A Crise Económica da Década de 20

Mais um caso real que atinge o bolso da população:

Fui comprar azeite e paguei 11.29€ por 750ml.

Se pensam que a inflação está controlada, é melhor pensar outra vez.

Aliás, seria interessante ir buscar preços antes da pandemia fim de 2019 e comparar com agora.

Só para comparar, provavelmente muitas pessoas iam ficar espantadas

Cá pra mim compraste o Azeita na única semana do ano em que o continente não fez 50% de desconto sobre o preço...
Há que ter atenção a isso.
E muitos outros produtos seguem essa linha do preço normal ser a 50% e o preço cheio ser um "apanha otario"..... Skip, Fraldas Dodot, Cafes....
 
O problema nem é o azeite. Pensem nos combustiveis. Tudo depende deles. Qual a carga de impostos em cima dos combustiveis? E preparem-se. Na segunda volta a haver aumentos a doer no gasoleo
 
A questão do azeite é simples, comprem local... As cooperativas agrícolas vendem azeite em garrafão, Igual ou melhor que azeite Galo.

Depende do "local". Vende-se por aí muito gato por lebre. Não falo (tanto) das cooperativas, mas há muitos produtores particulares que os adulteram bem adulterados. Na dúvida é preferível comprar marcas conhecidas. Não que estas estejam totalmente isentas. O Gallo, por exemplo, já pagou em tempos multas por publicidade enganosa.
 
Nós queixamos-nos da diferença de preço dos combustíveis em comparação com nuestros hermanos, eles queixam-se da diferença de preço no azeite.

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Edit:
Fui confirmar o preço e parece que por cá também já aumentou.

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Última edição:
A FED a manter inalterados os juros nos EUA por agora. Mas o discurso do Jerome a sinalizar uma provável futura nova subida.

Vai ser uma longa jornada...
 
Enquanto os Socialistas fazem de conta que se importam com o trabalho o valor do trabalho e os seus players....



Patrões propõem pagamento voluntário de 15.º mês isento de impostos e contribuições.
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ACIP – Confederação Empresarial de Portugal propôs esta terça-feira ao Governo um “Pacto Social” com 30 medidas, entre as quais o pagamento voluntário pelas empresas do 15.º mês aos trabalhadores, isento de contribuições e impostos. As propostas da CIP que integram o “Pacto Social”, documento a que a Lusa teve acesso, assentam em três eixos: o crescimento da economia, o rendimento dos trabalhadores e a simplificação administrativa.

Na área dos rendimentos, a CIP propõe “criar o 15.º mês com neutralidade fiscal”, ou seja, “o pagamento voluntário pelas empresas do 15.º mês, até ao limite do salário base auferido pelo trabalhador, sem incidência de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) e exclusão da base de incidência contributiva em sede de segurança social”

A confederação presidida por Armindo Monteiro sugere ainda uma medida extraordinária de liquidez para as famílias, que passa por testar, em 2024 e 2025, um incremento salarial de 14,75% nos salários, com redução temporária da Taxa Social Única (TSU). Segundo a proposta, este aumento salarial “traduzir-se-ia num aumento da liquidez em 4,75%, sendo os restantes 10% incluídos num plano individual de reforma”.

No alívio fiscal para as famílias portuguesas a CIP defende a criação de instrumentos complementares de reforma nas empresas, através de planos de reforma, com pagamentos isentos de TSU e IRS, provenientes desta medida extraordinária de liquidez para as famílias, de contribuições da entidade patronal, de dividendos pagos aos trabalhadores, de horas extraordinárias ou de horas de descanso adquiridas como descanso compensatório ou de férias anuais que excedam o período mínimo.

Por sua vez, no sentido de promover a retenção de talento, a CIP propõe a isenção de IRS aos primeiros 100 mil euros auferidos por um jovem até aos 35 anos. No eixo relativo ao crescimento da economia, a confederação propõe um crédito fiscal para a competitividade e o emprego, um regime específico de apoio à exportação, bem como a criação, de forma faseada até 2025, de uma taxa única de IRC de 17%, como já existe para as pequenas empresas, entre outras medidas.

As propostas da CIP para a simplificação administrativa passam, por sua vez, pela criação de um “Simplex Empresas” para facilitar a relação entre e Estado e as empresas, nomeadamente com a Autoridade Tributária. A confederação defende ainda a simplificação da legislação, “garantindo às empresas estabilidade e previsibilidade das normas e criar um regime geral de taxas”, referindo que atualmente existem cerca de 4.300 taxas.

O “Pacto Social” foi apresentado em Lisboa pela CIP a vários membros do Governo e à UGT. “O que estivemos a fazer uma manhã inteira [hoje] foi trabalhar em medidas muito concretas e sendo essas medidas concretizadas há a possibilidade de aumentar os salários porventura a um nível superior àquele que está no acordo de rendimentos [4,8% em 2024]”, afirmou o presidente da CIP, Armindo Monteiro, aos jornalistas, no final da reunião com os ministros do Trabalho, Finanças e Economia e que contou também com responsáveis da central sindical UGT.

No encontro desta terça-feira, a CIP apresentou aquilo que designa de 'Pacto Social', um documento com propostas para o país em vários domínios (fiscal, rendimentos, habitação, segurança social, saúde), desde logo para o Orçamento do Estado para 2024.

Segundo o 'patrão dos patrões', para que haja aumentos salariais é preciso “criação de riqueza porque as empresas não têm capacidade infinita”, pelo que “Portugal vai ter de optar se quer pôr mais dinheiro nos bolsos do Estado ou nos bolsos dos portugueses”. “As nossas medidas vão no sentido de pôr mais dinheiro no bolso dos portugueses”, afirmou à saída do encontro em Lisboa.
 
A FED a manter inalterados os juros nos EUA por agora. Mas o discurso do Jerome a sinalizar uma provável futura nova subida.

Vai ser uma longa jornada...

Longa jornada deste lado, do outro lado do Atlântico a coisa vai entrar nos trilhos já no próximo ano.
Nós aqui na Europa é que estavamos anestesiados com o "Vai ficar tudo bem" e só começamos a subir os juros (combater a inflação) tarde e com pouca energia...

Provavelmente lá haverá ainda uma subida este ano mas já deixaram em aberto a possibilidade de descidas em 2024...
 
A escala das construções é impressionante!

E o peso da "Country Garden" referida numa das peças, sinceramente não tinha noção que há empresas ainda maiores que a Evergrande.
 
Notícia do dia 5 de Setembro:

https://www.jornaldenegocios.pt/mer...divida-no-ultimo-minuto-e-evita-incumprimento

"A Country Garden avançou com o pagamento de juros de duas de linhas de obrigações, de 500 milhões dólares cada, apenas horas antes do encerramento do denominado período de graça, escapando assim a uma situação de incumprimento pela segunda vez nos últimos quatro dias. A informação está a ser avançada por vários media internacionais que citam fontes conhecedoras do assunto.

A empresa, que chegou a ser a maior promotora imobiliária pelo volume de vendas da China, tinha falhado o pagamento de 22,5 milhões de dólares que eram devidos a 6 de agosto, deixando o mercado em alvoroço e a calcular a possibilidade de a companhia entrar em incumprimento durante os 30 dias seguintes do período de graça."​
 
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