Acidente em Rotunda

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Sendo eu o veículo M e o outro interveniente no sinistro, o veículo pesado de mercadorias aqui assinalado como veículo C.
Vindo eu na EN105 de direcção de Alfena, tendo como sentido a mesma EN105 com direcção a Ermesinde/Porto, apresento-me
a abordar a rotunda na faixa mais á esquerda, de 2 possíveis, dado que iria sair na 2ª saída. O trãnsito processava se em marcha lenta,
por vezes parado, em direcção ao IC24, formando 2 filas de transito em volta da rotunda, ocupando as 2 vias existentes na mesma .
Apresento me então na rotunda, paro para ceder prioridade aos veículos que nela circulam, com o indicador de mudança de direcção para
a esquerda ligado, indicando aos demais conutores que não desejava seguir no sentido das filas de trânsito (IC24), mas sim continuar
a contornar a rotunda. Parei então para ceder passagem, tendo-me o veículo "A" cedido a passagem. Continuei com o indicador de mudança
de direcção para a esquerda ligado, esperando que me cedessem a passagem para ocupar a via mais a esquerda. Então o condutor do veículo "B"
cedeu me passagem e coloquei me atrás do veículo "D", que se encontrava parado. Entretanto chega o veiculo pesado de mercadorias que se encosta a meu lado,
circulando por uma 3ª faixa que era inexistente na rotunda, impedindo me a passagem, dado que da forma como se colocou, a distância entre ele e o veículo "C",
que se encontrava parado, não permitia a passagem do meu veículo. No momento em que o veículo "D" arrancou, de imediato o pesado de mercadorias arrancou,
ficando eu completamente imobilizado na via. O Veículo pesado foi andando ate bater com a sua roda na parte lateral do meu carro. Repito, mantive me parado desde que o veículo "D" arrancou.
De seguida saímos dos veíclos e uma senhora, que era condutora do veículo "B" ou do que o precedia, não tenho certeza, prontificou se a dar se como testemunha,
afirmando que realmente eu estava completamente imobilizado a já alguns segundos, no momento em que o veículo pesado arrancou, batendo em mim.
Não chegamos a nenhum acordo, dado que o condutor do veículo "C" não se quis dar como culpado, alegando que eu estava a mudar de direcção e que tinha de ceder prioridade,
e eu também não me dei como culpado, dado que apesar de ter entrado na rotunda, já tinha cedido passagem aos veiculos que nela circulavam e já me tinha colocado como parte
integrante de uma das 2 vias da rotunda, encontrando me já imobilizado quando ocorreu o impacto. Não chegamos a qualquer consenso, sendo necessário chamar as autoridades,
que fizeram o habitual nestas situações. Agora tenho de ir ao posto do guarda local levantar o auto do acidente para fazer uma reclamação a seguradora do veículo pesado.
Acham que tenho razão? Nesta questão de seguradoras há coisas muito subjectivas com que estas tentam implicar para se salvarem, e eu apesar de não ser especialista
em atribuição de culpas a acidentes, acho que não sou culpado. Ainda tenho uma testemhunha que me poderá eventualmente ajudar. espero que as coisas se resolvam da
melhor forma, já que apesar de o arranjo não ser nada de outro mundo, mas concerteza não ficará por menos de 500€.
 
Se estavas parado não tens qualquer tipo de culpa.

E a testemunha vai ajudar, mas mete já na cabeça que vai ser um processo muito demorado.

E já agora, a policia disse alguma coisa da 3 faixa inventada pelo veiculo C?
 
A tal senhora que se deu como testemunha está identificada no auto de ocorrência?

Se estavas EFECTIVAMENTE imobilizado, a responsabilidade é do veiculo pesado.

Salvaguardo o facto de estar a ouvir apenas uma das partes.

Cumps.
 
Aparentemente aos olhos de um leigo, não tem nada que saber

Se existe uma testemunha</u>,
->se existem 2 filas de trânsito e 2 faixas de rodagem e o pesado resolveu inventar uma faixa de rodagem[xx(] mais não será necessário;)
 
Nem sequer perguntei ao policia o que achava. Eram os da GNR de Alfena, o que eles percebem é de copos. Eles tiraram as suas medidas e depois cada um escreveu a sua versão dos acontecimentos na declaração... Fiz uma menção a 3ª faixa na declaração da GNR, vamos agora ver no que dá... Para a semana vou levantar o auto e vejo onde param as modas. Tenho um amigo que trabalha numa seguradora que me diz que a testemunha neste caso pode ser decisiva. Fiquei sensibilizado com a senhora, não pedi nada e elea prontificou se logo para testemunhar. Já não há muitas pessoas assim...
Espero que não demore muito, porque andar com o espelho partido não ajuda lá muito... não e pelas amolgadelas e arranhões, que apesar de ficar feio não influencia ao andar com o carro, mas o espelho e que é pior...
 
Sim, a senhora está registada no auto da ocorrência. Nome, morada e telefone.
Também já soube que o condutor do pesado já telefonou a senhora para testemunhar por ele. Foi a prórpia que mo disse. Espero que não dê pro torto.
Sim, é normal que se desconfie ao ouvir so uma versão do que aconteceu, esta foi a minha.. Pode estar um pouco desvirtuada, é inevitável, mas no geral é isto... Claro que há pequenos pormenores que decidem...
 
A tal 3ª fila de trânsito não tem nada a ver para a resolução do acidente pois o que interessa em 1º lugar é que o paulo estava com o veiculo imobilizado.
 
O que consideras como minha faixa? A da esquerda? Se sim, estava. Estava completamete imobilizado e completamente colocado na faixa da esquerda. As rodas do lado direito do meu carro estavam a cerca de 15cm da linha que limita as 2 faixas. A pesado estava entre mim e o separador.
 
Independente da posição do veiculo, o que interessa é que estavas imobilizado e há uma testemunha identificada no AO que, á partida, reitera a tua versão.
 
Temos excelente técnico de desenho de construção civil, ou simplesmente um bom utilizador de Autocad!

Apesar de não ter lido o texto que acompanha a imagem, dá para perceber pelos comentários dos restantes colegas do fórum que te encontravas imobilizado na faixa da esquerda à espera que o transito arrancasse para continuares a fazer a rotunda...

E que veio um veículo pesado de mercadorias e bateu na tua lateral esquerda...

Se no auto as medidas e o "croqui" corresponder ao aqui ilustrado, poderás ficar tranquilo que não tens responsabilidade no acidente!
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris


Aparentemente aos olhos de um leigo, não tem nada que saber

Se existe uma testemunha</u>,
->se existem 2 filas de trânsito e 2 faixas de rodagem e o pesado resolveu inventar uma faixa de rodagem[xx(] mais não será necessário;)




Também me parece que sim.
 
Como a maior parte dos users disseram, acho que não tens culpa nenhuma:

1º por te encontrares imobilizado
2º porque o veiculo pesado tentou forçar a passagem colidindo com o teu.

A razão pricipal é mesmo o facto de estares parado e te terem batido.

De qualquer maneira boa sorte.
 
Conheço bem o local... mas sinceramente não me consigo recordar de todos os aspectos que tu apresentas no desenho.... mas confiando que tá bem feito... e pelo que dizes não és em nada culpado.... e tendo ainda uma testemunha a ajudar deves tar safo;)

O camião tinha publicidade??
 
Sou técnico de desenho, mas não de construção civil. Aquilo são apenas meia duzia de riscos.
Sim, também pensava que o facto de estar parado seria o maior factor de defesa que teria e para isso só a testemunha pode confirmar a situação.
Espero que isto se resolva o mais rapidamente possivel. Infelizmente o camionista não assumiu a culpa de forma alguma, como tentou fazer uma espécie de chantagem emocional.
Primeiro não assumia nada porque não tinha culpa de nada. Depois antes de chamar a polícia veio com a historia que me pagava o espelho e eu pagava o resto, porque tava com pressa. depois enquanto estava a espera da policia veio com a historia que eu quis chamar a policia, ainda me ia lixar, que ainda ia ficar sem carta. Finalmente já depois dos policias terem ido embora, queria que cada um assumisse o seu porque assim me ficaria mais barato, porque o meu arranjo eram meia duzia de trocos e tal e que o dele (tinha um canto com cerca de 10 cm2 do parachoques partido. num camião que todos os dias deve levar com paletes de madeira e cacos de tijolo, etc, até é comico) é que ia ser um para choques novo e que custava para ai 350 euros e que o meu seguro ia agravar por causa disso. Aconselhei me e fui irredutivel. Agora, que seja o que deus quiser, mas pelo menos sei que assim não sou tão enganado...
 
Não reparei se tinha publicidade. Sei que pertencia a uma empresa de transportes, mas no meio daquela confusão toda, nem me deu para isso... Ainda por cima tava sozinho, era o meu primeiro acidente e alguns pormenores que podem ser importantes, vão escapando...
 
Independentemente de tudo o resto, o motorista do pesado não assumiu e portanto é uma pessoa perfeitamente normal, como todos os seus colegas que também nunca assumem especialmente para se salvaguardarem da ira do patrão.
Quanto às dúvidas sobre as companhia, elas pagam quando têm de pagar, por muito que lhes custe, e declinam quando têm que declinar.
Ora o porblema que se põe é o da PROVA.
Se houver prova de que estavas imobilizado - TESTEMUNHA É A PROVA - estás safo.
Se não a tivesses, podias esquecer o caso e reparar o carro de tua conta!!!
 
Os condutores podem "oferecer" a prioridade, A SUA - que em minha opinião não devem pois cada vez que se contraria o código pode dar asneira, mas não PODEM OFERECER A DOS OUTROS... daí que como mudas de fila e o B e o D são maus exemplos pois não tinham nada que estar ali... SE NÃO TIVESSES A PROVA DE QUE ESTAVAS IMOBILIZADO, era para esquecer, pois aí a culpa seria obviamente tua...
 
Eu tinha uma testemunha das forças policiais e demorou 4 meses e muita chatisse para resolver. E com sorte pq a seguradora dizia que não pagava... Mas lá cai nas boas graças.
 
é cada vez mais andar com uma mak digital no carro...e começar logo a disparar fotos :| enfim...boa sorte na resoluçao rapida do caso.
Cumps
 
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