O que fomos e o que somos Portugal

Jà fomos descobridores e donos de terras jà mandamos em meio mundo jà, fomos soberanos e respeitados por todo o lado até temidos e ricos.
O que somos agora Portugal e povo Portugues perante o mundo?:confused:
 
Jà fomos descobridores e donos de terras jà mandamos em meio mundo jà, fomos soberanos e respeitados por todo o lado até temidos e ricos.
O que somos agora Portugal e povo Portugues perante o mundo?:confused:
Perante o mundo acho que na globalidade até somos bem vistos, tirando os americanos que continuam a pensar que somos uma provincia de Espanha. [:D] [8b]

Para mim, Portugal é "apenas" o meu país e eu gosto muito dele (apesar de tudo [:D] ).
 
Este país é um país cheio de potencial, mesmo com uns poucos a tentar deitar isto abaixo, acho que temos muita capacidade de seguir em frente.

Basta apenas que as pessoas se organizem e deixem de acreditar nos boatos negativos.
 
Perante o mundo acho que na globalidade até somos bem vistos, tirando os americanos que continuam a pensar que somos uma provincia de Espanha. [:D] [8b]

Para mim, Portugal é "apenas" o meu país e eu gosto muito dele (apesar de tudo [:D] ).

Este país é um país cheio de potencial, mesmo com uns poucos a tentar deitar isto abaixo, acho que temos muita capacidade de seguir em frente.

Basta apenas que as pessoas se organizem e deixem de acreditar nos boatos negativos.
Subscrevo inteiramente!
 
eu tambem gosto mto do meu país k é potugal só tenho pena k muita gente em vez de lutar para ver se isto vai para a frente sentem desprezo de serem portugueses e toca a deitar abaixo [8b] assim não conseguimos ir a lado nenhum VIVA PORTUDAL.
 
A propósito...

A propósito...

Um artigo de um conhecido meu que escreve em O 1º de Janeiro.


http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?o...3&subsec=&id=7818ff0f2c657431456d4a90eaf4c9f3

Portugal no Mundo


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Gonçalo Coelho*

Esta semana vi Portugal através de um espelho – um espelho chamado Turquia. Por motivos decorrentes da minha ocupação profissional desvendei um pouco da forma como os turcos nos vêem. Como é sabido, uma grande parte de Portugal tende a dar maior atenção ao copo meio vazio do que ao meio cheio e, assim sendo, tendemos a receber mais opiniões de países que detêm uma imagem mais negativa de Portugal, do que opiniões positivas que o mundo detenha de nós. É assim que concedemos grande atenção à opinião que os franceses, ingleses ou alemães têm de nós e tendemos a comparar-nos com eles, a medir a nossa posição no percurso que eles escolheram seguir. Pessoalmente, gosto mais de ouvir opiniões dos asiáticos ou dos latino-americanos a nosso respeito. Por exemplo, no Brasil, o nosso queijo ou os nossos vinhos são considerados produtos de requinte e qualidade superior mas já em França, Espanha ou Inglaterra isso não acontece.
Muitos dirão que estamos na União Europeia e devemos olhar o nosso país no enquadramento europeu mas então e a globalização? O mundo português não pode ser apenas a Europa, ainda que tenhamos orgulho em ser europeus. A nossa ligação com o Brasil ou Angola (para citar apenas alguns) é bem mais forte do que com a generalidade dos países europeus e ultrapassa largamente a questão da língua. Ignorar estes laços e esta realidade seria um erro. É aí que entra a Turquia e o meu amigo turco. Através do espelho que colocou perante mim, voltei a ver a imagem do Portugal Global em deterimento da redutora imagem do Portugal Europeu, ou seja, um Portugal que é parte de um todo chamado Mundo que, um dia, ajudamos a descobrir e tornar mais próximo, não de um Portugal na cauda da Europa, geograficamente marginalizado. Se Portugal está geograficamente marginalizado na Europa, está longe de o estar no Mundo. Assim, o meu amigo turco, louvou a dieta mediterrânica, os longos almoços sem o número de obesos da Alemanha ou da Inglaterra; no Porto (onde ficou hospedado), a arquitectura típica, o belo enquadramento com o Douro, a ausência da abismal quantidade de McDonalds que reina no centro das cidades europeias; a paisagem minhota; a manutenção da indústria têxtil apesar da agressiva concorrência chinesa; o gosto das cebolas. Tudo isto sem a constante omnipresença daquela imagem que nos ofusca quando somos apresentados meramente como parte da Europa. A identidade portuguesa fica triste, pardacenta e incompleta, como um cão sem dono, quando vista apenas como parte da história e da realidade europeia. Portugal tem vocação mundial, muito mais do que europeia. Nós somos África, Ásia, América e Oceânia, sem nunca renegar que pertencemos orgulhosamente também à histórica construção europeia. Através do espelho do meu amigo turco vislumbrei uma vez mais o nosso país tal como ele é, enquadrado num espaço conquistado por direito próprio no mundo. É nesse mundo que poderemos encontrar crescimento económico, relações políticas e diplomáticas de impacto mundial, expansão e reconhecimento do nosso património histórico e cultural – em suma, um lugar único e o nosso verdadeiro único lugar.

goncalo.@.santosgmail.com
Escreve no JANEIRO quinzenalmente
 
A história é feita de ciclos, já passou o ciclo em que estavamos lá em cima pode ser que ele volte.
 
Um artigo de um conhecido meu que escreve em O 1º de Janeiro.


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Portugal no Mundo


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Gonçalo Coelho*

Esta semana vi Portugal através de um espelho – um espelho chamado Turquia. Por motivos decorrentes da minha ocupação profissional desvendei um pouco da forma como os turcos nos vêem. Como é sabido, uma grande parte de Portugal tende a dar maior atenção ao copo meio vazio do que ao meio cheio e, assim sendo, tendemos a receber mais opiniões de países que detêm uma imagem mais negativa de Portugal, do que opiniões positivas que o mundo detenha de nós. É assim que concedemos grande atenção à opinião que os franceses, ingleses ou alemães têm de nós e tendemos a comparar-nos com eles, a medir a nossa posição no percurso que eles escolheram seguir. Pessoalmente, gosto mais de ouvir opiniões dos asiáticos ou dos latino-americanos a nosso respeito. Por exemplo, no Brasil, o nosso queijo ou os nossos vinhos são considerados produtos de requinte e qualidade superior mas já em França, Espanha ou Inglaterra isso não acontece.
Muitos dirão que estamos na União Europeia e devemos olhar o nosso país no enquadramento europeu mas então e a globalização? O mundo português não pode ser apenas a Europa, ainda que tenhamos orgulho em ser europeus. A nossa ligação com o Brasil ou Angola (para citar apenas alguns) é bem mais forte do que com a generalidade dos países europeus e ultrapassa largamente a questão da língua. Ignorar estes laços e esta realidade seria um erro. É aí que entra a Turquia e o meu amigo turco. Através do espelho que colocou perante mim, voltei a ver a imagem do Portugal Global em deterimento da redutora imagem do Portugal Europeu, ou seja, um Portugal que é parte de um todo chamado Mundo que, um dia, ajudamos a descobrir e tornar mais próximo, não de um Portugal na cauda da Europa, geograficamente marginalizado. Se Portugal está geograficamente marginalizado na Europa, está longe de o estar no Mundo. Assim, o meu amigo turco, louvou a dieta mediterrânica, os longos almoços sem o número de obesos da Alemanha ou da Inglaterra; no Porto (onde ficou hospedado), a arquitectura típica, o belo enquadramento com o Douro, a ausência da abismal quantidade de McDonalds que reina no centro das cidades europeias; a paisagem minhota; a manutenção da indústria têxtil apesar da agressiva concorrência chinesa; o gosto das cebolas. Tudo isto sem a constante omnipresença daquela imagem que nos ofusca quando somos apresentados meramente como parte da Europa. A identidade portuguesa fica triste, pardacenta e incompleta, como um cão sem dono, quando vista apenas como parte da história e da realidade europeia. Portugal tem vocação mundial, muito mais do que europeia. Nós somos África, Ásia, América e Oceânia, sem nunca renegar que pertencemos orgulhosamente também à histórica construção europeia. Através do espelho do meu amigo turco vislumbrei uma vez mais o nosso país tal como ele é, enquadrado num espaço conquistado por direito próprio no mundo. É nesse mundo que poderemos encontrar crescimento económico, relações políticas e diplomáticas de impacto mundial, expansão e reconhecimento do nosso património histórico e cultural – em suma, um lugar único e o nosso verdadeiro único lugar.

goncalo.@.santosgmail.com
Escreve no JANEIRO quinzenalmente

apr:) apr:) apr:)

Gostei bastante.
 
A história é feita de ciclos, já passou o ciclo em que estavamos lá em cima pode ser que ele volte.
Isso é acreditar no D.Sebastião ou no salvador da Pátria.

Quanto ao D. Sebastião voltar, bem, sabemos já não volta.

Quanto ao salvador da Pátria, creio que somos nós, todos nós.

Recordo sempre esta frase quando vejo a palavra Pátria:

A Pátria Honrai que a Pátria vos contempla!

Tento estar a altura sempre.





 
Não ligo muito ao facto de ser Português, não tenho um orgulho especial nem me sinto especial pelo facto de ser Português. Não vibro com a selecção nem nada. Sou Português como podia ser Chinês ou Norueguês. Acho que os países resultam de casualidades históricas que foram sendo moldadas por interesses.
Assim por exemplo se calhar eu que sou do Porto tenho mais afinidades com um Galego do que com um Algarvio. Não interpretem mal, não tenho nada contra os Algarvios. Só acho que existe mais uma identidade regional, do que uma identidade nacional.
Somos um país porque históricamente resultou assim, e agora alguém tem que gerir esta coisa toda.
Desculpem lá, mas não sinto essa coisa de "Viva Portugal" fomos uma "Grande Nação", essas coisas não me dizem nada (nem me dão de comer no fim do mês). Se se proporcionasse não me causaria qualquer transtorno ir para qualquer país e ter outra nacionalidade.
 
Não ligo muito ao facto de ser Português, não tenho um orgulho especial nem me sinto especial pelo facto de ser Português. Sou Português como podia ser Chinês ou Norueguês. Acho que os países resultam de casualidades históricas que foram sendo moldadas por interesses.
Desculpem lá, mas não sinto essa coisa de "Viva Portugal" fomos uma "Grande Nação", essas coisas não me dizem nada (nem me dão de comer no fim do mês).

É +/- a minha opinião :)
 
Sabe o que é ser Portugues?

Sabe o que é ser Portugues?

Não ligo muito ao facto de ser Português, não tenho um orgulho especial nem me sinto especial pelo facto de ser Português. Não vibro com a selecção nem nada. Sou Português como podia ser Chinês ou Norueguês. Acho que os países resultam de casualidades históricas que foram sendo moldadas por interesses.
Assim por exemplo se calhar eu que sou do Porto tenho mais afinidades com um Galego do que com um Algarvio. Não interpretem mal, não tenho nada contra os Algarvios. Só acho que existe mais uma identidade regional, do que uma identidade nacional.
Somos um país porque históricamente resultou assim, e agora alguém tem que gerir esta coisa toda.
Desculpem lá, mas não sinto essa coisa de "Viva Portugal" fomos uma "Grande Nação", essas coisas não me dizem nada (nem me dão de comer no fim do mês). Se se proporcionasse não me causaria qualquer transtorno ir para qualquer país e ter outra nacionalidade.

Eu posso lhe disser o que é ser Portugues, vivo e sou Portugues também no Luxembourg, sabe o que significa este é o pais mais rico do mundo em termos de riqueza por pessoa o que permite ter um salario minimo de 1575 euros por mes, para nao falar dum salario medio, penso que me entende?
Pois é fomos nos Portugueses em termos gerais a partir dos anos 60 que fizemos deste pais o mais rico do mundo, bom ser Portugues jà é algo nao acha?
Bom é verdade que em Portugal a situacao vai mal, isso compreendo, mas se aqui vai bem aonde esta o problema? no povo? humm penso que nao aqui neste pais jà demostrou o que vale: serà dos politicos? nao sei mas penso que cabe ao povo ver a realidade ai em Portugal.
Ser Portugues nao é ser mais de que os outros; é ser igual mas ter a sua cultura propia que vem de grandes conquistas do passado e do respeito que adquirimos perante o mundo, nao é por nada que o Presidente da Comunidade Europeia é Portugues, mas ser Portugues fora do seu pais é viver com Portugal no coracao e sentir quando vemos a nossa selecao de futebol, a repressentar o nosso pais sentir com 20 vezes mais a emocao de ser um Portugues sofredor mais tambem lutador ganhador e honroso, sabe aqui quando ganhamos à Inglaterra no Mundial tivemos a cidade principal Luxembourg Cheia do nosso povo, todas as vilas até aldeia daqui os Portugueses comemoraram entende somos um pais com cerca de 50 por cento Portugues imagina o noso orgulho? quando perdemos choramos mas soubemos que fomos longe e no desporto se somos assim, imagine se fizessemos do nosso pais novamente um pais ao nivel dos Espanhois ou Franceses economicamente!
Quando estamos fora sentimos o que significa a palavra saudade, o que conhecemos mas nao sentimos quando estamos no nosso proprio pais.
Espero que um dia nos levantemos das cinzas, e mostremos a nos propios que ainda somos uma grande nacao! Ser Portugues significa Viver, Sofrer, até morrer mas com dignidade, por isso somos conhecidos no estrangeiro, grandes trabalhadores e honestos com humildade à mistura.
Espero nao ter ofendido ninguem, nunca foi este o meu ideal. VIVA PORTUGAL[kiss]


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Um artigo de um conhecido meu que escreve em O 1º de Janeiro.


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Portugal no Mundo


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Gonçalo Coelho*

Esta semana vi Portugal através de um espelho – um espelho chamado Turquia. Por motivos decorrentes da minha ocupação profissional desvendei um pouco da forma como os turcos nos vêem. Como é sabido, uma grande parte de Portugal tende a dar maior atenção ao copo meio vazio do que ao meio cheio e, assim sendo, tendemos a receber mais opiniões de países que detêm uma imagem mais negativa de Portugal, do que opiniões positivas que o mundo detenha de nós. É assim que concedemos grande atenção à opinião que os franceses, ingleses ou alemães têm de nós e tendemos a comparar-nos com eles, a medir a nossa posição no percurso que eles escolheram seguir. Pessoalmente, gosto mais de ouvir opiniões dos asiáticos ou dos latino-americanos a nosso respeito. Por exemplo, no Brasil, o nosso queijo ou os nossos vinhos são considerados produtos de requinte e qualidade superior mas já em França, Espanha ou Inglaterra isso não acontece.
Muitos dirão que estamos na União Europeia e devemos olhar o nosso país no enquadramento europeu mas então e a globalização? O mundo português não pode ser apenas a Europa, ainda que tenhamos orgulho em ser europeus. A nossa ligação com o Brasil ou Angola (para citar apenas alguns) é bem mais forte do que com a generalidade dos países europeus e ultrapassa largamente a questão da língua. Ignorar estes laços e esta realidade seria um erro. É aí que entra a Turquia e o meu amigo turco. Através do espelho que colocou perante mim, voltei a ver a imagem do Portugal Global em deterimento da redutora imagem do Portugal Europeu, ou seja, um Portugal que é parte de um todo chamado Mundo que, um dia, ajudamos a descobrir e tornar mais próximo, não de um Portugal na cauda da Europa, geograficamente marginalizado. Se Portugal está geograficamente marginalizado na Europa, está longe de o estar no Mundo. Assim, o meu amigo turco, louvou a dieta mediterrânica, os longos almoços sem o número de obesos da Alemanha ou da Inglaterra; no Porto (onde ficou hospedado), a arquitectura típica, o belo enquadramento com o Douro, a ausência da abismal quantidade de McDonalds que reina no centro das cidades europeias; a paisagem minhota; a manutenção da indústria têxtil apesar da agressiva concorrência chinesa; o gosto das cebolas. Tudo isto sem a constante omnipresença daquela imagem que nos ofusca quando somos apresentados meramente como parte da Europa. A identidade portuguesa fica triste, pardacenta e incompleta, como um cão sem dono, quando vista apenas como parte da história e da realidade europeia. Portugal tem vocação mundial, muito mais do que europeia. Nós somos África, Ásia, América e Oceânia, sem nunca renegar que pertencemos orgulhosamente também à histórica construção europeia. Através do espelho do meu amigo turco vislumbrei uma vez mais o nosso país tal como ele é, enquadrado num espaço conquistado por direito próprio no mundo. É nesse mundo que poderemos encontrar crescimento económico, relações políticas e diplomáticas de impacto mundial, expansão e reconhecimento do nosso património histórico e cultural – em suma, um lugar único e o nosso verdadeiro único lugar.

goncalo.@.santosgmail.com
Escreve no JANEIRO quinzenalmente

Adorei ler, parabéns ao senhor [;)] apr:) apr:) apr:)
 
Acho este assunto muito interessante mas tenho alguns reparos a fazer.

No artigo do Gonçalo Coelho é referido que o queijo português não tem expressão em França. Não se esqueçam qu a França tem mais de 300 queijos diferentes.

Miguel Faria, os portugueses no Luxemburgo são muitos mas ainda não são 50%. São cerca de 59.000 o que dá cerca de 13% da população.
 
Simplesmente temos uma palavra única no mundo

SAUDADE

Vai deixando de ser tempo de ter saudades do passado e começar a lançar os alicerces do futuro [;)]
 
Desculpe Sr Administrador

Desculpe Sr Administrador

Acho este assunto muito interessante mas tenho alguns reparos a fazer.

No artigo do Gonçalo Coelho é referido que o queijo português não tem expressão em França. Não se esqueçam qu a França tem mais de 300 queijos diferentes.

Miguel Faria, os portugueses no Luxemburgo são muitos mas ainda não são 50%. São cerca de 59.000 o que dá cerca de 13% da população.


Sr Administrador actualmente os Portugueses sao 33 por cento da forca de trabalho deste pais vivem actualmente 80 000 Portuguese registados no pais e nas Camaras Municipais o pais tem cerca de 400 000 mil pessoas dos quais existem em mais percentagem os Portugueses falo so dos residentes nao dos filhos do Portugueses, porque esses tem dupla nacionalidade, depois temos os Italianos que sao uma grande comunidade e Espanhois, para nao falar dos 150 000 mil trabalhadores que habitam na Franca, Alamanha, e Belgica, que vem aqui todos os dias trabalhar e regressam a casa no final de cada dia.

Por isso digo lhe no meio destes numeros quantos Luxembourgueses existem?

Sabe eu vivo aqui à muitos anos e digo lhe a media de Portugueses que vem para aqui todos os anos rondam os 5 000 mil a 8 000 mil todos os anos.
No entanto visto isso digo lhe 80 000 Portugueses, residentes registados no pais mais nao sei quantos milhares ainda nao registados no consulado ou Camaras Municipais e uma media de 2 a 3 filhos por casal Portugues por esses tambem sao Portugueses quantos somos?

Afinal sempre temos metade do pais com o nosso Povo ou nao?
Para terminar nascem 5 000 ou mais Portugueses por ano aqui jà diz mais qualquer coisa.
O nosso Jornal Oficial Portugues aqui chama se Contacto, pode consultar tudo sobre o nosso povo em www.jornal-contacto.lu , ou no site da www.radiolatina.lu e ficarà a saber a nossa realidade.
Um abraco para Portugal e também para si.

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