A Crise Económica da Década de 20

A solidariedade de facto não é de todo compativel com uma atitude fria e egoista. Mas mesmo os egoistas percebem que as suas atitudes também terão consequências para eles. A consequência neste caso tem uma grande probabilidade de ser o fim da UE, um Brexit generalizado. Perdido por 100, perdido por mil, se os países já estão na mais completa m*rda e miséria financeira e o resto da UE não ajuda, então não serve para nada e mais vale ter uma moeda própria para ao menos poderem controlar a inflacção, etc...

As pessoas quando se casam é porque juntos são mais fortes, mas de depois numa crise o outro em vez de ajudar ainda goza contigo, a relação não vai durar muito tempo.

As consequências foram certamente equacionadas pela Holanda aquando da decisão, e aí é que está o problema, porque além das consequências há as possíveis consequências [;)]

Não vale a pena vires com a conversa da solidariedade que a Holanda já deu muito sangue na UE..
E além disso, é um país em muito melhor posição para um possível colapso da União, se este for entretanto decretado por António Costa. [:D]

É preciso meter isto na cabeça, a solidariedade não se impõe, ninguém têm direito á solidariedade de 3os.

Uma união, ou casamento, só funciona de forma voluntária, se não percebes isso, és tu que estás a assinar o fim desta. [;)]
 
É preciso meter isto na cabeça, a solidariedade não se impõe, ninguém têm direito á solidariedade de 3os.

Uma união, ou casamento, só funciona de forma voluntária, se não percebes isso, és tu que estás a assinar o fim desta. [;)]

Não discordo disso em NADA.

O que eu estou a argumentar é que nesse caso a relação está condenada. Repara, um gajo casa-se com uma mulher sabendo à partida que ela ganha menos que ele. A coisa vai-se mantendo até que de repente surge uma crise, ele tem reserva financeira suficiente para continuar a comprar bifes de vaca, ela está prestes a morrer à fome. Ela não tem o direito de lhe exigir que passe a comer costeletas de porco para ela não morrer à fome só porque ela ganha menos, mas se ele não o fizer voluntáriamente não passa de uma besta quadrada FDP que só merece um par de murros naqueles c*rnos. :)

Estamos entendidos nisto?

Para além de que aqui a Holanda (ou melhor, o ministro Holandês) ainda não ter percebido que isto não vai ser uma crise como as outras, nesta ou se juntam todos ou morrem todos. A Holanda sozinha - que vive sobretudo à base de serviços financeiros - também não se vai safar, isto é algo sem precedentes.
 
Só que tu não tens autoridade sobre a Holanda.

Quando escreves que "eles ainda não perceberam", eu tenho que voltar a insistir, tu ali não mandas, são um país maior e muito bem vacinado, têm gente inteligente o suficiente para o ter tornado um dos mais prósperos países do mundo.

Portanto, se não percebes eu posso repetir, não podes impor solidariedade, ninguém pode ser forçado a ser solidário. A Holanda é dona de si.

É isto que está em causa, contra vontade não é solidariedade, e nunca acaba bem. :)
 
Vocês ainda não perceberam que com solidariedade ou sem solidariedade a guita que vier vamos ter que devolver, e portanto só existem duas soluções

Ou a malta morre agora

Ou morre daqui por um ano com aumento de impostos que vais ser necessário.


Portanto o melhor é deixar morrer alguns agora para ver se safam alguns mais tarde....
 
Não discordo disso em NADA.

O que eu estou a argumentar é que nesse caso a relação está condenada. Repara, um gajo casa-se com uma mulher sabendo à partida que ela ganha menos que ele. A coisa vai-se mantendo até que de repente surge uma crise, ele tem reserva financeira suficiente para continuar a comprar bifes de vaca, ela está prestes a morrer à fome. Ela não tem o direito de lhe exigir que passe a comer costeletas de porco para ela não morrer à fome só porque ela ganha menos, mas se ele não o fizer voluntáriamente não passa de uma besta quadrada FDP que só merece um par de murros naqueles c*rnos. :)

Estamos entendidos nisto?

Para além de que aqui a Holanda (ou melhor, o ministro Holandês) ainda não ter percebido que isto não vai ser uma crise como as outras, nesta ou se juntam todos ou morrem todos. A Holanda sozinha - que vive sobretudo à base de serviços financeiros - também não se vai safar, isto é algo sem precedentes.

o teu paraleilismo ha primeira esta certo, mas a historia nao é bem essa

O marido poupa 30%, ela gasta tudo nas unhas, no cabelo, e na zara, a quando da primeira crise ele resolve, passa a crise e ela volta ao mesmo
Nova crise e a mesam historia
3ª crise e ele mandaa comer unhas de gele e faturas de cabeleireiro
percebes?
é disto que se trata
5 ano sem austeridade, 35 horas e reposição de rendimentos
agora nao ha problema nenhum o costa resolve
ja nao ha nem crise nem austeridade
pronto é isto
 
O que está em causa pelo menos para mim, não é a questão da solidariedade (acho até que nem foi isso que Costa e outros questionaram), é a forma como muitos dos políticos se comportam hoje, parecem 2 tasqueiros a discutirem futebol num café.
Não há sentido de Estado nenhum, políticos medíocres em todo o lado, este holandês a ser verdade o que foi dito é apenas mais um.
Este é momento de União não de apontar armas e de disparar e mesmo disparando é preciso ter jeito para pegar na arma e saber disparar, não é fazer como os outros que mandam aviões abaixo.
 
E ainda falta o Costa ameaçar com o principal trunfo...

Mandar o seu ponta de lança, especialista em fotocópias, Sócrates para o BCE. As impressoras até gritariam por socorro!!
 
Problema é que não foram apenas os países que deram o estoiro

Acham que a França ou a Bélgica, que subescreveram também, são PIIGS?

Estigma contra os negros preguiçosos do Sul, como aconteceu no furacão katrina.

Minha posição política sempre foi direita em Portugal (e Espanha) e esquerda no mundo, porque detrás da lógica de controlo da emigração devido refugiados etc está esta capa de xenofobia de loiros arianos.
 
Portugal se tivesse sido bem governado nos últimos 5 anos andaria com uma dívida à volta dos 100% do produto neste momento que, não sendo nada de especial, permitiria agora uma margem bem mais razoável para o Estado poder injectar liquidez na economia para não se afundar e entrar numa espiral recessiva.

Como não foi (e se fez tudo pelo mínimo desperdiçando o melhor contexto externo das últimas 3 décadas) estamos praticamente na mesma e agora a dívida vai subir outra vez para níveis preocupantes (>150%).

O diabo chegou e a culpa é de todos os que andaram a subscrever o que foi feito.

Continuem a apoiar políticas procíclicas porque o resultado é sempre o mesmo: chega a primeira curva e não há travões ou pneus de jeito para desacelerar com controlo e o carro despista-se.

E agora a grande esperança, mais uma vez como era em 2010, é mutualizar a dívida. E como não vai acontecer vamos ver brevemente o retorno da conversa da Esquerda sobre não pagar a dívida e fazer tremer as pernas dos banqueiros alemães. Que clássico.

#carregaCenteno [:p]
 
O que está em causa pelo menos para mim, não é a questão da solidariedade (acho até que nem foi isso que Costa e outros questionaram), é a forma como muitos dos políticos se comportam hoje, parecem 2 tasqueiros a discutirem futebol num café.
Não há sentido de Estado nenhum, políticos medíocres em todo o lado, este holandês a ser verdade o que foi dito é apenas mais um.
Este é momento de União não de apontar armas e de disparar e mesmo disparando é preciso ter jeito para pegar na arma e saber disparar, não é fazer como os outros que mandam aviões abaixo.
estao a misturar duas coisa
Uniao, esforço conjunto, partilha de informação, coordenacao de sistemas de saude e de forças policiais, acçao conjunta é uam coisa
Divida conjunta é outra

Eu nao estou de quarente, estou a trabalhar normalmente, e estou a ajudar pessoas, faço compras para outras pessoas, estou a bricat ao 3D para ajudar , ja ajudei fui a farmacia para os vizinhso da minha sogra e como sei que estao numa situação dificil nem lhe pedi o dinheiro, ( uma miseria de 25 euros) que a mim nao me faria diferença, mas nunca seria fiadores deles. E aqui goste-se ou nao é igual, eurobonds é uns serem fiadores dos outros
 
estao a misturar duas coisa
Uniao, esforço conjunto, partilha de informação, coordenacao de sistemas de saude e de forças policiais, acçao conjunta é uam coisa
Divida conjunta é outra

Eu nao estou de quarente, estou a trabalhar normalmente, e estou a ajudar pessoas, faço compras para outras pessoas, estou a bricat ao 3D para ajudar , ja ajudei fui a farmacia para os vizinhso da minha sogra e como sei que estao numa situação dificil nem lhe pedi o dinheiro, ( uma miseria de 25 euros) que a mim nao me faria diferença, mas nunca seria fiadores deles. E aqui goste-se ou nao é igual, eurobonds é uns serem fiadores dos outros

Eu estou a falar do que o holandês disse sobre a Espanha por exemplo, a ser verdade é uma besta quadrada.
As eurobonds são outra coisa, mas já deixei claro acima o que acho das mesmas e em que situação devem ser emitidas. E ainda aqui não vejo o porquê dos holandeses dentro de um espírito europeu não possam aceitar para esta situação especifica e excepcional.

Acho piada dizeres que não eras fiador, mas já lhes deste 25€ (já os perdeste), podias ser fiador de 20€ e já ficavas a ganhar 5€! Pode ser apenas isto que está em causa. Se calhar com as eurobonds todos os países recuperam mais rápido e todos ganham no fim, não é este afinal o espírito de criação da UE?
 
Por acaso tenho dúvidas que a UE escape totalmente ilesa a este problema. E tb me preocupa a eventual desintegração de Espanha...

"António Costa está habituado a destratar portas adento todo e qualquer um que discorde dele. Por cá isso passa por carisma e outras patetices similares. Acontece que qualquer ser que acompanha as notícias sobre Espanha tem exactamente as mesmas dúvidas que o ministro das Finanças holandês.

O governo de Espanha anunciou-se ao mundo com os seguintes propósitos: «Sánchez e Iglesias aspiran a ser “un referente mundial” de modernidad, progreso y feminismo. El presidente en funciones agradece la “generosidad” y “enorme dosis de responsabilidad” de su socio de Gobierno y este afirma que el futuro Gobierno combinará la “experiencia” socialista y la “frescura” de Unidas Podemos»

Rios de dinheiro corriam para a propaganda, para calar os nacionalismos, para promover políticas disto daquilo.

Governar no sentido de governar nada de nada.
Isso sim foi e é repugnante.

O resto é conversa."

Cuidado com as palavras
 
Tenho uma impressão de já ter visto este filme há uns anos atrás [:D]

E nao me preocupava mto com o que o Costa disse. Já nos chamaram bebedolas e put@nheiros. Nada mudou.

Sabem como é que isto vai acabar? "Ai aguenta, aguenta!"
 
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O que está em causa pelo menos para mim, não é a questão da solidariedade (acho até que nem foi isso que Costa e outros questionaram), é a forma como muitos dos políticos se comportam hoje, parecem 2 tasqueiros a discutirem futebol num café.
Não há sentido de Estado nenhum, políticos medíocres em todo o lado, este holandês a ser verdade o que foi dito é apenas mais um.
Este é momento de União não de apontar armas e de disparar e mesmo disparando é preciso ter jeito para pegar na arma e saber disparar, não é fazer como os outros que mandam aviões abaixo.

Parecem 2 tasqueiros porque o eleitorado - cada vez mais - gosta desse estilo; gosta das telenovelas todas que se criam à volta destas pntelhices.
 
A Crise Económica da Década de 20 – Covid 19

A Crise Económica da Década de 20 – Covid 19

1 274 000 000€

Foi o excedente orçamental até Fevereiro.

É este o motivo pelo qual o Costa fala grosso, esse e o superávit 2019.

Pt tem - tinha - as contas públicas em ordem, well sort of- ver o q escrevi sobre o valor absoluto da dívida.

Mesmo a taxa da república a 10 tem tido uma prestação mto razoável.

Acho bem que o Costa tente fazer o máximo para conseguir as coronabonds. É agora ou nunca.

Se esse máximo incluir chamar xenófobo a um xenófobo, seja!
 
O mecanismo europeu de emergência dá aceso a até 2% do PIB; há quem não queira usar (ver artigo do El País que o cuica colocou).
Portugal, ainda no dia 18/03 emitiu dívida a 1 ano com taxa negativa. Não foi em 2019; foi mesmo há meia dúzia de dias.
Até parece que há quem não queira tomar medidas, e arcar com as responsabilidades das mesmas (isso é política ...) e ande com estes expedientes para arranjar uma desculpa externa; o que diga-se em crises é bastante habitual.
 
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