Quando um arquitecto acaba um trabalho, é da "norma" entregar os ficheiros em Auto CAD ao cliente que o comprou?
Por norma dá-se uma cópia em papel de todo o processo, porque para 99% dos clientes querem apenas papel e nem sabem abrir o autocad.
Mas depende dos casos pode-se fornecer os desenhos em CAD. Depois depende de que desenhos e para quê.
Desenhos de detalhes não gosto de fornecer a ninguém. Alguns detalhes são bibliotecas que demoram anos a criar e a aperfeiçoar e pertencem ao Arq. e não devem "andar por ai" .
Mas forneces esses detalhes em papel, certo?
No caso da arquitectura não sei, mas no caso da mecânica, é comum fornecerem-se todos os elementos em CAD, muitas vezes de transposição directa para o fabrico de peças.
Afinal, o cliente certamente pagou de acordo com o trabalho que espera receber. Sem os detalhes, o cliente fica muitas vezes sem os elementos necessários para a conclusão da obra.
O que não estamos ainda a ver bem é que o CAD substitui o estirador. Se antes se forneciam os desenhos dos detalhes, não vejo porque razão não se hão-de fornecer esses mesmos detalhes em formato digital, já que é esse que está, actualmente, em uso.
É por caso de um evento, que se repete anualmente. Tem sido um arquitecto a fazê-lo e agora será outro, pelo que convêm partir de alguma base.
Por norma dá-se uma cópia em papel de todo o processo, porque para 99% dos clientes querem apenas papel e nem sabem abrir o autocad.
Mas depende dos casos pode-se fornecer os desenhos em CAD. Depois depende de que desenhos e para quê.
Desenhos de detalhes não gosto de fornecer a ninguém. Alguns detalhes são bibliotecas que demoram anos a criar e a aperfeiçoar e pertencem ao Arq. e não devem "andar por ai" .
Será que tu próprio não te socorres de bibliotecas de terceiros? Muitas delas até são fornecidas com o próprio software e outras de alguns fabricantes de componentes.
Diria que qualquer criação que se envia para um cliente vai carregada de know-how. É inevitável.
No caso da arquitectura talvez o problema não se coloque da mesma forma como na mecânica, pois na mecânica usa-se muito o recurso das máquinas de comendo numérico. Se não existe em CAD tal como foi criado, há que desenhar novamente! Não estou a ver que um cliente pague duas vezes pelo mesmo trabalho
Não deixo de entender o teu ponto de vista sobre o proteccionismo do teu trabalho, mas há que ver igualmente o outro lado []
O exemplo do livro não tem paralelo, já que quando se compra um livro é para o ler e não para o produzir e/ou alterar. Apesar disso, não faltam livros em pdf.
Nas propostas indico logo o numero de cópias em papel e se inclui desenhos em suporte informático ou não. Fica tudo definido no inicio.
Até tenho feito projetos que só entrego em suporte informático, normalmente para o estrangeiro. Seguem por mail.[]
Em execução envias tudo?
DWG ou DWF?
DWG. Mas não falo de projectos de arquitectura, mas sim de especialidades.
Não sou arquitecto, sou topografo e no meu entender fez todo sentido enviar os meus trabalhos em DWG, tal como os arquitectos enviarem os projectos em DWG...
Talvez [] mas ás vezes não é bem assim... experimenta lá explodir blocos com atributos, o que acontece? Vai a informação toda com os porcos. O mesmo acontece com outros objectos parametrizáveis [
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