (CIT), avança o «Jornal de Notícias».

Estas mudanças terão de ser negociadas com os sindicatos e «vertidas» para a legislação, mas constam da nova proposta para o sistema de vínculos, carreira e remunerações.
Um documento que foi mal recebido pelos sindicatos e que promete abrir uma nova frente de guerra. A convocação de greves está já a ser equacionada.

Do universo total de funcionários públicos superior a 700 mil pessoas, 81% estão vinculados por nomeação. Os restantes têm contrato (individual de trabalho ou de provimento) ou estão em regime de avença ou tarefa.
Depois de alguma especulação sobre o futuro dos que têm o chamado vínculo vitalício (os referidos 81%), o ministro Teixeira dos Santos veio clarificar que estes manterão o actual regime em matéria de cessação do vínculo, de mobilidade especial e de protecção social.

Nas «restantes matérias», passarão a ser abrangidos pelo futuro Contrato de Trabalho da Administração Pública (CTAP), um vínculo semelhante ao contrato individual de trabalho que segue as regras do sector privado."

Em http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=782757&div_id=1730

Quantos dias de férias têm por ano?

Ligeiramente off topic, o chefe da minha unidade tem que ser obrigado a tirar férias pelo chefe dele senão nunca parava. [:D]
 
Da parte dos funcionários públicos só ouço dizer que se fartam de trabalhar, que não tem regalias, que não tem progressões automáticas, que ganham mal, que são tratados de igual modo que os do privado, que podem ser despedidos.....

Da parte dos utilizadores dos serviços do estado só ouço dizer que os FP são uma cambada de malandros, cheios de regalias, que não podem ser despedidos, que é um tal treparem na carreira, tem a ADSE, trabalho garantido para a vida, bons ordenados...

O estado por seu lado parece ele próprio partilhar da segunda visão sobre os factos....

Eu próprio deparo-me com a péssima qualidade do atendimento publico, morosidade dos processos, excesso de burocracias, má vontade dos funcionários...raramente tenho motivo para dizer que determinado funcionário do estado cumpriu devidamente a sua função, e nunca tive um caso de poder dizer que determinado funcionário foi exemplar...

Nestas opiniões está 2 a 0 contra os FP

Evidentemente que não se devem fazer generalizações, mas genericamente o sector privado funciona melhor que o publico.

O sector publico é muito diferente do privado a nível de produtividade e qualidade da mesma, gestão por objectivos de lucro e com consequente optimização de todos os recursos evitando desperdícios...

Onde o modelo privado NÃO deve ser implementado é nas policias, órgãos de soberania e no ensino.
Já nas partes borucraticas e "administrativas" destes órgãos o modelo deveria ser o semi-privado, visto estes sectores não se regerem pelo lucro ou pela poupança, mas sim no controlo dos gastos..
 
Da parte dos funcionários públicos só ouço dizer que se fartam de trabalhar, que não tem regalias, que não tem progressões automáticas, que ganham mal, que são tratados de igual modo que os do privado, que podem ser despedidos.....

Da parte dos utilizadores dos serviços do estado só ouço dizer que os FP são uma cambada de malandros, cheios de regalias, que não podem ser despedidos, que é um tal treparem na carreira, tem a ADSE, trabalho garantido para a vida, bons ordenados...

O estado por seu lado parece ele próprio partilhar da segunda visão sobre os factos....

Eu próprio deparo-me com a péssima qualidade do atendimento publico, morosidade dos processos, excesso de burocracias, má vontade dos funcionários...raramente tenho motivo para dizer que determinado funcionário do estado cumpriu devidamente a sua função, e nunca tive um caso de poder dizer que determinado funcionário foi exemplar...

Nestas opiniões está 2 a 0 contra os FP

Evidentemente que não se devem fazer generalizações, mas genericamente o sector privado funciona melhor que o publico.

O sector publico é muito diferente do privado a nível de produtividade e qualidade da mesma, gestão por objectivos de lucro e com consequente optimização de todos os recursos evitando desperdícios...

Onde o modelo privado NÃO deve ser implementado é nas policias, órgãos de soberania e no ensino.
Já nas partes borucraticas e "administrativas" destes órgãos o modelo deveria ser o semi-privado, visto estes sectores não se regerem pelo lucro ou pela poupança, mas sim no controlo dos gastos..
Se o privado fosse melhor do que o público não havia déficit...

Maus exemplos e serviços medíocres no privado, em que o atendimento é um nojo? "N" exemplos, que todos, aliás, conhecemos do dia a dia!
 
Eu próprio deparo-me com a péssima qualidade do atendimento publico, morosidade dos processos, excesso de burocracias, má vontade dos funcionários...raramente tenho motivo para dizer que determinado funcionário do estado cumpriu devidamente a sua função, e nunca tive um caso de poder dizer que determinado funcionário foi exemplar...

.

Provavelmente são mal chefiados e mal motivados...

Provavelmente têm de obedecer a leis e procedimentos que nem sequer concorda...

Frequento muito o privado e tenho a mesma sensação que nunca vi um trabalhador exemplar...
 
O que é triste, mesmo miseravel, é que haja gente que se contenta com o simples facto de os outros ficarem com menos. Ou seja, não se preocupam, nem sequer anseiam melhorar a sua condição, basta-lhes que os outros piorem.

É por isto, que este governo é tão popular. Não porque as condições de vida melhorem...nada disso! É popular porque supostamente é justo: faz com que todos fiquem IGUALMENTE mal... É de esquerda, é a esquerda moderna e progressista.

A inveja destroi o invejado mas consome o invejoso.


Completamente de acordo com essa visão lúcida, Manuel.

O país está coxo. A perna esquerda avariou e fingem que é a direita que manca! ...
 
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