A Crise Económica da Década de 20

Lembrei-me das concessionárias de AE como Brisa e Ascendi. Carregadinhas de dívida em q o cashflow constante é uma enorme mais valia. Deve ter secado 80% do tráfego em todo o lado, mesmo na A1.
 
Lembrei-me das concessionárias de AE como Brisa e Ascendi. Carregadinhas de dívida em q o cashflow constante é uma enorme mais valia. Deve ter secado 80% do tráfego em todo o lado, mesmo na A1.

Eu não estaria muito preocupado. Todas as concessionárias têm contratadas com o estado português um regime de indemnizações compensatórias. No fundo quem paga as quebras de tráfego somos nós...
 
Lembrei-me das concessionárias de AE como Brisa e Ascendi. Carregadinhas de dívida em q o cashflow constante é uma enorme mais valia. Deve ter secado 80% do tráfego em todo o lado, mesmo na A1.

Eu não estaria muito preocupado. Todas as concessionárias têm contratadas com o estado português um regime de indemnizações compensatórias. No fundo quem paga as quebras de tráfego somos nós...

É isso mesmo, essas empresas tem um Rendimento Minimo Garantido...
 
Vamos ver se esta vai ser uma tendência:

https://www.scmp.com/news/asia/east...TPCOnKc2I9g-dj3-HTb1p3D1o5L03f1nFSZ5OgxZC2Cgk

Japan to pay firms to leave China, relocate production elsewhere as part of coronavirus stimulus
  • More than US$2 billion of the country’s record economic stimulus package will be used to help companies move production away from China
  • The move coincides with what should have been a celebration of friendlier ties between the two countries, before the pandemic struck

 

Esta pandemia foi a maior machadada possível que a globalização poderia ter levado.

A abertura de fronteiras e a liberdade de circulação que conhecemos até há 1 mês atrás nunca mais vai voltar a ser o que era.

Depois disto a saúde pública vai passar a ser a 1ª prioridade e a 2ª vai ser a defesa. A economia vai ser a 3ª e sem grandes entusiasmos com excessos que ultrapassem (largamente) o necessário e o conforto.

Essa decisão japonesa é um marco histórico que não vai parar. É a queda de Constantinopla do séc. XXI.
 
Voltar
Superior