Alfa 4c

4C "de cabelos ao vento"...
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Tenho algum receio do preço do carro. É preciso que seja cuidadosamente pensado, uma vez que pode matar o sucesso do modelo. A meu ver não deveria ir pelo mesmo caminho do 8C, que é um exótico, quase um "mito" (eu nunca vi nenhum, e sei que é muito complicado ver algum).

É preciso ter carros desses, mas também é preciso ter carros que vendam, e que as pessoas vejam com mais alguma facilidade. Na minha opinião só assim é que a Alfa Romeo poderá tornar-se numa marca premium como o CEO tanto quer (e que eu concordo). Não basta bons produtos, é preciso criar desejo, e isso passa também (mas não só) por vender carros. Vender muitos​ carros.
Os planos para o 4c implicam a venda de 18000 unidades durante o ciclo de vida do modelo.
As razões para isso prendem-se sobretudo com as peculieridades técnicas do 4c, como o uso da fibra de carbono e do processo de fabrico domesmo. Sem ser tão exclusivo como o 8c, as particularidades do projecto tqmbém limitarão o número deunidades que chegarão à rua.

Mesmo carros de produçao como o elise, pouco mais vendem que 2000 un/ano, pelo que temos um nicho algo reduzido.
O 4c também encontra-se mais ou menos no mesmo nicho, pelo que parece que todoo projecto foi dimensionado para essa realidade
 
Estes carros mais do que vender muito têm de dar rentabilidade de duas formas, uma na forma de dinheiro e outra na forma de visibilidade à marca com intuito de transmitir confiança a quem vê para ajudar a vender os seus modelos generalistas.

Nunca se esqueçam que muitos dos "segredo" das premium é criar estas ilusões não atingíveis facilmente e que impulsionam tanto a visibilidade como a perceção do que são as marcas, as pessoas seguem os sonhos.
 
Estes carros mais do que vender muito têm de dar rentabilidade de duas formas, uma na forma de dinheiro e outra na forma de visibilidade à marca com intuito de transmitir confiança a quem vê para ajudar a vender os seus modelos generalistas.

Nunca se esqueçam que muitos dos "segredo" das premium é criar estas ilusões não atingíveis facilmente e que impulsionam tanto a visibilidade como a perceção do que são as marcas, as pessoas seguem os sonhos.

Obviamente Cagi.
 
Mais um pouco de especulação minha sobre o material da monocoque do 4C

Neste video a partir do minuto 39:40 é possivel ver uma peça em carbono/plastico injectado.


Ainda no mesmo video (a partir do minuto 23:51) é possivel ouvir falar numa outra alternativa para carros leves, os chamados metais coveticos, no caso do video falam no aluminio covetico e no cobre covetico.

Quem tiver paciencia por ver todo o video porque é muito interessante.
 
Normalmente estas linha resultam melhor ao vivo devido ao afundar dos volumes que por vezes parecem forçadas na foto mas dão sensualidade quando vistos em 3D.
 
Sinceramente não consigo achar grande piada ao carro. A partir do meio há algo que não bate certo e faz-me lembrar o Lotus Elise.
Precisamente o que eu acho.
Já no 8C achava o a zona dos guarda lamas traseiros um pouco exagerada, neste ainda mais.
Mas vou dar o beneficio da dúvida ate o poder ver nas estradas, já o Elise resulta muito melhor ao vivo que na fotografia.
 
O 4c se for como está nas fotos srá absolutamente lindo.

Quanto ao 8C isso nem sequer tem contestação, é um carro que foi para o ranking dos mais belos de todos os tempos desde que o primeiro saiu da fabrica.

Já varias entidades ligadas à imprensa automovel e ao dsigne consideraram o 8c como uma das maiores obras primas automobilisticas de todos os tempo, quem o acha feio, ou exagerado nao percebe o conceito estetico e a vertente sexual do automovel.
 
O 4c se for como está nas fotos srá absolutamente lindo.

Quanto ao 8C isso nem sequer tem contestação, é um carro que foi para o ranking dos mais belos de todos os tempos desde que o primeiro saiu da fabrica.

Já varias entidades ligadas à imprensa automovel e ao dsigne consideraram o 8c como uma das maiores obras primas automobilisticas de todos os tempo, quem o acha feio, ou exagerado nao percebe o conceito estetico e a vertente sexual do automovel.

O 8C é bonito, mas relativamente desinteressante de se olhar. Limita-se a seguir cânones clássicos de design, sem nunca ser ousado, surpreendente ou desafiador. Mesmo sem sair da Alfa Romeo, coisas como o Brera Concept ou o Duettottanta são coisas muito mais interessantes de se olhar do que o 8C.
 
O 4c se for como está nas fotos srá absolutamente lindo.

Quanto ao 8C isso nem sequer tem contestação, é um carro que foi para o ranking dos mais belos de todos os tempos desde que o primeiro saiu da fabrica.

Já varias entidades ligadas à imprensa automovel e ao dsigne consideraram o 8c como uma das maiores obras primas automobilisticas de todos os tempo, quem o acha feio, ou exagerado nao percebe o conceito estetico e a vertente sexual do automovel.

Das duas uma, ou tas a falar do factor pussy magnet? Ou do mandar uma no carro?
Mas também já avaliam isso nas revistas é?

O 8C é belissimo mas é daqueles casos em que fico com a sensação de que poderia ser ainda mais belo. Prefiro a dianteira à traseira e quando os desenhos me satisfazem em pleno fico na dúvida o que não é o caso. Mas tudo bem, tem o seu factor retro, parece-me que se inspiraram nos Zagato dos anos 60 que tinham Kamm tail, talvez dai a traseira um pouco dramática.


Quanto ao 4C aquela confusão de linhas que segue para os espaços da admissão dá quanto a mim uma sensação de fragilidade ao carro, a traseira aparenta-me um pouco como que estando solta da frente mas pode ser só aparente, daí dizer que espero para vê-lo ao vivo.
Mas para já parece-me que não chega a ao desenho sublime do GTV que passados tantos anos continua estupendo.

Infelizmente nao tenho apreciado muito os últimos desenhos de Arese, falo do Mito e do Giulietta. O primeiro não gosto mesmo e o segundo apesar de bonito está muito "pesadão" para o que espero de um Alfa.
 
O 8C Competizione acho um carro realmente bem conseguido.

Agora, acho que a adaptação de design para o Mito e Giulietta foi algo infeliz, porque o desenho ficou muito afeminado e as proporções(principalmente a frente) são estranhas.
 
Alfa Romeo 4C: produção iminente

A construção do futuro Alfa Romeo 4C está prevista para começar em Modena já em Janeiro de 2013. A instalação da linha de montagem começou pela Maserati, para o Quattroporte atual. A taxa de produção esperada é de 2.000-3.000 unidades por ano.

Como originalmente anunciado, o motor é de 4 cilindros TBi 1750, mas é um bloco de alumínio de nova geração, mais leve 25 kg.
A potência do 1.8 TBi atingirá os respeitáveis ​​24 cv, distribuídos para as rodas traseiras através de caixa de 6 velocidades via caixa de dupla embraiagem TCT.

A principal originalidade do 4C no seu segmento não será mecânica, mas será única em compósitos usados na carroçaria. Tal como o futuro F70 Ferrari, esta feita perto de Nápoles pela sociedade Tecno Tessile Adler (ATT), uma joint venture entre dois especialistas do setor.
Esta estrutura leve, portanto, permitirá ao 4C manter a sua aposta de ficar abaixo de 1.000 kg, com uma relação peso-potência equivalente à Lotus ...

Site internet Automobile-Sportive
Está garantida a apresentação europeia em Genebra, mas será que fará a surpresa de aparecer já em janeiro no Salão de Detroit?
Seria o mais lógico, visto o seu principal objetivo ser preparar o regresso da Alfa aos EUA em 2014.
 
O 8C Competizione acho um carro realmente bem conseguido.

Agora, acho que a adaptação de design para o Mito e Giulietta foi algo infeliz, porque o desenho ficou muito afeminado e as proporções(principalmente a frente) são estranhas.

Um caso clássico de novecentosonzenite[:D]. Detectada pela primeira vez na Porsche, quando por alguma razão misteriosa, a expansão da familia colava-se desproporcionadamente às feições do patriarca.

Mais a sério, quando se tenta adaptar detalhes, superfícies, linhas, proporções de uma criatura a outra que nada tem a ver com esta, seja em dimensões, seja em proporções, os resultados serão sempre ambiguos.

Devem ser raros os casos em que estas adaptações forçadas tenham resultado em algo digno de se ver.
Mesmo que obrigue à marca criar maior diversidade de vocabulário visual, é sempre preferivel essa abordagem que as adaptações forçadas a que assistimos regularmente na industria, para haver noção de "familia". Até a Porsche tem vindo a aprender essa lição

Dito isto, não considero o Giulietta sob a influência estilistica do 8C. Felizmente.
A frente do Giulietta foi, talvez em excesso, uma reacção às criticas da bela, mas agressiva frente do 159.
Segundo a própria Alfa, parece que a frente agressiva do 159 demovia potenciais clientes.

Acho que é desculpa algo dúbia, mas ok... A frente do Giulietta acaba por ser insonsa, não acompanhando a assertiva e melhor resolvida traseira. E grande parte da culpa recai nas amendoas que formam os grupos ópticos
 
Última edição:
Está garantida a apresentação europeia em Genebra, mas será que fará a surpresa de aparecer já em janeiro no Salão de Detroit?
Seria o mais lógico, visto o seu principal objetivo ser preparar o regresso da Alfa aos EUA em 2014.

"Como originalmente anunciado, o motor é de 4 cilindros TBi 1750, mas é um bloco de alumínio de nova geração, mais leve 25 kg.
A potência do 1.8 TBi atingirá os respeitáveis ​​24 cv,"

Falta aqui qualquer coisa, penso que será do género 24x CV.

Eu li algures à uns tempos que o objectivo era reduzir 4 Kg por Cavalo, indo o 0-100 Km/h para a casa dos 5s, e a velocidade máxima fica nos 250 Km/h.
 
Última edição:
Um caso clássico de novecentosonzenite[:D]. Detectada pela primeira vez na Porsche, quando por alguma razão misteriosa, a expansão da familia colava-se desproporcionadamente às feições do patriarca.

Mais a sério, quando se tenta adaptar detalhes, superfícies, linhas, proporções de uma criatura a outra que nada tem a ver com esta, seja em dimensões, seja em proporções, os resultados serão sempre ambiguos.

Devem ser raros os casos em que estas adaptações forçadas tenham resultado em algo digno de se ver.
Mesmo que obrigue à marca criar maior diversidade de vocabulário visual, é sempre preferivel essa abordagem que as adaptações forçadas a que assistimos regularmente na industria, para haver noção de "familia". Até a Porsche tem vindo a aprender essa lição

Dito isto, não considero o Giulietta sob a influência estilistica do 8C. Felizmente.
A frente do Giulietta foi, talvez em excesso, uma reacção às criticas da bela, mas agressiva frente do 159.
Segundo a própria Alfa, parece que a frente agressiva do 159 demovia potenciais clientes.

Acho que é desculpa algo dúbia, mas ok... A frente do Giulietta acaba por ser insonsa, não acompanhando a assertiva e melhor resolvida traseira. E grande parte da culpa recai nas amendoas que formam os grupos ópticos

Apesar de ser cliente Alfa, acho, e a meu ver, que apenas existiu essa demasiado colagem entre o Mito e o 8C. No entanto são automoveis que se diferenciao bem entre si, não criando confusão visual entre qual é qual.
Digo isto também para marcas como a Renault, que sabe-se que a linguagem é Renault mas que não se confude carros entres segmentos.
Agora critico, isso sim, marcas com A BMW (que ja não consigo diferenciar o que é um S3 e um S5 actual), a Audi (com a trapalhada de series chapa5) e por vezes alguns produtos Peugeot.

Mas grave é a Audi, poorque se quer vender um produto "premium" deveria ter coragem em diferenciar os modelos, para que um simples (mas caro) A4 não se confunda com um A5/A6/A7!
 
O problema que referi não é tanto a dificuldade em identificar modelo X ou Y da mesma marca, dado a colagem visual.
É mesmo os resultados estéticos dúbios que essa colagem provoca.
Colar o ADN visual de um 911 a um Cayenne nunca poderia dar bom resultado, por exemplo.

O caso da Audi é distinto.
Nota-se que procuraram mais a identidade da marca do que do modelo em si.
Não pegaram num modelo emblemático da gama e forçaram a sua estética em todos os outros.
Em vez disso, criaram uma série de elementos gráficos, e linhas chave e proporções que facilmente, e, importante, harmoniosamente, se adaptaram por toda a sua gama.

Seja qual fôr o modelo da Audi, existe harmonia, coesão, e não temos proporções estranhas ou elementos metidos a martelo (talvez exceptuando o A1 e o R8).
Tudo foi pensado ao pormenor na identidade da marca.
Sim, no final parecem todos iguais. E é, talvez, o ponto mais discutivel nesta abordagem, que retira protagonismo ao modelo em nome da marca.
Por outro lado, ajuda na sucessão das diversas gerações de modelos, já que privando modelo X ou Y de protagonismo individual, permite uma adaptação mais suave a novos cânones da marca que possam vir no futuro.

Por exemplo, o que será mais fácil substituir... um 500 ou um A1?

Dito isto, a Alfa até costumava estar um nivel acima, sobretudo no tempo que o Walter esteve lá.
Pois conseguia um bom reconhecimento como marca, a um nivel geral, comunicado através dos seus produtos, sem no entanto perder a identidade do modelo, como acontece com tantos Audi actuais.

Dado os últimos anos na Alfa, e de momento estarem resumidos a dois modelos, são questões que nem se colocam.
MiTo e Giulietta dificilmente se confundem. Até obedecem a diferentes permissas visuais.

Tendo em conta aquilo que o 4C mostra, estou curioso para ver se aquelas permissas visuais e elementos gráficos (ópticas, scudetto) se espalham pela restante gama.
Pessoalmente, não acho que o estilo do 4C deva ser aplicado a tudo o que tenha 4 rodas por parte deles.
Espero que encontrem uma linguagem mais elegante e sofisticada nos sedans que aí vêm. Algo que faça regressar a depuração e essência dos 156/166
 
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