No novo AO, o para em vez de pára é o que me faz mais urticária. Que estupidez sem ponta por onde se lhe pegue. [8b]
Se não tivesses colocado essa chamada de 1a página, ainda andava a tentar perceber qual o erro do JN...Outro exemplo semelhante ao de cima: "A Bola" foi forçada a cometer um erro ortográfico (segundo as novas regras!!) para que o título não fosse ambíguo :sh):
Outro exemplo semelhante ao de cima: "A Bola" foi forçada a cometer um erro ortográfico (segundo as novas regras!!) para que o título não fosse ambíguo :sh):
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Longe de mim defender o AO, mas ainda estou para ver que erros ortográficos será necessário cometer quando:
- houver um jogo amigável e se decidir intitular [B]JOGO A FEIJÕES[/B];
- a Cristina Ferreira for condenada a pagar uns milhões valentes à SIC por quebra de contrato e alguém se lembrar de colocar como título [B]GRANDE TOLA[/B];
- o LFV fizer uma visita guiada aos gabinetes da direcção e o jornalista quiser que não haja dúvida de como entender a [B]SEDE DO PODER[/B];
- se fizer uma entrevista de fundo (IYKWIM) ao arquitecto Tomás Taveira e o entrevistador não quiser que ninguém se confunda acerca do belo [B]OLHO PARA A COISA[/B];
...
A homografia existe e só é um problema se nós quisermos. O ZylmhuinVII, por exemplo, mostrou como este título específico podia ser facilmente desambiguado.
Para aqueles que teimam em ver problemas onde eles na realidade não existem, só posso juntar-me a eles e propor que se elabore um artigo bem indignado sobre o caso e se intitule [B]CHORO TODOS OS DIAS[/B]. [s)][:D]
Longe de mim defender o AO, mas ainda estou para ver que erros ortográficos será necessário cometer quando:
- houver um jogo amigável e se decidir intitular JOGO A FEIJÕES;
- a Cristina Ferreira for condenada a pagar uns milhões valentes à SIC por quebra de contrato e alguém se lembrar de colocar como título GRANDE TOLA;
- o LFV fizer uma visita guiada aos gabinetes da direcção e o jornalista quiser que não haja dúvida de como entender a SEDE DO PODER;
- se fizer uma entrevista de fundo (IYKWIM) ao arquitecto Tomás Taveira e o entrevistador não quiser que ninguém se confunda acerca do belo OLHO PARA A COISA;
...
A homografia existe e só é um problema se nós quisermos. O ZylmhuinVII, por exemplo, mostrou como este título específico podia ser facilmente desambiguado.
Para aqueles que teimam em ver problemas onde eles na realidade não existem, só posso juntar-me a eles e propor que se elabore um artigo bem indignado sobre o caso e se intitule CHORO TODOS OS DIAS. [s)][]
Mas muitas dessas ambiguidades "desaparecem" no contexto. Por exemplo: "Quanto ficou o jogo ontem?" vs. "Eu jogo bem à bola." Ninguém tem dúvidas quando é "ô" e "ó". (...)
Agora imagina que és invisual, e tens equipamento que te lê textos (como browsers para invisuais).
E agora imagina que és programador, e vais fazer software para esses equipamentos.
Como é que preferes? Com acento circunflexo no "o" de "jôgo", ou sem "ô" em "jogo"?
Estas ambigüidades (com o trema que deveríamos adoptar do Brasil) são perigosas e indesejáveis por muitas mais razões que se julga.
Mas, claro, os "lingüistas" que fizeram o AO90 (e as reformas desde 1911) não tinham conhecimentos suficientes, eram poucochinhos, pelo que têm desculpa.
Outro: como se lê e classifica a palavra "colher"?
foi para se armarem em inteligentesTanta coisa, e bastava terem substituído o "pára" por "de fora" ou "parado"...