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https://www.jornaldenegocios.pt/emp...letricas-europeias?ref=DET_Engageya_JNegocios
Alguns dos países produtores de gás natural liquefeito, como a Nigéria, ou Trinidad e Tobago, estão a optar por cancelar os contratos já estabelecidos com empresas europeias produtoras de energia elétrica, alegando escassez de stocks devido a procura massiva por parte dos países da UE que tentam acautelar as suas reservas para o próximo inverno.
Questionada sobre se está a ser afetada por este problema, fonte oficial da EDP confirma apenas que "Trinidad e Tobago é um dos seus fornecedores de gás natural para a Península Ibérica, mas não comenta contratos específicos com fornecedores".
Segundo fontes do mercado citadas pelo portal espanhol, "já estão a verificar-se atrasos nas entregas e até cancelamentos de navios de GNL" por parte de alguns produtores como "Trinidad e Tobago e Nigéria". A escassez desta matéria-prima começa a ser sentida, com as empresas destes países a alegarem que "já possuem poucas reservas ou que a produção caiu nas últimas semanas", refere o El Periódico de la Enegia. Estas justificações, dizem as mesmas fontes, permitem desviar o GNL para outros mercados que pagem o gás a um preço mais elevado.
Noutra frente, refere a Reuters, os maiores produtores do mundo de GNL, como a Austrália, Qatar e EUA estão a ponderar refrear as suas exportações para que não falte gás nos próprios mercados internos. No caso australiano, o país tem exportado até agora, durante todo o ano, uma média de 100 cargas por navio de GNL, pretendendo impor agora uma redução de 10%.
(Notícia de 24/08/2022)
Alguns dos países produtores de gás natural liquefeito, como a Nigéria, ou Trinidad e Tobago, estão a optar por cancelar os contratos já estabelecidos com empresas europeias produtoras de energia elétrica, alegando escassez de stocks devido a procura massiva por parte dos países da UE que tentam acautelar as suas reservas para o próximo inverno.
Questionada sobre se está a ser afetada por este problema, fonte oficial da EDP confirma apenas que "Trinidad e Tobago é um dos seus fornecedores de gás natural para a Península Ibérica, mas não comenta contratos específicos com fornecedores".
Segundo fontes do mercado citadas pelo portal espanhol, "já estão a verificar-se atrasos nas entregas e até cancelamentos de navios de GNL" por parte de alguns produtores como "Trinidad e Tobago e Nigéria". A escassez desta matéria-prima começa a ser sentida, com as empresas destes países a alegarem que "já possuem poucas reservas ou que a produção caiu nas últimas semanas", refere o El Periódico de la Enegia. Estas justificações, dizem as mesmas fontes, permitem desviar o GNL para outros mercados que pagem o gás a um preço mais elevado.
Noutra frente, refere a Reuters, os maiores produtores do mundo de GNL, como a Austrália, Qatar e EUA estão a ponderar refrear as suas exportações para que não falte gás nos próprios mercados internos. No caso australiano, o país tem exportado até agora, durante todo o ano, uma média de 100 cargas por navio de GNL, pretendendo impor agora uma redução de 10%.
(Notícia de 24/08/2022)
