Ajuda contabilística p.f.

Charger144

Well-known member
Uma questão simples: há uma pessoa que eu conheço que é estudante, que escreve muito bem sobre determinado tema e que eu queria contratar esporadicamente (2 ou 3 vezes no máximo) para escrever um artigo para a minha empresa.

No entanto essa pessoa não desconta, nunca descontou, nem está disposta a grandes trabalhos ou perdas de tempo. Aceita a proposta, mas apenas quer receber o dinheiro sem papeladas.

Como é que eu posso pagar a essa pessoa através da empresa, de uma forma totalmente legal, e que seja o mais simples possível?

Pensei em comprar aqueles cartões de compras do Continente, era uma hipótese, mas não sei até que ponto isso é legal.

Obrigado.
 
Acho que não tens forma de dar a volta...

Ou essa pessoa passa a ser funcionario da tua empresa ou então tem de se tornar empresário em nome individual e passar o respectivo recibo.
 
A minha ideia original seria: Abrir um "passatempo" como aqueles da TVI, com condições publicadas normalmente num site e etc etc, receber propostas (se aparecerem outras) e o vencedor receberia, digamos, 200 euros em cartão continente. Isto não seria totalmente legal?
 
Eu até poderia pagar do meu próprio bolso, a questão nem é essa. Eu não quero é que daqui a uns tempos apareça um gajo a dizer "Olha, eu fiz um serviço para a empresa X, recebi por isso, mas não descontei nada. E pagaram-me em dinheiro vivo, sem recibo."

Queria fazer a coisa legalmente..
 
Esses concursos carecem de aprovação. Q Antigamente era o Governo Civil, agora não sei... E pagavas impostos sobre isso.
 
Eu até poderia pagar do meu próprio bolso, a questão nem é essa. Eu não quero é que daqui a uns tempos apareça um gajo a dizer "Olha, eu fiz um serviço para a empresa X, recebi por isso, mas não descontei nada. E pagaram-me em dinheiro vivo, sem recibo."

Queria fazer a coisa legalmente..
Ele que passe um acto único.
 
Esses concursos carecem de aprovação. Q Antigamente era o Governo Civil, agora não sei... E pagavas impostos sobre isso.


Eu não entendo nada de concursos, mas se reparares bem, por vezes eles dizem concurso e por vezes dizem passatempo. Tenho visto vários "paasatempos" vindos de empresas de grande dimensão, por exemplo no facebook, e não me parece que precisem de autorização para tal, ou pelo menos não está escrito em lado nenhum que são autorizados.
 
Já estive no lugar dessa pessoa, quando estava na universidade e recebi o pagamento como disseste qcima: apresentei faturas de combustível, restaurantes e supermercado com o NIF da empresa em questão.
 
Eu não entendo nada de concursos, mas se reparares bem, por vezes eles dizem concurso e por vezes dizem passatempo. Tenho visto vários "paasatempos" vindos de empresas de grande dimensão, por exemplo no facebook, e não me parece que precisem de autorização para tal, ou pelo menos não está escrito em lado nenhum que são autorizados.

Legalmente sim precisa de autorização
 
Não tens um saquito azul algures numa gaveta da secretária?
Agora mais a sério, a apresentação de despesas contra facturas é o modo mais comum.
 
Não tens um saquito azul algures numa gaveta da secretária?
Agora mais a sério, a apresentação de despesas contra facturas é o modo mais comum.


Sim, eu entendo. Mas para todos os efeitos, é tão ilegal quanto pagar por fora em dinheiro do meu bolso. Aliás, é mais ilegal. Tecnicamente é fraude
 
Não tens um saquito azul algures numa gaveta da secretária?
Agora mais a sério, a apresentação de despesas contra facturas é o modo mais comum.

Isso é fraude, com a agravante que transfere o risco para o agente pagador.

Só existem 2 duas opções e mesmo assim a primeira é duvidosa:
1-O pagador recebe o dinheiro como sendo para si e entrega-o ao beneficiário (eventualmente esta situação poderá configurar um incremento patrimonial previsto na categoria E e star sujeito a IRS);
2-O beneficiário realiza um ato isolado.

A duvida é de natureza fiscal não tem nada a ver com contabilidade.
 
acto isolado, pagas o valor acordado mais IVA

o estudante recebe a guita, paga o IVA e já está

é aconselhável fazer um único, falas em duas ou três vezes, junta tudo na última
 
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