Provavelmente para tornar o carro acessível, como já disse anteriormente.
Estando disponíveis como opção, pagam e está feito. Se elas viessem de série não se preocupem que as pagavam, não era oferta.
Não estou a ver o drama mas pronto..
Cumprimentos.
Como quem iniciou o
drama fui eu, cabe-me também responder. [

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Antes de mais, posso compreender que, por razões estratégicas, de mercado e outras idênticas tenhamos um Alfa mais acessível, como por exemplo com um motor a gasóleo de baixa cilindrada. A potência não está lá mas desenrasca. Podemos ter direcção de assistência eléctrica, mais fáceis de fabricar, montar e assistir. O feeling não é o mesmo que uma direcção de assistência hidráulica mas é suficientemente directa como se pretende num automóvel de caris dinâmico.
Depois, temos a opção de jantes de ferro com tampões. Com tampões? É verdade que é uma opção, como ao fim e ao cabo, todas as marcas acabam por ter. E que, certamente, um cliente novo na casa não irá notar. Mas para quem sempre apreciou o que a Alfa apresentou em Portugal, jantes em ferro, além de não serem opção, nunca tão pouco foram solução! Um GTVv6, um 33, um 75, um Spider… enfim, desde os anos 70 nenhum conhecedor da marca pensou em ter que pedir jantes em liga. É que não é por ser bonito ou feio! É porque dinamicamente também se nota-se! Enfim, se calhar, tenho que dar a mão à palmatória e reconhecer que andamos para trás, e que é normal e aceitável.

Além de que, várias foram as pessoas com quem convivi (influentes ao nível da Alfa Portugal – quando ela ainda estava em Portugal e não em Espanha) que me referiam isso como motivo de orgulho.
De facto, se calhar, eu e eles estamos enganados. E quem está, hoje, na direcção da Alfa em Portugal, não conhece muito da história da marca, cá, neste país, mas tem belas ideias. [

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