Esses carros são um risco relativamente elevado para a carteira.
O 1.9 TDI é um motor que em condições normais é muito durável (esse é o de 110cv ou o de 130?), o que não significa que deixe de ter todas as coisas que podem dar chatices com algum valor.
Tem o lado bom de existirem diversas soluções fora da marca (e reconstruções de componentes) que reduzem imenso o custo quando certas coisas correm mal.
No entanto, o A6 até tinha um problema chato na suspensão (salvo erro nos braços), e que pelo menos até determinado período eram um item quase de substituição "programada".
Eu diria que mesmo no carro (unidade) com o historial mais conhecido e comprovado, é importante termos a noção do que estamos a comprar, e
jamais pensar que ele vai ser sempre fiável só porque é um segmento E alemão (conselho que daria para qualquer outra marca).
É fundamental que o comprador de um carro destes tenha alguns contactos para recorrer caso avarie (ir à marca ou a habilidosos pode ficar muito caro), e altamente recomendado ter uma "almofada" financeira razoável para o caso de algo correr mal. Não ter isso é para andar com o carro preso por arames, como já vi alguns.
Estamos a misturar o segmento E com carros que facilmente têm mais de 10 anos, e vão pedir alguma manutenção em função disso.
A manutenção normal (óleo, filtros, pastilhas, etc) têm valores que não diferem muito de um segmento C diesel (fora da marca, claro).
A mudança da distribuição é mais carota, mas também se faz por preços interessantes cá fora.
Mas naquilo que tem de ser original ou na marca...[

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