Alívio da carga fiscal em 2010?...

Portugal regista o menor aumento dos salários de toda a União Europeia


Em Portugal os salários registaram o menor aumento entre todos os 25 estados-membros da União Europeu no terceiro trimestre deste ano, sendo que Malta registou uma redução. Na Zona Euro, as remuneração cresceram ao ritmo mais lento dos últimos oito anos.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Eurostat, em Portugal os salários aumentaram 0,1% nos três meses terminados no final de Setembro, isto depois de um crescimento de 1,2% no trimestre imediatamente anterior e de um aumento de 2,9% registado no mesmo período de 2005.

Para este resultado contribui a contracção de 0,3% e 0,2% verificada nos serviços e na indústria, respectivamente, sendo que apenas se registou um aumento no sector da construção, de 3,7%, que suportou a evolução.

Pior que Portugal, apenas Malta onde os salário caíram 0,2%. No extremo oposto, encontram-se a Letónia e a Lituânia onde as remunerações dispararam 20 e 23,6%, respectivamente.

Neste terceiro trimestre de 2006 os salários nos 25 estados-membros da União Europeu cresceram 2,6%.

Aumento dos salários abranda para o ritmo mais lento desde 1998 na Zona Euro

O aumento dos salários nos doze estados-membros da Zona Euro abrandou inesperadamente para o nível mais baixo dos últimos oito anos no terceiro trimestre deste ano, sugerindo que a contratação de pessoal e o crescimento da economia não estão a impulsionar o aumento das remunerações.

Os custos do trabalho aumentaram em 2% nos três meses terminados em 30 de Setembro, face ao mesmo período do ano anterior, naquele que é o menor crescimento desde 1998, segundo os dados hoje divulgados pelo Eurostat.

Os economistas consultados pela Bloomberg estimavam que o crescimento fosse de 2,6%, isto depois do aumento de 2,3% registado nos três meses imediatamente anteriores.

Este abrandamento no ritmo de crescimento dos salários na Zona Euro poderá vir a aliviar os receios do Banco Central Europeu de que a expansão da economia dos doze resulte num aumento das remunerações e que tal possa impulsionar a inflação.

Recorde-se que a autoridade monetária da Zona Euro, liderada por Jean-Claude Trichet, aumentou pela sexta vez consecutiva o preço do dinheiro no início de Dezembro, para os actuais 3,5%.
 
Claro...

Já à tempos comentei com colegas que neste país agora é tudo para 2010, desde as obras do metro(que nem começaram...) passando pelas novas acessibilidades a Lisboa, é tudo para 2010....

Depois vamos chegar a 2010 e não há nada para ninguém...
 
O povo fartou-se da sacanagem do Durão Barroso, que se pirou para Bruxelas e depois das palhaçadas do Santana Lopes.

O José Sócrates que não se esqueça disso. :)
 
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