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citação:Originalmente colocada por Rasec
se é o possível...
que mais há para achar?
citação:Originalmente colocada por jcc
citação:Originalmente colocada por Rasec
se é o possível...
que mais há para achar?
Dar uma vista de olhos à revista Visão nº643 de Junho/Julho último
[^][^][^]SALÁRIOS MILIONÁRIOS PAGOS PELO ESTADO[^][^][^]
Viva o socialismo...[][8)]
ps quem estiver mal...mude-se!
citação:Um País opaco
A VISÃO partiu para este trabalho há 22 dias. Enviou pedidos, por e-mail e por fax, fez o que lhe competia: perguntou aos ministérios, institutos e empresas públicas (ou de capitais públicos) o valor dos ordenados e regalias dos seus dirigentes. As respostas que publicamos são as honrosas excepções, ou o fruto de uma investigação jornalística que conseguiu ultrapassar a lei do silêncio. Não responderam aos nossos insistentes pedidos, ou deram respostas evasivas, muitos dos gestores de topo, ao serviço do Estado: Vítor Martins, da Caixa Geral de Depósitos, Miguel Cadilhe, da Agência Portuguesa para o Investimento, Fernando Pinto, da TAP, Luís Nazaré, dos CTT, Vítor Constâncio, do Banco de Portugal, Pedro Serra, da Águas de Portugal, Murteira Nabo, da Galp, Almerindo Marques, da RTP, José Penedos, da Rede Eléctrica Nacional, Jorge Armindo, da Portucel.
Basta ver o que acontece com a obrigação de depósito, no Tribunal Constitucional, das declarações de rendimentos destes gestores. Muitos fazem-no apenas uma vez – apresentando o IRS do ano anterior ao das suas funções em empresas públicas. Outros, como Carlos Horta e Costa, ex-presidente dos CTT, renovam anualmente a declaração, omitindo, sistematicamente, o rendimento auferido.
Os ministérios remetem para os institutos e para as empresas, estas remetem para os relatórios e contas, estes escondem a realidade. Os contratos são privados, mesmo de funcionários públicos em lugares de chefia. Ninguém parece muito interessado em revelar situações que, aos olhos dos cidadãos, configuram privilégios e regalias principescas. A VISÃO não desiste do seu propósito. Todos os casos aqui expostos serão alvo de uma queixa formal à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos.
Onde pensa que as empresas se apoiam para as suas actualização de vencimentos.citação:Originalmente colocada por ADF
Seguindo a lógica brilhante,
dos não utilizadores das SCTU em relação à introdução de portagens,
ou
dos não fumadores, em relação ao aumento do tabaco
e,
porque neste caso não sou directamente afectado
diria "que se lixem, deviam era não ter aumentos".
citação:Originalmente colocada por Nthor
Onde pensa que as empresas se apoiam para as suas actualização de vencimentos.citação:Originalmente colocada por ADF
Seguindo a lógica brilhante,
dos não utilizadores das SCTU em relação à introdução de portagens,
ou
dos não fumadores, em relação ao aumento do tabaco
e,
porque neste caso não sou directamente afectado
diria "que se lixem, deviam era não ter aumentos".
[8][8]
Exactamente na SIC noticias acabam precisamente de fazer referência
que os privados se vão apoiar nesta "indicação" para os seus aumentos
Não creio que isso aconteça...citação:Originalmente colocada por Suarez
Os aumentos propostos de 1,5% devem ser especulativos, para em futuras negociações se subir para perto de 2%