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Blindar é impossível. O ouro pode cair, o dinheiro e as obrigações desvalorizar.
Pode-se é reduzir os riscos.
Qualquer pessoa é afectada pelas crises. Ou é porque o negócio baixa, têm de reduzir salários ou margem. Ou os familiares perdem rendimento ou neste casos apanham COVID. Afecta praticamente sempre a família.
Podem é estar mais bem preparados que outros.
Agora para previsões à Prof. Chibanga Macro. Por agora ainda parece cedo para suposições, mas parece claro um abrandamento em 2 trimestres pelo menos. Depois o próximo Inverno parece incógnita.
Toda a gente é afetada pelas crises, ainda que algumas o sejam indiretamente...
Só a crise de 2008 "limpou" ao fundo de pensões da segurança social 200Milhões de euros! Por esta altura e com a quebra bolsista das últimas semanas já deve ter "limpado" outro tanto... depois a malta quer pedir reforma e não à dinheiro...
Não se blindam investimentos
MAs a riqueza e sempre relativa
1 milhao em termos absolutos nao e muito se um pacote de bata fritar custar 1000 euros
O seja mesmo como uma correção de 50% o bezzos continuaria a a ser o mais bem Sucedido se toda a gente cair 50%
A questão é que eu encaro sempre as crises como a oportunidade por excelência
E sempre a altura em que consigo multiplicar o número de activos mesmo que percam valor
A crise 2008 deu um Porsche em 2009
Talvez esta seja a crise huracan
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A minha crise é eu desembolsar para a minha filha um AMG 45 S de 421 CV, porque a Mãe tem um Classe A 220 d, e a minha filha também quer, porque achou o utilitário da Mercedes Giro, fofinho e é fácil de estacionar!
Sim, mas aparentemente jogas num nível bem diferente de 90% de quem por cá anda... money makes money já é mais que sabido.
E activos nunca são demais claro. Agora para gajos que não tem Heranças nem património que recebem <1000€ é muito dificil conseguir qualquer aproveitamento destas crises , sendo por norma apenas prejudicados pela mesma razão que falas na correcção de 50% hipoteticamente.
Sim, mas aparentemente jogas num nível bem diferente de 90% de quem por cá anda... money makes money já é mais que sabido.
E activos nunca são demais claro. Agora para gajos que não tem Heranças nem património que recebem <1000€ é muito dificil conseguir qualquer aproveitamento destas crises , sendo por norma apenas prejudicados pela mesma razão que falas na correcção de 50% hipoteticamente.
A minha crise é eu desembolsar para a minha filha um AMG 45 S de 421 CV, porque a Mãe tem um Classe A 220 d, e a minha filha também quer, porque achou o utilitário da Mercedes Giro, fofinho e é fácil de estacionar!
E como explicas o sucesso dos gajos que fizeram dinheiro sem ter heranças, património ou dinheiro, apenas uma visão, uma ideia?
Já devias saber que neste fórum não se explicam investimentos, apenas se afirma que temos. E conselhos de advogados "Pro bono" também são proibidos.
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Já está respondido. E não sou consultor, e cada caso é um caso.
Existe contudo um excelente caminho:
Aprender lendo muito (existem milhares de artigos, livros e/ou videos online como o fazer), experimentar (e por vezes falhar,) arriscar e ter perserverança.
De resto e como existiu muito celeuma em recilação à palavra "blindagem", e como já referi anteriromente noutro tópico (e alguns já aqui o referiram) não existe blindagem a 100% - Isso é impossível.
Agora, existem maneiras de diversificar os portfolios para um "rainy day" e cobrir (dentro do possivel) todas as hipóteses.
Para mim, passam por diferentes produtos mobiliários e imobiliários, que me trazem rendimentos passivos e a minha actividade laboral onde mesmo durante a crise sempre existiu procura de mão-de-obra, e à qual até tirei posteriromente uma pós-graduação.
Cada um tem de se preparar á sua maneira, ver o que mais lhe convém. Claro que existem sempre danos colaterais na sociedade, mas isso faz parte do mundo em que vivemos...Sobrevivência dos mais aptos/fortes.
De resto, e acima de tudo, pouco me importa e é igual ao litro, se pensam que "apenas afirmam que têm", pois quem no final se fica a rir sou eu e todos os outros que já escreveram com a mesma forma de pensar que eu que vão retirar possiveis proveitos do que daí advem.
Nesse caso, lamento informar-te, não estás blindado de nada.
Que diversifiques os investimentos é um excelente método de gestão e é de aplaudir. Porém não é correcto usares essa palavra q significa total proteção em relação às flutuações dos mercados pq está objectivamente errada.
Para está semana espero uma intervenção enérgica do bce tipo um novo QE ou coisa parecida.
A FED n’a terça passada desceu 0,5% na taxa de referência e de modo totalmente inesperado dado q nem reunião estava prevista.
É altura da Sra Lagarde mostrar o q vale. Se uma bolha cheia de ar ou se uma economista a sério.
Nas bolsas volatilidade é certa.
Para está semana espero uma intervenção enérgica do bce tipo um novo QE ou coisa parecida.
A FED n’a terça passada desceu 0,5% na taxa de referência e de modo totalmente inesperado dado q nem reunião estava prevista.
É altura da Sra Lagarde mostrar o q vale. Se uma bolha cheia de ar ou se uma economista a sério.
Nas bolsas volatilidade é certa.
A lagarde nao tem nada para mostar
Vai fazer o que baixar a taxa de juro?
Mais ainda ?
E com isso levar os bancos a falencia?
Não há munições no bce
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Um QE como é óbvio. Fala-se até num crédito fiscal às famílias.
Ainda bem falas na banca. Tem apanhado uma malha monumental. Por cá a queda do BCP tem sido enorme. Está quase em mínimos históricos.
No momento em que escrevo, temos 13 casos confirmados de Covid 19 cá em Portugal, havendo já vários casos e fatalidades mesmo nos USA estando a situação totalmente descontrolada em Itália, com o colapso dos serviços de saúde na zona Norte.
Optei por abrir este tópico porque o outro está centrado nas questões de saúde e porque acredito que as consequências deste surto podem ser semelhantes às Grandes Depressões de 1929 e 2008.
Para já vamos com 2 semanas de intensas quedas das bolsas internacionais que prenuncia o que aí vem. O Petroleo desabou fruto da forte interrupção de consumo na China e da situação periclitante em que todas as economias vão ficar se o controlo da doença não for conseguido a breve trecho. A situação pela China parece +- controlada e o governo deu ordem para que as empresas retomem a actividade o que muitas deles contornam limitando-se a ligar as luzes e o a/c mesmo que ninguém esteja a trabalhar.
Creio que o problema principal é a total interrupção da correia de produção. Na economia conectada os efeitos são em cascata. O Turismo também sofre um monumental revés. Mesmo nesta fase relativamente inicial já há companhias aéreas a falir e a nossa tap propõe licenças sem vencimento ao staff (???!!) o que é absolutamente singular!
Por cá então os efeitos poderão não ser menores. Continuamos com uma economia altamente endividada ao nível dos privados. O crédito ao consumo e à habitação está em níveis recorde.
O sector chave da nossa economia que é o turismo será fortemente afectado.
A divida publica está nos níveis absolutos mais altos de sempre. 4/5 anos de bonança e pouco ou nada se fez a esse nível.
O BCE tem pouca margem de manobra dado que os juros já estão a 0 ou menos. Um novo QE é praticamente certo.
Ou seja, temos todos os condimentos para uma nova crise mundial.