A Crise Económica da Década de 20

A malta adora acreditar em milagres.
A banca tem que aceitar todo o tipo de moratórias. A banca tem que cobrar spreads baixos no empréstimo a empresas, quando há uma percentagem enorme desses créditos vai acabar em incumprimentos. Os agentes de fiscalização e supervisão andaram a fechar os olhos ao ritmo de crescimento dos créditos pessoais e para habitação nos últimos anos.

Depois quando os bancos estiverem novamente cheios de imparidades vai andar toda a gente a rasgar as vestes.

a situação no crédito pessoal e auto é surreal.
 
A malta adora acreditar em milagres.
A banca tem que aceitar todo o tipo de moratórias. A banca tem que cobrar spreads baixos no empréstimo a empresas, quando há uma percentagem enorme desses créditos vai acabar em incumprimentos. Os agentes de fiscalização e supervisão andaram a fechar os olhos ao ritmo de crescimento dos créditos pessoais e para habitação nos últimos anos.

Depois quando os bancos estiverem novamente cheios de imparidades vai andar toda a gente a rasgar as vestes.
Há que dizer isto com frontalidade
 
A Crise Económica da Década de 20 – Covid 19

A Crise Económica da Década de 20 – Covid 19

Vamos ter recessão, sim...

Mas bater no óbvio 10.000 ao dia, só aumenta... a recessão.
Já não vejo notícias, aliás para minha tristeza, tenho imensa dificuldade em acreditar em qualquer grande título nacional.
Ontem tive acesso a um estudo , que referia as marcas que contribuíram positivamente e negativamente, para debelar a crise sanitária.
A CMTV aparece como a pior marca destacadamente, a par da maioria da banca e outro títulos.
Estes anormais editores são criminosos, estão a ganir e ainda se enterram mais
 
A malta adora acreditar em milagres.
A banca tem que aceitar todo o tipo de moratórias. A banca tem que cobrar spreads baixos no empréstimo a empresas, quando há uma percentagem enorme desses créditos vai acabar em incumprimentos. Os agentes de fiscalização e supervisão andaram a fechar os olhos ao ritmo de crescimento dos créditos pessoais e para habitação nos últimos anos.

Depois quando os bancos estiverem novamente cheios de imparidades vai andar toda a gente a rasgar as vestes.


Tenho que fazer aqui um reparo.[;)]

A fiscalização fechou os olhos por pressão dos próprios bancos, estes só emprestam se quiserem, ninguem os obriga. Portanto, atuam por conta e risco.


a situação no crédito pessoal e auto é surreal.

Ainda em Fevereiro o crédito ao consumo tinha aumentado 15%!
 
Tenho que fazer aqui um reparo.[;)]

A fiscalização fechou os olhos por pressão dos próprios bancos, estes só emprestam se quiserem, ninguem os obriga. Portanto, atuam por conta e risco.




Ainda em Fevereiro o crédito ao consumo tinha aumentado 15%!


O BCE foi quem mais ajudou à festa. O desmame aos juros "0" e até negativos já devia ter acontecido há 2 anos.

Ainda no início do ano a banca pressionava o BCE para o fim deste estímulo.

https://www.jornaldenegocios.pt/emp...onam-bce-para-fim-de-taxas-de-juros-negativas
 
Essa é uma daquelas promessas que o AC vai ter de engolir... Cá estaremos para assistir, infelizmente.

E vai ter que o fazer bebendo copadas de água porque é um sapo muito grande. Se a realidade for o que começa a parecer que vai ser vai haver algumas linhas vermelhas a serem ultrapassadas como por exemplo o plafonamento de pensões e reduções nominais de salários.
 
E vai ter que o fazer bebendo copadas de água porque é um sapo muito grande. Se a realidade for o que começa a parecer que vai ser vai haver algumas linhas vermelhas a serem ultrapassadas como por exemplo o plafonamento de pensões e reduções nominais de salários.
num mes so
fogo mesmo as empresas que ganham dinheiro como lixo por 1 mes despacharam o pessoal, mas tinham dinheiro para ter la o pessoal 5-10 anos [;)]
 
E achas mal que o estado esteja a bancar os trabalhadores?

Eu acho muito bem, só que não é o estado a bancar nada, é quem trabalha.

Esse números permitem confirmar que de momento apenas cerca de 2,6 milhões de pessoas estão efectivamente a trabalhar sem apoios, o que significa que uma única pessoa tem de trabalhar para sustentar quatro pessoas, ou seja, para si e mais três. Isto é uma brutalidade.

E depois olhando para a as contas públicas, vemos bem o embate (económico) que não foi preparado. Além de cada trabalhador ter de momento este fardo e dificuldades, os 5 milhões de trabalhadores têm ainda uma dívida pública de mais de 50.000 euros a cada um para pagarem. E vai aumentar...
 
Voltar
Superior