A Crise Económica da Década de 20

O contexto Português não é diferente do Espanhol, Francês ou dos Nórdicos. A Europa importa esmagadoramente mão de obra indiferenciada, para os sectores primários e serviçoes de valor não acrescentado.



Muito mais do que isto, é essencial filtrar quem entra para perceber se se consegue integrar. Os modelos de integração de sucesso na Europa funcionam exactamente ao contrário do que sugeres.



Exactamente porque não somos grandes nem interessantes

Claramente, não estamos alinhados nesta visão sobre a imigração [;)]

O contexto de necessidade de mão de obra em Portugal é, de fato, semelhante ao de países como a Espanha, França ou os nórdicos. No entanto, as condições e a atratividade são significativamente diferentes.

as condições de trabalho, os salários não são tão competitivos. as pessoas emigram porque querem dinheiro Isso torna mais difícil atrair trabalhadores, pois as pessoas, naturalmente, procuram melhores oportunidades onde as condições de vida e trabalho são mais favoráveis. É aqui que a situação se complica para Portugal: ninguém quer vir trabalhar nas condições que o país oferece atualmente .​


Os modelos de integração bem-sucedidos na Europa funcionaram em países que, ao contrário de Portugal, sempre foram historicamente atrativos e oferecem salários mais elevados. O que funciona nesses países não é aplicável a nós, pois as condições económicas e as perspectivas de emprego em Portugal são diferentes, o que torna mais difícil atrair e integrar imigrantes nas mesmas condições. Neste contexto, poderia até ser questionável o valor da burocracia, pois, dado o cenário atual, ninguém se sentiria motivado a vir estabelecer-se em Portugal.

Para que Portugal se torne um país atrativo, seria necessário duplicar os salários. No entanto, como podemos alcançar isso se não temos nem o básico, como uma população jovem suficiente, para garantir um futuro sustentável? A situação precisa ser analisada de forma estratégica, ponto por ponto, e com o devido suporte.

Eu poderia estar 100% de acordo consigo se a nossa situação fosse diferente, e entendo e compreendo a sua preocupação. No entanto, na minha opinião, estamos num momento crítico, o que exige concessões. Não somos França, Suíça, Irlanda ou até mesmo Espanha, por mais que essa realidade nos doa. Não podemos avançar para uma economia forte e sustentável sem pilares sólidos e, infelizmente, teremos de nos esforçar para os construir.

 
Lendo estes ultimos comentários só me dá vontade é de chorar....por ver como existem cidadãos (ou talvez não sejam) que não sabem (ou não querem saber) da realidade.

Falam na França. Ide ao sul de França ver o que como se está a modificar o país. E não é agradável o que se vê.

Integrar integrar integrar, facilitar, promover....e de repente temos os amigos do pcc implantados por cá como antes tivemos os chineses -que agora ninguém fala- como tivemos as mafias de leste -que agora também já ninguém fala.


O problema grande por cá é termos os jornais nas mãos de esquerdelhudos.....mas isso só poucos vêem.....aos seus donos interessa ter um "big brother" para entreter os pacóvios e se distrairem uns co os outros, enquanto o CRIME VAI AUMENTANDO todos os dias .

Continuem a integrar às cegas.


Enfim, falam falam, mas não dizem mesmo NADA DE JEITO.


No outro dia, alguém dizia que os tugas quando íam e vão para o estrangeiro, adaptam-se e cumprem as regras e os costumes dos sitios para onde vão (tirando os açoreanos, quando íam para os EUA, mas esses também pisavam o risco e eram metidos no 1º avião que viesse para as Lages).

Os atuais imigrantes na Europa (grande parte deles) não o faz.

Tenho aqui um ao lado a viver num quarto que não sai do quarto o dia todo. Só sai entre as 17h00 e as 23h00. Deve ganhar a vida deitado.....e este já tem BI tuga.

Como este imagino quantos sejam....
 
Lendo estes ultimos comentários só me dá vontade é de chorar....por ver como existem cidadãos (ou talvez não sejam) que não sabem (ou não querem saber) da realidade.

Falam na França. Ide ao sul de França ver o que como se está a modificar o país. E não é agradável o que se vê.

Integrar integrar integrar, facilitar, promover....e de repente temos os amigos do pcc implantados por cá como antes tivemos os chineses -que agora ninguém fala- como tivemos as mafias de leste -que agora também já ninguém fala.


O problema grande por cá é termos os jornais nas mãos de esquerdelhudos.....mas isso só poucos vêem.....aos seus donos interessa ter um "big brother" para entreter os pacóvios e se distrairem uns co os outros, enquanto o CRIME VAI AUMENTANDO todos os dias .

Continuem a integrar às cegas.


Enfim, falam falam, mas não dizem mesmo NADA DE JEITO.


No outro dia, alguém dizia que os tugas quando íam e vão para o estrangeiro, adaptam-se e cumprem as regras e os costumes dos sitios para onde vão (tirando os açoreanos, quando íam para os EUA, mas esses também pisavam o risco e eram metidos no 1º avião que viesse para as Lages).

Os atuais imigrantes na Europa (grande parte deles) não o faz.

Tenho aqui um ao lado a viver num quarto que não sai do quarto o dia todo. Só sai entre as 17h00 e as 23h00. Deve ganhar a vida deitado.....e este já tem BI tuga.

Como este imagino quantos sejam....

Desafios

Como se pudéssemos dar-nos ao luxo de ter apenas boas opções disponíveis.
 
Assisti apenas aos primeiros minutos e confesso que não consigo levar a sério discursos populistas. O que falta, muitas vezes, é assumir a realidade com franqueza: Portugal é um país envelhecido, com uma taxa de natalidade extremamente baixa e um futuro comprometido pela ausência de jovens em número suficiente para sustentar a economia e o sistema social.
A questão da imigração deveria ser tratada com mais realismo. Considerando o perfil socioeconómico de Portugal: um país com salários significativamente mais baixos em comparação com o restante da Europa, não é razoável esperar que cidadãos altamente qualificados de países desenvolvidos escolham vir trabalhar aqui por 700 a 1.000 euros mensais.

Assim, os fluxos migratórios mais prováveis serão oriundos de países emergentes, para os quais Portugal ainda pode representar uma oportunidade. Impor uma política migratória restritiva, embora possível, pode levar a um decréscimo ainda maior na imigração. Portugal não é atualmente um destino prioritário no cenário internacional, não somos, digamos, o “destino ideal” para a maioria dos migrantes qualificados.

Ao contrário da França, onde parte da imigração foi estrategicamente motivada por decisões políticas, a emigração portuguesa e para Portugal sempre esteve ligada sobretudo à necessidade. Nesse sentido, pode-se argumentar que quem verdadeiramente beneficiou foram os países que acolheram os emigrantes portugueses: trabalhadores esforçados, resilientes e que contribuíram significativamente para as economias locais possivelmente porque seriam facilmente substituíveis!?

É uma realidade difícil de encarar, mas resta-nos lidar com ela de forma responsável e regulada, com políticas públicas coerentes e adaptadas à nossa posição no contexto europeu e global

Á coisas que nunca mudam… :sh)
 
Bem, vim aqui com o intuito de falar sobre economia e bolsa… e acabei por discutir opiniões sobre emigração, enfim, acontece! Hahaha temas sensiveis
Neste momento, a minha carteira está dividida assim:

30% em IDWA (World)

20% em STOXX 600 Insurance

10% em SXRW (FTSE 100)

10% em ABEA

10% em VISA

10% em ASML

5% em Petrobras — gostei dos dividendos

5% em Rio Tinto

Estrategia buy hold borrow die


Não sou fã de obrigações… essa ideia de emprestar dinheiro e ainda ter de pagar ao Estado, enquanto sou eu quem assume o risco, sinceramente irrita-me.

E vocês, como vão as coisas? Estão com medo? Assim assim, qual o sentimento?
 
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Na vossa opinião, a medio prazo para onde estamos a caminhar? Haverá um QE no horizonte?

Nas taxas de juro não há um diferencial demasiado grande entre os EUA e a Europa ? O Jerome não devia estar a baixar?
 
Na vossa opinião, a medio prazo para onde estamos a caminhar? Haverá um QE no horizonte?

Nas taxas de juro não há um diferencial demasiado grande entre os EUA e a Europa ? O Jerome não devia estar a baixar?

Em um contexto normal crescimento económico a medio e longo prazo, inflação controlada, o contexto mundial mudou como é evidente ...



Minha opinião pessoal: ainda não.
Não há razões suficientes para baixar os juros nos EUA, e na Europa pouco provável que os baixem mais


edit: aumentou para 80% de probabilidade de baixa de juros nos states em setembro.

La Bourse de Paris en hausse, plus optimiste sur la Fed - 04/08/2025 à 09:56 - Boursorama https://share.google/JSIoLXGdCQOTlaik6

as acções americanas já estão esticadas agora ainda vão esticar mais! Aquilo vai cair mais dia menos dia
 
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Tb tenho reparado.

Em breve vou actualizar o meu índice picanha.[:D] Espero que não tenha aumentado.

Fica tranquilo, porque Portugal tem uma taxa de inflação baixa, mesmo quando comparado com países europeus da Zona Euro que têm taxas de imigrantes mais baixas.
Há mais procura do que oferta? Ótimo para quem quer abrir um negócio na indústria e empregar mais gente, se houver pessoas disponíveis para trabalhar, claro.

A ideia de que a inflação está ligada à imigração não se sustenta por onde quer que se analise, geralmente são argumentos políticos e falaciosos, usados por partidos como o Chega para alimentar preconceitos sem base na realidade.
 
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E esta performance com empresarios tacanhos, analfabetos e sem qualificaçoes....

Olha se tivessem..... [:p]


Click image for larger version  Name:	image.png Size:	853.5 KB ID:	14622714 Factos 🌍

O peso das exportações de bens e serviços na economia portuguesa tem crescido, desde a crise financeira de 2008-09 e vem lentamente a aproximar-se da média da UE (excluindo o período da pandemia). Atualmente, em 2024, as exportações de bens e serviços pesam cerca de 47% da economia nacional, face a 51% na média da UE.

Dois fatores contribuíram fortemente para esta recuperação. Por um lado, após a crise financeira e da dívida, muitas empresas portuguesas foram forçadas a procurar novos mercados, investindo na internacionalização, inovação e melhoria da competitividade, o que levou a um aumento consistente das exportações de bens. Por outro lado, houve um forte crescimento do setor do turismo, que se consolidou como um dos principais motores das exportações de serviços e da economia nacional.

No início da década de 70, ainda durante o Estado Novo, as exportações de bens e serviços pesavam cerca de 20% da economia nacional, percentagem praticamente idêntica à média da UE. O PREC foi terrível para a economia nacional e as exportações baixaram até 14% do PIB em 1976.

Posteriormente, houve uma rápida recuperação e, no final da década de 80, o peso das exportações na economia nacional (cerca de 30%) era superior ao que se verificava na média da UE. Seguiram-se praticamente duas décadas de estagnação, até à crise financeira de 2008-09, e o diferencial face à média da UE chegou a atingir valores próximos de -10 pontos percentuais.



 
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