A Crise Económica da Década de 20

De moratória em moratória , de apoio em apoio, vai-se adiando o inevitável.

O mercado imobiliário continua em altas, mais uma bela bolha para ajudar no cabaz.

Quando começar o incumprimento nem sei o que vai ser desta gente

Vai ser o que sempre foi.

Quem pensava que alguém aprenderia algo com o que passou na última crise enganou-se redondamente.

Cada vez fico com a percepção que tudo é demasiado previsível e por isso funciona sempre de forma idêntica. A excepção será a guerra.
 
Conforme previa desde o início, o Turismo tende a ter uma rápida recuperação no pós pandemia.

[h=1]Turismo. Agosto no bom caminho[/h]
Cansados de confinamentos e de férias estragadas, os portugueses decidiram, este ano, aproveitar o país. De norte a sul, há muitos hotéis que já estão esgotados e os responsáveis do setor têm boas expectativas para este verão.

https://sol.sapo.pt/artigo/743590/turismo-agosto-no-bom-caminho-
 
Vai ser o que sempre foi.

Quem pensava que alguém aprenderia algo com o que passou na última crise enganou-se redondamente.

Cada vez fico com a percepção que tudo é demasiado previsível e por isso funciona sempre de forma idêntica. A excepção será a guerra.
É surfar a onda. Hoje em dia dás um chuto numa pedra e encontras uma imobiliária, algo muito parecido às lojas de ouro em 2011...
 
Eu cá vou dar uma de achismo.

Acho que a crise já acabou, pelo menos no sector da restauração, a fazer fé na amostra de estabelecimentos que estão a encerrar para férias!
 
Uma medida simples de melhorar a burocracia do estado português seria inverter o onus do licenciamento, entre outras coisas, para um regime que um pedido dentro de certos parâmetros é automaticamente aprovado em X dias se não houver oposição dos serviços públicos.

É a lógica que já funciona em diversos assuntos e que deveria ser a norma.

Tem de existir responsabilidade e prazos. Se não há resposta dentro do prazo, é tacitamente aceite. Porque se não existem prazos, não existe confiança para investimento. Mas alguém investe em algum lado, correndo o risco de ficar com um investimento pendurado anos a fio por causa de burocracias? E pior, sem ser noção de prazos, porque todos são atropelados e nada acontece.
 
Uma medida simples de melhorar a burocracia do estado português seria inverter o onus do licenciamento, entre outras coisas, para um regime que um pedido dentro de certos parâmetros é automaticamente aprovado em X dias se não houver oposição dos serviços públicos.


Essa, ou simplesmente o estado sair da frente!

É uma coisa doentia esta omnipresença de um estado ineficaz e ineficiente...
 
O texto do post leva-me a entender que nos dias de laboração eles utilizam a energia dos painéis, portanto até aqui tudo bem, fizeram um investimento e estão a utilizá-lo.

Claro que a parte de vender à rede "parada" desde não sei quando (o texto mostra datas mas não esclarece) sem resposta do estado é gritante, mas falta saber mais detalhes, nomeadamente o outro lado da história.

Ou então é mais um caso onde as coisas andam embrulhadas de organismo em organismo publico.

 
Uma medida simples de melhorar a burocracia do estado português seria inverter o onus do licenciamento, entre outras coisas, para um regime que um pedido dentro de certos parâmetros é automaticamente aprovado em X dias se não houver oposição dos serviços públicos.

Fica a pergunta:
O Estado é capaz de determinar que licenças são necessárias para cada situação?
 
Fica a pergunta:
O Estado é capaz de determinar que licenças são necessárias para cada situação?

É uma boa questão.

Eu percebo a incapacidade de resposta de emissão de uma licença. E tudo por causa da burocracia. Os próprios serviços do estado, sejam centrais, ou de poder local, são atolados em burocracia. Por exemplo, para uma câmara emitir uma licença, pode ter que andar a recolher pareceres prévios de sei lá quantas entidades, correr o risco de se esquecer de alguma, e no momento de emitirem a licença, ainda conseguirem atropelar alguma legislação avulso que foi esquecida.

Isto é como encheres o quintal de minas para não seres assaltado, mas depois tu próprio ficas com medo de dar um passo em falso.
 
Parece-me que avançaram para auto-consumo e só depois se preocuparam com a venda da energia à rede, que está sujeita a regras e leilões - não é só injectar energia na rede à vontade do freguês...


O texto do post leva-me a entender que nos dias de laboração eles utilizam a energia dos painéis, portanto até aqui tudo bem, fizeram um investimento e estão a utilizá-lo.

Claro que a parte de vender à rede "parada" desde não sei quando (o texto mostra datas mas não esclarece) sem resposta do estado é gritante, mas falta saber mais detalhes, nomeadamente o outro lado da história.

Ou então é mais um caso onde as coisas andam embrulhadas de organismo em organismo publico.
 
Fonix!!!

Palavras-chave desse post:

- Incentivo para investir no interior
- 3 milhões de euros
- Custos de energia
- Burocracia
- O Estado como obstáculo
- Inércia
- 3 anos para licenciar
- Incompetência

Já vão na advinhação....
 
Andaram a vender esta mrd toda os Chinos e agora queriam injectar energia que não lhes dá lucro na rede assim sem mais nem menos? Já agora...
 
Andaram a vender esta mrd toda os Chinos e agora queriam injectar energia que não lhes dá lucro na rede assim sem mais nem menos? Já agora...

Como assim não dá lucro? Aquilo é vendido a meia dúzia de cêntimos e têm a vantagem de não terem de investir. Terão um custo de produção ainda mais baixo, mesmo suportando o investimento?
 
Fonix!!!

Palavras-chave desse post:

- Incentivo para investir no interior
- 3 milhões de euros
- Custos de energia
- Burocracia
- O Estado como obstáculo
- Inércia
- 3 anos para licenciar
- Incompetência

Já vão na advinhação....
Dessas palavras chave só discordo do incentivo para investir no interior.

O que é que o "interior" vai beneficiar desse investimento da empresa?
 
Dessas palavras chave só discordo do incentivo para investir no interior.

O que é que o "interior" vai beneficiar desse investimento da empresa?
Investimento, directo ou indirecto, é
a alocação de recursos, ora se esses recursos gerarem valor, pela via dos proveitos, ou pela via da gestão dos gastos, esses 3 milhões vão gerar um ROI directo para a região.
 
Investimento, directo ou indirecto, é
a alocação de recursos, ora se esses recursos gerarem valor, pela via dos proveitos, ou pela via da gestão dos gastos, esses 3 milhões vão gerar um ROI directo para a região.
Como assim?
Os painéis foram fabricados na região?
Os painéis foram montados por mão de obra local?
Os restantes materiais utilizados na aplicação dos painéis foram comprados a empresas locais?
Etc, etc...
 
Como assim?
Os painéis foram fabricados na região?
Os painéis foram montados por mão de obra local?
Os restantes materiais utilizados na aplicação dos painéis foram comprados a empresas locais?
Etc, etc...


"Basic Economics" de Thomas Sowell, explica-te este ciclo de criação de valor.

Podes começar por aí [;)]
 
Como assim não dá lucro? Aquilo é vendido a meia dúzia de cêntimos e têm a vantagem de não terem de investir. Terão um custo de produção ainda mais baixo, mesmo suportando o investimento?

Se desse lucro já estava o problema resolvido.
Burocracias deste tipo tem sempre interesses superiores.

É extremamente difícil fazer este tipo de cálculo de forma linear pois lucro depende da oferta na hora a que energia está a ser vendida. E é preciso que exista consumidor também naquela hora.
 
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