A Crise Económica da Década de 20

Viste ao menos o que eu referi?
Admito q tenho muita relutância em ver o q quer q seja desse senhor.

Além de ser especialista em ser especialista, e de ser um "perito" recorrente numa área para a qual não é sequer formado, é extremamente tendencial para a direita, chega a ser inconveniente.

Ele apresenta as coisas como factos, e muitas vezes não o são, são a opinião dele, nada mais.
 
Espremer o estado até ao tutano...

O estado não espreme o contribuinte até ao tutano?

Tendo em conta a propaganda feita, quem foi apanhado a sério com as calças na mão foi precisamente o estado, almofadas financeiras que não existem, a dívida que era cada vez mais baixa e agora disparou sem ainda não ter sido feita qualquer emissão “extraordinária”. A rota de crescimento que se desmoronou ao primeiro espirro.

Como é que se explicam as contas de sumir do Centeno?
 
Admito q tenho muita relutância em ver o q quer q seja desse senhor.

Além de ser especialista em ser especialista, e de ser um "perito" recorrente numa área para a qual não é sequer formado, é extremamente tendencial para a direita, chega a ser inconveniente.

Ele apresenta as coisas como factos, e muitas vezes não o são, são a opinião dele, nada mais.

Eu costumo ter relutância é de quem refere coisas sem sequer as ver, ou seja, não tem qualquer justificação para dizer seja o quer for, eu não disse que amava o senhor, apenas disse que ele falou bem, só isso, não estou a tentar vender nada é só a minha opinião.[;)]
 
Eu costumo ter relutância é de quem refere coisas sem sequer as ver, ou seja, não tem qualquer justificação para dizer seja o quer for, eu não disse que amava o senhor, apenas disse que ele falou bem, só isso, não estou a tentar vender nada é só a minha opinião.[;)]
Estou a ver agora.

Mas com dificuldade, aquela introdução a limpar a imagem da qual realçou o seguinte:

- JGF diz "qdo acho q sei alguma coisa, gosto de partilhar". Verdade ele acha muitas vezes q sabe e gosta mesmo de partilhar.

- Cristina Ferreira diz "às vezes é melhor falar com um jornalista em vez de um economista sobre estas questões". É isso se eu tiver um problema mecânico vou pedir opinião ao pasteleiro.

- JGF diz "mandei um jornalista fazer uma peça sobre economia, ao q ele respondeu q não tinha formação para isso, e eu disse-lhe, mas sabes o mais importante, fazer perguntas".
A ideia é boa, mas neste caso ele pede ao jornalista para fazer o q ele diz e não o q ele faz, pq ele desde há muito q não gosta de estar no lado dos q perguntam, mas sim dos q dão respostas.

Vou continuar a ver pq tens razão de criticar sem ver, depois direi o q achei.
 
Ok já vi.

Em primeiro lugar ele diz, e bem o óbvio, q a economia deve reabrir o mais depressa possível assegurando as medidas de segurança, isto todos têm dito da direita à esquerda e mais ou menos informados.

Depois diz q não lhe faz sentido separar a questão da saúde da da economia, eu discordo, pq não acautelada a questão da saúde, no futuro os custos serão sempre superiores.

Depois defende uma auto-regulação de cada sector nas medidas a tomar em cada sector, ainda q suportada em critérios técnico-científicos.

Ora deixar isso ao critério de cada sector parece-me errado, parece-me q os critérios técnico-científicos deverão ser transpostos para leis e ajustados e não deixar ao critério seja de quem for.

Dou o exemplo dos EUA e UK onde se menosprezou em larga medida o problema, e vê os custos e protestos gerados, a fatura vai ficar muito mais cara no fim.

Ou seja não concordo q tenha sido uma aula de coisa alguma, novamente foi ele a dizer uns quantos chavões óbvios e q estão absolutamente certos, mas a insiste em estragar sempre q mete a opinião dele à mistura.

Em resumo, com a ideia dele em não poder separar a saúde da economia, corremos sérios riscos de ter uma nova vaga de covid q pare o país ainda mais tempo do que agora.

E para se ver bem como o senhor está por dentro do assunto da segurança, falou q precisava cortar o cabelo, e referiu várias vezes q recorreu às cabeleireiras q trabalham na SIC, e q a senhora tomou todas as precauções, e é verdade, ela ao usar máscaras, luvas e afins protegeu-o, apenas e só a ele, pois ele ao não usar nada (ele apenas referiu e repetiu as medidas tomadas pela sra, nada disse sobre ele), fez com q a sra em causa continuasse em risco (menor do que se não usasse máscara, mas em risco).

Enfim é ver esta pessoa a dar bitaites destes misturados com assuntos seríssimos a mim preocupa-me e muito.
 
Ok já vi.

Em primeiro lugar ele diz, e bem o óbvio, q a economia deve reabrir o mais depressa possível assegurando as medidas de segurança, isto todos têm dito da direita à esquerda e mais ou menos informados.

Depois diz q não lhe faz sentido separar a questão da saúde da da economia, eu discordo, pq não acautelada a questão da saúde, no futuro os custos serão sempre superiores.

Depois defende uma auto-regulação de cada sector nas medidas a tomar em cada sector, ainda q suportada em critérios técnico-científicos.

Ora deixar isso ao critério de cada sector parece-me errado, parece-me q os critérios técnico-científicos deverão ser transpostos para leis e ajustados e não deixar ao critério seja de quem for.

Dou o exemplo dos EUA e UK onde se menosprezou em larga medida o problema, e vê os custos e protestos gerados, a fatura vai ficar muito mais cara no fim.

Ou seja não concordo q tenha sido uma aula de coisa alguma, novamente foi ele a dizer uns quantos chavões óbvios e q estão absolutamente certos, mas a insiste em estragar sempre q mete a opinião dele à mistura.

Em resumo, com a ideia dele em não poder separar a saúde da economia, corremos sérios riscos de ter uma nova vaga de covid q pare o país ainda mais tempo do que agora.

E para se ver bem como o senhor está por dentro do assunto da segurança, falou q precisava cortar o cabelo, e referiu várias vezes q recorreu às cabeleireiras q trabalham na SIC, e q a senhora tomou todas as precauções, e é verdade, ela ao usar máscaras, luvas e afins protegeu-o, apenas e só a ele, pois ele ao não usar nada (ele apenas referiu e repetiu as medidas tomadas pela sra, nada disse sobre ele), fez com q a sra em causa continuasse em risco (menor do que se não usasse máscara, mas em risco).

Enfim é ver esta pessoa a dar bitaites destes misturados com assuntos seríssimos a mim preocupa-me e muito.


Pois, tu viste essa treta que falas, por ele não falar como tu estás a fazer é que gostei da entrevista, pois por discordares dele achas que ele está errado, eu não vi nada disso, ele esclareceu alguns pontos que nunca tinha visto, isto claro que para quem não está tão por dentro dos assuntos, por exemplo, falou da forma de regressar à normalidade, fá-lo de forma simples para que as pessoas percebam, dá o exemplo dos cableireiros e até dá o exemplo dele, claro que tendo omitido se usou ou não alguma proteção devia ser logo esfaqueado ali em directo, eu acho que não, a ideia que passou é que é preciso cuidado.
Eu concordo com ele nessa autoregulação cientifica e não politica de cada sector, isso faz de mim o quê? Devo ser esfaqueado também?
Fala do aspecto que pouco ou nada se tem falado do excedente que o governo dizia que existia, cerca de 400 milhões, compara com a despesa do lay-off e nem para metade de um mês dá.
É como eu disse, não gostas da cor da meias, não gostas da entrevista, sinceramente foi muito mais enriquecedora neste tema da ecnomia em torno deste virus do que qualquer outra que tenha visto, se calhar foi por ele usar linguagem muito simples, para ti são chavões porque estás dentro do assunto, ele está a falar num programa de entretenimento para pessoas que não devem estar tão por dentro do assunto como tu.
Ele é pago para mandar bitaites, e acho que o faz muito bem e de uma forma correta.
 
Depois defende uma auto-regulação de cada sector nas medidas a tomar em cada sector, ainda q suportada em critérios técnico-científicos.

Ora deixar isso ao critério de cada sector parece-me errado, parece-me q os critérios técnico-científicos deverão ser transpostos para leis e ajustados e não deixar ao critério seja de quem for.

É óbvio que as medidas têm de ser desenhadas tendo em conta as especificidades de cada setor. Ele em momento algum disse que seriam da inteira responsabilidade de cada setor. E se não estou em erro também falou na fiscalização, que o Estado gosta de descurar.
 
Fala também de outra coisa que ainda não vi ninguém referir. Todas as semanas cai divida contraida pelo estado, com muito menos receitas o governo está a suportar essa divida com mais divida, somando aos custos desta crise, nunca tinha visto isso por este lado, sinceramente acho que foi uma entrevista muito esclarecedora em pontos que o comum dos mortais não pensa normalmente nestas alturas.
 
Pois, tu viste essa treta que falas, por ele não falar como tu estás a fazer é que gostei da entrevista, pois por discordares dele achas que ele está errado, eu não vi nada disso, ele esclareceu alguns pontos que nunca tinha visto, isto claro que para quem não está tão por dentro dos assuntos, por exemplo, falou da forma de regressar à normalidade, fá-lo de forma simples para que as pessoas percebam, dá o exemplo dos cableireiros e até dá o exemplo dele, claro que tendo omitido se usou ou não alguma proteção devia ser logo esfaqueado ali em directo, eu acho que não, a ideia que passou é que é preciso cuidado.
Eu concordo com ele nessa autoregulação cientifica e não politica de cada sector, isso faz de mim o quê? Devo ser esfaqueado também?
Fala do aspecto que pouco ou nada se tem falado do excedente que o governo dizia que existia, cerca de 400 milhões, compara com a despesa do lay-off e nem para metade de um mês dá.
É como eu disse, não gostas da cor da meias, não gostas da entrevista, sinceramente foi muito mais enriquecedora neste tema da ecnomia em torno deste virus do que qualquer outra que tenha visto, se calhar foi por ele usar linguagem muito simples, para ti são chavões porque estás dentro do assunto, ele está a falar num programa de entretenimento para pessoas que não devem estar tão por dentro do assunto como tu.
Ele é pago para mandar bitaites, e acho que o faz muito bem e de uma forma correta.

Estás completamente ao lado do q eu disse, mas ok, estás a basear-te numa entrevista eu admito q estou a basear-te em várias onde ele recorrentemente faz o mesmo, em vez de fazer perguntas, dá as respostas, é apenas a opinião dele, mas sempre apresentada sob certezas absolutas, tão absolutas como o BES estar protegido e ser seguro investir no BES.
 
Estás completamente ao lado do q eu disse, mas ok, estás a basear-te numa entrevista eu admito q estou a basear-te em várias onde ele recorrentemente faz o mesmo, em vez de fazer perguntas, dá as respostas, é apenas a opinião dele, mas sempre apresentada sob certezas absolutas, tão absolutas como o BES estar protegido e ser seguro investir no BES.

Desculpa lá, mas ele estava ali para dar as respostas, e foi o que ele fez, não faço ideia o que fazes na vida, mas parece que falas de economista para economista (mesmo ele não o sendo), eu pouco ligo a essas coisas, só mesmo o que se vai falando nas noticias e pouco mais e acho que ele é muito esclarecedor nesses temas, falou de economia num nivel muito simples para que as pessoas entendam.
No que faz quando entrevista alguém... são outros quinhentos, não foi esse o mote hoje naquele programa.
 
É óbvio que as medidas têm de ser desenhadas tendo em conta as especificidades de cada setor. Ele em momento algum disse que seriam da inteira responsabilidade de cada setor. E se não estou em erro também falou na fiscalização, que o Estado gosta de descurar.

A adaptação sim, a regulação ser de cada sector é muitíssimo perigoso, basta haver um sector onde quem manda ache o trade-off entre vidas/custos aceitável e lá teremos nós uma nova vaga de Covid, bastando para isso q nas medidas q adotem baixem os cuidados a ter em termos de procedimentos ou de material de proteção (obrigando ao uso de material por tipo e vez de por grau de proteção).

E tem piada o senhor não quer o estado a regular mas a fiscalizar já dá jeito, é isso não é?

A base da auto-regulação tem de ter força de lei e penalizações severas, como crime grave em caso de incumprimento, depois sim cada sector sabendo disso poderá e deverá adaptar as suas regras em função disso.

Não é nada disto q ele diz, ele não quer o estado a legislar no q não conhece mas quer os privados a decidir sobre o q igualmente não conhecem, questões de saúde.
 
A adaptação sim, a regulação ser de cada sector é muitíssimo perigoso, basta haver um sector onde quem manda ache o trade-off entre vidas/custos aceitável e lá teremos nós uma nova vaga de Covid, bastando para isso q nas medidas q adotem baixem os cuidados a ter em termos de procedimentos ou de material de proteção (obrigando ao uso de material por tipo e vez de por grau de proteção).

E tem piada o senhor não quer o estado a regular mas a fiscalizar já dá jeito, é isso não é?

A base da auto-regulação tem de ter força de lei e penalizações severas, como crime grave em caso de incumprimento, depois sim cada sector sabendo disso poderá e deverá adaptar as suas regras em função disso.

Não é nada disto q ele diz, ele não quer o estado a legislar no q não conhece mas quer os privados a decidir sobre o q igualmente não conhecem, questões de saúde.

Onde ele diz isso?
 
Onde ele diz isso?
Diz claramente q não quer uma imposição a eito para todos os sectores por parte do estado.

Diz depois q quer q a iniciativa seja de cada sector e depois combine com o estado.

Isto é inexequível sem aquilo q eu disse.

O estado regula primeiro as medidas sanitárias de proteção obrigatórias e aí sim, cada deverá pronunciar-se.

Não o contrário.
 
A regulação do Estado também deixa muito a desejar. A banca já estourou sob supervisão do Estado, as fraudes habituais seguem de vento em popa, continuamos a ser um paraíso de fuga ao fisco, etc..

Eu acho é que quanto mais gente tiveres na decisão, mais dificil de fazer esses jogos corruptos, além de teres pessoas mais bem informadas acerca do sector em causa.
 
Diz claramente q não quer uma imposição a eito para todos os sectores por parte do estado.

Diz depois q quer q a iniciativa seja de cada sector e depois combine com o estado.

Isto é inexequível sem aquilo q eu disse.

O estado regula primeiro as medidas sanitárias de proteção obrigatórias e aí sim, cada um deverá regular-se.

Não o contrário.

É isto.
Andas a ver o que nasce primeiro, se o ovo ou a galinha, no final fica tudo igual, acho é que tens algo que te tolda o raciocinio em relação ao homem, só isso.
 
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