Nem sei porque tentas argumentar com esta malta.
Há uns tempos foi feitas sondagens, onde 42% dizem sem receios nenhuns que atentados bombistas são justificáveis.
Mais claro que isto é impossível, só falta fazerem um decreto por escrito para abrir pestanas.
está tudo no conforto do sofá, a pensar que esses problemas nunca lhes chegarão à porta ....
(...)
Mas, isto é diferente.... a emigração muçulmana trouxe um caldo cultural de pessoas(nascidas ou não cá) capazes de explodir tudo e matar gratuitamente toda gente. Se continuar com o politicamente correcto, dos coitadinhos dos muçulmanos(cultura) que até são vítimas; e se acabar por ex. com a hipocrisia de uma vez por todas como o de proibir a burka, meter na prisão os clérigos e não só, que apregoam de alguma forma o radicalismo... as coisas só vão piorar.
nasci há mais de 40 anos numa pacata cidade francesa, na altura a emigração resumia-se aos portugueses e de uma forma dispersa, argelinos e marroquinos. na altura havia um equilibrio, não havia tensões, os portugueses eram a comunidade estrangeira mais representada, tinha uma associação e uma equioa de futebol. a cidade era uma cidade tipicamente francesa, com o seu "marché", padarias, pequenos comercios, parques floridos e um mini-jardim zoologico no centro, moravamos mesmo ao lado desse jardim e tinhamos vista sobre algumas zonas do mesmo.
era simplesmente um quadro agradavel para se viver.
a ultima vez que passei por lá foi há uns 20 anos. continuava na mesma.
ha uns tempos atras, estava a atravessar frança em modo turistico e tinha marcado um dia nessa cidade para mostrar à familia onde nasci. ficou-me sempre na ideia aquela cidade que eu deixei. e eis o retrato com que me deparei, o centro da cidade parecia estar em estado de sitio, os comercios tradicionais tinham desaparecido e foi substituido por lojas de comida low cost e lojas hallal. as zonas arborizadas mantinham-se, mas flores nem vê-las, era tudo bancos ocupados por gente arabe. percebi rapidamente que já não era frança quando a nossa volta não se via um francês, nós de vestes de verão e a nossa volta aquelas mulheres de cima à baixo de burka. a uma dada altura um desses meliantes veio ter comigo porque estava a tirar uma foto à rua. disse-me que não tinha nada que tirar fotos que eu não estava em casa. não o fez com agressividade mas fez-me comprender que a minha presença incomodava. passei pelo parque zoologico, tudo encimentado e na esquina da rua nasceu uma mesquita. enquanto a igreja essa passou a ter uma fachada de 2 metros de altura toda à volta, como se houvesse a necessidade de a esconder ou proteger. em tempos eram jardins à toda à volta.
a experiencia foi má.
eu tinha previsto um dia na cidade, resumiu-se a menos de duas horas. resolvemos almoçar fora da cidade e no pequeno restaurante puxou-se este tema. e o dono do restaurante explicou que não é bom viver na cidade, essa já se tornou muçulmana. explicou que os primeiros a reclamar da situação eram acusados de racismo e havia uma vitimização do muçulmanos. esses franceses só racistas. quem tinha um vizinho muçulmano, passou a ter dois depois três, e as tensões vão-se criando e o francês acaba por sair. e foi assim que na cidade concentrou-se essa gente.
o que as pessoas não se lembram, é que a degradação se fez gradualmente, em doses, assim vai-se digerindo e as pessoas vão adaptando-se. ora se tirarem uma foto ao que era a 20 anos e outra agora, a mudança salta imediatamente aos olhos.
se vens para um país, tens a obrigação de te adaptares às regras da casa, eles vêm e não o fazem, impõe as deles, juntam-se e transformam os espaços, criam medo para impor-se. mas eles não aceitam que o façamos na terra deles. tentam lá fazer uma igreja ou um templo budista.
o islão é uma religião de conquista, não de paz e de tolerânica, conquistam e destroem o que lhes faz oposição.
apontam uma nação islamica, uma só, que vive em democracia ou que não seja governada com mão de ferro, uma só !