sergioalways
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O que pensará o Fernando Charrua acerca do Capitulo II?
é um pouco chato eu sei!
há documentos mais cientes......tenho aqui nos favoritos, mas tenho aqui tanta coisa que já nem sei o que é o quê! logo meto algo mais claro e sucinto![]
Se assim for talvez estejamos, então, no "caminho certo"!... [...A Carta reforça a ideia de que a União política é virada para o indivíduo-cidadão, mas vai mais longe, ao enunciar direitos de cariz universal, que se corporizam numa dimensão concreta, mercê de um património comum de valores e princípios humanistas no seio da "grande Europa".
e o ponto V das referidas Conclusões:
A Carta é um presente da União para os seus cidadãos, e mostra que estes são valorizados e defendidos dentro de um espaço integrado que já não se reconduz (apenas) às liberdades económicas...
Se assim for talvez estejamos, então, no "caminho certo"!... []
De que maneira?AAArrghh!!!))
Pé Leve ! é exactamente o oposto: estamos-nos a apagar!!
De que maneira?
Bem, do que li parece-me que se prepara a estruturação para que cada cidadão seja, de facto, um cidadão europeu de pleno direito e a poder aceder, seja em que espaço da grande UE, às coisas mais elementares para um pleno exercício e fruição da sua cidadania!... [mercê de um património comum de valores e princípios humanistas no seio da "grande Europa".
esta citação da citação que fiz da tese de Mestrado que o Paulo disponibilizou.....reflecte bem o que indicio: o património comum! O humanismo comum foi, no seu auge ideológico, o fomento dos maiores conflitos dentro do que é hoje a Europa.
Porque nos havemos de reger por um cabaz cultural, leia-se das Mentalidades, comum aos restantes Europeus? quais os benefícios?
Bem, do que li parece-me que se prepara a estruturação para que cada cidadão seja, de facto, um cidadão europeu de pleno direito e a poder aceder, seja em que espaço da grande UE, às coisas mais elementares para um pleno exercício e fruição da sua cidadania!... []
Pois, mas eu aí faço a distinção clara entre cidadania europeia e nacionalidade! [exactamente, unir as Instituições (porque é nisso que irá resultar. E hoje já existe um pouco esse cenário) é dos passos fulcrais para a criação de uma Confederção.... e quando der-mos por ela, irá saltar a pergunta da Internacional Socialista (e da Social-Democracia / Popularismo Europeu mais centrista): e que tal uns estados unidos da Europa?
a sua cidadania passa a ser a mesma de qualquer um.....
protesto!![]()
Pois, mas eu aí faço a distinção clara entre cidadania europeia e nacionalidade! []
A Carta nunca se poderá sobrepor à legislação de cada Estado, no que à respectiva soberania disser respeito! [Consegues domonstrar isso na Carta? eu leio nela a porta aberta para essa distinção se minguar.
Hoje quantos direitos e deveres de um cidadão da União Europeia são universais? na medida em que não interessa a nacionalidade, mas sim a acção do indivíduo dentro do espaço europeu comunitário? isto define um país, ou não?
A Carta nunca se poderá sobrepor à legislação de cada Estado, no que à respectiva soberania disser respeito! []
Bem, de todo o modo haverá um referendo, certo?...Nunca? quem impedirá os jescard-destainos (conceito inventado) de homologarem à Carta um outro documento de maior vinculação da soberania europeia: seria o Humanismo europeu no seu auge. Voltaire deliraria!
daqui a 10 anos, esta Carta pode ser um ponto de partida, distante, dessa realidade (incipiente ainda, mas cada vez mais esmorecendo).
Bem, de todo o modo haverá um referendo, certo?...
Nunca? quem impedirá os jescard-destainos (conceito inventado) de homologarem à Carta um outro documento de maior vinculação da soberania europeia: seria o Humanismo europeu no seu auge. Voltaire deliraria!
daqui a 10 anos, esta Carta pode ser um ponto de partida, distante, dessa realidade (incipiente ainda, mas cada vez mais esmorecendo).