Adivinhem quem é que foi despedido?

Ao Sr. Liberal,

A sua ficção corresponde em muito à realidade, infelizmente muitas formigas preferem estar quietinhas no seu canto quando chega a hora das eleições, mas claro muda a côr mas mantêm-se os discursos, os ataques, os "job for the boys" mas agora com côr diferente e as formigas coitadas, que remédio têm senão de se tentar manter na tona da inundação.

Ao ler o seu post imaginava-o a "sofrer" essa angústia, espero que não, pois eu ao olhar para a minha filha preocupa-me e muito o seu futuro.

Acredito que muitos que aderem às greves procuram efectivamente um melhoria da sua situação e o defender do seu posto de trabalho, mas a grande maioria é para ver se se escapa a mais um dia de trabalho com justificação e outros têm segundos interesses nas mangas.

Cuimprimentos
Pedro Oliveira
 
Tá bem Phoenix.

Quanto ao Zero, temos as nossas privates jokes. agradeço o teu cuidado. :)

E o resto, não podemos mudar o mundo.

Já debatemos sobre isso e não vale a pena ser radical.

Foi o que eu aprendi.

Conheço, como tu também conhecerás, muitos casos de injustiças e outros de verdadeiros sucessos.

É normal que um pai queira o melhor para o seu filho, nem que para isso o tenha de proteger de ambientes hostis (ou menos favoráveis...)

Será isso mau?

Ao longo destes anos fui mudando de opinião.

Olha, tenho um grande amigo meu cujo pai tem uma empresa de serviços de média dimensão. Quando acabou o curso, o pai mandou-o trabalhar para longe, ganhar experiêcias com outros. Foi o que ele fez, andou 2 anos por fora e depois por acaso, entra na empresa do pai. É hoje considerado um dos melhores funcionários da empresa e o seu ordenado é negociado todos os anos, pois é alguém que não tem problemas emganhar o que quiser em empresas do género.
O sócio do pai, com filhos da mesma idade, só tem feito cagada. Colocou lá um filho, que não faz puto e apesar de ganhar pouco, toda a gente diz que é um traste e os outros 2 anda a tentar colocá-los em clientes. Uma vergonha.

É por isso que te digo que não há verdades absolutas.

E um dia, se puderes ajudar um filho teu, farás o mesmo que toda a gente.

Olha, o meu pai já me convidou para trabalhar com ele. Qualquer dia faço-lhe uma OPA. [8D]
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Tá bem Phoenix.

Quanto ao Zero, temos as nossas privates jokes. agradeço o teu cuidado. :)

E o resto, não podemos mudar o mundo.

Já debatemos sobre isso e não vale a pena ser radical.

Foi o que eu aprendi.

Conheço, como tu também conhecerás, muitos casos de injustiças e outros de verdadeiros sucessos.

É normal que um pai queira o melhor para o seu filho, nem que para isso o tenha de proteger de ambientes hostis (ou menos favoráveis...)

Será isso mau?

Ao longo destes anos fui mudando de opinião.

Olha, tenho um grande amigo meu cujo pai tem uma empresa de serviços de média dimensão. Quando acabou o curso, o pai mandou-o trabalhar para longe, ganhar experiêcias com outros. Foi o que ele fez, andou 2 anos por fora e depois por acaso, entra na empresa do pai. É hoje considerado um dos melhores funcionários da empresa e o seu ordenado é negociado todos os anos, pois é alguém que não tem problemas emganhar o que quiser em empresas do género.
O sócio do pai, com filhos da mesma idade, só tem feito cagada. Colocou lá um filho, que não faz puto e apesar de ganhar pouco, toda a gente diz que é um traste e os outros 2 anda a tentar colocá-los em clientes. Uma vergonha.

É por isso que te digo que não há verdades absolutas.

E um dia, se puderes ajudar um filho teu, farás o mesmo que toda a gente.

Olha, o meu pai já me convidou para trabalhar com ele. Qualquer dia faço-lhe uma OPA. [8D]


A questão como tu bem compreenderás nem é tanto o " querer o melhor para o filho ", é o que é usado para se alcançar esse melhor, nem sempre dentro do eticamente aconselhável, nem sempre do deontologicamente aceitável.


O que deveremos querer de melhor para o nosso filho é através da educação e do ensino que lhe podemos providênciar, e logo aqui já há a influencia e o poder económico a predominar.


Prepará-los para a VIDA, desmamá-los fazê-los homens e mulheres aptos para vingar sem o uso do titulo "é filhinho de" de A B ou C.


É que vingar no mundo actual (sem mérito entenda-se) de extrema competitividade á sombra de um nome ou de uma influência social ou económica, deveria na sociedade actual ser tão penalizante e socialmente reprovável como FUGIR aos impostos, a bem da verdade.


Saber quanto custa ganhar cada centimo, saber quanto custa ter de dizer não a mesada não chega, ou tenho de trabalhar para alcançar o extra que quero comprar, isso é preparar um filho para a vida é quere o melhor para o mesmo, não é trilhar um caminho á medida e limpar os "escolhos" para que as dificuldades não sejam sentidas.


Tal como já o vi aclamar aqui o empresário empreendedor trabalhador e lutador, também isso devia estar noutros sectores da nossa vida a começar pela forma como as empresas escolhem e seleccionam os seus colaboradores.
 
citação:Originalmente colocada por Phoenix

A questão como tu bem compreenderás nem é tanto o " querer o melhor para o filho ", é o que é usado para se alcançar esse melhor, nem sempre dentro do eticamente aconselhável, nem sempre do deontologicamente aceitável.
Um dia, há muitos anos atrás, ouvi da boca de um Quadro Superior de uma empresa aqui no Porto que havia pais que pagavam cerca de 5,000 contos para ele arranjar emprego nessa empresa....

Porra. [8D]
 
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