ASAE afinal pode não estar plenamente legal

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Para as aves raras que já andam para aqui a relacionar inspecções da ASAE com a clubite aguda, de acordo com o que ouvi há 2 ou 3 horas na SIC Noticias, na Costa da Caparica foram fechados TODOS os restaurantes na zona onde se encontra tambem o barbas, e não apenas o barbas!!

Todos tinham as licenças expiradas em 30/09 e não possuiam novas por questões que se prendem com o famoso plano Pólis.

E então à bela maneira portuga, vai de criticar, mandar a baixo e fazer 30 por uma linha, sem terem pelo menos mais algum conhecimento das situações.

Ok que o estabelecimento se não reunir as condições minimas necessárias, deve encerrar ou em chegar a abrir. Mas secalhar por vezes deveriamo-nos conter nos comentários, pelo menos até saber mais qq coisa.


Calhando depois quando abrirem os novos estabelecimentos, vêm dizer "ah e tal, se não fosse a ASAE ainda continuavam aquelas pocilgas abertas. Só assim fizeram obras e o catano." [:D] [:D]
 
Eu não tenho por hábito ir ao Jumbo, só lá fui uma vez (por causa da uma tenda em promoção), e estranhei terem aquilo aberto com aquelas obras a decorrer..
 
Eu não sou contra a fiscalização da ASAE, sou contra é o circo em que se transformou esta entidade. Porque razão as fiscalizações tem de ser feitas de maneira tão espalhafatosa? Porque razão a comunicação social está sempre presente? Porque razão alguns fiscais estão de cara tapada? Porque razão querem parecer verdadeiros Rambos e Heróis Nacionais quando a sua função deveria ser muito mais construtiva? Acho que já chega desta palhaçada, as pessoas pagam os seus impostos para terem entidades fiscalizadoras, mas não para assistir a estes tristes espetáculos de demonstração de força. Qualquer dia vamos ver a ASAE em blindados a usar granadas e lança-mísseis contra os estabelecimentos incumpridores!
 
Penso que este estilo muito nosso de pedrimos sempre tolerância, tem de acabar.

Se não tem licença, fecha. Ponto final.

Um dia as pessoas vão aprender que têm de pagar os impostos, passar nas passadeiras, obter licenciamento, não cuspir no chão, ....

Concordo plenamente apr:)

Até porque se houver tolerância, o tuga abusa sempre...contra mim falo :sh)
 
Acho estas acções da ASAE mais um excesso de zelo e protagonismo que outra coisa...

no então a ASAE devia era obrigar o proprietário do restaurante a cortar a barba[:vm)]
 
Acho estas acções da ASAE mais um excesso de zelo e protagonismo que outra coisa...

no então a ASAE devia era obrigar o proprietário do restaurante a cortar a barba[:vm)]

Por alguma razão o restaurante chama-se "O Barbas". Quem lá vai já devia saber isso. Era a mesma coisa se houvesse um restaurante chamado "Baratas" ou "Cabelo na Sopa". [:)]
 
os queijos e enchidos que hoje são mediaticamente "abatidos" para enormes sacos de lixo preto (!!!) nas nossas feiras regionais porque estão á venda fora de frio (!!!) perante o olhar atonito dos "velhos vendedores" regionais que o fazem há 20, 30anos, e nem sabem (porque a Asae, nao lhes deu a conhecer!) sequer porque é que hoje os seus produtos vão ser abatidos, mas têm uma licença municipal renovada anualmente no seu municipio, e sempre assim foi, e hoje uma organizaçao que esta acima de tudo e de todos confisca-lhes o produto e diz: "se quer vender queijos de pasta mole e enchidos tem que ter um frigorifico portatil "(!!!)
e o velhote responde: "eu naoa sabia...nao conhecia que a lei mudou....ninguem me informou!.."
Ninguém o informou nem tinha que informar, quem tem um negócio é que tem de se informar.

Se não têm condições para estar à frente de um negócio... que vão trabalhar por conta de outrem que saiba [:p]
 
Ninguém o informou nem tinha que informar, quem tem um negócio é que tem de se informar.

Se não têm condições para estar à frente de um negócio... que vão trabalhar por conta de outrem que saiba [:p]

Ou seja, se não sabes gerir um restaurante onde se come umas belas feijoadas à transmontana e se servem os belos queijos de Nisa, vai trabalhar para quem sabe ( Mc Donalds, Pizza Hut) Lol
 
as minhas apr:) à acção da ASAE nestes últimos tempos.

Dão uma bela ajuda a melhorar o civismo em PT.

Porque nos outros países mais desenvolvidos que o nosso, as pessoas cumprem não porque são mais solidárias e educadas, mas porque sabem que a fiscalização apanha quem não cumpre.

Portanto apoio todo este tipo de iniciativas para que os portuguese se habituem a cumprir a leiapr:) .
 
O que a ASEA tem feito é penalizar os incumpridores. Alguém se pode revoltar contra isso?

Discotecas e bares sem licenças (com falsas saídas de emergência, p.e. caso do algumas no Porto e Braga), restaurantes e relotes badalhocas, estabelecimentos a funcionar fora do horário legal, feirantes a vender produtos ilegais,... têm de ser penalizados, tendo de regularizar o seu negócio, sob o risco de sofrerem fortes penalizações...


Volto a perguntar, alguém pode criticar?
 
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Ninguém o informou nem tinha que informar, quem tem um negócio é que tem de se informar.

Se não têm condições para estar à frente de um negócio... que vão trabalhar por conta de outrem que saiba [:p]

Falamos de negocios de subsistencia, vendedores de feiras, achas que podemos tratar Hipers/e vendedores de feira com o mesmo remedio (???)[;)]
isto é:
para ti, um vendedor regional de enchidos de Vinhais (terra do fumeiro se nao sabes) tem que ser "visto" como um Comerciante Estabelecido de Lisboa/Porto/Faro, se nem estes tem Associaçoes, ou Municipios ou gabinetes de apoio municipais que os informem....(só passam licenças!!!)
ás vezes é preciso "ver" mais ao longe....
 
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ASAE caça escutas ilegais

ASAE caça escutas ilegais

Mas ... mas isto não é querer cair no ridiculo !?

Mas estes srs. não pensam que quem quer executar escutas ilegais compra este material On Line ou em casas de confiança.

Inspecção: Apreensão de material
ASAE caça escutas ilegais

A manhã de ontem foi agitada para inspectores e brigadas policiais da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Mas também para seis empresários (5 em Lisboa e um no Porto) confrontados com uma fiscalização de caça à venda de equipamentos de escutas ilegais – numa altura em que a discussão sobre as escutas ganhou maior visibilidade após os ‘desabafos’ do procurador-geral da República, Pinto Monteiro.
Durante a operação, que teve início pouco depois das 11h00, foram apreendidos 140 equipamentos – que, na maioria, só permitem fazer escutas telefónicas ilegais se montados e ligados entre si – e foram instaurados três processos-crime contra empresários que gerem lojas de objectos electrónicos.

Entre o material apreendido, a ASAE encontrou quatro micro-câmaras de vigilância equipadas com um sistema de transmissão de voz à distância, prontas a serem utilizadas por um qualquer comprador que se deslocasse a essa loja lisboeta, junto às Portas de Santo Antão, nos Restauradores.

Nas caixas levadas pelos ‘polícias’ do Ministério da Economia, há circuitos que podem ser colocados dentro dos auscultadores dos telefones – permitindo que o som que captam seja repetido e depois gravado num receptor.

E há também pequenos equipamentos, cujo preço varia entre os 10 e os 35 euros, que podem ser colocados debaixo de uma mesa, atrás de uma porta ou no bolso de um casaco. Todos servem para ouvir conversas alheias.

É difícil apreender equipamentos de escuta totalmente montados e prontos a funcionar, pois, segundo um inspector da ASAE, “as pessoas que compram este tipo de materiais gostam de montar todo o equipamento em casa, onde é mais difícil apanhá-los”. A informação para o ‘modus operandi’ pode ser encontrada na internet e o preço para dar vida a uma escuta pouco sofisticada ronda os 500 euros.

As distâncias a que podem ser captadas as conversas telefónicas, de telefones fixos ou móveis, variam dependendo da potência do emissor utilizado. E também da qualidade do material usado nas escutas. Se a intensidade for fraca, o receptor vai captar todo e qualquer ruído.

A comercialização de equipamento para fazer escutas é proibida por lei e os empresários podem incorrer numa pena de dois anos de prisão ou 240 dias de multa.

Antes de ir para o terreno, os inspectores da ASAE estudaram bem as lojas suspeitas. Fizeram perguntas aos funcionários para aprenderem como podiam montar uma escuta e compraram exemplares do respectivo material para o estudarem ao pormenor. A operação foi planeada nas últimas semanas e vai repetir-se em breve. Durante a inspecção da ASAE da manhã de ontem não foi encerrada nenhuma loja.

HOUVE REUNIÃO COM O PGR

O Inspector Geral da ASAE, António Nunes disse ontem ao CM que está empenhado em combater a ilegalidade no que toca a escutas telefónicas. “Com este tipo de operações planeadas, a ASAE vai fazer cumprir a lei que impede a utilização de escutas”, disse, acrescentando que há ainda um imenso trabalho a fazer na comercialização on-line. A operação decorreu dois dias após António Nunes se ter reunido com o procurador-geral da República, Pinto Monteiro. O inspector nega que esta operação tenha sido espoletada pelo encontro entre os dois. “Não está relacionada com essa reunião. Mas obviamente, após a discussão pública na semana passada, fomos alertados para este problema e vamos reforçar o combate a este tipo de ilegalidades”.

SEM RÓTULOS PORTUGUESES

Numa conhecida casa lisboeta que comercializa equipamentos electrónicos, na avenida da Liberdade, os inspectores da ASAE encontraram ontem ao final da manhã dezenas de amplificadores – que podem, por exemplo, ser colocados em colunas de auto-rádios – sem terem a rotulagem escrita em português, o que é obrigatório por lei. Nesta situação a ilegalidade não dá direito à apreensão do material, pois resumiu-se a poucas dezenas. A coima deste tipo de contra-ordenação varia entre os 25 e os 2500 euros no caso de pessoas singulares. No que diz respeito às pessoas colectivas a fasquia do valor a pagar pode variar entre os 25 a 7500 euros. A partir do momento em que o material é sinalizado pela fiscalização, este não pode de modo algum ser comercializado enquanto as rotulagens não forem substituídas. Não há prazo legal estabelecido para fazê-lo. O tempo de substituição das rotulagens só depende do comerciante. Quanto mais rápido o fizer, mais depressa pode vender o material.

MATERIAL ILGEAL

- Circuito amplificador que permite aumentar o som captado

- Este minimicrofone é um emissor muito fácil de construir, sugere o rótulo

- Pode ser usado em intercomunicadores, telefones, sistemas portáteis ou em carros

Ângela Lopes

Diário de referência


Será que não sabem que quase todo os equipamentos de som de alta fidelidade se usados e modificados por alguém com conhecimento de electrónica pode ser usado como escuta e microfone.

Será que não sabem ?
Se não sabem aconselhem-se tecnicamente antes de cairem no ridículo.

Só para mostrar a esses srs. o quão ridículos são ... ele que vejam isto e fechem os sites que mostro abaixo.
Olha fechem-me a mim também por falar nisto ... [8b]

Sinceramente tanta coisa para se preocuparem e andam de volta de pintelhices . [8b]

Há que aplaudir acções da ASAE, mas esta reveste-se de ridiculo.


[SIZE=-1]www.spy.th.com/audiocat.html
[/SIZE][SIZE=-1]www.ozspy.com.au/audio/audio.asp
[/SIZE][SIZE=-1]www.hackerscatalog.com/Products/PlanPackage/BugsListeningDevices/Index.html
[/SIZE][SIZE=-1]www.vedosoft.com/listening-devices.html
[/SIZE][SIZE=-1]www.spytechs.com/listen_voice_equip/super_ear.htm
[/SIZE][SIZE=-1]www.spy-equipment.co.uk/Audio_Products/FM_Equipment/k9fm_equipment.html[/SIZE]
[SIZE=-1]
[/SIZE]
 
ASAE é a palhaçada completa[:vm)]

a ASAE devia era inspeccionar-se a ela propria para tb fechar portas pois nao serve para nada de concreto.

apanharam-te a passar num semáforo amarelo? [:)]
por pouco que façam, sempre é melhor do que a rebaldaria que havia antes. sempre vão fazendo inspecções, coisa que há tempos atrás era raríssimo de acontecer.
 
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