A Crise Económica da Década de 20

Mas pedem info dos últimos meses, não dos últimos anos.

Pouco vale o que facturavam em 2019.

"Não há dinheiro. Qual destas três palavras não percebeu'" [:cool:]

Fora brincadeiras, a bazuca que aí vem não existe. A única bazuca que existe é a que é paga todos os anos com os nossos impostos. 15 mil milhões de euros dá 1.500 euros por cabeça. Se fosse usado para pagar a dívida pública pagava pouco mais que 5%. Portanto, não há mesmo dinheiro.
Se a nossa dívida pública andasse nos 50% podíamo-nos dar ao luxo de a aumentar 30% num só ano. Mas a realidade está bem longe disso.
 
Só para meter em perspectiva aquilo que percebi dos 20% de apoios para a restauração. Então vamos aos números.
São contabilizados os ultimos 44 fds, ora desses 44, 11 grande parte da restauração esteve fechada em confinamento e facturação 0, mas entra na mesma para os números.
Vamos partir do princípio que um restaurante médio, factura por fds 10.000.
Contas: 10.000x33 + 11x0.... 20% deste valor são 1500€.

Uma estrutura que terá sensivelmente 15 funcionários terá 1500€ de ajuda, por cada fds em que está proibido de trabalhar é gozar com quem trabalha.
Seria melhor voltar ao lay of simplificado, mas isso já não dá, acabou se o milagre socialista.

E querias ajudas de quanto? Tudo muito giro mas alguém vai pagar isto... e muitos já se estão a aproveitar desta situação... então quando vier a massa toda ui
 
E querias ajudas de quanto? Tudo muito giro mas alguém vai pagar isto... e muitos já se estão a aproveitar desta situação... então quando vier a massa toda ui


Não falo em ajudas, aliás sou contra este tipo de "apoios", porque no fundo não resolvem nada.
Só fiz um exercício de cálculo para se saber com o que se está a lidar.
Quando o Costa diz de peito cheio que vai apoiar o sector em 20% nas quebras de facturação até parece que é alguma coisa de geito, mas não passa de esmolas em que não resolvem em nada o problema.
 
Pena que eu como trabalhador por conta de outrem, não possa fugir também aos impostos, e continue a pagar que nem um porco
Andaram estes anos todos a roubar os restantes portugueses, agora queriam mais ajudas com base no que fugiram aos impostos [:)]Que peguem no dinheiro roubado e paguem as contas, já o gastaram? Temos pena...
 
Andaram estes anos todos a roubar os restantes portugueses, agora queriam mais ajudas com base no que fugiram aos impostos [:)]Que peguem no dinheiro roubado e paguem as contas, já o gastaram? Temos pena...

Eu se tivesse um restaurante já o tinha fechado em abril e nunca abriria antes do verão de 2021 e sem certeza. Não existe confiança no mercado, nem no governo, nem em estabilidade de medidas.
 
Eu se tivesse um restaurante já o tinha fechado em abril e nunca abriria antes do verão de 2021 e sem certeza. Não existe confiança no mercado, nem no governo, nem em estabilidade de medidas.
É melhor concorrer à FP, lá é que está o ganho: pouco mas certinho.
Aventuras no privado, não obrigado.
 
Nem começou. Há empresas que ainda não receberam nada, para nem falar de outras situações que conheço antes da pandemia que também ainda não receberam.

O problema não são são as medidas serem miseráveis. A sua execução é também miserável.

Curiosamente a segurança social funciona mal, mas as finanças penhoram automaticamente uma conta por esquecimento de pagar o IUC
 
Eu não tenho nada contra a eficiência das finanças. Pelo contrario, gostava que a saúde, a segurança social, e sobretudo a justiça, fossem tao eficientes quanto as finanças.

Esse é um dos grandes problemas deste país
Alimentamos uma brutal máquina estatal que não funciona, as escolas são poucas, a saúde é o que se vê, justiça medíocre, etc
 
Pena que eu como trabalhador por conta de outrem, não possa fugir também aos impostos, e continue a pagar que nem um porco

Esta rapaziada que se atira com fervor à facturação escondida dos restaurantes, é a mesma que pede ao canalizador, ao pedreiro, ao ladrilhador, à sua oficina de automóveis, ao seu reparador de electrodomésticos a "continha sem factura" sff [:p]

Como se nós todos não soubessemos como a máquina fiscal nos esbulha sem apelo nem agrado
 
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