Afinal, o que é a vida?

nunomplopes

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Mas nós pensamos que ela é? A vida, nossa vida, a dos que nos rodeiam, tudo o que a tenha. É vida... ou, como afirmamos, é a vida!

Mas o que sabemos dela, o que nos ensinou e ainda o faz, que podemos retirar do precioso momento de vida, que o valorizemos ou não muito, é de dádivas que nos permitem marcar a nossa presença neste mundo que partilhamos, e também assim a nossa vida, as nossas vivências, tudo é vida.

O que pensamos dela (suscintamente ou não), o que podemos retirar e projectar nas nossas vidas, que conclusões retiramos de tudo isto, valerá apena viver?

Temos todos o nosso percurso de vida, a contrução da essencia que nos faz a nós e ao contrário dar vida à própria vida, e se se não fosse por tudo nem ela existia.

Que conclusões podemos retirar dela própria e discutir estas vidas que, tanto nos marcam como deixam a sua marca em nós e nós neste nosso mundinho que por cá andamos?...
 
Claro que somos marcados a cada dia que passa, assim como também marcamos. Agora o grau de relevo de cada marca é que, obviamente, muda.

E é isso que torna as coisas tão interessantes. Há marcas cujo poder não é controlável por nós. Aliás, a grande maioria.

Se controlássemos tudo o que se passa na nossa vida, não vivíamos.

A vida não é mais do que o percurso dentro de um labirinto. Por vezes há caminhos que são mais fáceis do que julgávamos, há caminhos que nos colocam grandes dificuldades, há becos sem saída que nos obrigam a uma auto reinvenção e a um novo começo.

No fim, não fazemos mais do que apagar as luzes. Era bom que esse momento servisse para reflectir em tudo o que passou...
 
Sim e não.

A vida não pára. É natural que, quando paramos para pensar, tenhamos em stand by uma lista de coisas nas quais reflectir.

Há acasos, há erros a evitar no futuro, há traumas/lutos/objectivos a ultrapassar, todo um conjunto de coisas que muitas vezes começam a fazer-nos perder tempo.
 
Claro que somos marcados a cada dia que passa, assim como também marcamos. Agora o grau de relevo de cada marca é que, obviamente, muda.

E é isso que torna as coisas tão interessantes. Há marcas cujo poder não é controlável por nós. Aliás, a grande maioria.

Se controlássemos tudo o que se passa na nossa vida, não vivíamos.

A vida não é mais do que o percurso dentro de um labirinto. Por vezes há caminhos que são mais fáceis do que julgávamos, há caminhos que nos colocam grandes dificuldades, há becos sem saída que nos obrigam a uma auto reinvenção e a um novo começo.

No fim, não fazemos mais do que apagar as luzes. Era bom que esse momento servisse para reflectir em tudo o que passou...

Acho que existe numa idade mais matura, e que faz parte do seguimento dela, e que muito observo, ou a assim pessoas de mais idade observam o mundo, mas muito estarão a reflectir da vida que se lhes passau, fazendo a sua auto-análize.Penso que o acontece(rá) com todos...
 
Vivo a vida de acordo com o momento. Nem vale a pena pensar se as opções do passado foram boas ou más, pois agora seria fácil dizer o que devia ter feito.

Uma coisa é certa, mudei muito a maneira de ver a vida. Cada vez penso que estou mais perto do ponto óptimo e daquilo que quero para mim!
 
Sim e não.

A vida não pára. É natural que, quando paramos para pensar, tenhamos em stand by uma lista de coisas nas quais reflectir.

Há acasos, há erros a evitar no futuro, há traumas/lutos/objectivos a ultrapassar, todo um conjunto de coisas que muitas vezes começam a fazer-nos perder tempo.

Exactamente, tocastes numa coisa que acabei de escrever hoje e discordo que pensar seja uma perda de tempo, até que ache que nos mais falta faz é isso.

Andamos, tentando parar, para pensarmos




Levamos a nossa vida numa azáfama completa por muitas vezes, que não paramos, um pouco, para pensar. Pensar aonde vamos com estas correrias, ver tudo passar sem nos agarramos a cada momento, ou ainda assim vamos correndo para não o fazer para fugirmos dos nossos pensamentos. Mas, estamos constantemente a pensar. Isso não nos escapa, mas precisamos de um momento, para onde vamos? Estou a desfrutar de tudo isto? Estou a dar importância ao que a vida que nos corre que tentamos acompanhar o seu ritmo que não nos dá um intervalo para fazer uma conclusão de tudo o que nos segue e persegue?



Paremos. Respiremos e meditemos, é importante que o façamos e se a vida não nos permitir isso que andemos para a frente, andemos assim, a pensar. Isso é que é o importante se nos escapa ou assim o queremos fazer a eles. Mas não conseguimos viver sobre pensamentos irreflectidos, temos de ter a noção deles, ver a sua importância.



Temos de ver assim que, precisamos de pensar para tomar a nossas opções, decisões para que ela consiga percorrer o seu decurso, não nos perdermos por caminhos e atalhos, precisamos da orientação dos nossos pensamentos.



Esta capacidade que temos, pensar em tudo, na vida, deve ser valorizada e que dê-mos crédito ao que nossos pensamentos nos indicam, o que fazer perante tudo, assim como a vida não para nós não paramos para pensar. Mas deveríamos o fazer, contraditar isso e mais claramente ver tudo o que se nos indica para desenvencilharmos dos nossos erros de percurso.



Tudo o que percorremos, o que iremos fazer em seguinte é canalizado pelo nosso pensamento, assim que tudo isto é a força motriz para nos movermos, tudo move, seja o mundo ao nossos redor, sejamos nós perante o mundo e os pensamentos que se nos cruzam e partilhamos, assim é que também, estamos em permanente comunicação, seja no nosso silêncio (que enquanto vivos) eles nunca se apagam, não que nos dê uma branca.



Penso, logo existo
​
Descartes


Existo, logo penso.​
Nietzsche

De uma forma ou de outra o importante aqui e o ponto-chave é o pensamento e foi de tudo isto que originou estas questões. Pensar como, quem, porquê e o que fazemos são importantes na perspectiva de que podemos levantar aquilo que nos comporá as respostas á nossas questões

Só que…


Existo onde não penso​
Freud


Assim acontece que, pela nossa preguiça mental não o façamos e apenas existimos (passe-se a expressão) sem eles, o que mentirosamente acreditamos que não sejam do nosso interesse, mas o que não queremos será aceitar os nossos pensamentos.

Aceitemos, dêmos o valor da importância que eles tem na nossa vida e assim reconhecemos que o e a nossa forma de pensar, na sua unicidade, é a parte da natureza que nos compõe, então que não desflorestemos isto tudo e a cada pensamentos arrancado por nós plantemos sempre outro.
 
Não, esse momento de reflexão seria mesmo o fim.

Pequenas paragens para pensar toda a gente, genericamente, faz. É como que agarrar na bússola e perceber se se está a ir na direcção certa.

Em relação ao balanço final, é cruel: muitos morrem repentinamente e não têm tempo para o fazer; outros, com doenças em estado terminal, têm tempo...a mais. Mas nunca se tem tempo a mais quando se decide aproveitá-lo.
 
Na minha próxima vida, quero viver de trás para a frente. Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo. E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer. Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilá!" - desapareço num o r g a s m o ...


Woody Allen

[:D]
 
Acho que existe numa idade mais matura, e que faz parte do seguimento dela, e que muito observo, ou a assim pessoas de mais idade observam o mundo, mas muito estarão a reflectir da vida que se lhes passau, fazendo a sua auto-análize.Penso que o acontece(rá) com todos...

Páro muitas vezes para reflectir no que já passou, e no que poderá vir. Pode não servir de nada na realidade, mas para mim é algo que tem de ser feito.
 
Na minha próxima vida, quero viver de trás para a frente. Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo. E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer. Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilá!" - desapareço num o r g a s m o ...



Woody Allen

[:D]

Conheço esse ponto de vista é bem pensado, mas quanto mais novo te vais tornando mais a nossa ignorãncia se vai desvendado, assim estamos a viver para desaprender...[:D]
 
A vida é nos imposta, como tal temos que a viver da melhor maneira possivel.

Ao longo dos anos tenho tentado encontrar a felicidade, por vezes consigo outras não mas o objectivo da minha vida basicamente é esse...a busca da satisfação pessoal.
 
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