Acertei no diagnóstico?

Na minha opinião, não passa de uma bobine. Já vi 3 clios assim dos mais antigos e o meu já passou por isso. Paguei perto de 90 euros pela bobine, foi só montar e resolveu o problema. Nos outros casos tb foi. Entretanto pode solucar e isso pode ser velas ou cabos de velas. Agora nuncá trabalhar não deve ser só dos cabos ou velas
Fónix[s)]
 
Obrigado pela vossa participação, amanha vou estudar bem o que se passa, até porque isto so aconteceu uma vez... vou estudar bem o circuito todo, desmontar a vela, ver os cabos com atençao..e depois actualizo isto..
deve ser a bobine...mas vamos a ver.
 
Bom, pelo mais básico, gasolina a pingar no escape não é de certeza.
É condensação típica dum motor a gasolina que ainda por cima só sai ao fim de semana desde Fevereiro.

Se de facto tudo aponta para um cilindro morto, convém ter um procedimento de arranjo e o mais simples é pura e simplesmente trocar os cabos de velas.

Ou seja, pegar no cabo do cilindro morto e trocar por um dos cabos dos cilindros a funcionar. Se o morto passar à vida e o vivo passar a morto então tensd um cabo danificado - menos mal.

Se tal não acontecer, o passo seguinte é trocar as velas entre o cilindro morto e um dos vivos.
A forma de diagnóstico é semelhante à anterior.

Se por fim nada disto der resultados, então ainda poderá ser o distribuidor.

O TWINGO de 95 suponho que ainda use o E7F, portanto, não era aquele motor cujo sistema de ignição dispensava o distribuidor.
 
Bom, pelo mais básico, gasolina a pingar no escape não é de certeza.
É condensação típica dum motor a gasolina que ainda por cima só sai ao fim de semana desde Fevereiro.

Se de facto tudo aponta para um cilindro morto, convém ter um procedimento de arranjo e o mais simples é pura e simplesmente trocar os cabos de velas.

Ou seja, pegar no cabo do cilindro morto e trocar por um dos cabos dos cilindros a funcionar. Se o morto passar à vida e o vivo passar a morto então tensd um cabo danificado - menos mal.

Se tal não acontecer, o passo seguinte é trocar as velas entre o cilindro morto e um dos vivos.
A forma de diagnóstico é semelhante à anterior.

Se por fim nada disto der resultados, então ainda poderá ser o distribuidor.

O TWINGO de 95 suponho que ainda use o E7F, portanto, não era aquele motor cujo sistema de ignição dispensava o distribuidor.


E muito cuidado a trocar o cabo, não vá dar cabo do motor...
 
Bom, pelo mais básico, gasolina a pingar no escape não é de certeza.
É condensação típica dum motor a gasolina que ainda por cima só sai ao fim de semana desde Fevereiro.

Se de facto tudo aponta para um cilindro morto, convém ter um procedimento de arranjo e o mais simples é pura e simplesmente trocar os cabos de velas.

Ou seja, pegar no cabo do cilindro morto e trocar por um dos cabos dos cilindros a funcionar. Se o morto passar à vida e o vivo passar a morto então tensd um cabo danificado - menos mal.

Se tal não acontecer, o passo seguinte é trocar as velas entre o cilindro morto e um dos vivos.
A forma de diagnóstico é semelhante à anterior.

Se por fim nada disto der resultados, então ainda poderá ser o distribuidor.

O TWINGO de 95 suponho que ainda use o E7F, portanto, não era aquele motor cujo sistema de ignição dispensava o distribuidor.

Tem de trocar o cabo nas duas pontas, se não nunca vai funcionar [;)]
 
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