Scientist
Well-known member
Desculpem novamente a falta de citações.
Eu não encaro o renting como uma dívida no sentido habitual do termo. É mesmo um aluguer, mas ainda não consegui que alguém viesse cá dar feedback. Para mim pode fazer sentido uma solução destas em vez de arcar com a desvalorização.
Em relação a orçamento, 25k seria para substituir o Countryman e não para acrescentar outro carro. E sim, parece que a solução mais óbvia é mesmo ficar quieto e trocar este carro daqui a uns tempos.
Muito deste tipo de dilema também tem a ver com gostar de carros e gostar de experimentar, mas a carteira não estica… Ter 2 carros em princípio significa menos despesa do que ter 3, mas para mim poderia fazer sentido, como fui tentando descrever. Se não acrescentar um eléctrico segmento B agora, poderei acrescentar na troca do Countryman - ou seja, trocar por 2, um mais pequeno eléctrico e um familiar realmente grande, 7 lugares, ainda que diesel ou otto mais tradicional.
Só para terminar, por acaso ao vivo ainda só vi a versão Mitsubishi, o Grandis, que não tem versão híbrida no nosso mercado. O Symbioz é praticamente igual, claro, mas tem mais opções de motorização. Só me interessaria o híbrido 1.8 (antes era 1.6).
Tenho noção que não passa de um Captur esticado, portanto mais segmento B do que C, mas tem espaço comparável ao Austral, com largura inferior, e isso é mais prático. Por outro lado, o 1.2 híbrido da Renault, que equipa esses segmentos superiores, deu muita asneira e não sei se já terá endireitado…
Eu não encaro o renting como uma dívida no sentido habitual do termo. É mesmo um aluguer, mas ainda não consegui que alguém viesse cá dar feedback. Para mim pode fazer sentido uma solução destas em vez de arcar com a desvalorização.
Em relação a orçamento, 25k seria para substituir o Countryman e não para acrescentar outro carro. E sim, parece que a solução mais óbvia é mesmo ficar quieto e trocar este carro daqui a uns tempos.
Muito deste tipo de dilema também tem a ver com gostar de carros e gostar de experimentar, mas a carteira não estica… Ter 2 carros em princípio significa menos despesa do que ter 3, mas para mim poderia fazer sentido, como fui tentando descrever. Se não acrescentar um eléctrico segmento B agora, poderei acrescentar na troca do Countryman - ou seja, trocar por 2, um mais pequeno eléctrico e um familiar realmente grande, 7 lugares, ainda que diesel ou otto mais tradicional.
Só para terminar, por acaso ao vivo ainda só vi a versão Mitsubishi, o Grandis, que não tem versão híbrida no nosso mercado. O Symbioz é praticamente igual, claro, mas tem mais opções de motorização. Só me interessaria o híbrido 1.8 (antes era 1.6).
Tenho noção que não passa de um Captur esticado, portanto mais segmento B do que C, mas tem espaço comparável ao Austral, com largura inferior, e isso é mais prático. Por outro lado, o 1.2 híbrido da Renault, que equipa esses segmentos superiores, deu muita asneira e não sei se já terá endireitado…